SEMANA: Milho teve poucos negócios e deve focar leilão do próximo dia 16

Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2016 – O mercado brasileiro de milho
teve uma semana lenta e de inexpressiva fluidez de negócios. Isso já era
aguardado considerando o feriado de carnaval. No momento, o setor está focando
no leilão de venda de estoques públicos do próximo dia 16.

A Companhia Nacional de Abastecimento realizará novo leilão de milho
em grãos no dia 16 de fevereiro, colocando à venda mais 150 mil toneladas (t)
de estoques públicos do governo. O aviso 15/2016 oferta 61,656 mil t, com
produto dividido em dez lotes (nove oriundas de do estado de Mato Grosso e um
proveniente do Mato Grosso do

O aviso 16/2016 do leilão oferta 88,343 mil t, com produto dividido em 15
lotes, todos do estado do Mato Grosso. Poderão participar do leilão os
interessados que tenham como atividade principal, que deverá constar na AVE, e
estejam em plena atividade nos seguintes segmentos: avicultores, suinocultores,
bovinocultores de leite e de corte, cooperativas de criadores de aves, de
suínos e de bovinos de leite e de corte, indústria de ração para avicultura,
suinocultura e bovinocultura, indústrias de insumo para ração animal e
indústrias de alimentação humana à base de milho, que estejam devidamente
cadastrados perante a Bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação.

O pagamento do produto deverá ser realizado até o próximo dia 23 de
fevereiro. A média semanal de preços foi de R$ 42,50 em Santos. Enquanto isso,
em Paranaguá o preço médio esteve a R$ 43,00. No Paraná, a cotação
comprador/vendedor em Cascavel esteve a R$ 41,00. Em São Paulo, o preço
esteve a R$ 41,50, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação encerrou em R$ 45,00.

No Rio Grande do Sul, preço esteve a R$ 41,00, em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em Uberlândia ficou em R$ 44,00. Em Goiás, preço esteve em R$
38,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço esteve inalterado, a R$ 30,50, em
Rondonópolis.