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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram 1.750 sacas em 17/06

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - Os estoques certificados de café nos 
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 17 de junho de 2019 estão em 2.381.409 sacas de 60 quilos, com 
queda de 1.750 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da 
ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

AGRICULTURA:Novo licenciamento traz segurança a produtores e ambientalistas

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O presidente da Câmara dos 
Deputados, Rodrigo Maia, disse hoje que o grupo de trabalho que discute a 
proposta de um novo licenciamento ambiental vai dar mais clareza ao setor 
produtivo sobre o que é ou não permitido, dando mais segurança aos 
investimentos na área, sem perder de foco a proteção ao meio ambiente. 
 
   Já em relação ao texto que anistia os devedores do Funrural, Maia disse 
que só vota se o governo demostrar de onde vai sair o dinheiro.
 
   "Não vou votar um prejuízo de R$ 30 bilhões para o orçamento público 
que não seja encomendado pelo governo. O governo tem que me mostrar onde tem R$
 30 bilhões para tirar. Se não, não posso entrar nessa pauta", disse.
 
   O Funrural foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal 
(STF) em 3 de fevereiro de 2010. Com isso, agricultores questionaram os 
pagamentos e, amparados em decisões liminares, não pagaram o tributo. 
Posteriormente, o Supremo pacificou a questão considerando a contribuição que
incide sobre a receita bruta dos produtores rurais e de frigoríferos 
constitucional e determinando a cobrança.
 
     As informações partem da Agência Câmara.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

MERCADO: Algodão registra preços fracos nesta segunda no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - Os preços domésticos de algodão 
seguem buscando reduzir o spread em relação aos norte-americanos. No CIF de 
São Paulo a fibra iniciou a terceira semana de junho indicada a R$ 
2,78/libra-peso, o menor preço verificado desde fevereiro de 2018 e acumulando 
queda de 25,7%, em relação mesmo período do ano passado. No FOB exportação 
do porto de Santos/SP, na manhã desta segunda-feira (17) a indicação era de 
72,90 cents de dólar por libra-peso (c/lb), valor que superava o 
norte-americano em 9,8%. Há uma semana essa diferença era de 12,2% e, há um 
mês, de 14,1%. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, com a iminência do 
ingresso da maior safra da história no Brasil, a tendência é que essa 
diferença entre as cotações dos dois maiores exportadores globais reduza. 
"Corrobora para esse sentimento o fato de o Brasil iniciar a colheita antes da
norte-americana. Além disso, enquanto os Estados Unidos vêm enfrentando 
problemas climáticos nos seus principais estados produtores, o Brasil deve 
colher cerca de 2,8 milhões de toneladas sem reportes de perdas que mereçam 
destaque", comenta.
 
     NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mistos nesta segunda-feira.
 
    Segundo traders, a sessão foi de ampla volatilidade, com o mercado 
buscando um melhor direcionamento. Houve muitos movimentos de rolagens de 
contratos de julho para meses adiante, já que chega o período de notificação
 de entregas da posição julho. 
 
    A primeira posição julho fechou no negativo, enquanto a maior parte das 
outras posições fecharam em alta. Fatores técnicos foram determinantes no 
dia.
 
    Segundo fontes de mercado, a pluma encontrou suporte no clima adverso ao 
plantio no Texas, onde há muito replantio pelo excesso de chuvas - com 
cotonicultores replantando duas ou três vezes. Algunsprodutores estão 
desistindo do algodão e partindo para o sorgo forrageiro, mas é mais difícil 
encontrar sementes. Em Oklahoma, a situação é semelhante e o esperado aumento
 de 200 mil acres na área pode não se confirmar.  
 
    Julho fechou o dia a 65,63 centavos, com desvalorização de 0,31 centavo, 
ou de 0,5%. Dezembro fechou a 66,42 centavos, com alta de 0,67 centavo, ou de 
1,0%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,02%, negociado a R$ 
3,8990 para a compra e a R$ 3,9010 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9250 e a mínima de R$ 3,8820.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

MERCADO: Milho inicia semana com preços mais altos no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O mercado brasileiro de milho abriu a
semana apresentando preços mais altos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias, a paridade de exportação segue como principal 
balizador no mercado neste momento. Os consumidores domésticos precisam 
concorrer com as tradings enquanto o milho brasileiro é bastante demandado para
exportação, e isso vai puxando as cotações para cima. Por outro lado, 
oclima seco segue favorecendo o bom andamento da colheita da safrinha.
 
    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 42,50/43,50 a saca. Em Santos,
 o preço girou em torno de R$ 43,00/44,00 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/35,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 38,50/39,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 
40,00/42,00 a saca.
 
