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CAFÉ: Minasul (MG) injeta R$ 140 mi na economia regional com mercado futuro

 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O reforço aguardado finalmente 
chegou para muitos produtores de café cooperados da Minasul. Somente nos 
últimos 30 dias, a fatura paga para centenas deles passa de 140 milhões de 
reais. Esses valores são para os cooperados que fizeram uso das ferramentas 
Barter e Mercado a Termo, que aos poucos vão se tornando mais conhecidas e 
caindo nas graças do produtor rural. Esses sistemas permitem travar vendas no 
Mercado Futuro por valores em sacas acima do mercado atual, tanto que muitos 
produtores estão recebendo por cafés, negociados nos últimos três anos, 
valores entre R$ 500,00 e até R$ 750,00, quase o dobro do mercado hoje.
 
   Todas as transações foram realizadas pela Minasul, que representa 
legalmente os produtores, no momento de bater o martelo. Essa segurança tem 
possibilitado que cada vez mais um número maior de produtores passe a aderir ao
formato e, inclusive com a possibilidade de transformar em dinheiro vivo, e na 
mão, um café que ainda é um projeto no próprio pé.
 
   Para a diretoria da Minasul, um recurso a mais, que tem permitido 
incrementar os negócios e propiciar mais liquidez ao produtor. Por ser uma 
ferramenta não usual, até bem pouco tempo ainda era vista com certa 
relutância por parte do produtor, tanto que o percentual deles que se 
utilizavam desta operação mal chegava a 2%.
 
   O tempo passou, foram realizados cursos sobre Mercado Futuro, palestras 
instrutivas e, sobretudo, a constatação de que outros produtores estavam a 
utilizando. Então, por que não tentar também? O fato é que os tímidos 2% 
já saltaram para 17% nos últimos dois anos. Nada mal em termos de crescimento.
Porém, a Minasul sabe que dá para crescer muito mais e fortalecer essas 
modalidades, à medida que aumentam o volume de cafés negociados e os valores 
em circulação.
 
QUESTÃO DE FAMILIARIDADE
 
   De acordo com o presidente da Minasul, José Marcos Rafael Magalhães, na 
região do Cerrado de Minas Gerais, onde esse sistema de negociação é usado 
há mais tempo, as transações no Mercado Futuro já correspondem de 40% a 50% 
do volume de comercialização de cafés. "É uma questão de costume, 
confiança, que aos poucos vai sendo implementada também por aqui, de uma forma
 muito natural", diz.
 
   O melhor de tudo é que os pagamentos efetuados este mês ao produtor vieram
a tempo, por exemplo, de fazer compras e aproveitar as ofertas à vista de 
insumos do agro comercializados na feira Compra Minas, realizada na semana 
passada pela Minasul. Capitalizados, muitos puderam aproveitar as superofertas 
concedidas para pagamentos à vista.
 
    Gastando menos para nutrir o cafeeiro, o produtor aumenta a sua margem de 
lucro na hora da apuração final, na colheita do ano que vem. Isso permite 
investimentos em novos plantios, aquisição de máquinas, etc. Mas muitos 
outros setores da economia da região, como casas de materiais de construção, 
concessionárias, segmentos de móveis, vestuário e calçados, certamente 
também sentirão o impacto positivo do giro desse capital.
 
PRODUTOR SATISFEITO
   O produtor Antônio Carlos Gonçalves Silva, da Fazenda Matutu, localizada 
entre Três Pontas e Varginha (MG), fez uma trava em Mercado Futuro pela 
primeira vez em janeiro deste ano. "Eu precisei de fertilizantes e resolvi 
testar este recurso. Recebi o valor adicional na sexta-feira, 13, um dia de 
sorte para mim, pois consegui um valor líquido maior do que o que conseguiria 
hoje como valor bruto", informa.
 
