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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York inalterados em 14/11

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 14 de novembro de 2018 estão em 2.458.286 sacas de 60 quilos, 
inalterados em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE 
Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Algodão tem quarta-feira de cotações pressionadas pelo petróleo

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - Nesta quarta-feira, véspera do 
feriado nacional, o mercado brasileiro de algodão teve seus preços domésticos
pressionados pela forte queda do petróleo nestas últimas semanas, em especial
no pregão de terça-feira, onde o recuo foi de 7% para o petróleo WTI. Com 
este recuo, os preços das fibras sintéticas, produto competidor direto à 
fibra de algodão, acaba recuando e força os preços do algodão também para 
baixo. 
 
    Juntamente à esta queda de cerca de 14 dólares em menos de um mês, após
a forte alta de 1,99% do dólar frente ao real na terça-feira, o mercado 
"devolveu" a alta no pregão desta quarta-feira, recuando 1,25%, também 
pressionando os preços da pluma no dia. Com estes recuos no dia, os preços 
domésticos encerraram em queda, encerrando 3 sessões seguidas sem recuos. 
Assim a média de preços no CIF de São Paulo ficou cotada a R$ 2,95/libra-peso
 acumulando perdas de 4,53% no acumulado do mês.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta quarta-feira.
 
    Segundo traders, as cotações avançaram diante da queda do dólar e alta 
do petróleo, além de ganhos em outros mercados. O mercado apresentou um 
movimento de recuperação técnica após três sessões seguidas de perdas para
 o algodão em NY. As informações partem de agências de notícias.
 
    Março/2019 fechou o dia a 78,40 centavos de dólar por libra-peso, com 
alta de 0,74 centavo, ou de 0,9% na comparação com o dia anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,25%, cotado a R$ 
3,7820 para a compra e a R$ 3,7840 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7680 e a máxima de R$ 3,8200.
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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AÇÚCAR: Line-up aponta embarques de 746 mil t - Williams

 
   Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O total de navios que aguarda para 
embarcar açúcar nos portos brasileiros estava em 21 na semana encerrada em 14 
de novembro, contra 23 na semana anterior, de acordo com levantamento realizado 
pela agência marítima Williams Brasil. 
 
   Conforme o relatório, foi agendado carregamento de 746.731 toneladas de 
açúcar, contra 795.769 toneladas na semana anterior. Pelo Porto de Santos (SP)
deve ser carregada a maior parte (497.683 toneladas, ou 67% do total). Depois, 
aparecem o porto de Paranaguá (134.135 toneladas - 18%), Maceió (71.500 
toneladas - 10%), Recife (25.963 toneladas - 3%) e Suape (17.450 toneladas 
- 2%).
 
   A carga de açúcar a ser exportada consiste da variedade VHP (703.318 
toneladas e Refinado A 45 (43.413).
  
    O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as 
que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada 
até 25 de novembro. 
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Milho segue com preços sustentados com retração na oferta

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O fluxo de negócios foi bastante 
inexpressivo no mercado brasileiro de milho às vésperas do feriado prolongado.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado 
ainda busca a melhor compreensão em torno da resolução da ANTT que indica 
para a aplicação de multas em caso de não obediência da tabela de frete. De 
qualquer maneira em alguns estados os produtores voltam a optar pela retenção 
de oferta como estratégia recorrente, o que garante sustentação aos preços.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a 
saca na base de compra.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00 / 35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 37,50/38,50 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 35,50 - R$ 36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, 
preço esteve em R$ 29,00/30,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre
 R$ 25,00/26,00 a saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
predominantemente mais baixos. Apesar do lento avanço da colheita nos Estados 
Unidos, bem como sinais de boa demanda pelo grão norte-americano, o mercado foi
pressionado pela nova queda nas cotações do vizinho, trigo. As primeiras 
posições, contudo, subiram.
 
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório
sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 11 de novembro, a 
área colhida estava em 84%. Em igual período do ano passado o número era de 
81%. A média para os últimos cinco anos é de 87%. Na semana anterior, o 
percentual era de 76 pontos. 
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 212.000 toneladas de milho ao 
México. O produto será 
entregue na temporada 2018/19.
 
    Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil 
toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia tem que ser 
reportada ao USDA.
 
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,67, ganho de
0,50 centavo de dólar, ou 0,13%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição março de 2019 fechou a US$ 3,78 por bushel, alta de 0,25 centavo de 
dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,25%, cotado a R$ 
3,7820 para a compra e a R$ 3,7840 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7680 e a máxima de R$ 3,8200.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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SOJA: Exportação recorde do Brasil à China pode ser ainda maior

 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O recorde de exportações de soja
do Brasil à China pode aumentar ainda mais, disse um agente do Ministério da 
Agricultura à Reuters nesta quarta-feira, conforme a disputa comercial do país
asiático com os Estados Unidos impulsiona a demanda chinesa pelo produto 
brasileiro.
 
    O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio da pasta, 
Odilson Ribeiro e Silva, viajou à China neste mês e disse ter esperança de 
que a alta demanda abrirá o mercado do país também para o farelo de soja 
brasileiro.
 
    As exportações brasileiras da oleaginosa tiveram um salto depois que a 
China impôs uma tarifa de 25 por cento sobre a soja norte-americana em julho, 
em resposta às taxas de Washington sobre bilhões de dólares em produtos 
chineses. O Brasil embarcou quase 80 por cento das exportações de soja com 
destino à China neste ano, com a trading de grãos Agribrasil prevendo um 
recorde de 83 milhões de toneladas.
 
   "Pode subir mais, mas a gente gostaria que não fosse só grão, que fosse
 farelo também", disse Silva à Reuters em entrevista.
 
   O Brasil enviou uma lista de produtores de farelo de soja para a China 
autorizar a exportação no ano passado, mas é incerto se eles responderão, 
ele disse.
 
    A China diminuiu o ritmo de aprovações para sementes de soja 
geneticamente modificada, ele disse, e não há sinais de que voltará a 
acelerar.
 
    Alguns produtos transgênicos aprovados há cinco anos no Brasil ainda não
foram liberados pela China, evitando a disseminação do uso e os ganhos de 
produtividade que eles trariam, disse Silva.
 
    Durante a expedição comercial à China e aos Emirados Árabes Unidos, que
terminou no dia 8 de novembro, surgiram questionamentos sobre se o comércio 
poderia sofrer no governo de Jair Bolsonaro, disse o secretário.
 
    O presidente eleito criticou os investimentos chineses no Brasil e 
aborreceu muitos países muçulmanos com a sugestão de mudar a embaixada do 
país em Israel para Jerusalém, enquanto as suas propostas ambientais também 
incitam temores de que elas afetariam a percepção internacional sobre os 
produtos brasileiros.
 
    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, procurou reafirmar aos chineses e 
árabes que os agricultores apoiam Bolsonaro, que por sua vez tem respeito pelas
 leis e não fará nada para prejudicar o comércio brasileiro, disse Silva.
 
    Bolsonaro poderia, na verdade, beneficiar o comércio, abrindo a economia a
importações, um passo necessário para fazer com que parceiros do Brasil 
aceitem mais envios do país, ele disse.
 
    O Brasil também está procurando aumentar os embarques de carne para a 
China, que atualmente é o principal destino das exportações de carne bovina e
de frango. Uma delegação chinesa chegará ao Brasil no domingo para 
inspecionar unidades processadoras de bovinos e frangos, visando aprovar mais 
unidades para exportação ao gigante asiático, acrescentou.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 
 
 

MERCADO: Soja tem mais um dia travado no Brasil, com preços recuando

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve 
uma quarta-feira de ritmo travado na comercialização, com preços em baixa. A 
queda do dólar e a baixa também dos prêmios de exportação seguem 
pressionando as cotações no país. O destaque negativo ficou por conta da 
retração do preço no Porto de Paranaguá para R$ 84,00 a saca de 60 quilos.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 82,00 para R$ 81,50. Na
região das Missões, a cotação recuou de R$ 82,00 para R$ 81,00 a saca. No 
porto de Rio Grande, os preços baixaram de R$ 85,50 para R$ 85,00.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 78,50 para R$ 77,00 a saca. 
No porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 85,50 para R$ 84,00.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 72,00. Em Dourados (MS), a 
cotação seguiu em R$ 74,50. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 78,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. O mercado reagiu 
tecnicamente após duas sessões de perdas. 
 
    Mais um anúncio de vendas de soja americana por parte de exportadores 
privados ajudou a dar sustentação ao mercado. Os exportadores privados 
norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos 
(USDA) a venda de 148.000 toneladas de soja para destinos não revelados. O 
produto será entregue na temporada 2018/2019.
 
    O avanço mais lento que o esperado na colheita americana ajudou na 
elevação. O USDA divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras 
de soja. Até 11 de novembro, a área colhida estava apontada em 88%. Em igual 
período do ano passado, a colheita era de 93%. A média é de 93%. Na semana 
passada, o percentual era de 83 pontos. 
 
    O mercado aguarda também avanços nas conversas entre China e Estados 
Unidos, visando uma solução para a já longa guerra comercial entre os dois 
países. Mas em meio a tudo isso, o cenário fundamental de ampla oferta mundial
 limitou os ganhos. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 
3,25 centavos de dólar a US$ 8,70 1/2 por bushel ou 0,37%. A posição janeiro 
teve cotação de US$ 8,83 1/2 por bushel, ganho de 5,25 centavos de dólar em 
relação ao fechamento anterior ou 0,59%.
 
    Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 
1,80, sendo negociada a US$ 305,70 por tonelada, com valorização de 0,59%. No 
óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 27,57 centavos de 
dólar, com alta de 0,02 centavo ou 0,07%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,25%, cotado a R$ 
3,7820 para a compra e a R$ 3,7840 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7680 e a máxima de R$ 3,8200.
 
     Agenda de sexta
 
-----Sexta-feira (9/11)
 
- Eurozona:  A leitura final do índice de preços ao consumidor de outubro 
será publicada às 8h pela Eurostat.
 
- Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, 11h30min.
 
- EUA: Os dados sobre a produção industrial em outubro serão publicados às 
12h15 pelo Federal Reserve.
 
- Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde.
 
- Dados sobre a evolução das lavouras do Mato Grosso - Imea, na parte da 
tarde.
 
- Evolução do plantio da soja no Brasil - SAFRAS & Mercado, na parte da tarde.
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Na véspera de feriado, dólar cai mais de 1% com ajuste e exterior

 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O dólar fechou em queda de 1,25%,
negociado a R$ 3,7840 para venda, em dia de correção após a forte alta no 
pregão anterior. O recuo também foi influenciado pelos dados de inflação dos
Estados Unidos, visto pelo mercado como "tranquilos". O ajuste das moedas de 
países emergentes também corroborou para a queda. 
 
   O dólar acelerou as perdas após os dados de inflação dos Estados Unidos 
(CPI, na sigla em inglês) vieram em linha com o esperado pelo mercado (+0,3%) 
na comparação com setembro, indicando "retomada de risco" pelo investidor, 
com o dado mostrando que a pressão inflacionária não está "tão forte".
 
   A moeda chegou a cair 1,67%, a R$ 3,7680 - mínima do dia - com a leitura de
que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) não precisa fazer
o ajuste monetário com tanta "agressividade", comenta o analista de uma 
corretora nacional. 
 
   Na sexta-feira, volta do feriado doméstico, os analistas chamam a atenção
para a baixa liquidez. "Vai ser um dia bem parado", diz o economista-chefe da
SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. Ele acrescenta que os indicadores da 
atividade econômica dos Estados Unidos, a serem divulgados na sexta, podem 
fortalecer o dólar globalmente, e "claro, respingar aqui", diz. 
 
   Já o analista citado acima pondera que o movimento na sexta-feira 
dependerá do que acontecer entre o fechamento do mercado hoje até a abertura 
após o feriado. "Tem muita coisa acontecendo lá fora e que merece atenção. 
Não dá pra dizer que o mercado vai ficar parado pelo provável volume de 
negócios baixo", diz. Os analistas ressaltam que a política local também 
fica no radar do mercado.
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

PETRÓLEO: Chance de corte de oferta da Opep ajuda e futuros fecham em alta

 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - Os preços dos contratos futuros 
de petróleo fecharam em alta, recuperando parte das perdas da sessão anterior,
impulsionados pela perspectiva de que a Organização dos Países Exportadores 
de Petróleo (Opep) e seus aliados devem cortar o fornecimento no próximo mês 
para sustentar as cotações. 
 
   "O mercado de petróleo mudou o foco dos efeitos das sanções 
norte-americanas sobre o Irã para como será o nível de fornecimento da Opep 
no próximo ano", disse o analista do Danske Bank, Mikael Olai Milhoj. 
     
   As cotações passaram a subir hoje depois que a agência Reuters reportou 
que a Opep e outros grandes produtores estariam discutindo uma proposta para 
reduzir o fornecimento em 1,4 milhão de barris por dia (bpd), um número bem 
maior do que estava sendo citado pelas autoridades do cartel.
     
   O movimento marca uma reversão já que, nas últimas semanas, o mercado de 
petróleo vinha sendo pressionado por dois fatores principais: o aumento da 
oferta de Opep, Rússia e outros produtores e a crescente preocupação com a 
desaceleração da economia global. 
         
   Depois de subir mais de 2%, o preço do contrato do petróleo WTI negociado 
na plataforma Nymex com entrega prevista para dezembro terminou o dia com alta 
de 1,01%, a US$ 56,25. Já o valor do contrato do Brent negociado na ICE com 
entrega prevista para janeiro de 2019 avançou 0,99%, a US$ 66,12.
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Café registra preços mais altos no Brasil, com ganhos em NY

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - O mercado brasileiro de café teve 
uma quarta-feira de preços mais altos. As cotações avançaram acompanhando a 
valorização do arábica na Bolsa de Nova York e do robusta em Londres, apesar 
da queda do dólar. O dia foi mais movimentado na comercialização, porém 
apenas com negócios pontuais, diante do feriado desta quinta-feira.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 435,00/440,00 a saca, contra R$ 425,00/430,00 do dia anterior.
 
   No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em R$
 440,00/445,00, contra R$ 430,00/435,00 de ontem.
 
   O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 370,00/375,00 a saca, contra R$ 365,00/370,00 de 
ontem.
 
   Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
328,00/333,00 a saca, contra R$ 325,00/330,00 de ontem.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta quarta-feira com preços acentuadamente mais 
altos.
 
    Após as recentes perdas, o mercado ficou sujeito a uma correção. E ela 
veio estimulada pela desvalorização do dólar contra o real, que esteve fraco 
também contra outras moedas. A boa valorização do petróleo na maior parte do
 dia puxou também o café para cima em NY. 
 
    Cobertura de posições vendidas de fundos e especuladores determinaram a 
reação, com o contrato março se afastando da linha de US$ 1,10 a libra-peso, 
em meio às rolagens da posição dezembro para março, já que se aproxima o 
período de notificação de entregas de dezembro.
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2018 fecharam o dia a 112,65 centavos 
de dólar por libra-peso, com valorização de 3,45 centavos, ou de 3,1%. 
Março/2019 fechou a 116,20 centavos, com elevação de 3,45 centavos, ou de 
3,0%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,25%, cotado a R$ 
3,7820 para a compra e a R$ 3,7840 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7680 e a máxima de R$ 3,8200.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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ALGODÃO: NY sobe, com recuperação técnica e seguindo outros mercados

 
 
    Porto Alegre, 14 de novembro de 2018 - A Bolsa de Mercadorias de Nova 
York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta 
quarta-feira.
 
    Segundo traders, as cotações avançaram diante da queda do dólar e alta 
do petróleo, além de ganhos em outros mercados. O mercado apresentou um 
movimento de recuperação técnica após três sessões seguidas de perdas para
 o algodão em NY. As informações partem de agências de notícias.
 
    Março/2019 fechou o dia a 78,40 centavos de dólar por libra-peso, com 
alta de 0,74 centavo, ou de 0,9% na comparação com o dia anterior.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
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