Informações Confiáveis,
Negócios Rentáveis

Notícias

Videos

+

Nossos Produtos

NewsLetter

Mercado em Foco

COMBUSTIVEIS: ANP descarta instituir frequência mínima de reajustes

 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - A Agência Nacional do Petróleo, 
Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) definiu, após realização de consulta 
pública, que não irá definir uma frequência mínima de reajustes de preços 
dos combustíveis no Brasil, afirmou nesta quinta-feira o diretor-geral, Décio 
Oddone.
 
    No entanto, a autarquia chegou a conclusão de que será necessária a 
criação de uma resolução que trará mais transparência para o setor de 
combustíveis, em resposta a uma paralisação histórica de caminhoneiros de 11
dias em maio, contra os altos preços do diesel, que causou grandes prejuízos 
à economia brasileira.
 
    Uma minuta de resolução será colocada em consulta pública em cerca de 
30 dias e novas regras poderão entrar em vigor em cerca de 60 dias, disse 
Oddone a jornalistas.
 
    As conclusões vieram após a autarquia considerar 146 manifestações 
durante uma Tomada Pública de Contribuições sobre a periodicidade de repasse 
dos reajustes dos preços de combustíveis, entre 11 de junho a 2 de julho.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 524 sacas em 19/07

 
 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - Os estoques certificados de café nos 
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 19 de julho de 2018 estão em 2.056.209 sacas de 60 quilos, com 
aumento de 524 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da 
ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

ECONOMIA: Argentina diz que UE e Mercosul devem concluir acordo em setembro

 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - Um acordo de livre comércio entre a 
União Europeia e o Mercosul está perto de ser concluído, com o último passo 
previsto para o início de setembro, disse o ministro das Relações Exteriores 
da Argentina nesta quinta-feira.
 
    As negociações entre a UE e o Mercosul, composto por Brasil, Argentina, 
Paraguai e Uruguai, quarto maior bloco comercial do mundo, estão acontecendo 
há quase 20 anos.
 
    "Alcançamos uma massa crítica que nos permitirá ir para o final", 
disse o ministro argentino Jorge Faurie a repórteres, após dois dias de 
conversas entre sete ministros do Mercosul com a comissária de comércio da UE,
 Cecilia Malmstrom.
 
    "O objetivo é um bom acordo, que nós acreditamos que pode ser 
alcançado por volta do fim de agosto, início de setembro."
 
    Desde o congelamento das negociações comerciais com os Estados Unidos 
depois da vitória de Donald Trump nas eleições norte-americanas de 2016, a UE
 fez acordos com o Japão e o México, com o Mercosul sendo o próximo da lista.
 
    Em termos de redução de tarifas, esse pode ser o acordo mais lucrativo do
bloco até o momento, com a economia podendo ser três vezes maior do que nos 
acordos com o Canadá e o Japão combinados.
 
    Um agente do governo brasileiro que participou das conversas também vê 
setembro como uma prazo efetivo, antes das eleições em outubro, mas foi menos 
otimista dizendo que, apesar do Mercosul estar pronto, a UE não parece 
preparada para a mudança.
 
    "Os ministros devem se reunir novamente em setembro, em Montevideo. Ainda
há tempo, mas seria a última chance este ano e vai depender muito da vontade 
dos europeus de se comprometerem", disse o oficial.
 
    Os dois lados pretendiam fechar o acordo em Buenos Aires em dezembro 
passado, mas não conseguiram fazê-lo em grande porque o Mercosul considerou a 
cota para carne bovina oferecida pela UE muito baixa.
 
    Malmstrom disse que os lados estão progredindo e abordando algumas das 
questões mais complicadas.
 
