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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 1.732 sacas em 17/01

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - Os estoques certificados de café nos
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 17 de janeiro de 2018 estão em 2.473.837 sacas de 60 quilos, com 
aumento de 1.732 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da 
ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Com altas em NY e no dólar, algodão interrompe quedas no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - A combinação de alta no mercado 
internacional e de valorização do dólar em relação ao real permitiu que os 
preços domésticos do algodão interrompessem a tendência de baixa. Nesta 
quinta-feira a média no CIF de São Paulo ficou em R$ 2,95/libra-peso, com alta
de 0,7% em relação à véspera. Apesar dessa recuperação, as cotações 
domésticas reduziram a diferença em relação às cotações da Bolsa de Nova 
York. 
 
    Com bons volumes negociados de forma antecipada, os vendedores seguem pouco
flexíveis em relação às suas pedidas. No Mato Grosso, por exemplo, segundo 
dados do IMEA, os produtores já negociaram 90,21% da safra 2017/18. Em 
dezembro, este número era de 86,56%. Em igual período do ano passado, o 
índice era de 90,11%. 
 
    Da safra 2018/19 a comercialização chega a 66,57% da produção. Em igual
período do ano passado, o índice era de 63,39%. Em dezembro, estava em 
65,27%. A produção de algodão do Mato Grosso está projetada em 1,590 milhão
 de toneladas.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta quinta-feira.
 
    Notícias de que o governo americano está debatendo a possibilidade de 
suspender tarifas de importação da China para acalmar os mercados deram 
sustentação ao mercado futuro do algodão e a outras commodities. Isso pode 
atenuar a preocupação com os conflitos comerciais entre os dois países.
 
    Março encerrou o dia a 74,37 centavos de dólar por libra-peso, com alta 
de 1,10 centavo, ou de 1,5%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje em alta de 0,32%, sendo 
negociado a R$ 3,7480 para venda e a R$ 3,7460 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 
3,7740. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Atenções seguem voltadas para previsão de chuvas em áreas de milho

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - A previsão de chuva no Sul do 
Brasil e no Centro-Oeste durante a sexta-feira alivia a situação das lavouras 
de milho. Mas, o quadro ainda é complicado. Cada vez mais o foco dos produtores
e transportadoras está na colheita e no escoamento da soja, com encarecimento 
do frete em algumas regiões. A comercialização de milho acaba ocorrendo de 
maneira regionalizada e bastante pontual, salienta o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias.
 
    No porto de Santos, a cotação ficou em R$ 36,50 a saca na base de compra.
 Em Paranaguá, R$ 36,00 a saca na base de compra
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,00/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de
 R$ 41,00/41,50 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 35,00/36,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 28,50/30,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 
26,00/27,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado estendeu o movimento de recuperação técnica frente às 
fortes perdas de terça-feira, que foram as maiores em seis semanas, com a falta
de notícias indicando avanços nas negociações comerciais entre Estados 
Unidos e China.
 
    Além das compras técnicas e da cobertura de posições, o clima adverso 
na América do Sul colaborou para os ganhos. O mercado também acompanhou a 
valorização do trigo.
 
    Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,80, 
ganho de 6,00 centavos de dólar, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior. 
A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,88 por bushel, alta de 5,75 centavos de 
dólar, ou 1,5%.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje em alta de 0,32%, sendo 
negociado a R$ 3,7480 para venda e a R$ 3,7460 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 
3,7740. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 
 

PETRÓLEO: Futuros caem com aumento da produção dos EUA

 
   Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - Os preços dos contratos futuros de 
petróleo fecharam a sessão de hoje em queda, pressionados pelas preocupações
com o aumento da produção dos Estados Unidos e pela abundância de estoques 
de gasolina em meio a uma demanda retraída diante do que pode significar uma 
desaceleração na economia mundial.
         
   O preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex e com entrega para 
fevereiro caiu 0,5%, cotado a US$ 52,07 o barril. O preço do contrato do Brent 
negociado na plataforma ICE com entrega para março recuou 0,2%, a US$ 61,18 o 
barril.
 
     As informações partem da Dow Jones.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

MERCADO: Café mantém estabilidade no Brasil e ritmo calmo nos negócios

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - O mercado brasileiro de café teve 
uma quinta-feira de estabilidade. No começo do dia, houve maior movimentação,
mas depois o mercado travou diante da volatilidade da bolsa. O vendedor segue 
retraído e os compradores não mexem nos valores.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 405,00/410,00 a saca, estável.
 
   No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em R$
 410,00/415,00 a saca, inalterado.
 
   O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 340,00/345,00 a saca, estável.
 
    Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
300,00/305,00 a saca, sem alterações.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta quinta-feira com preços inalterados.
 
    Segundo traders, a sessão foi volátil e o mercado buscou direcionamento, 
acabando por fechar no zero a zero. Os fundamentos seguem baixistas, com 
tranquilo abastecimento global, e NY observa as notícias. Entretanto, o mercado
 encontra sustentação na linha de US$ 1,00 a libra-peso.
 
    A produção de café no Brasil deve reduzir este ano, sinalizando ficar 
entre 50,48 e 54,48 milhões de sacas beneficiadas, devido a influência da 
bienalidade negativa nos cafezais, processo natural em que a planta se recupera 
do maior direcionamento de energia para a frutificação na safra passada, 
sobretudo na espécie arábica. O volume total que inclui também o conilon, 
menos atingido pelo fenômeno, perde cerca de nove milhões de sacas para safra 
2018 que foi a maior colheita da série histórica do grão.
 
    Os números são do 1 Levantamento da Safra de Café, divulgado nesta 
quinta-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Também a 
área em produção sofre redução de 1,2% comparado à última safra, podendo 
atingir 1.842 mil hectares. 
 
    Os contratos com entrega em março/2019 fecharam a 102,40 centavos de 
dólar por libra-peso, com estabilidade. Já a posição maio/2019 fechou a 
105,55 centavos, também estável.
 
     CÂMBIO
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje em alta de 0,32%, sendo 
negociado a R$ 3,7480 para venda e a R$ 3,7460 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 
3,7740. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

PETRÓLEO: Opep ainda vê riscos ao mercado e tenta evitar aumento de oferta

 
  Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - A Opep está tentando evitar um 
aumento nos estoques de petróleo acima da média de cinco anos por meio de um 
novo acordo com países aliados para conter a oferta em 2019, disse seu 
secretário-geral à Reuters nesta quinta-feira.
 
    Mohammad Barkindo também disse estar esperançoso de que a demanda por 
petróleo permaneça robusta em 2019 e que a aliança do cartel com países 
aliados, conhecida como OPEC+, manterá seus compromissos.
 
    Preocupada com a queda nos preços do petróleo e o aumento da oferta, a 
Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, incluindo a 
Rússia, concordaram em dezembro com cortes de produção em 2019. Eles 
prometeram reduzir a produção em 1,2 milhão barris de petróleo por dia 
(bpd), sendo a participação da Opep de 800 mil bpd.
 
    "O principal objetivo é ajudar voluntariamente os mercados de petróleo 
a permanecerem equilibrados durante 2019, garantindo que evitemos um estoque 
acumulado acima da média da indústria de cinco anos", afirmou Barkindo.
 
   "A indústria do petróleo não pode se dar ao luxo de recair em outra 
recessão depois de sobreviver ao ciclo mais longo e severo", disse ele em 
referência à queda do mercado de petróleo entre 2014 e 2016.
 
    "Continuamos otimistas de que a demanda saudável se mantenha durante o 
ano."
 
    "Os países participantes do acordo de oferta com aliados provaram seu 
compromisso de trabalhar juntos para sustentar a estabilidade do mercado."
 
     As informações partem da Reuters Brasil. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

CÂMBIO: Dólar fecha em alta com correção, fluxo e exterior

 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - O dólar comercial fechou em alta 
de 0,29%, cotado a R$ 3,7470 para venda no mercado à vista, sustentado pela 
correção no mercado doméstico e pela piora das moedas de países emergentes 
em meio às incertezas quanto aos eventos no exterior que envolvem a economia 
global, a guerra comercial entre Estados Unidos e China e o acordo de saída do 
Reino Unido da União Europeia, o Brexit. 
 
   No cenário doméstico, depois de "abertura estranha", diz a economista da
CM, Camila Abdelmalack, o dólar disparou indo a R$ 3,7740 (+1,01%) no meio da 
primeira parte dos negócios, em movimento de realização e de proteção. Para
analistas, após um período de dólar desvalorizado frente ao real, foi hora 
de corrigir e "equilibrar a trajetória da moeda".
 
   "Apesar da ausência de notícias ruins a respeito da reforma da 
Previdência, a lógica que impera é a de quanto mais tempo ela demora para 
acontecer, mais espaço para especulações. Somado ao exterior, gerou um 
ambiente propício para o investidor se refugiar nos ativos mais seguros", 
comenta o analista de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho. 
 
   Para Camila, na expectativa pelo texto da reforma da Previdência da nova 
equipe econômica, o mercado tende a voltar a ficar volátil em meio "as 
várias declarações que vão surgir sobre o assunto. Agora, só o governo 
está falando. Já já começa deputado falando aqui, senador falando ali, 
oposição... aí, vai gerar volatilidade", diz. 
 
   Apesar do otimismo do mercado quanto à agilidade na aprovação da reforma,
a economista acredita que pontos que envolvam as aposentadorias de militares e 
de servidores públicos podem causar conflitos e provocar atrasos na aprovação
 da matéria. 
 
   Amanhã, com a agenda mais fraca de indicadores, a economista diz que os 
investidores devem acompanhar o noticiário da China "que tem mexido com os 
mercados" e com a paralisação do governo norte-americano, o shutdown. Às 
vésperas de completar 30 dias, o shutdown "pode mexer no câmbio amanhã", 
ressalta.
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 
 
 

MERCADO:Boi tem preços pressionados com frigoríficos em posição confortável

 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - O mercado físico do boi gordo 
segue com os preços sob pressão de baixa nas principais praças de produção 
e comercialização do Brasil. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os 
frigoríficos seguem em uma posição confortável e devem continuar testando o 
mercado, avaliando a lenta reposição entre atacado e varejo como principal 
justificativa. 
 
    "O principal limitador de movimentos mais agressivos de queda ainda é a 
oferta restrita de animais terminados, quadro que não deve mudar no curto 
prazo", disse ele.
 
    Em São Paulo, preços a R$ 151,00 a arroba, estável na comparação com a
quarta-feira. Em Minas Gerais, o preço seguiu em R$ 146,00 a arroba em 
Uberaba. No Mato Grosso do Sul, preços a R$ 141,00 a arroba em Dourados, 
inalterados. Já em Goiás, preços a R$ 138,00 a arroba em Goiânia, contra R$ 
139,00 a arroba ontem, e a R$ 137,00 em Cuiabá, no Mato Grosso, estáveis.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista teve preços estáveis. Conforme Iglesias, a 
tendência de curto prazo remonta à possibilidade de nova queda dos preços, 
considerando a cada vez mais lenta reposição entre atacado e varejo. "O 
consumidor médio permanece descapitalizado, situação usual para o primeiro 
bimestre", apontou Iglesias.
 
   O corte traseiro teve preço de R$ 12,75 por quilo, estável. Por sua vez, o
corte dianteiro seguiu em R$ 7,15 por quilo. A ponta de agulha continuou em R$ 
7,40 por quilo.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje em alta de 0,32%, sendo 
negociado a R$ 3,7480 para venda e a R$ 3,7460 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7280 e a máxima de R$ 
3,7740.
     
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Preços do etanol voltam a cair com estoques amplos

 
   Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - O mercado físico de etanol teve uma
quinta-feira de preços mais baixos sobre as negociações observadas em 
Ribeirão Preto, onde as distribuidoras têm tido êxito em forçar mais os 
preços diante de um cenário conjuntural de curto prazo mais propenso à oferta
 e menos à demanda. 
 
   O analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, aponta que o cenário 
desenhado é de queda na demanda a partir dos dados de dezembro e de 
indicações de um consumo ainda fraco para o primeiro trimestre. Além disto, 
os estoques se encontram 25% acima dos níveis do mesmo período do ano passado.
"Isto em um cenário de mix de produção quase 80% mais voltado ao etanol, 
em sua grande maioria o hidratado. Assim, com queda na demanda, alta nos 
estoques e mix excessivamente concentrado no biocombustível, o hidratado não 
tem tido forças de se manter nem sequer próximo ao nível dos R$ 2,00, com 
tendências claras ao nível de R$ 1,90 o litro, o que se mostra muito incomum 
para o momento atual de ápice da entressafra no Centro-Sul", assinalou 
Muruci. 
 
    Neste cenário, em Ribeirão Preto (SP), o hidratado teve baixa de 0,51% ao
sair de R$ 1,96 para R$ 1,95 o litro, para distribuidoras filiadas ao Sindicom.
As emergentes, que atuam no mercado em função de carregamentos menores, 
acabam encontrando hidratado em níveis mais elevados, na faixa de R$ 1,97 o 
litro, abaixo do nível de R$ 1,99 visto na quarta-feira anterior. O anidro teve
baixa de 1,03%, ao sair de R$ 1,95 para o nível de R$ 1,93 o litro, mas 
somente em função de pedidas de usinas, sem distribuidoras aceitando pagar 
estes níveis para o anidro em Ribeirão. Um bid mais próximo de negociação 
pelo lado comprador oscila de R$ 1,92 para baixo. 
 
 
    Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

ALGODÃO: NY fecha em alta observando notícias EUA-China

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2019 - A Bolsa de Mercadorias de Nova York 
(ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quinta-feira.
 
    Notícias de que o governo americano está debatendo a possibilidade de 
suspender tarifas de importação da China para acalmar os mercados deram 
sustentação ao mercado futuro do algodão e a outras commodities. Isso pode 
atenuar a preocupação com os conflitos comerciais entre os dois países.
 
    Março encerrou o dia a 74,37 centavos de dólar por libra-peso, com alta 
de 1,10 centavo, ou de 1,5%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA