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TRIGO: Chicago reverte e cai no meio-pregão estendendo perdas de ontem

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - A Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) para o trigo opera com preços mais baixos no meio-pregão. Após reabrir
em alta, o mercado reverteu ao território negativo, estendendo as perdas da 
última sessão, quando atingiu o pior patamar desde abril, com o acirramento de
guerra comercial entre Estados Unidos e China. Compras de barganha por parte de
 fundos especuladores limitam as perdas até o momento.
 
    Os contratos com entrega em julho de 2018 estão cotados a US$ 4,74 3/4 por
bushel, baixa de 3,00 centavos de dólar, ou -0,62%, em relação ao fechamento
anterior. Os contratos com entrega em setembro/18 operam a US$ 4,87 por bushel,
 recuo de 2,50 centavos de dólar, ou -0,51%.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA

PETRÓLEO: Arábia Saudita tenta convencer produtores a elevar oferta

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - O ministro do Petróleo da Arábia 
Saudita, Khalid al-Falih, está realizando encontros com autoridades do Qatar e 
de outros países produtores para fazer frente à oposição do Irã à proposta
de aumentar a oferta da Organização dos Países Exportadores de Petróleo 
(Opep), segundo fontes familiarizadas com a situação. As informações são da
 agência de notícias "Dow Jones". 
 
    Al-Falih deve se reunir com representantes do Qatar e da Nigéria para 
convencê-los de que os produtores devem aumentar sua oferta em 500 mil barris 
por dia (bpd). Um membro do ministério saudita se reuniu ontem com autoridades 
argelinas e explicou que o aumento pode ser gradual e implementado no terceiro 
trimestre, de acordo com uma das fontes.
 
    A Arábia Saudita e a Rússia manifestaram o desejo de afrouxar o acordo 
alcançado em 2016 pela Opep e um grupo de produtores externos para drenar 2% da
oferta mundial, ou um total de 1,8 milhão de bpd, a fim de elevar os preços. 
Alguns países de consumo elevado, como os Estados Unidos, reclamaram e estão 
demandando mais petróleo, e a Opep teme que, se os preços subirem demais, 
possam reduzir a procura.
 
    Uma fonte iraniana disse mais cedo que seu país ainda pode participar de 
um pacto de produção se estiver convencido de que essa proposta não está 
relacionada às pressões dos Estados Unidos.
 
    A Opep se reunirá em Viena na sexta-feira para decidir se o cartel aumenta
sua produção. Posteriormente, o grupo se reunirá com a Rússia e com outros 
produtores externos. Com informações da Agência CMA.
 
     Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

AÇÚCAR: Mercado doméstico segue com preços firmes (áudio)

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - Acompanhe, no link abaixo, áudio do 
jornalista Fábio Rübenich, avaliando o comportamento do mercado doméstico de 
açúcar.
 
http://www.safras.com.br/SAFRASPodcast.asp
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

PETRÓLEO: Adesão de sauditas a produção maior é dúvida, diz Rússia

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - A Rússia segue sem saber se a Arábia 
Saudita vai concordar com um aumento de 1,5 milhão de barris por dia (bpd) no 
limite de produção de petróleo aplicado à Organização dos Países 
Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, segundo uma autoridade russa do
 setor de energia. As informações são da agência de notícias "Dow Jones".
 
    Rússia, Arábia Saudita e uma coalizão de outros 22 produtores devem se 
reunir no sábado para debater sobre a produção. A Opep e outros países 
produtores de petróleo estão há um ano e meio limitando a oferta e se 
comprometeram a manter a produção 1,8 milhão de barris por dia abaixo dos 
níveis observados ao fim de 2016. 
 
    O aumento pretendido pela Rússia na prática anula o acordo e esbarra na 
oposição do Irã, que é contrário a aumentos na produção. Isto colocou em 
dúvida se o grupo pode chegar a um acordo.
 
    Falando aos repórteres ao chegar a Viena para um seminário da Opep, o 
vice-ministro da Energia da Rússia, Alexei Texler, disse que aumentar a 
produção em 1,5 milhão de bpd "é nossa proposta e vamos discutir com 
outrosprodutores". "A Arábia Saudita conhece nossa proposta, mas concordar é
 diferente", disse Texler. Com informações da Agência CMA.
 
     Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

TRIGO: Brasil se moderniza e está pronto para maior demanda, diz pesquisa

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - Consolidada, a grande maioria da 
indústria processadora de trigo do Brasil é formada por grupos que estão há 
décadas no setor, com 40% deles atuando há mais de meio século, mas isso não
significa que o parque fabril está desatualizado e despreparado para um 
eventual aumento da demanda - pelo contrário.
 
    De um total de 67 empresas participantes de uma sondagem para traçar o 
perfil do setor, 45% investiram em modernização das unidades desde 2015, 
enquanto 31% realizaram investimentos na modernização dos moinhos entre 2010 e
 2014.
 
    "Quando a economia voltar a crescer, vai aumentar o consumo. O setor 
investiu sem ter maior demanda agora, mas está preparado para quando ela 
vier", disse o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria 
do Trigo (Abitrigo), Rubens Barbosa, ao comentar os resultados da pesquisa 
encomendada pela associação e antecipada à Reuters.
 
    As 67 empresas que participaram da pesquisa representam cerca de 85% da 
moagem nacional de trigo do Brasil, que tradicionalmente importa cerca de metade
 da matéria-prima utilizada na fabricação da farinha no país.
 
    O crescimento mais forte esperado na demanda, no entanto, ainda não deve 
ocorrer neste ano, comentou Barbosa, citando a economia brasileira vacilante e a
 greve dos caminhoneiros, cujos impactos são incertos.
 
    O consumo de farinha de trigo no Brasil teve ligeira retração de 0,4% em 
2017, somando um total de 8,4 milhões de toneladas, uma situação que tem sido
vista nos últimos anos, com a queda no poder aquisitivo em função dos 
problemas econômicos levando o brasileiro a rever hábitos de consumo.
 
    Contudo, segundo Ricardo Tortorella, diretor da Abitrigo, as dificuldades 
da economia nos últimos anos não impediram que o setor realizasse 
investimentos, até porque se trata de uma indústria consolidada - e 
saudável perto de outras- que trabalha com produtos básicos.
 
    "Mesmo com a crise, as empresas tiveram faturamento razoável", 
completou o diretor da Abitrigo, cuja pesquisa não detalhou o total de 
investimentos da indústria nos últimos anos.
 
    Segundo Tortorella, quando a renda da população voltar a aumentar de 
forma consistente, a indústria tem boas oportunidades de crescimento, até pelo
 fato de o consumo de trigo per capita do brasileiro ser relativamente baixo.
 
    A agroindústria do trigo, que responde por pouco mais de 20% do PIB da 
cadeia produtiva do cereal, de mais de 25 bilhões de reais (base 2016), ainda 
conta com uma capacidade ociosa de 28%, que poderia ser ativada para atender a 
um aumento da demanda. "O nosso empresário pode acelerar a atividade 
facilmente, quando tiver a retomada...", disse o diretor.
 
    Segundo a pesquisa da Abitrigo, a farinha industrial responde pela maior 
parte das vendas do setor (46%), realizadas para as indústrias de pães, 
massas, biscoitos, etc.
 
    A farinha doméstica responde por 29% das vendas, enquanto as farinhas para
pré-mistura, também utilizadas pelos setores de panificação e bolos, ficam 
com o restante dos negócios.
 
Mercado
 
    O presidente-executivo da Abitrigo afirmou que os produtores da Argentina 
-que de janeiro a maio responderam por 2,5 milhões de toneladas das 2,6 
milhões de toneladas de trigo importado pelo Brasil no período- voltaram a 
negociar após a turbulência econômica.
 
    Anteriormente, Barbosa havia afirmado que havia riscos de abastecimento de 
trigo argentino, com os produtores daquele país segurando vendas, o que poderia
 levar a mais compras fora do Mercosul.
 
    Ele comentou ainda que, com a colheita do Brasil começando em cerca de 60 
dias, os produtores e exportadores do país vizinho tendem a vender mais em 
busca de melhores negócios, antes que os brasileiros tenham acesso à nova 
safra, que está se desenvolvendo bem até o momento e pode vir com menores 
custos.
 
     As informações são da Agência Reuters Brasil.
 
    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência 
SAFRAS
 
 
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MILHO: Chicago cai com alta de imposto sobre etanol dos EUA pela China

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - A Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) para o milho opera com preços em queda no meio-pregão. O cereal 
reverteu o movimento de recuperação registrado mais cedo e passou a recuar 
depois que o ministério do comércio da China disse que o imposto de 
importação sobre o etanol de milho dos Estados Unidos irá aumentar de 45% 
para 70% a partir de 07 de julho. O movimento faz parte de uma ampla 
retaliação diante da recente imposição de tarifas dos Estados Unidos a bens 
chineses.
 
    Segundo traders ouvidos pela S&P Global Platts, o imposto de importação 
maior irá manter a janela de arbitragem fechada até o final de ano para as 
exportações de etanol de milho dos Estados Unidos para a China. 
 
    Os Estados Unidos são o principal fornecedor de etanol para a China, dando
conta de 85,8% dos 495 milhões de litros importados pelos chineses no primeiro
 trimestre desde ano. 
 
    A posição julho/18 opera com baixa de 5,00 centavos de dólar por bushel 
em relação ao fechamento anterior, ou -1,41%, cotada a US$ 3,48 3/4 por 
bushel. A posição setembro/18 está cotada a US$ 3,58 1/4 por bushel, baixa de
 5,00 centavos em relação ao fechamento anterior, ou -1,37%.
 
     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

ETANOL: China aumenta imposto para os EUA de 45% para 70%

 
    Porto Alegre, 20 de junho de 2018 - O ministério do comércio da China 
disse hoje que o imposto de importação sobre o etanol de milho dos Estados 
Unidos irá aumentar de 45% para 70% a partir de 07 de julho. O movimento faz 
parte de uma ampla retaliação diante da recente imposição de tarifas dos 
Estados Unidos a bens chineses.
 
    Outros produtos agrícolas como sorgo, soja em grão e trigo também foram 
sujeitos ao imposto adicional de 25 pontos percentuais.
 
    O imposto de importação maior irá manter a janela de arbitragem fechada 
até o final de ano para as exportações de etanol de milho dos Estados Unidos 
para a China, disseram traders. "Com 45% de imposto desde abril, a arbitragem 
já estava bem apertada. Agora, com 70%, podemos dizer que já era", disse um 
trader.
 
    Enquanto isso, os preços domésticos do etanol na China ainda não 
reagiram ao anúncio, uma vez que os participantes estiveram afastados do 
mercado devido a um feriado.
 
    Os Estados Unidos são o principal fornecedor de etanol para a China, dando
conta de 85,8% dos 495 milhões de litros importados pelos chineses no primeiro
 trimestre desde ano. 
 
     As informações partem do portal da S&P Global Platts.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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