    "Estamos muito perto, mas eu não quero dar uma data porque eu já fiz 
isso antes", ela disse.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Algodão segue com movimento de declínio nas cotações no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - Em novo dia de queda nos preços 
internacionais, os preços domésticos brasileiros do algodão foram 
pressionados e sofreram novos recuos. No CIF de São Paulo, as indicações 
nesta quinta-feira ficaram entre R$ 3,37 e R$ 3,38 por libra-peso. Os preços 
domésticos seguem trabalhando muito próximos à paridade de exportação. Cada
nova queda internacional, neste momento, acaba causando um efeito de baixa mais
 forte para as cotações praticadas no país.
 
    A Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), que apresenta relatórios sobre a 
comercialização do algodão em pluma no Brasil, não registrou nenhum volume 
de negócios ocorridos nesta quinta-feira, confirmando o momento de mercado 
travado. 
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços baixos nesta quinta-feira.
 
    O mercado foi pressionado no dia pelo comportamento do dólar, que esteve 
firme contra outras moedas, fator baixista para as commodities nas bolsas de 
futuros.
 
    Dezembro fechou o dia a 87,55 centavos, com desvalorização de 0,53 
centavo, ou de 0,6%.
 
     Câmbio 
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,13%, cotado a R$ 
3,8440 para a compra e a R$ 3,8460 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8410 e a máxima de R$ 3,8930.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 

MERCADO: Milho manteve poucas alterações no Brasil nesta quinta-feira

 
 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O mercado brasileiro de milho manteve
poucas mudanças nesta quinta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, 
Fernando Henrique Iglesias, o trabalho de campo segue como principal foco no 
Centro-Sul do país. "Apesar disso, as negociações permanecem pouco 
fluídas. O real voltou a se deparar com processo mais intenso de 
desvalorização no decorrer da quinta-feira", comenta. 
 
    Nos portos de Santos e Paranaguá, a cotação ficou entre R$ 38,50/40,00 a
 saca de 60 quilos. 
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/33,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 39,00/39,50.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 em Erechim. Em Minas 
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 
27,50/28,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 25,00/26,00 a 
saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado buscou suporte no bom desempenho das vendas líquidas 
norte-americanas de milho.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 
2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 641.000 toneladas na 
semana encerrada 12 de julho. O número ficou 59% acima da semana anterior e 38%
superior à média em quatro semanas. Para a temporada 2018/19, ficaram em 
774.500 toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA).
 
    Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,51 1/4, 
ganho de 4,00 centavos de dólar, ou +1,15% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,65 por bushel, alta de 4,00 centavo
 de dólar, ou +1,1%, em relação ao fechamento anterior.
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,13%, cotado a R$ 
3,8440 para a compra e a R$ 3,8460 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8410 e a máxima de R$ 3,8930. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CÂMBIO:Dólar fecha em leve alta após rumor de apoio do "centrão" ao Alckmin

 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O dólar comercial encerrou em alta 
de 0,13%, cotado a R$ 3,8460 na venda, reduzindo fortemente os ganhos perto do 
fechamento, com rumores de que os partidos de centro irão apoiar o 
pré-candidato do PSDB à presidência, Geraldo Alckmin. As declarações do 
presidente norte-americano, Donald Trump, de que não está feliz com a 
elevação dos juros no país também havia ajudado a moeda a reduzir a 
valorização vista pela manhã.
 
  "O fator político interno, com o 'centrão' dando sinais de uma 
aproximação com o candidato Geraldo Alckmin, trouxe alívio ao movimento 
inicial", disse o operador de câmbio da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da
Silva Filho. O mercado viu com bons olhos o possível apoio a um candidato 
considerado pró-reformas, já que havia a possibilidade que os partidos 
apoiassem o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes.
 
  Além do fator político, as afirmações de Trump chamaram a atenção, já 
que em entrevista à rede de notícias CNBC, que irá ao ar amanhã, indicou que
desaprova as altas de juros realizadas pelo Fed, embora tenha dito que não 
interfere nas decisões da instituição. 
 
  A fala do presidente norte-americano ajudou a minimizar o efeito de outras 
declarações dadas por ele mais cedo sobre a Europa e relações com a Rússia,
que haviam desencadeado um cenário de maior aversão ao risco, que fez o 
dólar chegar a subir mais de 1% ante o real.
 
  No curto prazo, a economista da Reag Asset, Simone Pasianotto, acredita que o
exterior e o cenário eleitoral podem continuar a trazer volatilidade para o 
mercado de câmbio. "Vamos ter uma período de turbulência forte à frente com
as eleições. Ainda é muita indefinição e precisamos ter certeza sobre os 
candidatos".
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 
 
 

MERCADO:Soja tem preços mistos no Brasil com volatilidade na CBOT e câmbio

 
 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve uma
quinta-feira de movimentação limitada, com poucos volumes negociados. Com a 
volatilidade na Bolsa de Chicago e também no câmbio, as cotações da 
oleaginosa ficaram mistas no país.
 
   Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 82,00 para R$ 81,50. Na 
região das Missões, a cotação caiu de R$ 81,50 para R$ 80,50. No porto de 
Rio Grande, as cotações subiram de R$ 88,00 para R$ 89,00.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 82,50 a saca. No porto de 
Paranaguá (PR), a saca passou de R$ 89,00 para R$ 90,00.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 77,00. Em Dourados (MS), a 
cotação subiu de R$ 78,00 para R$ 78,50. Em Rio Verde (GO), a saca caiu de R$ 
76,00 para R$ 75,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a quinta-feira em alta. O dia foi bem volátil, mas no final do 
dia os contratos se aproximaram das máximas, determinando a quarta sessão 
consecutiva de ganhos. 
 
    O resultado das exportações semanais americanas agradou aos investidores 
e compensou a pressão exercida pela tensão comercial entre China e Estados 
Unidos. 
 
    Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas 
líquidas semanais americanas ficaram em 865.700 toneladas. O número ficou 
próximo do patamar máximo das estimativas do mercado, entre 300 mil e 1 
milhão de toneladas. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 
3,75 centavos de dólar (0,44%), a US$ 8,46 por bushel. A posição novembro 
teve cotação de US$ 8,61  por bushel, ganho de 3,75 centavos (0,43%) 
centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.
 
    Nos subprodutos, a posição agosto do farelo fechou com ganho de US$ 0,60 
(0,18%), sendo negociada a US$ 328,80 por tonelada. No óleo, os contratos com 
vencimento em agosto fecharam a 27,83 centavos de dólar, com baixa de 0,24 
centavo ou 0,85%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,13%, cotado a R$ 
3,8440 para a compra e a R$ 3,8460 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8410 e a máxima de R$ 3,8930. 
 
     Agenda
 
- Dados de evolução das lavouras argentinas - Ministério da Agricultura, 
início do dia. 
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Boi gordo tem quinta-feira de preços entre estáveis a mais altos

 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O mercado físico do boi gordo teve 
preços entre estáveis a mais altos nesta quinta-feira nas principais regiões 
produtoras do país. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique 
Iglesias, os frigoríficos devem elevar os preços de balcão no curto prazo, 
avaliando o encurtamento das escalas de abate, que estão posicionadas entre 
dois e três dias úteis.
 
  " O quadro geral ainda é de restrição de oferta em grande parte do 
Centro-Sul do país. Por sua vez, a lentidão no escoamento da carne segue como 
grande entrave a altas mais expressivas. Importante ressaltar que na primeira 
quinzena de agosto há um importante ponto de consumo, que é o Dia dos Pais", 
disse Iglesias. 
 
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 145,00 a arroba, inalterado. Em 
Minas Gerais, preço de R$ 139,00 a arroba, contra R$ 138,00 a arroba ontem. No 
Mato Grosso do Sul, preços de R$ 133,00 a arroba em Dourados. No Mato Grosso, 
preços a R$ 132,00 a arroba. Já em Goiás, preços a R$ 134,00 a arroba, 
estável.
 
     Atacado
 
   No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados. "O 
ambiente de negócios permanece fragilizado, com fechamentos ocorrendo abaixo da
referência média. A situação das proteínas concorrentes ainda é o grande 
limitador de alta nos preços carne bovina, considerando a maior 
competitividade, principalmente da carne de frango, em um ano de maior lentidão
 da economia", assinalou Iglesias. 
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 11,20 por quilo, estável na 
comparação com ontem. O corte dianteiro teve preço de R$ 7,80 por quilo, 
inalterado, enquanto a ponta de agulha foi precificada a R$ 7,50 por quilo, 
estável.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,13%, cotado a R$ 
3,8440 para a compra e a R$ 3,8460 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8410 e a máxima de R$ 3,8930.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Usinas já formam estoques de etanol para a entressafra

 
   Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O mercado físico de etanol teve uma 
quinta-feira de poucos negócios e preços estáveis. Segundo o analista de 
SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, a maioria dos agentes já se mostra em 
"stand by" frente a um cenário de mercado com uma demanda forte, oferta 
elevada e de formação de estoques para a entressafra.
 
  Neste contexto, o etanol hidratado seguiu com preço de R$ 1,83 o litro em 
Ribeirão Preto (SP), e o anidro permaneceu a R$ 1,79 o litro na mesma cidade.
 
   O cenário de mercado continua praticamente sem alterações, com a oferta 
de hidratado forte no curto prazo frente a prêmios que tem oscilado de 16% a 
19% sobre o açúcar de Nova York. Assim, as usinas mais capitalizadas escolhem 
a estratégia de aumentar seus níveis de estoques, para entrarem de forma mais 
incisiva no mercado apenas na entressafra, para quando a estimativa inicial de 
preços da SAFRAS & Mercado oscila entre R$ 2,10 a R$ 2,13 o litro para o 
hidratado.
 
   Conforme Muruci, as recentes desvalorizações nas cotações do açúcar no
mercado internacional têm reafirmado um cenário de prêmios interessantes ao 
hidratado sobre o contato driver de Nova York, que atualmente oscilam entre 16% 
a 19%. "A queda nos preços do açúcar, além de elevar os prêmios do 
hidratado, conduzem ainda mais as usinas à fabricação do biocombustível, 
reafirmando e prolongando um cenário que, até o momento, já acumula cinco 
quinzenas consecutivas de mix de produção acima de 62% para o etanol", disse
 ele.
 
    Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Café mantém preços no Brasil em dia de negociações regionalizadas

 
 
    Porto Alegre, 19 de julho de 2018 - O mercado brasileiro de café teve uma 
quinta-feira de preços pouco alterados. O mercado esteve bem calmo, com 
negociações apenas regionalizadas. À exceção do conilon, que teve leve 
alta, as cotações seguiram estáveis, apesar do fechamento em alta do café em
 Nova York e em Londres e do avanço do dólar. 
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 430,00/435,00 a saca, estável.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 435,00/440,00, inalterado.
 
   O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 385,00/390,00 a saca, estável.
 
   Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
330,00/335,00, contra R$ 327,00/330,00 do dia anterior.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais baixos.
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, o mercado andou de 
lado no dia, tendo um moderado movimento de recuperação técnica. A sessão 
foi volátil e NY chegou a ter perdas, mas encontrou uma reação e não rompeu 
as mínimas dos contratos vigentes. Cobertura de posições vendidas garantiu a 
sustentação do mercado.
 
    Os contratos com entrega em setembro/2018 fecharam o dia a 108,80 centavos 
de dólar por libra-peso, alta de 0,65 centavo, ou de 0,6%. Dezembro fechou a 
112,25 centavos, com valorização de 0,65 centavo, ou de 0,6%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,13%, cotado a R$ 
3,8440 para a compra e a R$ 3,8460 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8410 e a máxima de R$ 3,8930. 
 
      Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA