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PETRÓLEO: Produção total de óleo e gás cai 1,1% em março - Petrobras

 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - A produção de petróleo e gás 
natural da Petrobras em março foi de 2,66 milhões de barris de óleo 
equivalente por dia (boed), 1,1% abaixo do volume produzido em fevereiro, quando
somou 2,69 milhões de boed. Deste total, 2,56 milhões de boed foram 
produzidos no Brasil (-1,2%), e 99 mil boed (estável) no exterior.
 
   Considerando os volumes extraídos no Brasil, a produção média de 
petróleo caiu 0,5% em março ante fevereiro, para 2,07 milhões de barris por 
dia, puxado pela manutenção dos equipamentos do FPSO em Angra dos Reis, no 
pré-sal da bacia de Santos.
 
    As informações partem da Agência CMA. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CANA-DE-AÇÚCAR: Mercado de colhedoras deve ter estagnação ou até encolher

 
     Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O mercado de colhedoras de cana no 
Brasil deve ficar estagnado ou mesmo encolher em 2018, resultado da saturação 
no segmento, das dificuldades financeiras entre as usinas e do próprio ganho de
eficiência dos equipamentos, que reduz a necessidade de trocas, avaliaram à 
Reuters as fabricantes desses produtos no país.
 
    As declarações ocorrem às vésperas da 25 Agrishow, feira de 
tecnologia agrícola que será realizada em Ribeirão Preto (SP), principal polo
 canavieiro do Brasil, entre 30 de abril e 4 de maio.
 
    As vendas de colhedoras de cana chegaram a registrar um boom no início da 
década, na esteira de um protocolo agroambiental que previa o fim das queimadas
 em praticamente todos os canaviais até 2014.
 
    Desde então, porém, a comercialização se reduziu, e atualmente o setor 
nacional conta com aproximadamente 700 máquinas em operação, contra mais de 1
mil no passado recente, segundo cálculos das fabricantes. Só no primeiro 
trimestre de 2018, a queda nas vendas foi de 25 por cento, de acordo com a 
Anfavea.
 
   "(A demanda por colhedoras) praticamente chegou ao limite, já que mais de
95 por cento da colheita nacional de cana é mecanizada. Estamos em um nível 
de saturação", disse Roberto Biasotto, gerente de Marketing de Produto da 
Case IH, empresa da CNH Industrial que ao lado de John Deere e Valtra, da AGCO, 
dominam o segmento no país.
 
    Maior produtor mundial de cana, o Brasil conta com uma área de cerca de 10
milhões de hectares da matéria-prima do açúcar e do etanol, processando na 
última safra (2017/18) em torno de 635 milhões de toneladas, conforme dados do
 governo.
 
    O país também é líder global em vendas de colhedoras, respondendo por 
80 por cento de todo esse mercado.
 
    "Já era esperado que (o setor de colhedoras) fosse chegar a uma 
maturidade. As decisões de investimentos pelas fabricantes ficam mais rigorosas
agora... Para nós, isso representa um desafio, precisamos entender o que o 
cliente precisa", acrescentou Biasotto, que vê o mercado com viés de 
estabilidade ou recuo em 2018.
 
USINAS EM CRISE
 
    Não é apenas a "saturação" na mecanização da colheita que 
responde pelo desaquecimento do setor. Muito desse cenário também deve-se às 
dificuldades financeiras da indústria de cana, que viu várias indústrias 
fecharem as portas nos últimos anos e cujo endividamento atual é estimado em 
cerca de 80 bilhões de reais.
 
    "A gente vem de quatro, cinco anos ruins no segmento. Isso vem inibindo 
novos investimentos. Para este ano, principalmente por causa do preço do 
açúcar, isso está trazendo uma menor rentabilidade para as usinas", afirmou
 o diretor de Vendas da AGCO para a Valtra, Alexandre Vinicius de Assis.
 
Com efeito, a referência internacional do açúcar bruto na Bolsa de Nova York 
vem sendo negociada no menor patamar em mais de dois anos em virtude da 
perspectiva de ampla oferta.
 
    Para Assis, a queda de 25 por cento nas vendas de colhedoras no primeiro 
trimestre sinaliza um ano bem fraco.
 
    "Historicamente, 70 por cento das vendas de todo o ano concentram-se no 
primeiro semestre, quando tem início a safra", explicou.
 
