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CÂMBIO: Exterior avesso ao risco faz dólar encerrar na sexta alta seguida

 
    Porto Alegre, 17 de maio de 2018 - O dólar encerrou em alta de 1,05%, 
cotado a R$ 3,7390 para venda, pela sexta sessão seguida, influenciado pelo 
movimento global de aversão ao risco com a expectativa de elevação dos juros 
nos Estados Unidos, além da busca por proteção pelos investidores diante do 
cenário político doméstico, e ainda digerindo a decisão do Copom em 
relação à taxa básica de juros (Selic). A divisa encerrou a semana 
valorizada em 3,86%.
 
  "Hoje o movimento de aversão ao risco foi em um grau muito maior do que nos
últimos dias. O que reforça esse cenário de deterioração dos ativos locais
influenciados pela decisão do Copom [Comitê de Política Monetária] e pela 
valorização do dólar no cenário global, impactando principalmente, as moedas
 de países emergentes", diz o economista da Quantitas, João Fernandes. 
 
  No mercado futuro, o contrato para junho rompeu o nível de R$ 3,78 para 
venda. Lá fora, o rand sul-afriano e o peso mexicano se depreciaram em mais de 
1% ante o dólar, enquanto a turca lira, um pouco menos, ao redor de 0,70% e o 
peso chileno acumulava perdas de quase 0,5%. 
 
  Para o operador de câmbio da Correparti, Ricardo Gomes Filho, "a 
passividade do Banco Central que, por enquanto, não apresentou medidas 
contundentes, permite que esse movimento de pressão cambial ocorra 
livremente".  
 
  Segundo o professor de finanças da FIA-LabFin, Alexandre Cabral, a 
autoridade monetária deve "vender reservas, o que vai fornecer o que os 
investidores desejam e, consequentemente, acalmar esse mercado. Se fizer isso 
com uma pequena constância, rapidamente voltará a dominar a cotação do 
dólar e poderemos ver a moeda americana bem mais calma, já nas próximas 
semanas".
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Milho segue focado na quebra da safrinha e alta do dólar

 
    Porto Alegre, 18 de maio de 2018 - O mercado interno de milho teve um dia
de modesta movimentação. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando 
Henrique Iglesias, o foco dos agentes segue na quebra da safrinha e no avanço 
do dólar. A última estimativa da SAFRAS & Mercado apontou para uma quebra de 
aproximadamente 27% na safrinha. 
 
   Enquanto isso, o real não vislumbra perspectiva de reação no curto prazo,
no decorrer do dia o câmbio chegou a alcançar R$ 3,7770/US$ 1,00 exigindo 
atuação do Banco Central. "Essas situações em específico moldam a 
decisão de comercializar de produtores e cooperativas, que optam pela 
retenção em momentos de incerteza", disse Iglesias. 
 
    No porto de Santos, o preço ficou entre em R$ 42,00/44,00 a saca de 60 
quilos para entrega na safrinha. No porto de Paranaguá, preço de R$ 41,50 a R$
43,50 No Paraná, a cotação ficou em R$ 39,00/41,00 a saca em Cascavel. Em 
São Paulo, o preço esteve em R$ 42,00/43,00 a saca na Mogiana. Em Campinas 
CIF, preço de R$ 44,00/45,00.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 43,00/45,00 em Erechim. Em Minas 
Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 
35,00/36,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 29,00/30,00 a 
saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela notícia de que a 
China encerrou uma investigação antidumping e contra os subsídios sobre o 
sorgo importado dos Estados Unidos e retirou sobretaxas ao produto, na medida em
que os dois países negociam para chegar a um acordo para aliviar as tensões 
comerciais. Tal decisão pode acabar favorecendo uma maior demanda para o cereal
 norte-americano.
 
   Os investidores também repercutiram as preocupações com o clima adverso 
para a safrinha de milho do Brasil. A produção de milho safrinha no Brasil 
deverá alcançar 48,767 milhões de toneladas em 2018, com uma quebra de 27,61%
em relação às 67,368 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior. A
projeção faz parte da estimativa divulgada hoje por SAFRAS & Mercado e 
considera as perdas na produção decorrentes da estiagem que atingiu 
importantes regiões produtoras do país.
 
   Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,02 1/2, baixa de
7,25 centavos de dólar, ou +1,83%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição setembro de 2018 fechou a US$ 4,11 por bushel, ganho de 7,50 centavos 
ou +1,85%.
 
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 1,05%, cotado a R$ 
3,7370 para a compra e a R$ 3,7390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7110 e a máxima de R$ 3,7770. 
 
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Boi gordo registra preços estáveis no fechamento da semana

 
    Porto Alegre, 18 de maio de 2018 - O mercado físico do boi gordo teve 
preços estáveis nesta sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, 
Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos se ausentaram da compra de gado
 hoje, preferindo passar o dia traçando estratégias para a próxima semana. 
 
     "As escalas de abate seguem confortavelmente posicionadas, entre cinco e
seis dias úteis em média. A oferta de animais terminados permanece em bom 
nível nessa etapa final da safra de boi gordo, mas a dinâmica do mercado pode 
mudar de maneira enfática durante a entressafra.", disse ele.
 
      Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 139,00 - R$ 140,00 a arroba.
Em Minas Gerais, preço de R$ 130,00 a arroba, estável. No Mato Grosso do Sul,
preços de R$ 129,00 a R$ 130,00 a arroba em Dourados. No Mato Grosso, preços 
a R$ 129,00 - R$ 130,00 a arroba. Já em Goiás, preços a R$ 127,00 a arroba,
 sem alterações.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista teve preços mistos. Mais baixos para os cortes menos 
nobres, e mais altos para os mais nobres. Segundo Iglesias, a queda no consumo 
na segunda quinzena de maio explica o comportamento dos preços. "É 
necessário salientar que os cortes menos nobres do boi gordo concorrem 
diretamente com a carne de frango, a mais competitiva das proteínas de origem 
animal neste momento", apontou ele.
 
     O corte traseiro teve preço de R$ 11,30 por quilo, com alta de 15 
centavos. O corte dianteiro teve preço de R$ 7,30 por quilo com queda de 30 
centavos, enquanto a ponta de agulha foi precificada a R$ 7,30 por quilo, com 
recuo de 20 centavos.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 1,05%, cotado a R$ 
3,7370 para a compra e a R$ 3,7390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7110 e a máxima de R$ 3,7770. 
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Preços do etanol devem cair na próxima semana

 
    Porto Alegre, 18 de maio de 2018 - O mercado físico de etanol teve um 
dia de preços estáveis no cenário doméstico. Em Ribeirão Preto (SP), o 
etanol hidratado seguiu a R$ 2,03 o litro, enquanto o anidro seguiu em R$ 1,90 o
litro. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, ao contrário 
dos outros dias da semana, o dia foi de fraca movimentação, com muitas 
distribuidoras de fora, tanto pela proximidade do final de semana como pelo fato
 de já estarem abastecidas.  
 
    "Por conta desse cenário de forte volume de compras desde o início do 
mês e do forte nível de estocagem da ponta compradora, a expectativa é de um 
breve ajuste negativo nos preços do hidratado na próxima semana. Neste 
contexto, os preços devem ter um recuo médio de R$ 0,03 por litro em São 
Paulo", aponta Muruci. 
 
    Além da falta de força compradora esperada para a quarta semana de maio, 
também existirá uma pressão de venda por parte das usinas, que deverão se 
preparar para o período folha de pagamento no início do próximo mês. 
Historicamente, na última semana de cada mês as usinas entram vendendo forte 
no mercado em função de formação de caixa para cobertura de gastos 
operacionais e com folhas de pagamento na primeira semana do mês seguinte.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
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MERCADO: Preços do açúcar sobem no cenário doméstico com fator clima

 
   Porto Alegre, 18 de maio de 2018 - O mercado doméstico de açúcar teve 
um dia de preços em alta. Em Santos e em Ribeirão Preto, a saca de 50 quilos 
do açúcar cristal com até 150 Icumsa encerrou o dia a R$ 54,00 (13,10 
centavos de dólar por libra-peso), alta de 1,89% sobre a quinta-feira.
 
   O mercado foi puxado pelo fator clima. Há risco de geadas em parte do 
centro-sul entre os dias 20 e 21, com temperaturas mínimas previstas entre 5 a 
10 graus. Além disso, o longo período sem chuvas já preocupa em relação à 
perda de qualidade industrial da cana-de-açúcar.  
 
   No dia, o etanol hidratado foi 25,24% mais vantajoso que o açúcar bruto de
NY, equivalendo a 12,53 centavos de dólar por libra-peso (PVU) e 15,03% mais 
vantajoso que o açúcar cristal de Ribeirão Preto, equivalendo a R$ 63,55 por 
saca de 50 quilos (15,42 centavos).
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto 
encerrou o pregão eletrônico desta sexta-feira com cotações mais altas.
 
    Ontem, as cotações tocaram nos níveis mais altos de duas semanas com 
cobertura de posições vendidas. No entanto, as compras cederam espaço para 
operações de hedge no final da sessão, o que levou a um fraco fechamento 
técnico.
 
    O mercado foi puxado pelo clima seco no Brasil, maior produtor mundial de 
açúcar, e por um movimento bem tímido de cobertura de posições vendidas. A 
estiagem deve diminuir a produção de cana do país, enquanto que os baixos 
preços fazem as usinas direcionarem mais cana para a produção de etanol.
 
    No entanto, as amplas ofertas globais de açúcar, puxadas principalmente 
por robustas safras na India e na Tailândia, devem compensar a queda esperada 
para o Brasil.
 
    Os contratos com entrega em julho/18 encerraram o dia a 11,66 centavos de 
dólar por libra-peso, alta de 0,10 ct lb (+0,86%) em relação ao fechamento 
anterior, enquanto na semana avançou 3,92%. A mínima do dia foi 11,46 
cents/lb, e a máxima 11,71 centavos. 
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação com alta de 1,05%, cotado a R$ 
3,7370 para a compra e a R$ 3,7390 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7110 e a máxima de R$ 3,7770. 
  
    Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Preços da soja sobem, acompanhando Chicago e dólar

 
    Porto Alegre, 18 de maio de 2018 - Os preços da soja subiram nas 
principais praças do país nesta sexta-feira, acompanhando a valorização do 
dólar e a alta dos contratos futuros em Chicago. A movimentação melhorou, com
registro de negócios de 100 mil toneladas no Rio Grande do Sul e o mesmo 
volume no Paraná. Na região do Mapito, outras 80 mil toneladas trocaram de 
mãos e 60 mil toneladas em Minas Gerais. 
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 82,00 para R$ 83,00 a 
saca. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 82,50 para R$ 81,50. 
No porto de Rio Grande, as cotações permaneceram em R$ 86,00. 
 
     Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 79,50 para R$ 80,00. No 
porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 85,50 para R$ 86,00.
 
     Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 76,50 para R$ 77,50. Em 
Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 75,00 . Em Rio Verde (GO), a saca 
ficou em R$ 74,50.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mistos. Na semana, julho acumulou 
queda de 0,52%. 
 
    Na última sessão da semana, os agentes procuraram consolidar uma 
tendência, em meio à expectativa em torno das negociações entre China e 
Estados Unidos e ao avanço do plantio norte-americano. Cancelamentos anunciados
pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) também mereceram 
avaliação do mercado. 
 
    A sexta iniciou com a informação de que a China retirou a investigação 
de dumping e a sobretaxa ao sorgo americano. A decisão foi interpretada pelo 
mercado como um avanço para amenizar os efeitos nocivos da disputa comercial 
entre os dois países sobre o setor agrícola. 
 
    Mas no meio da manhã, o USDA anunciou que os exportadores privados 
cancelaram a venda de 949 mil toneladas para destinos não revelados. Também 
foi divulgada a venda de 168 mil toneladas. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 
3,50 centavos de dólar (0,35%), a US$ 9,98 1/2 por bushel. A posição agosto 
teve cotação de US$ 10,02 1/2 por bushel, ganho de 3,75 centavos de dólar, ou
 0,37%. 
 
    Nos subprodutos, a posição julho do farelo subiu US$ 1,20 (0,31%), sendo 
negociada a US$ 376,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em 
julho fecharam a 30,98 centavos de dólar, ganho de 0,04 centavo ou 0,12%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 1,05%, cotado a R$ 
3,7370 para compra e a R$ 3,7390 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7110 e a máxima de R$ 3,7770. 
Na semana, o dólar registra elevação de 3,86%.
 
     Agenda de segunda
 
- Japão: o saldo comercial de abril será publicado às na noite anterior pelo 
Ministério das Finanças.
 
- As bolsas de Frankfurt e de Zurique permanecem fechadas devido a um feriado.
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Cotações de fechamento do dólar comercial - atualizadas

Porto Alegre,18 de maio de 2018        em R$
 
 
COMERCIAL BC
 
        Último         Compra   Venda    Minimo  Máximo    Var %    Fech.
        3.7374         3.7368   3.7374   3.7374  3.7582    0.8400   3.7061
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TRIGO: Acompanhe o relatório de commitments (CFTC)

Porto 18 de maio de 2018
--------------------------------------------------------------| NONRPEQUENOS
FUNDOS E ESPECULADORES         IND. E OUTROS        TOTAL           
ESPECULADORES
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
COMPRADO       VENDIDO SPREADS COMPRADO VENDIDO   COMPRADO VENDIDO  COMPRADO   
VENDIDO
--------------------------------------------------------------------------------
(CONTRATOS DE 5.000 BUSHELS)            CONTRATOS EM ABERTO:            470.717
COMMITMENTS
--------------------------------------------------------------------------------
 
ALTERAÇÕES SOBRE 07/03/06 (ALTERAÇÕES CONTRATOS EM ABERTO):
 165,447  142,803  103,548  171,910  183,438  440,905  429,789   29,812   40,928
 
PERCENTUAL DE CONTRATOS EM ABERTO POR CATEGORIAS DE TRADERS
    -490    8,369   -4,921    6,958   -1,603    1,547    1,845       91     -207
 
NÚMERO DE TRADERS EM CADA CATEGORIA (TOTAL TRADERS:404)
    35.1     30.3     22.0     36.5     39.0     93.7     91.3      6.3      8.7
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AÇÚCAR: Acompanhe o relatório de commitments (CFTC)

Porto A18 de maio de 2018
--------------------------------------------------------------| NONRPEQUENOS
FUNDOS E ESPECULADORES          IND. E OUTROS       TOTAL           
ESPECULADORES
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
COMPRADO        VENDIDO SPREADS COMPRADO VENDIDO  COMPRADO VENDIDO  COMPRADO 
VENDIDO
--------------------------------------------------------------------------------
(CONTRATOS DE 12.000 LIBRAS)             CONTRATOS EM ABERTO:       1,028,716
COMMITMENTS
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
 
ALTERAÇÕES SOBRE 07/03/06 (ALTERAÇÕES CONTRATOS EM ABERTO):
--------------------------------------------------------------------------------
 
PERCENTUAL DE CONTRATOS EM ABERTO POR CATEGORIAS DE TRADERS
 236,742  325,053  199,625  511,150  427,445  947,517  952,123   81,199   76,593
 
NÚMERO DE TRADERS EM CADA CATEGORIA (TOTAL TRADERS: 282)
 
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MILHO: Acompanhe o relatório de commitments (CFTC)

Porto 18 de maio de 2018
--------------------------------------------------------------| NONRPEQUENOS
FUNDOS E ESPECULADORES         IND. E OUTROS        TOTAL           
ESPECULADORES
--------------------------|-----------------|-----------------|-----------------
COMPRADO       VENDIDO SPREADS COMPRADO VENDIDO   COMPRADO VENDIDO  COMPRADO   
VENDIDO
--------------------------------------------------------------------------------
(CONTRATOS DE 5.000 BUSHELS)            CONTRATOS EM ABERTO:        1,831,023
COMMITMENTS
--------------------------------------------------------------------------------
 
ALTERAÇÕES SOBRE 07/03/06 (ALTERAÇÕES CONTRATOS EM ABERTO):348
   5,250      700      200    9,090   13,380   14,540   14,280      100      360
 
PERCENTUAL DE CONTRATOS EM ABERTO POR CATEGORIAS DE TRADERS
     300        0        0        0      300      300      300      100      100
 
NÚMERO DE TRADERS EM CADA CATEGORIA (TOTAL TRADERS:894)
    35.9      4.8      1.4     62.1     91.4     99.3     97.5      0.7      2.5
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