   Na sua avaliação, a modalidade foi excelente e outros cafeicultores 
deveriam experimentar. "Acho que é um terreno para se pisar com cautela como 
qualquer outro. O produtor deve fazer seus cálculos e não envolver um 
percentual muito grande da sua safra para não ficar descapitalizado depois, mas
sem dúvida é uma alternativa muito positiva para ser usada com 
inteligência", aconselha.
 
    As informações partem da assessoria de imprensa da Minasul. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

AGROPECUÁRIA: Norte e Nordeste têm recursos exclusivos no seguro rural

 
   Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - Até o mês de outubro, produtores 
de grãos das regiões Norte e Nordeste poderão acessar um recurso exclusivo de
R$ 20 milhões no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Em 
2018, a quantidade de apólices contratadas nas duas regiões representou apenas
1% do total do Programa, cobrindo 200 mil hectares. Com esse aporte, a 
estimativa é no mínimo dobrar o número de contratações em 2019.
 
    "Essa medida inédita visa fomentar a oferta de seguros e elevar o 
número de apólices contratadas nessas regiões e deve se repetir em 2020", 
explica o Diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da 
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Loyola.
 
    Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas 
perdas ao recuperar o capital investido na lavoura. Desde o ano de 2005, o 
governo federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro 
rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio).
 
    O produtor que quiser contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou
uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. 
Atualmente 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR.
 
     As informações partem da assessoria de imprensa da MAPA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

BIOCOMBUSTIVEIS: Etanol de milho cresce em ritmo acelerado

 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - As usinas que fazem etanol a 
partir de milho já existentes no país, aquelas que estão em implantação e 
os projetos de investimento já aprovados deverão ser capazes de garantir uma 
produção de 8 bilhões de litros do biocombustível na safra 2028/29, mas o 
volume poderá ser ainda maior caso se confirmem novos aportes que estão em 
discussão. Foi o que projetou ontem Henrique Ubrig, presidente da União 
Nacional do Etanol de Milho (Unem), durante a Novacana Ethanol Conference, 
conforme noticiou o Valor Econômico.
 
    Segundo ele, em 2020 a produção do biocombustível já poderá alcançar 
2 bilhões de litros, ante os 840 milhões de 2018. Para atingir a oferta 
prevista para 2028, calculou, a demanda das usinas para o milho deverá chegar a
20 milhões de toneladas. No ano passado, foram 2 milhões de toneladas do 
grão para a produção do biocombustível, e em 2020 Ubrig estima que a demanda
 dessas usinas pelo cereal já subirá a 6,2 milhões de toneladas.
 
    Conforme o dirigente, o maior desafio para o crescimento do etanol de milho
recai sobre a matéria-prima para garantir a geração de eletricidade 
necessária para manter as indústrias rodando. Hoje, a principal biomassa que 
abastece as caldeiras das usinas existentes é o eucalipto, mas a 
disponibilidade de florestas onde as indústrias estão é baixa.
 
   Segundo Ubrig, as empresas já em atividade estão investindo em plantio de 
eucalipto em locais que chegam a distar 200 quilômetros das usinas. Para 
garantirem a oferta necessária, as empresas do ramo precisarão plantar ao 
menos 100 mil novos hectares de eucalipto. "Dependendo dessa evolução [dos 
investimentos], a área poderá chegar a 300 mil hectares", disse.
 
    Mas esses investimentos levarão tempo para amadurecer. "As florestas 
estarão prontas em cinco ou seis anos. Será um período de dificuldade, mas 
logo mais teremos disponibilidade". Nesse meio tempo, algumas usinas poderão 
ter que recorrer a outras biomassas, como bambu e torta de algodão, que têm 
alta disponibilidade em Mato Grosso e baixo valor agregado.
 
   A FS Bioenergia, da qual Ubrig é presidente do conselho, vai começar a 
testar o uso de bambu, que cresce mais rápido que o eucalipto. "Vamos ver. 
Pode ter algum problema com caldeira". Outras usinas deverão ter que recorrer 
a florestas mais distantes. "Certamente haverá o ônus de buscar florestas 
longe, mas é por um período curto", defendeu ele.
 
   Por outro lado, milho está longe de ser um problema. O presidente da 
Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Sérgio Bortolozzo,
afirmou, no mesmo evento, que a produção do grão poderá passar de 101 
milhões de toneladas, na safra 2018/19, para até 150 milhões em dez anos. 
Isso sem avançar em novas áreas, apenas com o aumento do cultivo da safrinha. 
"Dos 40 milhões de hectares de grãos hoje, usamos 12 milhões para a 
safrinha. Com melhor tecnologia, podemos plantar até 30 milhões de hectares 
só de segunda safra".
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 2.172 sacas em 18/09

 
 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 18 de setembro de 2019 estão em 2.312.845 sacas de 60 quilos, com
incremento de 2.172 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem
 da ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Algodão cai no país seguindo novas perdas em NY

 
 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - A nova retração dos preços na 
Bolsa de Nova York resultou em recuo no mercado domésticos de algodão. No CIF 
de São Paulo a indicação ficou em R$ 2,45/libra-peso, o que corresponde a uma
queda de 0,24% em relação ao dia anterior. Comparado ao mesmo período do 
mês passado ainda acumula ganhos de 1,61%. No FOB do porto de Santos/SP a 
indicação ficou em 61,41 cents de dólar por libra-peso (c/lb). Esse valor é 
1,51% superior à indicação do contrato de maior liquidez na Ice Futures de 
Nova York (Dez/19). Há um mês era 3,9% superior. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, o ritmo dos negócios
no mercado disponível segue lento. "Os produtores mantêm o foco no 
processamento da pluma colhida e tem como primeiro objetivo a entrega para 
cumprimento de contratos antecipados. Na outra ponta as indústrias vêm 
adquirindo de forma pontual, aguardando que o aumento da oferta disponível 
oportunize melhores momentos para recompor estoques", indica.
 
 
 
NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais baixos nesta quarta-feira.
 
    O mercado voltou a ser pressionado pela desvalorização forte apresentada 
pelo petróleo. Colheita no Hemisfério Norte traz pressão sazonal também 
sobre as cotações. Mas, o principal fator tem sido mesmo o petróleo, e o 
mercado recua assim corrigindo recentes altas acumuladas. As informações 
partem de agências de notícias.
 
    Dezembro/2019 fechou a 60,50 centavos de dólar por libra-peso, com queda 
de 0,88 centavo, ou de 1,4%. Março/2020 fechou a 61,22 centavos, com 
desvalorização de 0,64 centavo, ou de 1,0%.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo 
negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 
4,1150.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 
 

MERCADO: Milho mantém cotações estáveis no país nesta quarta-feira

 
 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O mercado brasileiro de milho 
manteve cotações estáveis nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, enquanto o exterior perde força para 
qualquer movimento mais agressivo de alta para o milho, o mercado interno passa 
a ter maior independência, ensaiando descolamento do ambiente externo. "Isto 
em função de que os embarques na exportação continuam muito fortes e 
esvaziando situações de ofertas regionais. Depois, a condição climática 
começa a ter a sua atenção geral para a safra 2019/20 e que atua no curto 
prazo nas decisões de venda pelo produtor e na formação do preço interno",
 comenta.
 
    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 37,50/39,00 a saca. Em Santos,
 o preço girou em torno de R$ 38,50/40,00 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,50/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 
38,00/39,00 a saca.
 
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/37,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 30,00/31,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, 
preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado foi sustentado por um movimento de cobertura de 
posições, bem como pela expectativa de maior demanda pelo grão estadunidense.
 
    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,71 
1/4,  alta de 3,25 centavos de dólar, ou 0,88%, em relação ao fechamento 
anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,82 1/2 por bushel, ganho 
de 2,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo 
negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 
4,1150.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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EUA: Situação econômica pede ajustes moderados nos juros - Powell

 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O presidente do Federal Reserve 
(Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, disse que a situação 
econômica atual exige ajustes moderados, e não espera o uso de juros 
negativos.
 