    Uma colhedora não é um investimento barato. Embora as fabricantes não 
abram valores, calcula-se que só o equipamento custe entre 1 milhão e 1,1 
milhão de reais. Esse aporte fica ainda maior quando considerados o trator e o 
transbordo, que completam o "combo" necessário para a colheita.
 
EFICIENCIA
 
    A boa notícia fica por conta do ganho de eficência das colhedoras nos 
últimos anos, em meio a um maior uso de tecnologia, o que também reduz a 
necessidade de reposição das máquinas.
 
    De acordo com o diretor de Vendas da John Deere no Brasil, Rodrigo Bonato, 
isso permite uma espécie de rodízio entre as colhedoras, evitando que todas 
sejam usadas ao mesmo tempo e precisem de grandes reparos no término da safra.
 
    "A usina pega agora as máquinas todo o mês para fazer a reforma, 
mantém um quadro dedicado e fixo, e consequentemente vai dando a manutenção. 
Em dez meses (de safra) fez toda a reforma do maquinário, reduzindo o custo de 
manutenção dessas máquinas, porque ela não chega a quebrar", comentou.
 
    "Quando você alia agricultura de precisão com gerenciamento de frota, 
você ganha gerenciamento de operação, o que significa agricultura de 
decisão", afirmou.
 
    Conforme Biasotto, da Case IH, atualmente essas máquinas conseguem colher 
cerca de 700 toneladas de cana por dia, podendo checar a 1 mil dependendo do 
modelo. Há alguns anos, porém, o volume era praticamente a metade, entre 300 e
 400 toneladas.
 
    Para o futuro, o setor vê o RenovaBio, a nova política de 
biocombustíveis do Brasil, como algo importante para puxar os investimentos na 
cadeia produtiva de álcool.
 
    "O RenovaBio está totalmente ligado. Para triplicar a oferta de etanol, 
precisa de mais cana. Isso vai puxar o mercado de máquinas", disse Biasotto, 
ressaltando que os efeitos do programa, atualmente em fase de regulamentação, 
levarão alguns anos para aparecer, já que as decisões de investimento não 
são imediatas.
 
    Pelas estimativas do próprio governo, o RenovaBio pode gerar investimentos
de 1,4 trilhão de reais e economia de 300 bilhões de litros em gasolina e 
diesel importados nos próximos anos.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Algodão fecha semana com cotações em alta no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O mercado brasileiro de algodão 
encerrou a terceira semana de abril com preços 1,59% superiores aos verificados
no encerramento da anterior. Atingindo um novo recorde para a temporada, a 
fibra 40.4 fechou cotada a R$ 3,20/libra-peso para pagamento em 08 dias. Esse é
o maior patamar de preços verificado desde meados de abril de 2011, quando o 
quadro externo de aperto na oferta e a agressividade das compras chinesas 
fizeram os preços internacionais superarem US$ 2.00/libra-peso. 
 
    A oferta interna continua restrita a poucos vendedores, principalmente 
tradings. Enquanto que no lado comprador, as fábricas que precisam repor seus 
estoques ficam sujeitas ao alto poder de barganha dos que ainda possuem lotes 
para venda. 
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços acentuadamente mais altos nesta sexta-feira. O mercado teve forte 
alta estendendo os ganhos da quinta-feira, ainda diante da boa demanda pela 
pluma americana.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à 
temporada 2017/18, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 290.200 fardos na semana
encerrada em 12 de abril. O número ficou 62% acima da semana anterior e 2% 
inferior à média das últimas quatro semanas. Para a temporada 2018/19, foram 
mais 229.800 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA). 
 
     No balanço semanal, o contrato julho acumulou uma elevação de 1,66%.
 
    Maio/18 fechou o dia a 85,47 centavos de dólar por libra-peso, alta de 
2,50 centavos, ou de 3,0%. Julho fechou a 84,73 centavos, com avanço de 1,91 
centavo, ou de 2,3%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,4110 para compra e a R$ 3,4130 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3940 e a máxima de R$ 3,4180. 
Na semana, o dólar registra queda de 0,40%.
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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SOJA: Colheita no Brasil atinge 91,3% da área - SAFRAS

 
 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - A colheita de soja atinge 91,3% da 
área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos 
até 20 de abril. Na semana passada, o número era de 86,6%. Os trabalhos estão
levemente atrasados em relação a igual período do ano passado (93,0%), e 
ligeiramente à frente da média para o período, de 90,6%.
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque, 
"os trabalhos de colheita evoluíram bem e entraram na reta final no país".
 
     Acompanhe maiores informações no quadro abaixo: 
 
========================================================================
EVOLUÇÃO DA COLHEITA DE SOJA - BRASIL
- em % da área plantada -
--------------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               20/abr      13/abr      20/abr    Normal (x)
--------------------------------------------------------------------
     RS         66          52           84         74,2
     PR         99          95           98         98,2
     MT         100         100         100        100,0
     MS         100         100         100        100,0
     GO         100         99          100         99,2
     SP         100         99          100         99,8
     MG         99          95           97         88,4
     BA         77          62           65         68,4
     SC         84          65           85         83,2
    OUT         84          80           78         70,0
--------------------------------------------------------------------
 BRASIL (*)    91,3        86,6        93,0        90,6
--------------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média po
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Dólar fecha em alta com perspectiva de aumento da inflação dos EUA

 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O dólar se firmou em campo positivo 
ao longo da sessão em relação ao real, fechando em alta de 0,61%, negociado a
R$ 3,4130 para venda. Em dia de agenda econômica e política esvaziadas, a 
moeda norte-americana operou mais forte lá fora, principalmente, frente às 
moedas de países emergentes. Na semana, a divisa estrangeira acumulou queda de 
0,40%. 
 
     A valorização do dólar foi influenciada pela economia norte-americana 
mais forte, aumentada às perspectivas de alta de inflação por lá, o que pode
ganhar mais força com a valorização das commodities, como o petróleo, diz o
 economista da Guide Investimentos, Rafael Passos. 
 
    Refletida por essa expectativa quanto ao cenário inflacionário, os juros 
projetados pelos títulos de 10 anos do governo norte-americano, as Treasuries, 
chegaram hoje ao maior patamar desde janeiro de 2014, fechando a 2,949%. O fato 
teve impacto direto no dólar com a ausência de notícias internacionais e 
indicadores de peso, avalia o analista da Correparti, Ricardo Gomes Filho. 
 
  Diante disso, as moedas de países emergentes operaram mais fracas hoje. Mais
cedo, a Capital Economics expôs em relatório que o período de alta dessas 
moedas chegou ao fim, e que dificilmente irão se valorizar frente ao dólar. 
Além disso, podem perder força neste e no próximo ano, influenciadas pela 
desaceleração no crescimento da China e pelo efeito negativo disso sobre o 
preço das commodities. 
 
   A perspectiva é de que na segunda-feira, no curto prazo, como afirma 
Passos, o dólar se mantenha em alta ante o real, com o mercado externo ditando 
o preço da moeda estrangeira. "Influenciado pela valorização das treasuries 
e ainda, pelo receio do mercado quanto ao futuro dos juros nos Estados Unidos, 
já que a expectativa em torno da inflação coloca em pauta, novamente, se 
terá ou não quatro elevações neste ano".
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Boi gordo tem dia esvaziado e de preços estáveis

 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O mercado físico do boi gordo segue 
com preços estáveis nas principais regiões produtoras do país. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os 
frigoríficos estão ausentes da compra de gado. "Como é praxe se tratando de
uma sexta-feira eles passaram o dia avaliando as melhores estratégias para a 
próxima semana", assinalou Iglesias. 
 
   Diante do perfil de consumo dos últimos dias, é possível uma queda nos 
preços nos próximos dias. Por sua vez, os pecuaristas seguem mais dispostos a 
negociar, apesar das pastagens ainda apresentarem boa qualidade para a 
retenção do gado, disse Iglesias.
 
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 144,00 a arroba, estáveis. Em 
Minas Gerais, preço de R$ 136,00 a arroba, estável. No Mato Grosso do Sul, 
preços de R$ 132,00 a arroba em Dourados, inalterados. No Mato Grosso, preços 
a R$ 133,00 a arroba, estáveis. Já em Goiás, preços a R$ 134,00 a arroba.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista permanece com preços estáveis. Segundo Iglesias, o 
ambiente de negócios segue enfraquecido, de acordo com o esperado para a 
segunda quinzena do mês. A dinâmica tende a mudar apenas na primeira quinzena 
de maio, diante do maior consumo esperado pelo Dia das Mães e pelo feriado do 
Dia do Trabalho.
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 10,35 por quilo, estável. O corte 
dianteiro ainda é cotado a R$ 7,00 por quilo, enquanto a ponta de agulha 
permaneceu precificada a R$ 6,90 por quilo.
 
     Câmbio
      
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,4110 para a compra e a R$ 3,4130 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3940 e a máxima de R$ 3,4180. 
Na semana, o dólar registrou queda de 0,40%.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Consumidores no Brasil seguem com estoques confortáveis de milho

 
 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - No mercado disponível de milho, os 
principais consumidores do país seguem com estoques confortavelmente 
posicionados e as cotações ficaram de estáveis a mais baixas nesta 
sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, essa condição aumenta a 
possibilidade de testes para baixo nos preços de compras no curto prazo. Para a
safrinha, as negociações para os portos de Santos e Paranaguá seguem 
apresentando boa fluidez, com destaque para Goiás e Mato Grosso, vendendo 
volumes significativos de maneira antecipada.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 37,00/37,50 a 
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$ 
37,00/38,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 35,50/36,50
 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 38,00/39,00.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/41,00 em Erechim. Em Minas 
Gerais, preço em R$ 34,50/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 
32,00/33,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 24,00/29,00 a 
saca.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais baixos. A previsão de clima favorável ao plantio da safra americana 
colocou os preços no menor patamar desde o início de abril. 
 
    A expectativa de temperaturas mais amenas e de menos chuvas garanta o 
avanço dos trabalhos. Outro fator de pressão segue sendo as preocupações com
a tensão comercial entre Estados Unidos e China, que poderiam comprometer as 
exportações americanas. 
 
    Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,76 , baixa de 
5,50 centavos, ou 1,43%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho 
de 2018 fechou a US$ 3,85 1/2 por bushel, recuo de 5,50 centavo de dólar, ou 
1,4%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,4110 para compra e a R$ 3,4130 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3940 e a máxima de R$ 3,4180. 
Na semana, o dólar registra queda de 0,40%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Açúcar segue com preços engessados no cenário doméstico

 
   Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O mercado doméstico de açúcar teve 
mais um dia de preços estáveis nesta quinta-feira. Em Santos e em Ribeirão 
Preto, a saca de 50 quilos do açúcar cristal com até 150 Icumsa encerrou o 
dia inalterada, negociada a R$ 55,00 (14,62 centavos). 
 
   A colheita da cana-de-açúcar continua avançando sem maiores problemas nas
principais regiões produtoras do Centro-Sul, sem riscos climáticos com 
potencial de paralisação previstos para as duas próximas semanas. Estima-se 
que o mix esteja 80% direcionado para o etanol nas primeiras fases da moagem.
 
   No dia, o etanol hidratado foi 22,05% mais vantajoso que o açúcar bruto de
NY, equivalendo a 12,34 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 4,52% mais 
vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 57,61 por 
saca de 50 quilos (15,31 centavos).
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto 
encerrou o pregão eletrônico desta sexta-feira com cotações mais baixas.
 
    No entanto, o mercado se manteve acima de mínimas de dois anos e meio 
estabelecidas ainda na quarta-feira, quando os contratos com entrega em maio 
bateram em 11,60 centavos de dólar por libra-peso.
 
    O foco dos investidores permanece nas amplas ofertas, apesar de estimativas
de que as exportações do Brasil vão diminuir em 6,5 milhões de toneladas na
 temporada 2018/19.
 
    No entanto, forte crescimento na produção da Tailândia e da India deve 
compensar qualquer queda na safra brasileira.
           
    Os contratos com entrega em julho/18 encerraram o dia a 11,87 centavos de 
dólar por libra-peso, perda de 0,08 ct lb (-0,66%) em relação ao fechamento 
anterior. A mínima do dia foi 11,78 cents/lb, e a máxima 12,00 centavos. 
 
     Na semana, a posição julho caiu 2,7%.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,4110 para a compra e a R$ 3,4130 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3940 e a máxima de R$ 3,4180. 
Na semana, o dólar registrou queda de 0,40%.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Soja estável no Brasil, com dólar compensando perdas em Chicago

 
 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve uma
sexta-feira de preços predominantemente estáveis. A valorização do dólar 
contra o real compensou as perdas registradas para a oleaginosa na Bolsa de 
Chicago, o que levou à manutenção de valores no país. A semana terminou com 
um ritmo um pouco melhor nos negócios, apesar do cenário estável.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 80,00. Na região das
Missões, a cotação recuou de R$ 79,50 para R$ 79,00. No porto de Rio Grande,
 as cotações permaneceram em R$ 85,50.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou um pouco de R$ 78,50 para R$ 
79,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 85,00.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca ficou estável em R$ 73,00. Em Dourados (MS),
a cotação estabilizou em R$ 74,00. Em Rio Verde (GO), a saca se manteve em R$
 74,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. O mercado atingiu o menor
patamar em duas semanas, pressionado pela previsão de clima favorável ao 
plantio da nova safra nos Estados Unidos. 
 
    A expectativa de temperaturas mais amenas e de menos chuvas garanta o 
avanço dos trabalhos. Outro fator de pressão segue sendo as preocupações com
a tensão comercial entre Estados Unidos e China, que poderiam comprometer as 
exportações americanas. 
 
    Nos últimos dias, não houve anúncio de vendas de soja em grão por parte
dos exportadores privados americanos. Para os agentes, isso seria um sinal de 
que a demanda pelo produto dos Estados Unidos estaria perdendo força. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 
8,50 centavos de dólar (0,81%), a US$ 10,28 3/4 por bushel. A posição julho 
teve cotação de US$ 10,40  por bushel, perda de 8,75 centavos de dólar, ou 
0,83%.
 
    Nos subprodutos, a posição maio do farelo subiu US$ 0,80 por tonelada 
(0,21%), sendo negociada a US$ 374,10 por tonelada. No óleo, os contratos com 
vencimento em maio fecharam a 31,30 centavos de dólar, perda de 0,12 centavo ou
 0,37%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,4110 para compra e a R$ 3,4130 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3940 e a máxima de R$ 3,4180. 
Na semana, o dólar registra queda de 0,40%.
 
     Agenda de segunda
 
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 12hs. 
 
- O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 
divulga às 15h os dados da balança comercial de abril. 
 
- Condições das lavouras dos Estados Unidos - USDA, 17hs.
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CLIMA: Acompanhe previsão do Inmet para próximos dias no Sudeste - Café

 
 
    Porto Alegre, 20 de abril de 2018 - Acompanhe abaixo a previsão do 
Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a região Sudeste do Brasil nos 
próximos dias:
 
--------------------------------------------------------------------------
"21/04/2018)
 
32
6
Umidade Max.: 95%
Umidade Min.: 25%
Direção do Vento: S-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Nublado a parcialmente nublado Nevoeiro e/ou névoa úmida ao amanhecer em Minas
Gerais (exceto no oeste e triângulo). Há possibilidade chuva isolada no 
litoral norte do Espírito Santo, Sul do Rio de Janeiro, noroeste, sudeste e 
nordeste de São Paulo.
--------------------------------------------------------------------------
22/04/2018
 
33
7
Umidade Max.: 95%
Umidade Min.: 25%
Direção do Vento: SE-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Parcialmente nublado a nublado Nevoeiro e/ou névoa úmida ao amanhecer no 
centro, norte, leste e zona da mata de Minas Gerais. Há possibilidade de chuva 
isolada no noroeste, triângulo e sul de Minas Gerais, litoral do Espírito 
Santo, centro e norte do Rio de Janeiro, centro, leste e nordeste de São Paulo.
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23/04/2018
 
34
7
Umidade Max.: 95%
Umidade Min.: 35%
Direção do Vento: E-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Nublado a parcialmente nublado com chuvisco no norte e zona da mata em Minas 
Gerais. Há possibilidade de chuva isolada no norte do Espírito Santo, Rio de 
Janeiro e São Paulo. 
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24/04/2018
 
34
8
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 30%
Direção do Vento: E-SE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Nublado a parcialmente nublado com chuva isolada no Espírito Santo e São 
Paulo. Há possibilidade de chuva no norte e zona da mata, sul de Minas Gerais, 
norte e litoral do Rio de Janeiro."
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
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