Informações Confiáveis,
Negócios Rentáveis

Notícias

Videos

+

Nossos Produtos

NewsLetter

Mercado em Foco

CAFÉ: Varginha (MG) teve 103,6 mm de chuva em setembro - Procafé

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O índice pluviométrico do mês de
setembro de 2018 em Varginha (MG), no sul de Minas Gerais, foi de 103,6 
milímetros, bem acima da média histórica para o mês, que é de 71,5 
milímetros.
 
    O levantamento é do Procafé (Programa de Apoio Tecnológico à 
Cafeicultura) de Varginha, ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e 
Abastecimento (MAPA). A evapotranspiração foi indicada em 71,4 milímetros. 
Já o déficit hídrico foi colocado ao final do mês em 31,9 mm.
 
    A temperatura média no período foi de 20,3 graus Celsius, levemente acima
da média histórica no período de 1974 a 2017, que é de 20,1 graus. Quanto 
ao crescimento vegetativo, 1,8 nós por ramo foi o crescimento médio observado,
 contra 1,5 nós da média para o período.
 
    Em relação especificamente a doenças, não houve incidência de 
ferrugem, cercóspora, bicho mineiro, phoma, broca ou ácaro.
 
     Veja no link abaixo o relatório completo do Procafé para o sul de MG.
 
http://fundacaoprocafe.com.br/sites/default/files/boletim/sul_de_minas/Boletim%2
0Setembro%202018%20-%20SM.pdf
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram 720 sacas em 16/10

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - Os estoques certificados de café nos
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 16 de outubro de 2018 estão em 2.423.004 sacas de 60 quilos, com 
queda de 720 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE 
Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Algodão mantém fraqueza nas cotações, buscando equilíbrio

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - Os preços do algodão no Brasil 
seguem buscando um novo patamar de equilíbrio diante do cenário de excedente 
de oferta e de perda de competitividade externa. No CIF de São Paulo a média 
de preços ficou em R$ 3,09 por libra-peso, acumulando queda de 2,8% em 
relação ao mesmo período do mês passado. Quando se compara a igual momento 
do ano passado ainda conta com alta de 31,5%. No interior do Mato Grosso os 
preços atuais garantem uma margem de 16,8% em relação ao custo de produção.
 
 
    Mesmo com a recente queda os preços domésticos seguem acima da paridade 
de exportação. O produto nacional é indicado a 84,06 cents de dólar por 
libra-peso (c/lb) no porto de Santos/SP. Esse valor supera a cotação do 
contrato de maior liquidez em Nova York em 5,2%. Há um mês estava em 77,97 
c/lp e estava 4,11% abaixo do produto norte-americano. Essa inversão resulta de
uma desvalorização acumulada de 9,7% do dólar em relação ao real e de uma 
queda de 2,12% na Ice Futures.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais baixos nos contratos mais próximos e mais negociados.
 
    Segundo traders, a boa evolução da colheita nos Estados Unidos trouxe 
pressão sobre as cotações. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos 
(USDA) divulgou ontem relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de 
algodão. Até 14 de outubro, a área colhida era apontada em 32%. Em igual 
período do ano passado, o número estava em 30% e a média dos últimos cinco 
anos é de 25%. Na semana passada, o número era de 25%. 
 
    Dezembro fechou o dia a 78,33 centavos de dólar por libra-peso, com 
desvalorização de 0,39 centavo, ou de 0,5% na comparação com o dia anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,40%, cotado a R$ 
3,7180 para a compra e a R$ 3,7200 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6930 e a máxima de R$ 3,7320.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Milho apresenta baixas no Brasil com maior oferta e dólar fraco

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de milho teve 
uma terça-feira de cotações de estáveis a mais baixas. A melhora na oferta 
com os compradores em posição mais confortável e as baixas do dólar mantêm 
o mercado sob pressão. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o 
mercado permanece apoiado na decisão de venda do produtor, que nos últimos 
dias têm optado por aumentar as negociações. "O cenário cambial foi fator 
determinante para esta situação, com os preços nos portos cedendo de R$ 42,00
a saca para o posicionamento atual, entre R$ 3600/37,00", avalia. 
"Importante ressaltar que os principais consumidores de milho do país ainda 
indicam para uma posição confortável de seus estoques", conclui.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 36,50/37,00 a 
saca na base de compra.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,00 / 35,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 35,50 - R$ 36,50 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,50/42,50 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 - R$ 35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, 
preço esteve em R$ 28,00/30,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre
 R$ 23,00/256,00 a saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de 
lucros, avaliando o bom andamento da colheita norte-americana de milho.
 
    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório
sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 14 de outubro, a 
área colhida estava em 39%. Em igual período do ano passado o número era de 
27%. A média para os últimos cinco anos é de 35%. Na semana anterior, o 
percentual era de 34 pontos.
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,75 1/4, 
recuo de 3,00 centavos de dólar, ou 0,79%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,87 1/4 por bushel, baixa de 3,00 
centavos de dólar, ou 0,76%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,40%, cotado a R$ 
3,7180 para a compra e a R$ 3,7200 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6930 e a máxima de R$ 3,7320.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 
 
 

MERCADO: Preços do boi gordo caem e pecuaristas se afastam

 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O mercado físico do boi gordo teve
preços predominantemente mais baixos nesta terça-feira. Segundo o analista de
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, frigoríficos continuam testando 
o mercado, enquanto que o fluxo de negócios diminuiu após a queda dos preços 
diante de uma já esperada relutância dos pecuaristas em negociarem nestes 
níveis. 
 
   "A oferta de animais terminados ainda é restrita e esta é uma 
característica que deve se manter no mercado pecuário brasileiro até a 
entrada mais volumosa de animais de safra, o que deve acontecer apenas no 
primeiro trimestre de 2019", pontuou Iglesias. 
      
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 154,00 a arroba, estável na 
comparação com ontem. Em Minas Gerais, preço de R$ 150,00 a arroba, ante R$ 
151,00 a arroba. No Mato Grosso do Sul, preço de R$ 147,00 - R$ 148,00 a arroba
em Dourados, estável. No Mato Grosso, preços a R$ 136,00 a arroba, estáveis.
 Já em Goiás, preços a R$ 143,00 a arroba, ante R$ 144,00 a arroba.
 
     Atacado
 
    Já o mercado atacadista teve preços estáveis. "O ambiente de negócios
está enfraquecido em uma semana caracterizada por um menor apelo ao consumo. 
Com isso, a reposição entre atacado e varejo torna-se menos efetiva, com 
possibilidade de queda nos preços a partir do próximo final de semana", 
apontou Iglesias. 
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 11,80 por quilo, estável. O corte 
dianteiro passou seguiu em R$ 8,60 o quilo. Por sua vez, a ponta de agulha 
permaneceu em R$ 8,20 por quilo.
 
     Câmbio
 
O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,40%, cotado a R$ 3,7180 
para a compra e a R$ 3,7200 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana
 oscilou entre a mínima de R$ 3,6930 e a máxima de R$ 3,7320.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Etanol tem preços entre estáveis a mais baixos em Ribeirão Preto

 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O mercado físico de etanol teve um
dia de preços entre estáveis a mais baixos em Ribeirão Preto (SP). O etanol 
hidratado permaneceu em R$ 2,24 o litro, enquanto que o anidro caiu 0,95%, 
passando de R$ 2,10 o litro para R$ 2,08 o litro. 
 
   Em Paulínia, o hidratado teve queda de 0,43%, com o preço passando de R$ 
2,31 para R$ 2,30 o litro. Em Araçatuba, a terça-feira foi de alta, com o 
hidratado avançando 0,45%, ao sair de R$ 2,22 para R$ 2,23 o litro. 
Nas demais regiões, preços ainda estáveis, como é o caso de Pirassununga em 
R$ 2,27 o litro, em Presidente Prudente em R$ 2,23 o litro assim como em 
Piracicaba, com preços nesta mesma faixa de negociação. Em São José do Rio 
Preto preços também firmes em R$ 2,27 o litro. Porém, em Catanduva foram 
registrados ganhos de 0,45% para o hidratado, que saiu de R$ 2,22 para R$ 2,23 o
 litro. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, a presença 
compradora tem sido mais forte na formação de preços diante da redução, 
ainda que muito gradual, da atratividade do hidratado frente a gasolina. 
Esta pressão de baixa ocorre diante da queda observada na cotação do barril 
de petróleo tipo Brent negociado em Londres, que saiu da faixa de US$ 86,00 
para o patamar atual de US$ 81,00 o barril entre a semana passada e a atual, 
junto a um movimento de valorização do real frente ao dólar, que saiu da 
faixa de R$ 3,75 para o novo patamar de R$ 3,72. 
 
   Estes dois movimentos induzem a ajustes de baixa nos preços da gasolina no 
mercado interno, porém, ainda em ritmo muito moderado na relação de vantagem 
que o hidratado apresenta frente ao combustível fóssil.
 
   "Prova disto é a elevação de estados em que o biocombustível é mais 
vantajoso que a gasolina que passou de sete para sete unidades da federação 
quem que abastecer etanol é mais vantajoso que gasolina, isto sem falar em mais
três estados em que esta relação de 70% se encontra muito próxima de ser 
atingida o que, por si só, já induz os consumidores finais a optar pelo 
etanol.", apontou Muruci. 
 
     Fabio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Soja teve preços pouco alterados no Brasil nesta terça-feira

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de soja teve 
uma terça-feira de preços pouco alterados. A combinação de queda para a 
oleaginosa na Bolsa de Chicago com baixa do dólar pressionou os valores no 
Brasil. Com isso, não houve negócios relevantes no dia, com o foco dos 
produtores no plantio da safra de verão.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 88,00. Na região
das Missões, a cotação seguiu em R$ 87,50. No porto de Rio Grande, os 
preços se mantiveram em R$ 93,00. 
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço recuou de R$ 86,50 para R$ 86,00 a saca. 
No porto de Paranaguá (PR), a saca passou de R$ 93,00 para R$ 92,50.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 78,00 para R$ 78,50. Em Dourados
(MS), a cotação passou de R$ 81,00 para R$ 81,50. Em Rio Verde (GO), a saca 
ficou estável em R$ 81,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. Após atingir ontem o 
maior nível desde 21 de agosto, o mercado realizou lucros. 
 
    O ritmo da colheita nos Estados Unidos segue no foco do mercado. Dados de 
ontem do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgados ontem 
indicam atraso na colheita e piora nas condições das lavouras na última 
semana, devido o excesso de chuvas. 
 
    Até 14 de outubro, a área colhida estava apontada em 38%. Em igual 
período do ano passado, a colheita era de 47%. A média é de 53%. Na semana 
passada, o percentual era de 32 pontos. Segundo o USDA, até 14 de outubro, 66% 
estavam entre boas e excelentes condições, 23% em situação regular e 11% em 
condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, os números eram de 
68%, 22% e 10%, respectivamente. 
 
    Para essa semana, no entanto, a previsão é de clima favorável. E a 
expectativa de que os trabalhos voltem a ganhar ritmo ajudou a pressionar 
Chicago. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de
6,75 centavos de dólar a US$ 8,84 3/4 por bushel, com desvalorização de 
0,75%. A posição janeiro teve cotação de US$ 8,99 1/4 por bushel, perda de 
6,50 centavos de dólar (0,71%) em relação ao fechamento anterior.
 
    Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com perda de US$ 
4,70 (1,43%), sendo negociada a US$ 322,30 por tonelada. No óleo, os contratos 
com vencimento em dezembro fecharam a 29,66 centavos de dólar, com baixa de 
0,10 centavo ou 0,33%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,40%, sendo 
negociado a R$ 3,7180 para compra e a R$ 3,72 para venda. Durante o dia, a moeda
 norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6930 e a máxima de R$ 3,7320.
 
     Agenda
 
- Reino Unido:  O índice de preços ao consumidor de setembro será publicado 
às 5h30 pelo departamento de estatísticas.
 
- Reino Unido:  O índice de preços ao produtor de setembro será publicado às
 5h30 pelo departamento de estatísticas.
 
- Eurozona:  A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de setembro 
será publicada às 6h pela Eurostat.
 
- A FGV divulga às 8h os dados do Indice Geral de Preços - 10 (IGP-10) 
referentes a outubro. 
 
- EUA: a posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada 
será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).
 
- EUA: a ata da última reunião de política monetária será publicada às 15h
 pelo Federal Reserve.
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CÂMBIO: Dólar fecha em queda com apostas de vitória de Bolsonaro e exterior

 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O dólar comercial fechou em queda 
de 0,40%, negociado a R$ 3,7200 para venda, depois de operar abaixo dos R$ 3,70,
no menor valor intraday desde 6 de agosto (R$ 3,6930). O otimismo prevaleceu no
mercado doméstico após os números da pesquisa Ibope confirmarem a larga 
vantagem do candidato Jair Bolsonaro, com 59% dos votos válidos, contra 41% de 
Fernando Haddad (PT). O bom humor também prevaleceu no exterior em dia de 
apetite ao risco. 
 
   "Os números do Ibope praticamente consolidam a vitória de Bolsonaro no 
segundo turno das eleições. Isso deixou o mercado mais uma vez animado, o que 
levou a moeda para baixo de R$ 3,70", comenta o economista-chefe da SulAmérica
 Investimentos, Newton Rosa. 
 
  O diretor de uma corretora de câmbio reforça que o mercado cambial reagiu a
um fluxo financeiro positivo por parte de investidores estrangeiros, "na 
esteira do aumento das apostas de vitória de Bolsonaro", acrescenta. 
 
   Para Rosa, amanhã é dia de cautela à espera da divulgação da ata da 
última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), no 
fim de setembro. "Todo mundo aguardando se a ata confirmará a continuidade da 
alta de juros", diz. O economista acrescenta que um leve viés de correção 
não é descartado após dois dias seguidos de queda. 
 
  Já o analista da Quantitas, Matheus Gallina, acredita que a moeda não deve 
se distanciar do nível de R$ 3,70 nos próximos dias. "Esse patamar é uma 
barreira psicológica importante. Sem a definição por completo das eleições 
e com uma certa neblina lá fora, não vejo tendência de mais quedas", 
reforça. 
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Café tem preços pouco alterados no Brasil com volatilidade em NY

 
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de café teve 
uma terça-feira de preços pouco alterados. Com a volatilidade da Bolsa de Nova
York pela manhã e as perdas depois os compradores ficaram mais cautelosos. 
Até houve um movimento interessante em algumas regiões, mas o mercado esteve 
bem regionalizado. Os produtores de menor porte se retraíram, dosando a oferta 
e algumas cooperativas aproveitaram para negociar nos melhores momentos do dia.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
atingiu R$ 435,00/440,00 a saca, estável.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 440,00/445,00, inalterado.
 
    O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 365,00/370,00 a saca, sem mudanças.
 
    Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
330,00/335,00 a saca, contra R$ 328,00/333,00 anteriormente.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta terça-feira com preços acentuadamente mais 
baixos.
 
    Após três sessões seguidas de ganhos, o mercado teve uma sessão de 
correção técnica com realização de lucros, que levou as cotações ao 
terreno negativo. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, as 
perdas foram basicamente técnicas. "Era para ter caído mais, mas conseguiu 
reagir das mínimas do dia", avaliou.
 
    O consultor observa que o mercado ainda está "dentro do movimento 
técnico de alta recente, mas esbarrou na resistência de US$ 1,20 a libra-peso 
quando subia", o que limitou os avanços. Ele destaca que o mercado carece de 
apoio fundamental, com os fundamentos seguindo baixistas ante a ampla oferta 
global. Para o consultor, estes recentes ganhos, que levaram o mercado 
praticamente de US$ 1,00 a US$ 1,20, basicamente são ligados a um movimento 
corretivo.
 
    O mercado segue muito atrelado ao câmbio, ao dólar contra o real e outras
moedas, além do ajuste de carteiras de fundos e especuladores. Essas recentes 
altas, para o consultor, não são consistentes porque não têm o amparo dos 
fatores fundamentais. 
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2018 fecharam o dia a 117,65 centavos 
de dólar por libra-peso, com queda de 1,70 centavo, ou de 1,4%. Março/2019 
fechou a 121,30 centavos, com desvalorização de 1,65 centavo, ou de 1,3%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,40%, cotado a R$ 
3,7180 para a compra e a R$ 3,7200 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6930 e a máxima de R$ 3,7320.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

CORREÇÃO/BIOCOMBUSTIVEIS: Etanol está mais competitivo em 7 estados e no DF

 
    Corrigindo o número de estados onde o etanol está mais competitivo que a 
gasolina. São sete estados e mais o Distrito Federal, e não seis, conforme 
publicado anteriormente.
 
    Porto Alegre, 16 de outubro de 2018 - O preço médio do etanol ficou mais 
caro na última semana no Brasil, assim como a gasolina. Com isso, o 
biocombustível está mais vantajoso que a gasolina em sete estados, além do 
Distrito Federal. 
 
    Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e 
Biocombustíveis (ANP), o preço do etanol ao consumidor ficou em R$ 2,914 o 
litro na semana de 07 a 13 de outubro, contra R$ 2,867 na semana anterior, alta 
de 1,63%.
 
   Nesta última semana, o estado do Acre teve o etanol mais caro do País na 
média: R$ 4,040 por litro. Em Rondônia, o preço máximo entre os estados 
brasileiros para o etanol foi verificado: R$ 4,800 o litro. 
 
   Em São Paulo, o preço médio do etanol ficou em R$ 2,746 o litro, contra 
R$ 2,685 da semana anterior, com alta de 2,3% e representando o menor preço do 
país. 
 
   Já o preço médio da gasolina no País ficou em R$ 4,722 o litro, contra 
R$ 4,700 o litro na semana anterior, com alta de 0,46%. 
 
    O preço do etanol equivaleu a 61,03% do preço da gasolina em São Paulo 
na última semana. No Mato Grosso, a relação de paridade está em 59,62%, em 
Goiás em 60,14%, em Minas Gerais, a 61,30%, no Paraná, a 65,38%, no Rio de 
Janeiro, a 67,94%, na Paraíba em 69,12% e, no Distrito Federal, a 68,67%. 
 
    Considera-se o etanol mais vantajoso que a gasolina quando a relação de 
paridade entre os preços está abaixo de 70%.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA