Informações Confiáveis,
Negócios Rentáveis

Notícias

Videos

+

Nossos Produtos

NewsLetter

Mercado em Foco

MILHO/SOJA: Conab participa da 95ª edição do Agricultural Outlook Forum

 
     Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - A expertise da Companhia 
Nacional de Abastecimento (Conab) em relação ao mercado da soja e o milho 
brasileiro estará em evidência internacional nesta quinta-feira (21), durante 
a 95 edição do Agricultural Outlook Forum, realizado em Arlington, no estado
norte-americano da Virgínia. O evento é promovido pelo Departamento de 
Agricultura dos EUA (USDA) e reúne representantes de vários elos da cadeia 
produtiva de todos os continentes.
 
    O gerente de Produtos Agropecuários da Conab, Thomé Guth, estará no 
evento como representante da estatal para falar sobre a "Perspectiva 
brasileira da soja e milho: principais oportunidades e desafios". Guth 
apresentará também outros dados elaborados pela Companhia, como as 
informações de produção, área e produtividade da soja e milho no país. Nas
questões de mercado, a palestra aborda ainda a importância do milho 2 
safra, as oportunidades para a produção brasileira destas duas commodities, 
sobre potenciais negócios e principais gargalos, como as demandas logísticas 
do Brasil.
 
    A participação no Forum Outlook fortalece a parceria entre a Conab e o 
departamento americano de agricultura, como parte da iniciativa brasileira de 
buscar conciliar as posições do país nos diversos foros internacionais. No 
ano passado, o responsável pelo Comitê de Estimativa de Grãos e Commodities 
do USDA, Michael Jewison, também esteve participando de evento promovido pela 
Conab sobre as perspectivas para a agropecuária.
 
      As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

CARNES: Aprovação do Cade para permuta Minerva/Marfrig torna-se definitiva

 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - A decisão do Conselho 
Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de aprovar o contrato de permuta 
entre o frigorífico Minerva e a Marfrig, tendo a BRF como interveniente, 
tornou-se definitiva.
 
   A permuta refere-se às plantas Paranatinga e Várzea Grande, ambas 
localizadas no Mato Grosso.
 
     As informações partem da Agência CMA. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

AÇÚCAR: Grupo Tereos obtém alívio financeiro até 2022

 
   Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - O grupo francês de açúcar 
Tereos, que foi atingido por uma queda no mercado do adoçante, informou que 
conseguiu um empréstimo que deve lhe dar algum alívio financeiro enquanto 
espera por uma recuperação nos preços da commodity.
 
   Em dezembro, a Tereos -que na temporada passada se tornou a segunda maior 
fabricante de açúcar do mundo- reportou um prejuízo semestral de 100 
milhões de euros (113 milhões de dólares) e disse que espera estar no 
vermelho em todo o ano financeiro pelo segundo ano consecutivo.
 
    Os contratos futuros do açúcar bruto encerraram o ano de 2018 em seu 
menor patamar em 10 anos, pressionados pelo forte excesso de oferta global.
 
    A União Europeia liberalizou seu mercado de açúcar em setembro de 2017, 
pondo fim a um sistema de preços mínimos garantidos e cotas de produção 
protegidas. Isso deu aos produtores mais liberdade para se expandir e exportar, 
mas o pior cenário emergiu, com os produtores da UE expostos aos baixos preços
 mundiais.
 
   A Tereos disse que garantiu um empréstimo de 250 milhões de euros que 
expira em 2022 e quitará metade de seu bônus de 500 milhões de euros com 
vencimento em março de 2020 com um ano de antecedência.
 
   O empréstimo está sendo fornecido por BNP Paribas, Natixis e Rabobank, 
informou a Tereos em comunicado.
 
   "Isso nos permite ganhar tempo para ver como as coisas evoluem no mercado 
de açúcar", disse um porta-voz da Tereos.
 
     As informações partem da Reuters Brasil. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

AGRICULTURA: Na posse da FPA, ministra diz que trabalha afinada com Guedes

 
   Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - Na posse do deputado Alceu Moreira
como presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), terça-feira 
(19), à noite, na presença do presidente Jair Bolsonaro e de seu vice, Milton 
Mourão, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, 
declarou que joga afinada com seu colega da Economia, Paulo Guedes. O ministro 
que compareceu ao evento ouviu da ministra apelo para "olhar muito para esse 
setor".
 
    Em entrevista, a ministra voltou a falar sobre a relação com o colega. 
"Eu fiquei muito feliz do ministro Paulo Guedes estar aqui. É um homem 
inteligente e, preparado como é, sabe o peso do agro nos negócios do Brasil. 
Tanto eu quanto o ministro, todo esse time, aliás, quero dizer aqui 
publicamente, é completamente afinado. Nós podemos divergir em alguns 
métodos, mas é um time que joga a favor do Brasil".
 
    O trabalho conjunto de governo foi igualmente enfatizado pelo presidente 
Bolsonaro em seu pronunciamento. "Os ministros falam entre si, buscando 
soluções", afirmou. E enalteceu a atividade do campo. "É um trabalho de 
sol a sol. De segunda a segunda. A Presidência não vai mais atrapalhar vocês,
vai estar lado a lado. E vocês terão a devida segurança jurídica para 
plantar e produzir".
 
    Ao presidente, Teresa Cristina agradeceu sua indicação para a pasta. 
"Presidente, quero lhe agradecer pela confiança que teve nesta frente 
parlamentar, quando entregou a ela a sua vontade que indicasse o ministro da 
agricultura. E, se cheguei ao cargo, foi por companheirismo e respeito dos 
colegas".
 
   Ex-presidente da FPA, a ministra transmitiu o cargo ao seu sucessor com a 
presença também do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Sobre o período
de um ano em que esteve à frente da FPA, Tereza Cristina, comentou que "foi 
uma experiência importantíssima. Primeiro, nunca pensei que, como deputada em 
primeiro mandato, chegaria a ser presidente. Foi um ano muito difícil, de 
eleição. Mas eu tenho certeza que eu consegui deixar um pouquinho do meu 
legado".
 
    Não é fácil presidir a Frente Parlamentar da Agropecuária, destacou a 
ministra, acrescentando que "no exercício do cargo são encontradas 
dificuldades e incompreensão, às vezes, da sociedade, no próprio parlamento, 
quando nos imputam a pecha de que somos um setor atrasado, que a gente sempre 
quer benefícios, e não é nada disso. O nosso setor não tem medo, é ousado, 
é um setor altamente tecnificado que coloca o Brasil para a frente e enfrenta 
todos os desafios".
 
   Quanto ao cargo de ministra da Agricultura, afirmou, "recebi essa missão 
com grande honra e vou fazer o máximo para que esses deputados que me 
indicaram, que representam milhões de produtores rurais brasileiros, possam ter
orgulho de dizer que fizeram a indicação certa". Tereza Cristina enfatizou 
que a atividade garante comida barata e com segurança alimentar na mesa dos 
brasileiros e ainda a exportação para mais de 160 países.
 
     As informações partem da assessoria de imprensa do MAPA
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

CAFÉ: China incentiva com investimento países africanos a aumentar produção

 
 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - A crescente demanda por café 
africano na China apresenta um enorme potencial de mercado para os países 
produtores de café da África, disse na sexta-feira o presidente da 
Associação Africana de Cafés Finos, Ishak Lukenge.
 
    O interesse chinês no café da África é uma grande oportunidade para os 
países africanos aumentarem o volume do comércio de café para a China, disse 
Lukenge à Xinhua em uma entrevista nas linhas laterais da 17a Conferência e 
Exposição de Cafés Finos da capital ruandesa, Kigali.
 
    O grande mercado consumidor de café da China ajudará os países africanos
a diversificar suas vendas de café, estimular a produção e gerar mais 
receitas, disse ele.
 
    A China, com sua grande população, oferece uma base para a demanda de 
produtos e oportunidades de negócios para as exportações da África, disse o 
presidente.
 
   A China não está apenas oferecendo investimento, infraestrutura e apoio 
financeiro aos países africanos, mas agora também oferecendo seu mercado, 
disse Lukenge.
 
    Ele incentivou os países africanos produtores de café a entrar em joint 
ventures com parceiros na China para penetrar no mercado, expandindo assim as 
exportações de café para a China.
 
    A conferência, que acontece de 13 a 15 de fevereiro, reúne mais de 600 
delegados, incluindo 65 expositores de toda a África para discutir maneiras de 
elevar a qualidade e a competitividade do café produzido na África.
 
    Seus membros incluem Camarões, Burundi, Etiópia, República Democrática 
do Congo, Uganda, Quênia, Malaui, África do Sul, Tanzânia, Zâmbia, Zimbábue
 e Ruanda. 
 
     A notícia parte da Agência Xinhua.
 
     Edição: Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 5.240 sacas em 20/02

 
 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 20 de fevereiro de 2019 estão em 2.487.102 sacas de 60 quilos, 
com aumento de 5.240 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem
 da ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

ETANOL: Com gasolina cara, venda de hidratado disparou em 2018

 
    Porto Alegre, 22 de novembro de 2018 - As vendas de etanol hidratado no 
mercado brasileiro cresceram 42,1% em 2018, segundo dados divulgados pela ANP 
(Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis). A alta reflete a 
busca, pelo consumidor, de alternativa aos altos preços da gasolina durante o 
ano.
 
    No geral, o consumo de combustíveis no país ficou estagnado no ano, com 
alta de apenas 0,03%. Para o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, além da 
economia fraca, os altos preços nos últimos anos contribuíram para o 
desempenho, que repete anos anteriores.
 
    "O Brasil passou 2016 e 2017 com preços acima do mercado internacional",
disse ele, em evento para anunciar o balanço do mercado de combustíveis em 
2018.
 
    Ele voltou a defender maior competição no mercado de refino, com a venda 
de refinarias da Petrobras. A ANP chegou a ir ao Cade (Conselho Administrativo 
de Defesa Econômica) para questionar a concentração nesse mercado.
 
    "A venda de refinarias da Petrobras é boa para a sociedade", afirmou 
Oddone. A estatal tem hoje dois processos de venda de polos de refino em curso e
não descarta aprofundar a estratégia de reduzir sua participação no 
mercado.
 
    No ano passado, o país consumiu 19,4 bilhões de litros de etanol 
hidratado. "O crescimento foi motivado, em grande parte, pelo ganho de 
competitividade no preço em relação à gasolina C nos estados com maior 
produção de etanol", disse à agência.
 
    As vendas de gasolina C (já misturada ao etanol anidro) caíram 13,1%, 
para 38,3 bilhões de litros. O consumo de etanol anidro caiu na mesma 
proporção. Ainda assim, o consumo total de etanol cresceu 16,3%, para 29,7 
bilhões de litros.
 
    O consumo de diesel teve alta de 1,4%, para 55,5 bilhões de litros, 
segundo a ANP, devido à recuperação econômica. Com o aumento do percentual 
obrigatório de 8% para 10%, o volume de biodiesel vendido no país cresceu 
25,3%, para 5,4 bilhões de litros.
 
    No ano, houve queda de 24,5% nas importações de combustíveis, com 
destaque para diesel (-14%) e gasolina (-60,7%). 
 
   No caso do diesel, o programa de subvenção criado para por fim à greve 
dos caminhoneiros contribuiu: importadores privados recuaram, levando a 
Petrobras a aumentar a produção em suas refinarias.
 
Fatia de mercado
 
    Com os altos preços, o consumidor preferiu também abastecer em postos de 
bandeira branca, onde o combustível costuma ser mais barato. A fatia de mercado
 desse tipo de posto cresceu de 42,5% para 43,8%.
 
    Entre as bandeiras tradicionais apenas a Raízen cresceu (de 10,9% para 
11,4%). BR e Ipiranga tiveram queda. Juntas, as três dominam 43,1% das vendas 
para postos de combustíveis no país.
 
 
     As informações partem da Folha de São Paulo.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

PETRÓLEO: WTI atinge máxima do ano com esperança de equilíbrio do mercado

 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - Os preços dos contratos futuros 
de petróleo terminaram o dia em alta, com o WTI atingindo o maior nível do 
ano, diante de esperanças de que o mercado reencontrará o equilíbrio entre 
oferta e demanda ainda este ano. 
 
   Mais cedo, o ministro da Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse 
que espera que o mercado entre em equilíbrio em abril uma vez que não deve 
haver brechas entre a oferta e a demanda diante das sanções dos Estados Unidos
 à Venezuela e ao Irã.  
 
   Além disso, sinais de entendimento entre Estados Unidos e China no 
comércio ajudaram a afastar o temor de uma nova escalada da guerra entre as 
duas maiores economias do mundo, o que poderia impactar negativamente a demanda 
por petróleo. 
 
   Esse otimismo acabou colocando em segundo plano dados divulgados ontem pela 
Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos (EIA, na sigla em 
inglês), órgão ligado ao Departamento de Energia, que mostraram que a 
produção de petróleo não convencional do país deve atingir a máxima de 8,4
 milhões de barris por dia (bpd) em março.
     
   Com isso, o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex e com 
entrega para março subiu 1,48%, cotado a US$ 56,92 o barril. O preço do 
contrato do Brent negociado na plataforma ICE com entrega para abril avançou 
0,95%, a US$ 67,08 o barril.
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
   
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 

MERCADO: Algodão apresenta poucas alterações no Brasil nesta quarta-feira

 
 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - O mercado brasileiro de algodão 
teve poucas alterações nesta quarta-feira. Houve reduzido volume de negócios 
no dia. No CIF de São Paulo a indicação ficou em R$ 2,89/libra-peso, recuando
1,88% em relação ao mês passado e o menor patamar desde março de 2018. 
"Com um grande excedente de produção em relação ao consumo doméstico, os 
preços internos precisam buscar a paridade com o norte-americano", destaca o 
analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento. No final das operações desta 
quarta-feira a pluma norte-americana era cotada a 70,25 cents de 
dólar/libra-peso, valor 9,9% inferior a indicação do brasileiro FOB 
exportação em Santos/SP. Há um mês era 6,7% inferior, o que mostra que o 
recuo que se verifica nos preços brasileiros não tem sido suficiente para 
melhorar a competitividade. 
 
    "Com isso, a tendência é que as exportações não sejam suficientes 
para impedir uma elevação expressivas dos estoques de passagem. Na próxima 
safra, com um novo recorde de produção, a necessidade de escoamento externo 
será ainda maior", ressalta Élcio Bento. O potencial de produção nacional 
foi elevado para 2,610 mil toneladas (base pluma), superando em 24,6% os 2,095 
milhões de toneladas da safra anterior e em 5% os 2,485 milhões de toneladas 
estimadas em 23 de novembro. Com essa produção e com os estoques carregados do
ciclo anterior a oferta total da pluma para a temporada 2019/20 será de 3,076 
milhões de toneladas. O excedente da produção em relação ao consumo 
alcançará 1,810 milhão de toneladas. "Numa situação hipotética em que o 
país consiga colocar um novo recorde de 1,5 milhão de toneladas no exterior, 
chegaria ao final da próxima temporada com 906 mil toneladas em estoques, 
elevando a relação estoque/consumo para 113%", avalia.
 
     NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços pouco alterados.
 
    O mercado teve uma sessão bastante volátil. A alta do petróleo garantiu 
sustentação ao algodão. Entretanto, o mercado vinha de quatro sessões de 
ganhos, e houve movimentos de realização de lucros, associados a uma 
correção técnica. 
 
    Traders indicaram que o mercado buscou um melhor direcionamento e tendo 
suporte no petróleo, mas pressão de realização de lucros, acabou fechando 
praticamente no zero-a-zero nos contratos mais próximos.
 
    Maio encerrou o dia a 72,16 centavos de dólar por libra-peso, com ligeiro 
recuo de 0,03 centavo, ou de 0,04%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,34%, negociado a R$ 
3,7270 para a compra e a R$ 3,7290 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6910 e a máxima de R$ 3,7350. 
 
AGENDA
 
-----Quinta-feira (21/02)
 
- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os 
dados sobre o Indice Nacional de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA 15) referentes
 a fevereiro. 
 
- O Banco Central Europeu (BCE) divulga ata da reunião de política monetária 
de janeiro, às 9h30. 
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras do Paraná - Deral, no início do dia.
 
 
- A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será
 publicada às 13h00 pelo Departamento de Energia (DoE).
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos 
Aires, 16hs.
 
- Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Milho registra cotações pouco alteradas nesta quarta-feira

 
 
    Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019 - O mercado brasileiro de milho 
manteve preços pouco alterados nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS
& Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o quadro segue delimitado para o mercado
disponível. "Ainda há dificuldade na aquisição de lotes mais 
representativos", comenta.
 
    No porto de Santos, preço gira entre R$ 37,00 e R$ 40,00 a saca. Em 
Paranágua, cotação de R$ 36,50 a R$ 38,50 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 40,00/41,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de 
R$ 43,00/44,00 a saca.
 
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 37,50/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 
28,50/30,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.
 
     Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado reagiu às perdas de ontem, quando atingiu o menor patamar
em quase três meses. O mercado esteve atento aos sinais de acordo entre os 
Estados Unidos e China. Autoridades de ambos países estão reunidos deste esta 
terça-feira, em Washington. As informações são da Agência Reuters.
 
    Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,70 
3/4, alta de 1,00 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento 
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,79 1/2 por bushel, ganho de 
1,50 centavo de dólar, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,34%, negociado a R$ 
3,7270 para a compra e a R$ 3,7290 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6910 e a máxima de R$ 3,7350. 
 
AGENDA
 
-----Quinta-feira (21/02)
 
- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os 
dados sobre o Indice Nacional de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA 15) referentes
 a fevereiro. 
 
- O Banco Central Europeu (BCE) divulga ata da reunião de política monetária 
de janeiro, às 9h30. 
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras do Paraná - Deral, no início do dia.
 
 
- A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será
 publicada às 13h00 pelo Departamento de Energia (DoE).
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos 
Aires, 16hs.
 
- Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde.
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA