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MERCADO: Preços domésticos do algodão param de cair, seguindo NY

 
    Porto Alegre, 18 de março de 2019 - A recuperação dos preços 
internacionais e a manutenção na taxa cambial acima de R$ 3,80/US$ permitiu um
estancamento da tendência de baixa que o mercado doméstico de algodão 
apresentava desde o início de 2019. 
 
    No primeiro dia útil desse ano a indicação da fibra nacional no CIF de 
São Paulo estava em R$ 3,05/libra-peso. No último dia 08 de março chegou a R$
2,88/libra-peso. Esse recuo de quase 6% ocorreu devido ao encarecimento do 
produto brasileiro em relação ao norte-americano num ano em que existe um 
grande excedente de produção em relação ao consumo. 
 
    No início do ano o contrato spot de algodão na Ice Futures de Nova York 
era indicado a 72,25 cents de dólar por libra-peso (c/lb). Naquele momento a 
fibra brasileira era indicada no FOB exportação a 81,13 c/lb, o que 
correspondia a um valor 12,3% superior. Precisando ganhar competitividade no 
exterior para escoar o excedente, os preços domésticos passaram a perder 
força para buscar um ajuste em relação aos concorrentes internacionais. 
 
     NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos. Em meio a ausência de notícias fundamentais, a 
volatilidade predominou ao longo do dia. 
 
    O mercado segue acompanhando o noticiário sobre a tensão comercial entre 
Estados Unidos e China. "As oscilações no preço do petróleo e a 
preocupação com o crescimento da economia chinesa também interferem nos 
valores do algodão", lembra o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento.
 
    Maio encerrou o dia a 75,27 centavos de dólar por libra-peso, com 
valorização de 0,23 centavo, ou de 0,30%. Julho também recua e demais 
posições fecham em alta. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,75%, sendo 
negociado a R$ 3,7920 para venda e a R$ 3,7900 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7860 e a máxima de R$ 
3,8290.
 
     Agenda de terça
 
- Eurozona:  Projeções para a economia serão publicadas às 6h pela Comissão
 Europeia. 
 
- Reino Unido:  A taxa de desemprego do trimestre até janeiro será publicada 
às 6h30 pelo departamento de estatísticas.
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

CÂMBIO: Dólar fecha com queda de 0,75%, cotado a R$ 3,7920 para venda

 
    São Paulo, 18 de março de 2019 - O dólar comercial encerrou a sessão de
hoje com queda de 0,75%, sendo negociado a R$ 3,7920 para venda e a R$ 3,7900 
para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de 
R$ 3,7860 e a máxima de R$ 3,8290.
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 

PETRÓLEO: Apoiados em corte de oferta da Opep, futuros fecham em alta

 
    São Paulo, 18 de março de 2019 - Os preços dos contratos futuros de 
petróleo terminaram a primeira sessão da semana em alta, apoiados na 
manutenção dos cortes de oferta da Organização dos Países Exportadores de 
Petróleo (Opep) até meados deste ano, o que ajuda a compensar os temores sobre
 a demanda em um ambiente de desaceleração da economia global. 
 
    O ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, afirmou que a 
Opep e seus aliados concordaram em continuar os cortes de produção até o 
final de junho e cancelaram uma reunião de abril como resultado.
     
    Ontem, a Arábia Saudita - líder de fato da Opep - reuniu-se com a Rússia
e alguns outros países no Azerbaijão para avaliar como a coalizão de 24 
nações está cumprindo um acordo de dezembro para reter 1,2 milhão de barris 
por dia (bpd) de petróleo dos mercados globais.
     
    Com isso, o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex e com 
entrega para março subiu 1,0%, cotado a US$ 59,09 o barril. O preço do 
contrato do Brent negociado na plataforma ICE com entrega para abril também 
avançou 0,6%, a US$ 67,54.
 
     As informações são da agência CMA.
 
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EUA: Projeção econômica e para alta de juros este ano devem diminuir - Fed

 
    São Paulo, 18 de março de 2019 - O Federal Reserve (Fed, o banco central 
norte-americano) deve manter a taxa de juros inalterada na decisão de política
monetária a ser anunciada amanhã e seguir focado na nova estratégia para o 
balanço de ativos, segundo analistas consultados pela Agência CMA. Parte deles
aposta ainda no corte de projeções econômicas e também na redução das 
previsões de aperto monetário para 2019.  
 
    "A taxa básica deve ser mantida inalterada neste encontro, e Powell vai 
se confirmar a postura paciente no ajuste da política monetária. Esperamos que
o gráfico de pontos desça um degrau, mas ainda mostre uma alta de juros no 
fim deste ano", afirmou o analista da Nordea, Anders Svendsen.
 
    O cenário, segundo analistas, não é propenso para um novo aperto 
monetário, além de não condizer com o discurso do banco central 
norte-americano, que pede paciência por conta da desaceleração global. "Nós
esperamos que a taxa se mantenha inalterada ao longo do ano, seguido por cortes
em 2020, enquanto a economia começa a seguir para uma recessão", afirmou o 
estrategista sênior do Rabobank, Philip Marey.
 
    Atualmente, os juros estão na faixa entre 2,25% e 2,50% ao ano, após 
quatro elevações no ano passado realizadas pelo Comitê Federal de Mercado 
Aberto (Fomc, na sigla em inglês). Na ocasião, o Fomc reduziu de três para 
duas as projeções de elevação da taxa básica em 2019, e minimizou as 
preocupações com os riscos à economia norte-americana.
 
    Os mercados financeiros reagiram de forma negativa à elevação dos juros 
em dezembro de 2018, a última vez em que a taxa subiu, temendo uma 
desaceleração mais profunda na economia norte-americana, ou até mesmo uma 
recessão. A palavra paciência, então, passou a aparecer em documentos e 
discursos do presidente do Fed, Jerome Powell, e de membros do comitê de 
política monetária. 
 
    Além da taxa de juros, os investidores devem ficar atentos aos anúncios 
das projeções econômicas do banco central. "Com as taxas de juros 
inalteradas, o foco do encontro do Fomc vai ser a atualização da projeção 
econômica, que pode mostrar um crescimento menor do PIB [Produto Interno 
Bruto]", disse Hunter, Capital Economics. 
 
    Segundo o economista do Société Genérale, Omair Sharif, os investidores 
também devem prestar atenção no número de altas para a taxa de juros 
projetadas para 2019 e 2020. 
 
    "Enquanto os membros do comitê falam que o cenário econômico permanece 
saudável, vamos ver se a desaceleração global e condições fiscais mais 
apertadas diminuem as projeções", disse Sharif. 
 
     As informações são da agência CMA.
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 

ECONOMIA:Produção de químicos para uso industrial sobe 0,5% em jan- Abiquim

 
 
  São Paulo, 18 de março de 2019 - A produção de produtos químicos para 
uso industrial subiu 0,5% em janeiro, quando comparado ao mesmo período do ano 
anterior, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química 
(Abiquim). Na comparação mensal, o indicador teve alta de 10,5%. 
 
    O resultado das vendas internas, por sua vez, caiu 9,34% ante o mesmo 
período do ano anterior, enquanto na comparação mensal subiu 13,27%. Já o 
índice de preços apresentou recuo de 7,27% em janeiro, sobretudo em razão dos
 preços internacionais e do comportamento do barril do petróleo. 
 
    Em relação ao consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção mais
importação menos exportação, houve alta de 12,7% em janeiro na comparação
 anual, enquanto na mensal, teve elevação de 2,9% sobre o mês de dezembro.
 
    Segundo a Abiquim, a expectativa do setor para 2019 é a de que o País 
caminhe na direção da correção dos principais fatores que afetam a 
competitividade das empresas que produzem localmente.
 
    Em 2018, o segmento de produtos químicos de uso industrial teve recuo na 
demanda no ano passado, após dois anos de alta. Todas as variáveis que medem a
atividade exibiram redução de volume em relação ao ano anterior: produção
(-4,23%), vendas internas (-0,90%), vendas externas (-16,7%), importações 
(-2,8%) e, como resultado, o consumo aparente nacional (-1,4%).
 
     As informações são da agência CMA. 
 
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SOJA: SAFRAS indica exportação de 70 mi de t em 2019

 
    Porto Alegre, 18 de março de 2019 - As exportações de soja do Brasil 
deverão totalizar 70 milhões de toneladas em 2019, recuando 17% sobre o volume
de 2018, de 83,864 milhões de toneladas. A previsão faz parte do quadro de 
oferta e demanda brasileiro, divulgado por SAFRAS & Mercado. 
 
    SAFRAS indica esmagamento de 42,5 milhões de toneladas em 2019 e de 42 
milhões de toneladas em 2018, representando um aumento de 1% entre uma 
temporada e outra. 
 
    Em relação à temporada 2019, a oferta total de soja deverá cair 10%, 
passando para 115,85 milhões de toneladas. A demanda total está projetada por 
SAFRAS em 115,65 milhões de toneladas, com queda de 10%. Desta forma, os 
estoques finais deverão cair 19%, passando de 248 mil para 200 mil toneladas. 
 
    SAFRAS trabalha com uma produção de farelo de soja de 32,375 milhões de 
toneladas, subindo 1%. As exportações deverão cair 17% para 14 milhões de 
toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 16,5 milhões, aumento 
de 3%. Os estoques deverão subir 121%, para 3,422 milhões de toneladas. 
 
    A produção de óleo de soja deverá ficar em 8,46 milhões de toneladas. 
O Brasil deverá exportar 700 mil toneladas, com queda de 48% sobre o ano 
anterior. O consumo interno deve subir de 7,6 milhões para 7,8 milhões de 
toneladas. A previsão é de aumento de 31% nos estoques para 128 mil toneladas.
 
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CAFÉ: Preços ao produtor na Colômbia - FEDERACAFÉ

Porto Alegre, 18 de março de 2019
Preços em pesos colombianos/saca de 125 quilos, determinados
pela Federação dos Cafeicultores da Colômbia (FEDERACAFÉ):
 
REGIÃO                                  PREÇOS
 
Armênia                                 703.500
Bogotá                                  702.250
Bucaramanga                             701.875
Buga                                    704.250
Chinchiná                               703.375
Cúcuta                                  701.375
Ibagué                                  702.625
Manizales                               703.375
Medellín                                702.625
Neiva                                   701.750
Pamplona                                701.500
Pasto                                   701.500
Pereira                                 703.375
Popayán                                 703.625
Santa Marta                             705.125
Valledupar                              702.750
 
* US$ =                3100.690
 
** Estes preços incluem $ 15.000 por carga do programa de Apoio
Governamental à Cafeicultura.
 
FONTE: Federação dos Cafeicultores da Colômbia.
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CÂMBIO: Cotações de fechamento do dólar comercial - dados preliminares

Porto Alegre,18 de março de 2019                 em R$
                               Cotações atualizadas às 16:00 horas
 
COMERCIAL BC
 
        Último         Compra    Venda    Minimo  Máximo    Var %    Fech.
        3.8099         3.8093    3.8099   3.8052  3.8150   -0.1200   3.8146
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CÂMBIO: Cotações de fechamento do dólar paralelo - dados preliminares

Porto Alegre,18 de março de 2019                 em R$
                               Cotações atualizadas às 16:00 horas
PRAÇAS                                    COMPRA   VENDA
 
PR                                       3.7700   4.0000
RJ                                       3.7700   3.9700
RS                                       3.7700   4.0000
SP                                       3.7700   3.9600
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