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PETRÓLEO: Petrobras eleva preço do diesel ao maior nível em quase 3 meses

 
   Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - A Petrobras elevará em 3,5 por 
cento o preço médio do diesel em suas refinarias a partir de sábado, para 
2,1224 reais por litro, o maior nível em quase três meses, enquanto a gasolina
segue sem alteração, segundo informações no site da companhia nesta 
sexta-feira.
 
    O valor médio do diesel será o mais alto desde 28 de novembro, quando a 
Petrobras comercializava o combustível fóssil a 2,1228 reais por litro.
 
    A estatal vem aumentando seus preços frequentemente em fevereiro, no 
embalo de uma alta nas cotações do petróleo no mercado internacional. A 
gasolina está atualmente cotada a 1,6538 real por litro, também maior nível 
em mais de três meses, uma boa notícia para os produtores de etanol do Brasil.
 
    Os reajustes da Petrobras podem ocorrer em qualquer intervalo de tempo, em 
meio a uma política de preços da companhia que busca seguir a paridade 
internacional.
 
    A petroleira utiliza para cálculo indicadores como câmbio e barril do 
petróleo, além de mecanismos de hedge para aliviar a frequência dos 
reajustes.
 
     As informações partem da Reuters Brasil. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram em 22/02

 
 
    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 22 de fevereiro de 2019 estão em 2.481.719 sacas de 60 quilos, 
com queda de 5.383 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem 
da ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Algodão tem redução do spread entre preços nacionais e de NY

 
 
    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - A terceira semana do mês de 
fevereiro foi de redução do spread entre os preços brasileiros e 
norte-americanos de algodão. No início das operações desta sexta-feira (22) 
a fibra brasileira tinha uma referência de 78.84 cents de dólar por libra-peso
(c/lb) no FOB exportação de Santos/SP. No encerramento da semana passada a 
indicação era de 80,43 c/lb, acumulando uma queda de 1,98%. Esse recuo 
resultou da retração de 0,53% das cotações no mercado doméstico e da 
elevação de 1,53% do dólar em relação ao real. 
 
    Na contramão dos preços nacionais, as cotações na Ice Futures 
acumulavam ganhos de 3,9%, indo de 70,22 c/lb no fechamento da semana passada 
para 72,99 c/lb nas primeiras operações desta sexta-feira. Com essa 
movimentação ocorrida na semana, o algodão norte-americano que estava 12,7% 
inferior ao brasileiro reduziu a diferença para 5,9%.
 
     NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais baixos.
 
    Depois de operar parte do dia com ganhos, NY apresentou uma reversão e 
terminou o dia no vermelho. As indicações de uma maior área plantada 
americana determinaram o movimento. Além disso, a bolsa apresentou movimentos 
de realização de lucros após a forte alta da sessão anterior.
 
    A área plantada com algodão nos Estados Unidos em 2019 deverá ocupar 
14,1 milhões de acres, acima dos 12,7 milhões de acres cultivados na temporada
anterior. A projeção foi feita por membros do Comitê de Estimativas para 
Commodities do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), durante o 
Fórum Anual do Departamento.
 
     No balanço da semana, o contrato maio acumulou uma alta de 1,6%.
 
    Maio encerrou o dia a 73,01 centavos de dólar por libra-peso, com queda de
 1,00 centavo, ou de 1,3%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,53%, negociado a R$ 
3,7400 para a compra e a R$ 3,7420 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 3,7670. 
 
AGENDA
 
-----Segunda-feira (25/02)
 
- Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro para a economia 
brasileira - Banco Central (BC), a partir das 8hs.
 
- O governo divulga às 15h os dados da balança comercial até a última 
semana.
 
- Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 13hs.
 
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

MERCADO: Milho encerra semana mantendo preços firmes no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - O cenário pouco mudou no mercado
brasileiro de milho, que segue com preços firmes. Segundo o analista de SAFRAS
& Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os consumidores ainda encontram 
dificuldades de abastecimento em determinados estados, com São Paulo sendo o 
exemplo mais notório. "A próxima semana tende a ser marcada por continuidade
do movimento de alta nessas regiões. Importante ressaltar que o fluxo de 
embarques nos portos da Região Sul segue muito acima da normalidade para essa 
época do ano", afirma.
 
    No porto de Santos, preço gira entre R$ 37,50 e R$ 40,00 a saca. Em 
Paranágua, cotação de R$ 36,50 a R$ 38,50 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 40,00/41,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de 
R$ 43,00/44,00 a saca.
 
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 37,50/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 
28,50/30,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.
 
     Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mistos, próximos da estabilidade. Parte das cotações estenderam os ganhos da 
quinta-feira, quando foram sustentadas pela expectativa de que a guerra 
comercial entre os Estados Unidos e a China possa chegar ao fim até 10 de 
março - data que expira a trégua provisória. Na semana, a posição março 
acumulou leve alta de 0,4%.
 
    Além disso, os investidores digerem os números do Fórum do Departamento 
de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estimou a área do país em 92 
milhões de acres, contra 89,1 milhões previstas em 2018. As informações são
 da Agência Reuters. O USDA ainda indicou menor oferta em 2019/20.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 
2018/19, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 6.056.500 toneladas 
no acumulado de seis semanas encerradas em 14 de fevereiro. O maior importador 
foi o México, com 1.427.400 toneladas. Para a temporada 2019/20, foram mais 
29.200 toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam o número entre 4 e 7,25 milhões de 
toneladas.
 
    Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,75 
1/4, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento 
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,84 1/2 por bushel, ganho de 
0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,53%, negociado a R$ 
3,7400 para a compra e a R$ 3,7420 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 3,7670. 
 
AGENDA
 
-----Segunda-feira (25/02)
 
- Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro para a economia 
brasileira - Banco Central (BC), a partir das 8hs.
 
- O governo divulga às 15h os dados da balança comercial até a última 
semana.
 
- Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 13hs.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

ECONOMIA: China aceitou comprar até US$ 1,2 trilhão em produtos dos EUA

 
   Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - A China aceitou comprar até 1,2 
trilhão de dólares em produtos dos Estados Unidos como parte das negociações
para encerrar a guerra comercial entre os países, reportou a CNBC nesta 
sexta-feira, citando fontes familiarizadas com a situação.
 
   Segundo a CNBC, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o da China, Xi 
Jinping, podem se reunir no fim de março na Flórida.
 
    A CNBC disse que os dois lados seguem distantes num ponto crucial para os 
EUA: a transferência forçada de propriedade intelectual.
 
   Negociadores estão reunidos em Washington nesta semana, com previsão de 
que Trump fale com o vice-premiê chinês, Liu He, nesta sexta, na esperança de
se aproximar de um acordo antes de 1 de março, quando tarifas dos EUA sobre 
uma série de bens podem subir de 10 para 25 por cento.
 
    Dois membros da delegação chinesa, em condição de anonimato, disseram 
à Reuters que saber se as negociações serão estendidas para além desta 
sexta-feira. Eles devem retornar a Pequim no sábado, de acordo com um membro do
 staff do hotel em que estão.
 
    A Reuters reportou com exclusividade na quarta-feira que os dois lados 
estão começando a esboçar um acordo sobre questões estruturais, desenhando 
seis memorandos de entendimento sobre reformas propostas pela China.
 
     As informações partem da Reuters Brasil. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

MERCADO: Soja tem dia de preços pouco alterados no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - O mercado brasileiro de soja teve
um dia mais calmo na comercialização nesta sexta-feira, depois da agitação 
da quinta-feira. A volatilidade da Bolsa de Chicago e o comportamento do dólar 
não estimularam maiores mudanças nos preços. Não houve negociações 
relevantes no encerramento da semana.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 76,00 a saca. Na 
região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 75,00 a saca. No porto de Rio
 Grande, preços estáveis em R$ 78,50.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço recuou de R$ 73,50 para R$ 73,00. No 
porto de Paranaguá (PR), a saca recuou de R$ 79,00 p-ara R$ 78,50.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 69,50 para R$ 69,00. Em Dourados
(MS), a cotação seguiu em R$ 69,00. Em Rio Verde (GO), a saca baixou de R$ 
69,50 para R$ 68,50.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em baixa. Em sessão volátil, o 
mercado chegou a subir, tentando estender os ganhos de ontem, quando pesou a 
expectativa do fim da guerra comercial entre a China e os Estados Unidos. Os 
preços foram pressionados por um movimento de correção. Na semana, a 
posição março acumulou alta de 1%.
 
    Além disso, os investidores digerem os números do Fórum do Departamento 
de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estimou a área de soja do país 
em 85 milhões de acres, em 89,2 milhões previstas em 2018. As informações 
são da Agência Reuters. 
 
    As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à 
temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram em 6.531.800 toneladas 
no acumulado de seis semanas encerradas em 14 de fevereiro. O maior comprador 
foi a China, com 3.922.500 toneladas. Para a temporada 2019/20, foram mais 
378.600 toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam as exportações 
entre 6,1 e 9,6 milhões de toneladas.
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 
0,75 centavos de dólar ou 0,08%, a US$ 9,10 1/4 por bushel. A posição maio 
teve cotação de US$ 9,23 3/4 por bushel, recuo de 0,50 centavo de dólar em 
relação ao fechamento anterior ou 0,05%.
 
    Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 0,30 
ou 0,09%, sendo negociada a US$ 305,60 por tonelada. No óleo, os contratos com 
vencimento em março fecharam a 30,51 centavos de dólar, com ganho de 0,02 
centavo ou 0,06%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,53%, negociado a R$ 
3,7400 para a compra e a R$ 3,7420 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 3,7670. 
 
AGENDA
 
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- Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro para a economia 
brasileira - Banco Central (BC), a partir das 8hs.
 
- O governo divulga às 15h os dados da balança comercial até a última 
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MERCADO: Boi gordo segue com preços firmes nas principais praças

 
    Porto Alegre, 22 de fevereiro de 2019 - O mercado físico de boi gordo 
teve preços estáveis nesta sexta-feira. "Os frigoríficos ainda encontram 
dificuldade na composição de suas escalas de abate, em um ambiente de oferta 
bastante restrito. O ótimo volume de chuvas no decorrer do mês manteve a 
qualidade das pastagens, favorecendo a retenção dos animais terminados como 
uma estratégia recorrente. Esse cenário não deve apresentar mudanças 
contundentes no curto prazo". disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando 
Henrique Iglesias. 
 
    Em São Paulo, preços a R$ 155,00 a arroba, estáveis. Em Minas Gerais, o 
preço ficou em R$ 147,00 a arroba em Uberaba, também sem alteração. No Mato 
Grosso do Sul, preços ficaram em R$ 141,00 a arroba, em Dourados, estáveis. 
Já em Goiás, preço em R$ 144,00 a arroba em Goiânia. Em Mato Grosso, 
cotação a R$ 139,00 em Cuiabá, estável.
 
     Atacado
 
    O atacado permanece com preços firmes. Conforme Iglesias, a expectativa é
de movimento mais agressivo de alta no decorrer da primeira quinzena de março.
O perfil de consumo delimitado para o período se sustenta, com predileção 
por cortes que causem um menor impacto na renda média do consumidor final, a 
exemplo dos cortes do dianteiro bovino e da carne de frango.  
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 12,00 por quilo. O corte dianteiro 
seguiu a R$ 7,75 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 7,55 por 
quilo. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,53%, negociado a R$ 
3,7400 para a compra e a R$ 3,7420 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 3,7670. 
 
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Cotações de fechamento do dólar comercial - atualizadas

Porto Alegre,22 de fevereiro de 2019   em R$
 
 
COMERCIAL BC
 
        Último         Compra   Venda    Minimo  Máximo    Var %    Fech.
        3.7352         3.7346   3.7352   3.7352  3.7533   -0.7800   3.7647
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TRIGO: Acompanhe o relatório de commitments (CFTC)

Porto 22 de fevereiro de 2019
--------------------------------------------------------------| NONRPEQUENOS
FUNDOS E ESPECULADORES         IND. E OUTROS        TOTAL           
ESPECULADORES
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
COMPRADO       VENDIDO SPREADS COMPRADO VENDIDO   COMPRADO VENDIDO  COMPRADO   
VENDIDO
--------------------------------------------------------------------------------
(CONTRATOS DE 5.000 BUSHELS)            CONTRATOS EM ABERTO:            467.427
COMMITMENTS
--------------------------------------------------------------------------------
 
ALTERAÇÕES SOBRE 07/03/06 (ALTERAÇÕES CONTRATOS EM ABERTO):
 148,759  130,318  125,505  155,316  164,274  429,580  420,097   37,847   47,330
 
PERCENTUAL DE CONTRATOS EM ABERTO POR CATEGORIAS DE TRADERS
   3,848   -8,830    3,611   -6,378    5,703    1,081      484      801    1,398
 
NÚMERO DE TRADERS EM CADA CATEGORIA (TOTAL TRADERS:390)
    31.8     27.9     26.9     33.2     35.1     91.9     89.9      8.1     10.1
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AÇÚCAR: Acompanhe o relatório de commitments (CFTC)

Porto A22 de fevereiro de 2019
--------------------------------------------------------------| NONRPEQUENOS
FUNDOS E ESPECULADORES          IND. E OUTROS       TOTAL           
ESPECULADORES
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
COMPRADO        VENDIDO SPREADS COMPRADO VENDIDO  COMPRADO VENDIDO  COMPRADO 
VENDIDO
--------------------------------------------------------------------------------
(CONTRATOS DE 12.000 LIBRAS)             CONTRATOS EM ABERTO:         937.769
COMMITMENTS
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
 
ALTERAÇÕES SOBRE 07/03/06 (ALTERAÇÕES CONTRATOS EM ABERTO):
--------------------------------------------------------------------------------
 
PERCENTUAL DE CONTRATOS EM ABERTO POR CATEGORIAS DE TRADERS
 160,064  169,359  151,303  541,126  552,397  852,493  873,059   85,276   64,710
 
NÚMERO DE TRADERS EM CADA CATEGORIA (TOTAL TRADERS: 246)
 
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