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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 11.238 sacas em 21/09

 
 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 21 de setembro de 2018 estão em 2.363.383 sacas de 60 quilos, com
alta de 11.238 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da 
ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

ALGODÃO: Fiscais do Indea-MT se preparam para atuar no vazio sanitário

 
 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - Sessenta fiscais do Instituto de 
Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) participaram nessa 
quinta-feira (20 de setembro) de um treinamento promovido em parceria com o 
Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt).  Realizado no Centro de 
Treinamento e Difusão Tecnológica do Núcleo Regional Centro, em Campo Verde 
(a 120 km de Cuiabá), o treinamento tem como finalidade atualizar os 
conhecimentos dos profissionais que irão atuar durante o período de vazio 
sanitário do algodoeiro.
 
    Uma vez encerrada a colheita do algodão, a Instrução Normativa Conjunta 
Sedec/Indea-MT n 001/2016 fixa um período de 60 dias em que não pode haver 
restos culturais do algodoeiro (ou seja, de plantas com risco fitossanitário) 
nas propriedades rurais. A IN n 001/2016 define como plantas de risco 
fitossanitário "plantas do algodoeiro tigueras (plantas germinadas 
voluntariamente em qualquer lugar que não tenham sido semeadas) acima do 
estádio V3 e plantas rebrotadas (soqueiras) com mais de quatro folhas por broto
ou estruturas reprodutivas". O objetivo do vazio sanitário é eliminar a 
chamada "ponte verde", responsável pela alimentação de insetos-praga, como 
o bicudo-do-algodoeiro, no período de entressafra do algodão.
 
    "Pelo segundo ano consecutivo, o IMAmt está oferecendo esse treinamento 
aos fiscais do Indea-MT visando contribuir para o trabalho de orientação e 
fiscalização desses profissionais. Nosso objetivo maior é o controle efetivo 
de pragas como o bicudo e de outros vetores de doenças que põem em risco a 
sustentabilidade da cotonicultura mato-grossense", explica o engenheiro 
agrônomo Marcio de Souza, coordenador de Pesquisas e Difusão de Tecnologias do
 IMAmt.
 
    Durante o treinamento, os fiscais assistiram a palestras de três 
pesquisadores do IMAmt. Edson de Andrade Junior, que é especialista em 
destruição de soqueira, falou sobre a eficácia de diferentes métodos 
utilizados para eliminar os restos culturais do algodoeiro, apresentando dados 
de estudos realizados nas fazendas. Os entomologistas Jacob Crosariol Netto e 
Guilherme Rolim, por sua vez, abordaram as principais pragas que afetaram as 
lavouras de algodão na safra recém-encerrada, com foco no bicudo, que é 
considerado a pior ameaça à cotonicultura nacional.
 
    Segundo Thiago Augusto Tunes, coordenador de Defesa Sanitária Vegetal 
(CDSV) do Indea-MT, a iniciativa de promover o treinamento deve-se à 
necessidade de "uniformizar procedimentos de fiscalização" em face da IN 
Conjunta Sedec/Indea.
 
    A presidente do Indea-MT, Daniella Soares de Almeida Bueno, também foi a 
Campo Verde prestigiar o treinamento. "A reunião de nivelamento das ações 
é de extrema importância, visto que somos o maior produtor de algodão do 
país. Precisamos alinhar as estratégias de defesa fitossanitária para 
mantermos a qualidade da nossa produção. A parceria entre os setores público 
e privado é fundamental para o sucesso das ações no campo", comentou.
 
    De acordo com a IN Conjunta Sedec/Indea-MT n 001/2016, o vazio sanitário
será iniciado no próximo dia 1 nos núcleos regionais Centro (região de 
Campo Verde), Centro Leste (região de Primavera do Leste) e Sul (região de 
Rondonópolis), que compõem a chamada Região I. No restante de Mato Grosso -
regiões de Sapezal (Núcleo Regional Noroeste), Campo Novo do Parecis (Núcleo
Regional Médio Norte), Sorriso e Lucas do Rio Verde (Núcleo Regional Norte), 
que integram a Região II -, o vazio sanitário começará no dia 15 de outubro.
 
    O vazio sanitário será encerrado em 30 de novembro e a semeadura da safra
2018/19 estará autorizada a partir de 1 de dezembro na Região I. No caso da
Região II, o término do vazio acontecerá em 14 de dezembro e o plantio da 
próxima safra poderá ser iniciado a partir do dia 15.
 
    As informações partem da assessoria de comunicação da AMPA 
(Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão).
 