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 31,50/32,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, 
preço ficou a R$ 27,50/28,50 a saca em Rondonópolis, para o disponível.
 
     Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. Em sessão volátil, o mercado chegou a registrar perdas logo após 
a divulgação do relatório com as inspeções de exportação norte-americanas
de milho abaixo do esperado. O cereal, contudo, passou a buscar suporte na 
preocupação com o clima úmido no cinturão produtor, atrapalhando o plantio e
 o desenvolvimento das lavouras.
 
    As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 653.875 
toneladas na semana encerrada no dia 13 de junho, conforme relatório semanal 
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas 
esperavam 750 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 851.765 
toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 
1.680.329 toneladas.
 
    Os contratos de milho com entrega em julho de 2019 fecharam a US$ 4,54 3/4,
alta de 1,75 centavo de dólar, ou 0,38%, em relação ao fechamento anterior. 
A posição setembro de 2019 fechou a US$ 4,61 1/2 por bushel, ganho de 3,25 
centavos de dólar, ou 0,7%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,02%, negociado a R$ 
3,8990 para a compra e a R$ 3,9010 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9250 e a mínima de R$ 3,8820.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 
 
 

CARNES: Fitch eleva rating da JBS de BB- para BB; perspectiva é estável

 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - A agência de classificação de 
risco Fitch Ratings elevou o rating em escala global da JBS de 'BB-' para 
'BB', com perspectiva estável, refletindo a desalavancagem e a forte 
geração de fluxo de caixa livre e a maior flexibilidade financeira devido à 
gestão recente de passivos.
 
   "O perfil de negócios da JBS é forte devido ao seu tamanho, 
diversificação geográfica e de proteína em suínos, aves e bovinos. A 
empresa é a mais diversificada geograficamente no setor de proteínas que a 
Fitch classifica devido à sua forte presença na América do Norte, América do
 Sul, Austrália e Canadá", diz o relatório. 
 
  Segundo a Fitch, a diversidade geográfica permite que a empresa reduza a 
volatilidade dos negócios inerente ao setor. As exportações representam 25% 
das vendas globais da JBS, enquanto a Ásia cerca de metade das receitas das 
vendas de exportação, principalmente das vendas na China, no Japão e na 
Coreia do Sul. O Oriente Médio e a África representaram aproximadamente 12,4% 
das vendas em 2018. 
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 
 

BIOCOMBUSTIVEIS: MME lança debêntures para incentivar investimentos

 
   Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O Ministério de Minas e Energia (MME)
assinou hoje, 17 de junho, portaria que regulamenta o processo de enquadramento
de projetos prioritários no setor de petróleo, gás natural e 
biocombustíveis para emissão de debêntures incentivadas, medida que 
contribuirá para destravar investimentos. 
 
    A cerimônia de assinatura da portaria pelo Ministro de Minas e Energia, 
Bento Albuquerque, foi realizada em São Paulo, durante o Ethanol Summit 2019, 
maior evento do setor sucroenergético da América Latina, organizado pela 
União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).  
 
    Com a medida, as empresas poderão captar recursos com a isenção de 
impostos para investidores, o que possibilitará ampliar investimentos em 
projetos de implantação, ampliação, manutenção, recuperação, adequação
 ou modernização de empreendimentos em infraestrutura no segmento de energia.
 
    O decreto que regulamenta o benefício fiscal das debêntures de 
infraestrutura previsto na Lei n 12.431 contempla atualmente sete setores: 
logística e transporte, mobilidade urbana, energia, telecomunicações, 
radiodifusão, saneamento básico e irrigação.
 
    Após a publicação da portaria, as empresas podem começar imediatamente 
os processos para a emissão das debêntures junto à Agência Nacional do 
Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e ao MME e, por fim, nas 
corretoras de valores para negociação e lançamento dos títulos.
 
Investimentos em biocombustíveis
 
    A extensão da isenção de impostos na captação de recursos destinados 
ao setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis deve contribuir para 
ampliar benefícios de programas lançados pelo MME.
 
    A expectativa é que a medida reforce as metas do RenovaBio com a expansão
do número de usinas de biocombustíveis e, conseguintemente, aumente a oferta 
de etanol, podendo reduzir o preço dos combustíveis ao consumidor. Espera-se o
destravamento de investimento de aproximadamente R$ 9 bilhões por ano com a 
renovação de canaviais e mais R$ 4 bilhões com o aumento da produção de 
cana-de-açúcar, eliminando capacidade ociosa do parque produtivo 
sucroenergético.
 
    A UNICA calcula que nos próximos anos o setor irá investir anualmente R$ 
20 bilhões, desses R$ 12 bilhões seriam destinados à renovação do canavial 
e R$ 8 bilhões à modernização de infraestrutura industrial, veículos e 
equipamentos.
 
    Atualmente o setor tem a possibilidade de emitir Certificados de 
Recebíveis do Agronegócio (CRA) para se autofinanciar. Contudo, esses títulos
podem apenas ser adquiridos por pessoa física. "A possibilidade de emissão 
de debêntures abre uma nova frente de captação de recursos para o setor, 
incluindo fundos de investimentos e todo tipo de pessoa jurídica. Temos 
perspectivas positivas nos próximos anos com o RenovaBio ampliando a demanda 
interna por biocombustíveis", avalia Antonio de Padua Rodrigues, diretor 
técnico da UNICA.
 
     As informações partem da assessoria de imprensa da UNICA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

AÇÚCAR/ETANOL: Autoridades reforçam relevância do setor no Ethanol Summit

 
   Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - A cerimônia de abertura do Ethanol 
Summit realizada nesta segunda-feira (17), contou com a participação dos 
ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, Agricultura, Tereza Cristina, Meio 
Ambiente, Ricardo Salles, e Minas e Energia, Bento Albuquerque, e do governador 
de São Paulo, João Doria. Também estiveram presentes o presidente da 
Apex-Brasil, Sérgio Segóvia, o deputado federal Arnaldo Jardim e o Senador 
Irajá Abreu.
 
   O evento reúne autoridades nacionais e internacionais, empresários, 
acadêmicos e especialistas para debater os principais temas do setor, como 
inovação, mobilidade, biocombustíveis, bioeletricidade, políticas públicas,
 comércio internacional e infraestrutura.
 
   No discurso de abertura, o presidente do Conselho da União da Indústria de
Cana-de-Açúcar (UNICA), Marcelo Ometto, afirmou que, nos dias atuais, 
eficiência produtiva, sustentabilidade e responsabilidade social são as 
grandes tônicas do segmento.
 
  O governador João Dória elogiou os investimentos na tecnologia brasileira 
que permite ao etanol ter uma função tão significativa no Brasil.
 
  A ministra Tereza Cristina falou que a chegada das usinas de açúcar e 
etanol em seu estado natal, Mato Grosso, modificou positivamente a paisagem 
agrícola e social da região. Ressaltou a importância do segmento para a 
matriz energética brasileira, uma vez que o setor ocupa a segunda posição na 
produção de energia para o país. Tereza Cristina também elogiou o RenovaBio 
e pontuou: "talvez seja o maior programa de descarbonização que o mundo 
terá", disse. Reiterou, por fim, o apoio do Ministério da Agricultura ao 
setor sucroenergético.
 
  Sergio Segovia, presidente da Apex Brasil, afirmou que a Agência apoia o 
setor sucroenergético na ampliação da competitividade e na divulgação do 
etanol no mercado internacional. O Ministro de Minas e Energia, Bento 
Albuquerque, que, durante a abertura do evento, assinou Portaria que regulamenta
o enquadramento de projetos prioritários no setor de petróleo, gás natural e
biocombustíveis, falou dos desafios do setor na busca de maior competitividade
 e investimentos no setor.
 
   O presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA), Evandro 
Gussi, traçou um histórico sobre o papel da cana-de-açúcar no Brasil, 
passando pelas importantes conquistas do setor até os dias atuais. O executivo 
encerrou a abertura do evento com o novo slogan da UNICA: Alimento e energia 
sustentável do Brasil para o mundo.
 
     As informações partem da assessoria de imprensa da UNICA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Café abre semana com preços estáveis no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O mercado físico brasileiro de café 
teve uma segunda-feira de preços estáveis. Com a Bolsa de Nova York 
demonstrando buscar um direcionamento e com o dólar também "andando de 
lado", o mercado nacional não teve estímulos para maiores mudanças nas 
cotações. E o dia foi de poucos negócios.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa ficou em R$ 
385,00/390,00 a saca, estável. No cerrado mineiro, o preço ficou entre R$ 
390,00/395,00 a saca, sem mudanças.
 
   Já o café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20%
 de catação, teve preço de R$ 320,00/325,00 a saca, inalterado.
 
    O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
283,00/288,00 a saca, estável.
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações da segunda-feira com preços mistos, tendo ganhos nos 
contratos mais próximos e mais negociados.
 
    Segundo traders, a sessão foi de ampla volatilidade e o mercado foi 
pressionado em grande parte do dia pelos fundamentos baixistas. A oferta 
tranquila e cômoda para os compradores, ainda mais em meio à colheita da safra
 brasileira, segue sendo fator negativo para a formação dos preços.
 
    Entretanto, depois das recentes perdas o mercado encontrou sustentação 
técnica no começo desta semana. Cobertura de posições vendidas deu suporte a
uma recuperação das cotações ao final da sessão. Assim, os contratos mais 
próximos conseguiram fechar no terreno positivo, embora os mais distantes ainda
 tenham fechado no vermelho.
 
    Os contratos com entrega em julho/2019 fecharam o dia a 96,05 centavos de 
dólar por libra-peso, com ganho de 0,05 centavo, ou de 0,05%. Setembro fechou a
 98,25 cents, com elevação de 0,20 centavo, ou de 0,2%.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,02%, negociado a R$ 
3,8990 para a compra e a R$ 3,9010 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9250 e a mínima de R$ 3,8820.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Preços do boi voltam a subir com frigoríficos avançando abates

 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O mercado físico de boi gordo teve 
preços mais altos nesta segunda-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, 
Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos tentam avançar a programação de 
abates depois de um período de compras em menor volume, o que deve manter os 
preços em alta nos próximos dias.
 
    "Ao mesmo tempo, a oferta de animais de safra diminui e, nas próximas 
semanas, haverá uma dependência maior dos confinados para os frigoríficos 
comporem suas escalas de abate", assinalou Iglesias.  
 
   Em São Paulo, preços a R$ 155,00 a arroba, contra R$ 154,00 a arroba na 
sexta-feira. Em Minas Gerais, o preço ficou em R$ 147,00 a arroba em Uberaba, 
ante R$ 146,00 a arroba. No Mato Grosso do Sul, preços ficaram em R$ 143,00 a 
arroba em Dourados, contra R$ 142,00 a arroba. Já em Goiás, preço em R$ 
142,00 a arroba em Goiânia, ante R$ 140,00 a arroba. No Mato Grosso, preço de 
R$ 138,00 a arroba, estável.
 
     Atacado
 
    Já no atacado, o dia foi de preços estáveis. "A reposição entre 
atacado e varejo segue lenta, o que é tradicional na segunda quinzena de cada 
mês. No entanto, a retomada das exportações à China evita queda nos 
preços", disse Iglesias. 
 
    Assim, o corte traseiro seguiu em R$ 10,70 por quilo. O corte dianteiro 
permaneceu em R$ 8,40 o quilo. Já a ponta de agulha teve preço de R$ 7,50 por 
quilo.
 
     Câmbio
 
     O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,02%, negociado a R$ 
3,8990 para a compra e a R$ 3,9010 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9250 e a mínima de R$ 3,8820.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CAFÉ: Ricardo Silveira é reeleito presidente da ABIC para triênio 2019/2022

 
 
    Porto Alegre, 17 de junho de 2019 - O empresário Ricardo de Souza 
Silveira, 56 anos, foi reeleito presidente da ABIC (Associação Brasileira da 
Indústria de Café), para o triênio 2019/2022, em eleição que ocorreu na 
sede da entidade, no Rio de Janeiro, na manhã dessa segunda-feira, 17. 
Engenheiro civil de formação, Silveira optou por administrar os negócios da 
família, a torrefadora Café Cristal, empresa sócio fundadora da ABIC, criada 
em 1947, na cidade de Patos de Minas. Foi eleito para a presidência da ABIC 
para o primeiro mandato em 2016. 
 
    O Conselho Deliberativo da ABIC também elegeu os membros do Conselho de 
Administração, que é composto dos seguintes empresários:
 
Ricardo de Souza Silveira - Café Cristal/Argos Agropecuária/MG - presidente
Silvio Alves - Florão Alimentos Ltda / PR - 1 Vice-presidente
Natal Martins - Café Canecão Ltda/ SP - Vice-presidente de Relações 
Institucionais
Pavel Cardoso - Sobesa Ind. de Alimentos Santanense Ltda/BA - 
Vice-presidente Jurídico
Francisco Leonel P. Freire - São Braz S.A./ PB - vice-presidente de 
Planejamento e Exportação
Edvaldo Frasson - Treviolo Café Ltda/SP - vice-presidente de Qualidade e 
Programa de Certificação
Micheli Poli Silva - J.J. Mattos Ind. Com. de Café/SC - vice-presidente de 
Marketing e Comunicação
Anna Carolina Viana - Dicasa Ind. e Com. de Alimentos Ltda/GO - 
vice-presidente de Tecnologia e Modernização
Marco Antonio Campos - Café Itaú Ltda/MG - vice-presidente de 
Administração e Finanças
Luciano Inácio - Cia. Capital de Prods. Alimentícios/ RJ - vice-presidente
 de Economia e Estatística
Ianos Roberto Muller - Filho Ind. e Com. de Alim. Ltda/GO - vice-presidente 
de PMES, Meio Ambiente e Sustentabilidade.
 
     As informações partem da assessoria de comunicação da ABIC.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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