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SOJA: Safra 2019/20 do PR é estimada em 19,820 milhões de t - Deral

 
    Porto Alegre, 21 de novembro de 2019 - O Departamento de Economia Rural 
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do 
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório mensal, que a produção da safra de 
soja em 2019/20 pode chegar a 19,820 milhões de toneladas, contra 16,171 
milhões de toneladas da safra anterior, com uma alta de 23%.
 
    A área plantada com soja na safra 2019/20 deve ficar em 5,483 milhões de 
hectares, contra 5,447 milhões na safra 2018/18, avanço de 1%. A produtividade
média foi estimada em 3.615 quilos por hectare, acima dos 2.968 quilos 
registrados na última safra. 
 
    Segundo o Deral, o plantio atinge 96% da área de soja, com 80% das 
lavouras em boas condições, 18% em condições médias e 2% em situação 
ruim. As lavouras estão nas fases de germinação (9%), crescimento vegetativo 
(82%) e floração (5%).
 
    Ainda de acordo com o Deral, a comercialização da safra 2019/20 atinge 
22%. A safra 2018/19 registra comercialização de 87%.
 
     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

ECONOMIA: FMI diz que guerra comercial é causa de desaceleração mundial

 
    Porto Alegre, 21 de novembro de  2019 - Órgãos globais como o Fundo 
Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) alertaram que o mundo 
enfrenta uma situação de desaceleração econômica "sincronizada" derivada 
da tensão comercial entre Estados Unidos e China e as incertezas associadas a 
isso. As informações são da agência de notícias "Dow Jones".
 
    Em uma coletiva de imprensa logo após a reunião "1+6", ocorrida em 
Pequim, na qual participaram autoridades chinesas e diversas instituições 
econômicas internacionais, a nova diretora do FMI, Kristalina Georgieva, 
indicou que as perdas estimadas para a economia global devido à guerra 
comercial já chegaram a US$ 700 bilhões até 2020, 0,8% do Produto Interno 
Bruto (PIB) mundial.
 
    "Devemos nos mover de uma trégua comercial [entre China e Estados Unidos]
 a uma paz comercial", afirmou ela.
 
    A búlgara explicou que o crescimento global "está previsto em apenas 3% 
para 2019, o menor em uma década", e recordou que o crescimento de 90% do PIB 
mundial diminuiu no último ano, algo que contratas com o avanço de 75% das 
economias há anos.
 
    Para Georgieva, a atual conjuntura - que poderia se agravar dependendo do 
resultado da saída do Reino Unido da União Europeia - aumenta a 
vulnerabilidade financeira e coloca desafios a longo prazo como a desigualdade 
de entradas, problemas demográficos e disparidades regionais.
 
    Essas questões "continuarão pesando no crescimento, a menos que as 
enfrentemos rapidamente", alertou.
 
    Por sua parte, o presidente do Banco Mundial, David Malpass, falou em 
termos semelhantes e pediu esforços para resolver problemas comerciais entre 
Pequim e Washington para "evitar uma desaceleração ainda mais aguda".
 
     As informações são da Agência CMA.
 
    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência 
SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA

MILHO: 1a safra 2019/20 do PR é estimada em 3,112 milhões de t - Deral

 
    Porto Alegre, 21 de novembro de 2019 - O Departamento de Economia Rural 
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do 
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório mensal, que o estado deve colher 
3,112 milhões de toneladas de milho na 1a safra 2019/20, volume 1% menor frente
 às 3,140 milhões de toneladas da temporada anterior.
 
    Para chegar a esse volume, o Deral projeta uma área cultivada de 334,9 mil
hectares - 7% abaixo dos 360,1 mil hectares de 2018/19. A produtividade 
média deve alcançar 9.295 quilos por hectare, acima da registrada na temporada
 anterior, de 8.721 quilos por hectare.
 
    Segundo o Deral, o plantio foi concluído, com 92% das lavouras em boas 
condições, 7% em condições médias e 1% em situação ruim. As lavouras se 
dividem entre as fases de e crescimento vegetativo (88%) e floração (12%).
 
    Ainda de acordo com o Deral, a comercialização da 1a safra 2019/20 atinge
5%. A 1a safra 2018/19 registra comercialização de 96% e a 2a safra 2018/19, 
de 74%.
 
     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

ECONOMIA: Membros do BCE pedem tempo para avaliar impacto de estímulos

 
    Porto Alegre, 21 de novembro de  2019 - A economia da zona do euro segue 
enfraquecendo-se, mas é preciso tempo para que as medidas de afrouxamento 
monetário adotadas pelo Banco Central Europeu (BCE) tenham efeito, de acordo 
com a ata da reunião do Conselho do banco realizada nos dias 23 e 24 de 
outubro.
 
    "As informações recebidas desde a reunião de política monetária de 
setembro confirmaram a desaceleração acentuada do crescimento econômico da 
zona do euro e que a taxa de inflação continua aquém da meta, justificando 
assim as decisões de política monetária adotadas pelo Conselho do BCE nessa 
reunião", diz o documento.
 
    Na reunião de setembro, o BCE cortou a taxa de depósitos em 0,1 ponto 
percentual (pp), para -0,5% ao ano, uma mínima histórica, e lançou um novo 
programa de compra de ativos, em um ritmo mensal de 20 bilhões de euros a 
partir de 1 de novembro, entre outras medidas.
 
    "Houve um amplo consenso de que seriam necessárias mais informações 
para reavaliar as perspectivas da inflação e o impacto das medidas de 
política monetária", segundo a ata. "Por conseguinte, deverá ser concedido 
mais tempo às medidas para desdobrar plenamente os seus efeitos na economia da 
zona do euro e, finalmente, nos resultados da inflação".
 
    Segundo a ata, os membros do Conselho mostraram confiança de que as 
medidas do BCE vão apoiar a expansão econômica da zona do euro e "o aumento 
contínuo das pressões domésticas nos preços e, portanto, a convergência 
sustentada da inflação para a meta" de perto de 2% ao ano.
 
    Porém, a taxa de inflação segue abaixo da meta, afetada pelos preços 
baixos de energia e por impactos estatísticos. "Olhando para o futuro, 
argumentou-se que um aumento no núcleo da inflação pode não se materializar 
prontamente, dada a atual perspectiva macroeconômica mais fraca", diz a ata.
 
     As informações são da Agência CMA.
 
    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência 
SAFRAS
 
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