    "O que pensamos estar enfrentando aqui é uma situação que pode ser 
tratada e deve ser tratada com ajustes moderados na taxa de juros", disse ele, 
em coletiva de imprensa após a decisão de política monetária.
 
   "Estamos observando atentamente para ver se é esse o caso. Se, de fato, a 
economia enfraquecer mais, então estamos preparados para ser agressivos e 
faremos isso, se for apropriado", afirmou ele.
 
   Com relação ao uso de juros negativos, ele disse que não é o caso para o
Fed. "Eu não acho que estaríamos usando taxas negativas", disse. "Taxas de
juros negativas são algo que analisamos durante a crise financeira e optamos 
por não fazer", afirmou, acrescentando que o Fed optou por orientações 
futurais mais agressivas e compras de ativos em larga escala.
 
   Ele disse ainda que não prevê uma recessão na economia dos Estados 
Unidos, acrescentando que o trabalho do Fed é ajustar sua política monetária 
ante riscos e apoiar a expansão da economia. Para Powell, as ferramentas do Fed
funcionam para lidar com os impactos das políticas comerciais. "Mais 
acomodação do Fed ajuda a manter perspectivas favoráveis". 
 
   Ao ser questionado sobre o momento de parar os cortes de juros, Powell disse
não ter uma resposta específica. "Estamos observando atentamente e chegará 
um momento quando acharmos que já fizemos o suficiente", disse ele. 
 
   "Haverá um momento em que a economia piorará e teremos que cortar de 
forma mais agressiva. Não sabemos, estaremos observando as coisas com cuidado. 
Os dados recebidos e a situação em evolução, isso guiará nossa orientação
 nesse caminho".
 
   Por fim, ele disse que há divergências entre os membros do comitê de 
política monetária, mas que considera isso saudável e benéfico. "Este é um
tempo de julgamentos difíceis. Como você pode ver, perspectivas diversas. 
Não vejo nada além de saudável em perspectivas diferentes".
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO:Com CBOT recuando e dólar avançando, soja permanece estável no país

 
 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O mercado brasileiro de soja 
manteve cotações estáveis nesta quarta-feira. A alta do dólar compensou a 
desvalorização da oleaginosa na Bolsa de Chicago (CBOT), o que determinou a 
estabilidade no mercado doméstico. E o dia foi calmo na comercialização, sem 
negociações relevantes.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 81,50. Na região
das Missões, a cotação seguiu em R$ 80,50. No porto de Rio Grande, preço 
estável em R$ 85,00.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou inalterado em R$ 81,00 a saca. No 
porto de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 85,00 a saca.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca se manteve em R$ 78,00. Em Dourados (MS), a 
cotação baixou de R$ 77,00 para R$ 76,50. Em Rio Verde (GO), a saca se manteve
 em R$ 78,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa pela segunda sessão 
consecutiva. O mercado voltou a realizar parte dos lucros acumulados 
recentemente. 
 
    A forte baixa do petróleo - que já recua cerca de 2% em Nova York - e a 
previsão de clima favorável em importantes regiões produtoras dos Estados 
Unidos contribuem para a correção. 
 
    O mercado também espera novidades sobre as negociações entre China e 
Estados Unidos, que marcou avanço na semana passada e garantiu os ganhos da 
semana anterior, com os chineses comprando 720 mil toneladas no mercado 
americano. 
 
    Os agentes também avaliam a decisão do Federal Reserve que cortou a taxa 
básica de juros dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, confirmando a 
expectativa do mercado. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de
5,00 centavos ou 0,55% em relação ao fechamento anterior, a US$ 8,88  por 
bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,02 1/4 por bushel, com perda
 de 5,00 centavos ou de 0,55%. 
 
    Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 
2,50 ou 0,85% a US$ 295,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento 
em dezembro fecharam a 30,00 centavos de dólar, alta de 0,01 centavo ou 0,03% 
na comparação com o fechamento anterior. 
 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo 
negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 
4,1150.
 
     Agenda de quinta
 
- Reino Unido: A decisão de política monetária será publicada às 8h pelo 
Banco da Inglaterra.
 
- Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, 9h30min.
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos 
Aires, 15hs.
 
- Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde.
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Preços do boi gordo continuam firmes com oferta restrita

 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O mercado físico de boi gordo 
segue com preços firmes. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando 
Henrique Iglesias, a oferta de animais terminados permanece restrita, oferecendo
um importante ponto de sustentação dos preços no mercado doméstico. Ao 
mesmo tempo, os frigoríficos de menor porte ainda se deparam com grande 
dificuldade na composição de suas escalas de abate. 
 
    "Já os frigoríficos de maior porte ainda desfrutam de uma posição de 
maior conforto, avaliando a incidência de contratos a termo e outras 
modalidades de parceria, além da utilização de confinamento próprio para 
suprirem suas necessidades de matéria-prima", assinalou Iglesias.
 
    Em São Paulo, preços a R$ 162,00 a arroba, contra R$ 160,00 a arroba 
ontem. Em Minas Gerais, preços de R$ 158,00 a arroba. No Mato Grosso do Sul, os
preços ficaram em R$ 151,00 a arroba, inalterados. Em Goiás, preço em R$ 
149,00 a arroba em Goiânia, inalterado. No Mato Grosso, preço de R$ 144,00 a 
arroba.
 
     Atacado
 
    No atacado, os preços da carne bovina ficaram inalterados. Conforme 
Iglesias, a tendência de curto prazo volta a apontar para a manutenção dos 
preços, avaliando o menor apelo ao consumo no decorrer da segunda quinzena do 
mês. "Por sua vez, o otimismo ainda é grande em relação as exportações 
com destino a China, avaliando que o surto de PSA ainda é grave, dizimando uma 
importante parcela do rebanho suinícola local", pontuou.  
 
    O corte traseiro seguiu em R$ 12,50 o quilo. O corte dianteiro ficou em R$ 
8,65 por quilo. Já a ponta de agulha permaneceu em R$ 8,50 por quilo.
 
    Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo 
negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 
4,1150.
 
    Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
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MERCADO: Café mantém estabilidade no Brasil, seguindo NY

 
 
    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 - O mercado físico brasileiro de 
café teve uma quarta-feira de preços estáveis. Apenas o conilon apresentou 
alguma modificação em Vitória, Espírito Santo. O mercado nacional replicou a
estabilidade verificada no fechamento do arábica na Bolsa de Nova York. O dia 
foi calmo na comercialização, com negócios pontuais apenas e voltados para 
grãos de qualidade mais baixa.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa ficou em R$ 
425,00/430,00 a saca, estável. No cerrado mineiro, o preço ficou em R$ 
430,00/435,00 a saca, inalterado.
 
    Já o café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 
20% de catação, teve preço de R$ 315,00/320,00, sem alterações.
 
    O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
278,00/283,00 a saca, contra R$ 275,00/280,00 de ontem.
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta quarta-feira com preços estáveis.
 
    O mercado teve uma sessão de muita volatilidade, oscilando bastante dentro
de margens mais estreitas. A queda do petróleo exerceu pressão sobre as 
cotações. Entretanto, tecnicamente mais uma vez o mercado encontrou suporte em
 US$ 1,00 a libra-peso. 
 
    Segundo traders, após as bruscas oscilações recentes, o mercado buscou 
uma consolidação. Indicações da volta de chuvas sobre o cinturão cafeeiro 
do Brasil, benéficas às floradas que vão resultar na safra do ano que vem, 
pressionaram o mercado. Mas é importante o suporte em US$ 1,00, sendo que 
abaixo disso há sinais de sobrevenda.
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2019 fecharam o dia a 100,35 centavos 
de dólar por libra-peso, com estabilidade. Março/2020 fechou a 103,95 cents, 
sem alterações.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo 
negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a 
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 
4,1150.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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