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MERCADO: Apesar de alta em NY e no dólar, algodão fica estável no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado brasileiro de algodão 
contou com duas forças opostas nesta terça-feira. A forte valorização do 
dólar frente ao real e a alta dos preços do algodão na bolsa de Nova York 
deram suporte para que os preços internos da pluma não contassem com novos 
recuos durante o dia. Mas, a colheita segue pressionando os preços da pluma no 
país. 
 
    Desta forma tivemos novamente a pluma sendo indicada a R$ 3,22/libra-peso 
no CIF do polo industrial paulista, o menor nível desde o último dia 16 de 
fevereiro e acumulando queda de 4,3% em relação ao mesmo período do mês 
passado.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta terça-feira.
 
    Segundo traders, o mercado subiu acompanhando a valorização registrada 
para o petróleo. O avanço do petróleo deixa a pluma mais competitiva em 
relação às fibras sintéticas. As informações partem de agências de 
notícias.
 
    Dezembro fechou o dia a 83,25 centavos, com valorização de 0,55 centavo, 
ou de 0,7% na comparação com o dia anterior.
 
     Câmbio 
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Milho tem dia de preços firmes, atento à subida do dólar

 
 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado brasileiro de milho 
registrou preços firmes nesta terça-feira. Segundo o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado brasileiro de milho repercutiu a 
intensa volatilidade cambial no decorrer do dia, com o dólar superando a linha 
dos R$ 4,00. "Com isso, os preços no porto apresentaram reajustes e a 
movimentação tende a se intensificar. O mercado tende a se tornar ainda mais 
nervoso conforme as eleições se aproximam", comenta.
 
    Nos portos de Santos e Paranaguá, a cotação ficou em R$ 43,00/44,00 a 
saca de 60 quilos para embarque agosto-setembro na base de compra.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 36,50 - R$ 37,50 a saca em Cascavel. 
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 41,00 - R$ 42,00 a saca na Mogiana. Em 
Campinas CIF, preço de R$ 43,00 - R$ 44,00 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 43,50/44,50 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 38,00 - R$ 39,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, 
preço esteve em R$ 32,00/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre
 R$ 31,00/32,00 a saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais baixos. Nem mesmo a piora nas condições das lavouras norte-americanas foi
capaz de animar o mercado, que vem tendo um início de semana negativo. Também
pressiona a estimativa de boa produtividade em Ohio e Dakota do Sul, conforme a
 "Crop Tour" realizada pela  Pro Farmer. 
 
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados 
sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 19 
de agosto, 68% estavam entre boas e excelentes condições, 20% em situação 
regular e 12% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os 
números eram de 70%, 20% e 10%, respectivamente. O número ficou abaixo do 
esperado pelo mercado.
 
    Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,59 3/4, 
recuo de 2,25 centavos de dólar, ou -0,62% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,74 1/4 por bushel, baixa de 2,25 
centavos de dólar, ou -0,59%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

BIODIESEL: Leilão do Brasil negocia 993,6 mi litros, preço cai 7,3%

 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - A reguladora ANP negociou 993,6 
milhões de litros de biodiesel em seu 62 leilão, com preço médio de 2,438 
reais por litro, queda de 7,3 por cento na comparação com certame anterior, 
informou a autarquia nesta terça-feira.
 
    Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis 
(ANP), o valor total negociado atingiu 2,42 bilhões de reais, refletindo num 
deságio médio de 18,27 por cento quando comparado ao preço máximo de 
referência médio.
 
     O leilão anterior havia registrado deságio de 14,32 por cento.
 
    O 62 leilão visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado 
nacional durante o período de 1 de setembro a 31 de outubro de 2018.
 
    Atualmente, o diesel é comercializado nos postos com uma mistura de 10 por
 cento de biodiesel. 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 4.415 sacas em 21/08

 
 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - Os estoques certificados de café nos 
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 21 de agosto de 2018 estão em 2.142.210 sacas de 60 quilos, com 
alta de 4.415 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE
 Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO:Com CBOT caindo e dólar subindo, soja tem preços mistos no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve 
uma terça-feira de preços mistos. A Bolsa de Chicago teve queda e o dólar boa
alta, o que determinou o comportamento misto nas cotações. Não houve 
negócios relevantes no dia, com os produtores acompanhando a subida do dólar e
 preferindo esperar por um reflexo nos valores no mercado.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos baixou de R$ 84,50 para R$ 84,00 a
saca. Na região das Missões, a cotação caiu de R$ 84,00 para R$ 83,50. No 
porto de Rio Grande, as cotações recuaram de R$ 91,00 para R$ 90,00.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu de R$ 84,00 para R$ 83,50 a saca. No
 porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 91,00 para R$ 89,00. 
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 78,00. Em Dourados (MS), a 
cotação ficou em R$ 80,50. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 78,00 para R$
 80,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. A declaração do 
presidente americano Donald Trump, que não acredita em grandes avanços nas 
negociações entre Estados Unidos e China nesta semana, e os resultados 
positivos do crop tour da Pro Farmer pressionaram o mercado. 
 
    Trump diz que não espera muitos avanços das negociações comerciais 
entre seu governo e representantes da China essa semana, segundo entrevista 
exclusiva concedida à agência de notícias "Reuters". Trump afirmou que não
 tem um cronograma para encerrar a disputa comercial com Pequim.
 
    No primeiro dia da crop tour, os resultados foram positivos. Tanto em Ohio 
como na Dakota do Sul, as amostras indicam que a expectativa é de uma boa 
produtividade, superando o ano passado e a média dos últimos três anos. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de
7,25 centavos de dólar (0,82%), a US$ 8,74 1/2 por bushel. A posição 
novembro teve cotação de US$ 8,86 por bushel, perda de 7,25 centavos (0,81%) 
centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.
 
    Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com perda de US$ 
3,30 (1%), sendo negociada a US$ 324,90 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em setembro fecharam a 28,59 centavos de dólar, com alta de 0,05 
centavo ou 0,17%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390.
 
     Agenda de quarta
 
- EUA: a posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada 
será publicada às 11h30min pelo Departamento de Energia (DoE).
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

GRÃOS: Gavilon prevê dobrar negociação no Brasil em três anos

 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - A Gavilon do Brasil prevê 
rapidamente dobrar o volume anual de grãos negociados a partir do país, para 
cerca de 10 milhões de toneladas, mantendo uma estrutura "asset light", o 
que significa operar sem terminais portuários ou plantas de processamento no 
país.
 
   Dentro dessa meta, a companhia, que pertence ao grupo da japonesa Marubeni, 
pretende se tornar o maior exportador de soja "independente" do Brasil para 
a China em três anos, disse o gerente-geral da empresa no país, Fabrício 
Mazaia, em entrevista à Reuters.
 
    Para o ano fiscal de 2018, a Gavilon do Brasil espera comercializar 7 
milhões de toneladas de grãos, contra 5,4 milhões de toneladas no exercício 
de 2017.
 
   Numa estimativa "conservadora", os volumes de produtos negociados pela 
Gavilon poderiam subir para 10 milhões de toneladas, em três anos, disse 
Mazaia.
 
   "Dentro do nosso modelo 'asset light', acredito que este é o limite 
para o qual podemos crescer", disse ele em entrevista.
 
    A estratégia da Gavilon no Brasil difere do modelo utilizado pelos grandes
comerciantes de commodities, como Archer Daniels Midlands (ADM) e Bunge, que 
possuem unidades de processamento de grãos e ativos de logística.
 
   No Brasil há quatro anos, a Gavilon agora ocupa o oitavo lugar entre os 
maiores exportadores de soja, de acordo com dados da agência marítima 
Cargonave para o ano até julho. A receita líquida subiu 60 por cento, para 
cerca de 4,9 bilhões de reais no ano fiscal de 2017.
 
   Neste ano, a trading pode se tornar a principal exportadora de trigo do 
Brasil, respondendo por até 40 por cento do total dos embarques do país, 
previstos em 1 milhão de toneladas, disse o executivo.
 
   Apesar do sucesso inicial, a Gavilon enfrenta ventos desfavoráveis, já que
as margens tendem a permanecer apertadas devido à competição acirrada no 
fornecimento de grãos no Brasil, onde as futuras vendas de grãos ficaram 
travadas devido à incerteza sobre os custos com fretes.
 
   As novas regras de fretes, definidas pelo governo como uma das medidas para 
acabar com uma greve dos caminhoneiros em maio, prejudicaram as vendas futuras 
de grãos e fizeram com que a Gavilon aumentasse as provisões relacionadas ao 
transporte contra custos mais altos de frete, disse Mazaia.
 
   Como resultado dessas incertezas, mais grãos serão comercializados no 
mercado spot, o que pode ser prejudicial para as margens e o planejamento de 
longo prazo para todos os operadores de grãos, afirmou ele.
 
   "O diferencial de compra e venda aumentou de centavos para até 5 reais 
por saca", disse Mazaia, referindo-se ao estado de negociações da soja 
depois que as regras de frete mudaram.
 
Embora a compra de ativos de infraestrutura não seja uma prioridade sob o 
modelo da Gavilon, os terminais portuários e os centros de transbordo poderiam 
ser adicionados no futuro, disse o executivo.
 
    Mazaia disse que a empresa faz negócios com operações que já possuem 
infraestrutura.
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Preços do etanol disparam com demanda aquecida

 
   Porto Alegre, 20 de agosto de 2018 - O mercado físico de etanol teve uma 
terça-feira de preços mais altos Ribeirão Preto (SP). O etanol hidratado 
passou de R$ 1,74 o litro para R$ 1,78 o litro (+2,3%), enquanto que o anidro 
foi de R$ 1,70 o litro para R$ 1,75 o litro (+2,94%).
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, "o mercado deu 
um forte solavanco diante da postura mais atuante das distribuidoras". Elas 
começaram a retirar compras contratadas ainda na semana anterior que, na visão
das usinas, significa claros sinais de aquecimento na demanda. E sinais para 
isto não faltam frente a intensificação na competitividade nos seis estados 
brasileiro e da proximidade da entrada de um sétimo, o Distrito Federal. 
 
   Além disto tudo a questão do câmbio e do petróleo denota total atenção
do mercado e sobre os efeitos de aprofundamento da vantagem do hidratado no 
Brasil. Isto porque o real tem mostrado fortes sinais de desvalorização frente
ao dólar, atingido o patamar de R$ 4,00. Este importante fato ocorre em meio a
nova escalada nos preços do Brent em Londres que saíram da faixa de 
US$/barril 71,00 da semana anterior para ao patamar de US$/barril 72,00 nesta 
terça-feira. "Isto tudo deve provocar novos ajustes diários nos preços da 
gasolina, elevando ainda mais a vantagem do hidratado e impulsionando a 
demanda", assinalou Muruci.
    
 
    Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Café reage no Brasil seguindo NY e dólar e movimento melhora

 
 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado brasileiro de café teve uma
terça-feira melhor na comercialização, com preços reagindo. Com os ganhos 
do arábica na Bolsa de Nova York e mais uma forte subida do dólar, as 
cotações avançaram no país.
 
    Assim, o mercado esteve mais ativo, com as cooperativas especialmente 
vendendo bons volumes. Os produtores de menor porte seguiram reticentes nas 
vendas. Houve melhor movimentação especialmente no sul e cerrado de Minas 
Gerais e na Mogiana paulista.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 410,00/415,00 a saca, contra R$ 405,00/415,00 do dia anterior.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 415,00/420,00, contra R$ 410,00/420,00 de ontem.
 
   O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 365,00/370,00 a saca, contra R$ 360,00/365,00 de 
ontem.
 
   Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
315,00/320,00 a saca, sem mudanças.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta terça-feira com preços mais altos.
 
    Segundo traders, as cotações avançaram diante de um movimento de 
recuperação técnica. Após nove sessões seguidas de perdas, com o mercado 
ameaçando romper a importante linha de US$ 1,00 a libra-peso, os preços enfim 
reagiram, ante um movimento de recuperação técnica. Entretanto, mesmo em dia 
de reação técnica o mercado teve os ganhos reduzidos.
 
    Os contratos com entrega em setembro/2018 fecharam o dia a 97,95 centavos 
de dólar por libra-peso, alta de 0,70 centavo, ou de +0,7%. Dezembro fechou a 
101,80 centavos, com valorização de 0,85 centavo, ou de +0,8%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Boi gordo tem preços mais altos em algumas regiões

 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado físico do boi gordo 
registrou preços de estáveis a mais altos nas principais praças de 
comercialização do país nesta segunda-feira. Segundo o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos em geral ainda encontram 
dificuldade na aquisição de boiadas, com escalas de abate encurtadas, ainda 
posicionadas entre dois e três dias úteis.
 
   "A incidência de boi a termo ainda oferece maior tranquilidade para 
algumas unidades em específico. A oferta de animais terminados ainda é 
restrita e não há indícios de alteração desse panorama no curto prazo ", 
disse Iglesias. 
 
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 147,00 a arroba, estável. Em 
Minas Gerais, preço de R$ 144,00 a arroba, contra R$ 143,00 a arroba ontem. No 
Mato Grosso do Sul, preços de R$ 139,00 - R$ 140,00 em Dourados, contra R$ 
139,00 a arroba ontem. No Mato Grosso, preços a R$ 132,00 a arroba, 
inalterados. Já em Goiás, preços a R$ 137,00 a arroba, estáveis.
 
     Atacado
 
   No mercado atacadista, os preços da carne bovina ficaram estáveis. Segundo
Iglesias, durante a segunda quinzena do mês há menos espaços para reajuste, 
avaliando a reposição mais lenta entre atacado e varejo. Por sua vez, os 
frigoríficos ainda operam com estoques enxutos, o que oferece algum suporte aos
 preços mesmo com o arrefecimento do consumo. 
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 11,45 por quilo, estável. O corte 
dianteiro teve preço de R$ 8,00 por quilo, inalterado enquanto a ponta de 
agulha foi precificada a R$ 7,60 por quilo, estável.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Açúcar se mantém com preços inalterados, com usinas na defensiva

 
    Porto Alegre, 21 de agosto de 2018 - O mercado doméstico de açúcar 
teve um dia de preços estáveis nesta terça-feira. Em Santos, a saca de 50 
quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa encerrou o dia a R$ 52,00 (11,68 
centavos de dólar por libra-peso). Em Ribeirão Preto, preços a R$ 50,00 a 
saca, ou 11,23 centavos de dólar.
 
    O cenário doméstico segue com preços estáveis apesar do referencial 
externo ter batido no nível mais baixo dos últimos dez anos. Isto ocorre 
devido a uma postura muito retraída por parte das usinas. Muitas delas optam 
por estocar a açúcar e sair do mercado do que entrar em negociações com 
indicações de preços abaixo do R$ 50,00 a saca. No entanto, os preços devem 
cair no curto prazo.
 
   Enquanto isso, as apostas giram cada vez mais em uma entressafra antecipada 
em até dois meses diante dos efeitos da estiagem prolongada que foi observada 
no Centro-Sul entre a quarta semana de março e a segunda de agosto. 
 
    No dia, o etanol hidratado foi 16,10% mais vantajoso que o açúcar bruto 
de NY, equivalendo a 10,05 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 11,46% mais
vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 55,73 por
 saca de 50 quilos (12,52 centavos).
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto 
encerrou o pregão eletrônico desta terça-feira com cotações mais altas.
 
    O mercado foi puxado por fatores técnicos, após ter rompido ontem o 
suporte situado em dez centavos de dólar por libra-peso e batido no nível mais
baixo dos últimos dez anos. Contribuiu para os ganhos a valorização das 
cotações do petróleo.
 
    As perdas acumuladas do ano para os futuros do açúcar são de mais de 
30%, com o mercado sendo pressionado pelo superávit de oferta global diante de 
uma maciça produção da India, altamente subsidiada pelo governo. O país 
inclusive superou o Brasil e se tornou o maior produtor mundial de açúcar, com
estimativas apontando que irá produzir uma safra de até 35 milhões de 
toneladas.
 
    Os contratos com entrega em outubro/18 encerraram o dia a 10,17 centavos de
dólar por libra-peso, alta de 0,08 centavo de dólar por libra-peso (+0,79%) 
em relação ao fechamento anterior. A mínima do dia foi 9,99 cents/lb, e a 
máxima 10,22 centavos. 
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 2,04%, cotado a R$ 
4,0370 para a compra e a R$ 4,0390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9570 e a máxima de R$ 4,0390.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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