     Edição: Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Algodão apresenta leve alta no Brasil nesta sexta-feira

 
 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - Nesta sexta-feira, encerramento da
penúltima semana de setembro, o mercado brasileiro de algodão contou com leve
elevação nas cotações da pluma, com os preços encerrando sem variação no
 acumulado da semana.
 
    No CIF de São Paulo a pluma foi referenciada a R$ 3,18/libra-peso nesta 
sexta-feira, encerrando a semana sem variação frente aos preços praticados na
sexta-feira da semana passada. Ainda contando com elevação de 32,50% quando 
comparado ao ano anterior. 
 
    Depois de seguidos dias em queda, os valores do algodão em pluma contaram 
com leve elevação no mercado spot brasileiro. A grande disparidade entre os 
pedidos de vendedores e as ofertas de compradores acaba criando um cenário que 
limita o ritmo de negócios, com o mercado contando com poucos fechamentos que 
envolvem volumes menores. Parte da indústria demonstra interesse por novas 
aquisições, mas buscam pluma de qualidade. Do lado vendedor, os que ofertam 
lotes de boa qualidade estão firmes nos preços pedidos, enquanto outros que 
disponibilizam a pluma com características inferiores até cedem nos valores em
alguns casos. No geral, vendedores estão focados nas entregas dos contratos 
firmados.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta sexta-feira.
 
    Em uma sessão volátil, em que NY chegou a ter perdas, a bolsa reagiu e 
subiu diante de recuperação técnica. Após as recentes quedas, NY encerrou a 
semana buscando uma acomodação, um ajuste técnico. As informações partem de
 agências de notícias.
 
     No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou queda de 3,3%.
 
    Dezembro fechou o dia a 79,13 centavos, com valorização de 0,66 centavo, 
ou de 0,8% na comparação com o dia anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,68%, cotado a R$ 
4,0460 para compra e a R$ 4,0480 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0300 e a máxima de R$ 4,0970.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Milho fecha semana com lentidão e preços em queda

 
 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - O mercado brasileiro de milho 
registrou preços de estáveis a mais baixos nesta sexta-feira. Segundo o 
analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve lento como em 
toda a semana. Houve algumas baixas regionais nesta sexta-feira, com a melhora 
na oferta e com o pouco interesse de compra.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 39,00/39,50 a 
saca na base de compra.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/35,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 37,00 / 38,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 39,80 - R$ 40,50 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 35,00 - R$ 36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, 
preço esteve em R$ 31,00/32,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre
 R$ 27,50/29,00 a saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado foi sustentado pelo indicativo de boa demanda para o milho
norte-americano, buscando uma boa recuperação frente às perdas da semana 
anterior. 
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.700 toneladas de milho a 
destinos não revelados. O produto será entregue na temporada 2018/19.
 
    A previsão de chuvas no cinturão produtor norte-americano, podendo 
ocasionar atrasos na colheita da safra de milho, também contribui para a 
valorização.
 
     Na semana, o contrato dezembro/18 apresentou uma valorização de 1,56%.
 
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,57 1/4, 
ganho de 4,75 centavos de dólar, ou 1,34%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,69 1/4 por bushel, alta de 4,50 
centavos de dólar, ou 1,23%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,68%, cotado a R$ 
4,0460 para compra e a R$ 4,0480 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0300 e a máxima de R$ 4,0970.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Dólar fecha na mínima do mês com exterior e pesquisas

 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - O dólar comercial, que completa 
exato um mês acima do nível de R$ 4, fechou em queda de 0,68%, cotado a R$ 
4,0480 para venda, renovando a mínima em setembro influenciado pelo bom humor 
no mercado externo, principalmente entre as moedas de países emergentes com 
notícias vindas da China, e no mercado doméstico com investidores reagindo às
 pesquisas eleitorais. Na semana, a divisa estrangeira caiu 2,85%.
 
  O economista-chefe da corretora Spinelli, André Perfeito, ressalta o 
otimismo no mercado externo, com as bolsas internacionais, principalmente, na 
China, tendo alta expressiva. "Há bastante otimismo derivado das medidas 
adotadas pelo governo chinês para acelerar a economia e desviar das taxações 
impostas pelos Estados Unidos".
 
  "Também teve uma realização natural no fim do pregão, desacelerou as 
perdas do dólar, com o mercado comprando a ideia de chance real de Jair 
Bolsonaro [PSL] ser eleito, dando alívio ao mercado durante o pregão", diz o 
operador de uma corretora estrangeira. 
 
  Segundo o diretor da Correparti, Ricardo Gomes, o ambiente foi positivo mesmo
com o "imbróglio" envolvendo Paulo Guedes, economista da campanha de 
Bolsonaro, que cancelou a participação em dois eventos importantes em São 
Paulo. "Não foi capaz de impedir o avanço do real sobre o dólar e de macular
a imagem de Bolsonaro. Fica a constatação de que o mercado não está 
precificando um possível retorno do PT ao poder".
 
  Falando em pesquisas, na próxima semana sairão mais dois levantamentos do 
Ibope, na segunda e na quarta-feira, encomendados pela Confederação Nacional 
da Indústria (CNI). "As pesquisas mostraram que parece estar consolidado o 
cenário de transferência de votos do [ex-presidente] Lula para Haddad. Tem 
mais teto para ele crescer", afirma Perfeito. 
 
  Depois de chegar à mínima do dia de R$ 4,03, o economista da Spinelli 
avalia que o mercado ainda não está preparado para o dólar abaixo dos R$ 4. 
Após três quedas seguidas e cair quase 3% na semana, ele chama a atenção 
para o cenário de correção na próxima semana, ancorado pelas novas 
apurações de intenção de votos e pela reunião do comitê de política 
monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) entre 
terça e quarta-feira. É esperado que os juros subam para a faixa entre 2,00% e
 2,25%
  
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 
 
 

SOJA: Plantio inicia mais cedo no Brasil - SAFRAS indica trabalhos em 2,1%

 
 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - O plantio da soja começou mais cedo
este ano no Brasil. Os trabalhos iniciaram de forma precoce especialmente no 
Paraná, mas já ocorrem também em áreas no Mato Grosso. SAFRAS & Mercado 
divulga assim seu primeiro levantamento semanal da temporada 2018/19 com a 
evolução do plantio da soja no Brasil. Na semana encerrada em 21 de setembro, 
segundo SAFRAS & Mercado, o plantio chegou a 2,1%. 
 
    No Mato Grosso, a semeadura atinge 1% e no Paraná 12%. Não há 
informações nos comparativos contra o ano passado e a média dos últimos anos
 justamente porque os trabalhos este ano começaram mais cedo.
 
     Veja o quadro completo abaixo: 
 
==================================================================
EVOLUÇÃO DO PLANTIO DE SOJA - BRASIL
- em % da área esperada -
------------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               21/set      14/set      21/set    Normal (x)
------------------------------------------------------------------
     RS          0           -           -           -
     PR          12          -           -           -
     MT          1           -           -           -
     MS          0           -           -           -
     GO          0           -           -           -
     SP          0           -           -           -
     MG          0           -           -           -
     BA          0           -           -           -
     SC          0           -           -           -
    OUT          0           -           -           -
BRASIL (*)      2,1          -           -           -
------------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Agentes avaliam condições favoráveis ao trigo nas principais áreas

 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - O mercado brasileiro de trigo 
encerra a semana avaliando as condições climáticas favoráveis ao 
desenvolvimento da cultura do trigo nestes últimos sete dias, favorecendo bom 
desenvolvimento das lavouras no Rio Grande do Sul, bem como possibilitando um 
avanço mais significativo dos trabalhos de ceifa no Paraná. 
 
    Apesar disso, o mercado também segue atento ao atraso desta safra, que 
deixa as lavouras suscetíveis ao período de chuvas que se aproxima. Para o 
estado gaúcho há previsão de duas semanas com chuvas, trazendo apreensão 
sobre a possibilidade de danos relacionados ao excesso de umidade. Chuvas para o
período de plantio pode acarretar em novas retrações no potencial produtivo,
 situação que atualmente é mais grava para o estado paranaense.
 
     Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou com preços 
em queda. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros 
frente aos ganhos acumulados ao longo da semana, que foram obtidos diante das 
preocupações com o clima frio na Austrália e pelo sentimento de boa demanda 
para o cereal norte-americano. 
 
   As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada 
comercial 2018/19, que tem início em 1o de junho, ficaram em 468.400 toneladas 
na semana encerrada em 13 de setembro. O número ficou 21% acima da semana 
anterior e 32% superior à média em quatro semanas. Analistas esperavam entre 
300 mil a 500 mil toneladas. As informações são do Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 
 
     Na semana, o contrato dezembro/18 fechou com uma valorização de 2%
 
   Os contratos com entrega em dezembro foram cotados a US$ 5,21 3/4 por 
bushel, baixa de 2,25 centavos de dólar, ou -0,42%, em relação ao fechamento 
anterior. Os contratos com entrega em março de 2019 foram negociados a US$ 5,40
 3/4, queda de 1,75 centavo de dólar, ou -0,32% em relação ao fechamento 
anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,68%, cotado a R$ 
4,0460 para compra e a R$ 4,0480 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0300 e a máxima de R$ 4,0970.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 12hs. 
 
- O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulga às
 15h os dados da balança comercial de setembro. 
 
- Condições das lavouras dos Estados Unidos - USDA, 17hs.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Preços da soja recuam no Brasil seguindo dólar e Chicago

 
 
   Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve 
uma sexta-feira de preços fracos, de estáveis a mais baixos. A queda da soja 
na Bolsa de Chicago e a desvalorização do dólar pressionaram as cotações no
país. Assim, o dia foi calmo na comercialização. Houve reporte de negócios 
no dia no Mato Grosso, envolvendo soja disponível e para entrega na safra nova 
e na Bahia.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 89,50 para R$ 89,00. Na
região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 89,50. No porto de Rio 
Grande, os preços caíram de R$ 96,00 para R$ 95,00. 
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 90,50 para R$ 89,50 a saca. 
No porto de Paranaguá (PR), a saca caiu de R$ 97,00 para R$ 96,00.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 82,00 para R$ 81,50. Em Dourados
(MS), a cotação seguiu em R$ 84,00. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 
85,50 para R$ 85,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos para grão e farelo, e 
cotações mais altas para óleo. O mercado realizou parte dos lucros acumulados
na quinta-feira, quando foi impulsionado pelo maior otimismo em relação à 
disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. De qualquer forma, as 
perdas foram reduzidas nos últimos negócios. Neste contexto, a posição 
novembro do grão subiu 2% no acumulado da semana. 
 
    No caso do farelo, nem mesmo a anúncio de uma venda por parte de 
exportadores norte-americanos foi capaz de limitar a derrocada nas cotações.
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 100.000 toneladas de farelo de 
soja para destinos não revelados, para entrega na temporada 2018/19.
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de
3,00 centavos de dólar a US$ 8,47 1/4 por bushel, com desvalorização de 
0,35%. A posição janeiro teve cotação de US$ 8,61 1/4 por bushel, perda de 
2,75 centavos de dólar (0,31%) em relação ao fechamento anterior.
 
    Nos subprodutos, a posição outubro do farelo fechou com queda de US$ 5,40
(1,76%), sendo negociada a US$ 305,90 por tonelada. No óleo, os contratos com 
vencimento em outubro fecharam a 28,09 centavos de dólar, com alta de 0,49 
centavo ou 1,77%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,68%, cotado a R$ 
4,0460 para compra e a R$ 4,0480 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0300 e a máxima de R$ 4,0970.
 
     Agenda
 
-----Segunda-feira (24/09)
 
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 12hs. 
 
 
- O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulga às
 15h os dados da balança comercial de setembro. 
 
- Condições das lavouras dos Estados Unidos - USDA, 17hs.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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AÇÚCAR: Fundos/especuladores seguram 48 mil posições vendidas em NY

 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - A CFTC (Commodity Futures Trading 
Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders com 
dados até 18 de setembro para o açúcar bruto na ICE Futures U.S. (Bolsa de 
Nova York). Os números do relatório revelam que os grandes fundos e 
especuladores possuíam até a data 48.228 posições líquidas vendidas 
(short), contra 103.276 posições short na semana anterior. 
 
    As casas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, 
estavam com uma posição líquida comprada de 37.903 contratos comprados 
(long).
 
    As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e 
negociadores locais, indicam que os especuladores estão comprados em 10.325 
contratos líquidos.
 
    Em 18 de setembro, 811.721 contratos estavam em aberto no mercado futuro de
açúcar bruto da ICE Futures US, baixa de 95.478 contratos em comparação à 
semana anterior.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
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CAFÉ: Fundos e especuladores aumentam posições vendidas em NY

 
    Porto Alegre, 21 de setembro de 2018 - A CFTC (Commodity Futures Trading 
Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders, com 
dados até 18 de setembro para o café na Ice Futures US. O levantamento mostrou
que os grandes fundos e grandes especuladores apresentavam uma posição 
líquida vendida (short) de 98.481 contratos, contra 89.905 contratos short na 
semana anterior.
 
    As empresas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, 
estavam com uma posição líquida comprada de 86.846 contratos. 
 
    As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e 
negociadores locais, indicam uma posição líquida comprada (long) de 11.635 
contratos.
 
    Até 18 de setembro, eram 332.765 contratos em aberto no mercado futuro de 
café arábica da ICE Futures US, alta de 16.314 contratos na comparação com a
 semana anterior.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
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