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CAFÉ: Adido do USDA estima safra do Quênia 2018/19 em 850 mil sacas

 
 
    Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - A produção de café total no Quênia 
em 2018/19 (outubro/setembro) deverá chegar a 850 mil sacas, mesmo volume da 
safrinha anterior. A estimativa é do adido do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA). A safra deverá ser toda de café arábica, sem café 
robusta no país.
 
    Para o adido do USDA, o consumo no país em 2018/19 deverá ficar em 80 mil
 sacas, contra 65 mil sacas em 2017/18.
 
    As exportações totais do país deverão ficar em 2018/19 em 800 mil 
sacas, mesmo volume da temporada anterior.
 
    Os estoques finais de café da temporada 2018/19 estão projetados em 170 
mil sacas, mesmo volume de 2017/18.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

COMBUSTIVEIS: Maia quer redução de impostos e fim da Cide

 
   Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - Em resposta aos protestos convocados 
contra o aumento no preço dos combustíveis, o presidente da Câmara, Rodrigo 
Maia, defendeu, pelo Twitter, o fim da Contribuição de Intervenção no 
Domínio Econômico (Cide) e a redução de impostos como o PIS/Confins. "No 
curto prazo, o governo federal deve avaliar a possibilidade de zerar a Cide e 
diminuir o PIS/Cofins". Na avaliação de Maia, "os estados podem avaliar o 
mesmo para o ICMS".
 
     O presidente da Câmara defendeu que essas "são ideias de políticas 
compensatórias para enfrentar o momento atual. E estão distantes do 
congelamento de preços que vimos no passado".
 
Comissão geral
 
    Por meio de nota divulgada pela presidência da Câmara, Maia anunciou que 
os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis no país serão discutidos 
em uma comissão geral conjunta, no plenário da Câmara dos Deputados, na 
próxima quarta-feira (30).
 
    Segundo o documento, serão convidados para participar do debate 
representantes da Petrobras, de distribuidoras, de postos, do governo e 
especialistas do setor. O objetivo, segundo Maia, é buscar ações imediatas 
para enfrentar a crise geopolítica global que encarece os combustíveis.
 
 
     As informações partem da Agência Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

GRÃOS: Setor vê impacto limitado de paralisação de caminhoneiros

 
     Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - Rio Grande do Sul, Paraná, Santa 
Catarina, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia estavam 
entre os Estados com maior número de manifestações, segundo dados atualizados
até as 15h pela PRF, que não detalha se as interdições são totais ou 
parciais.
 
    Há protestos também em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, 
Rondônia, Pará, Tocantins, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
 
   Mais cedo, houve uma manifestação na chegada ao Porto de Santos (SP), que 
já perdeu força. Também ocorreu um protesto na BR-163, na altura de Cuiabá 
(MT).
 
    Tanto o terminal quanto à rodovia são importantes vetores para o 
escoamento da safra de grãos, em especial da colheita de Mato Grosso, principal
 produtor nacional.
 
    Por ora, contudo, entidades do setor avaliam que praticamente não há 
impacto sobre a programação de embarques pelo Brasil, que acaba de colher uma 
safra recorde de soja e se prepara para a colheita do chamado milho 
"safrinha".
 
   "Normalmente, essas paralisações são por tempo determinado. Elas teriam
de se prolongar por alguns dias para ter impacto nos embarques de grãos... 
Pode acabar atrasando os recebimentos, mas já não estamos no pico de safra (de
soja)..., o que dá um pouco de folga", disse o assistente-executivo da 
Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Lucas Trindade.
 
    O gerente de economia da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos 
Vegetais (Abiove), Daniel Amaral, também avalia que o "movimento pacífico"
não atrapalha as atividades de escoamento do setor, que depende fortemente de 
estradas para transportar a produção até os portos.
 
    "Há um ponto ou outro com tentativa de bloqueio, mas muito localizado. O
que estamos vendo é paralisação no sentido de os caminhoneiros não quererem
 pegar fretes. São poucos bloqueios de via", disse.
 
    O Brasil é o maior exportador mundial de soja e um dos principais de 
milho.
 
DIESEL EM ALTA
 
   Procurada, a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), que organiza 
a greve, afirmou que a maior parte das interdições é parcial, ou seja, não 
fecha completamente as vias.
 
    O movimento cobra do governo reduzir a zero a carga tributária sobre o 
diesel, principal combustível consumido no país.
 
    Uma reunião com ministros no final do dia, no Palácio do Planalto, deve 
discutir o assunto. No meio da tarde, caminhoneiros realizavam um buzinaço em 
Brasília para chamar a atenção para o tema.
 
    Desde que a Petrobras implantou em julho passado um sistema de reajustes 
mais frequentes de preços dos combustíveis, para refletir cotações 
internacionais do petróleo e do câmbio, tanto o diesel quanto a gasolina 
tiveram aumentos de quase 50 por cento nas refinarias da empresa.
 
   Apesar dos protestos, a Petrobras anunciou nesta segunda-feira um novo 
aumento no preço do diesel e da gasolina nas refinarias.
 
    "A Abcam entende o novo aumento do combustível como um desaforo a todos 
os trabalhadores brasileiros. Mas ela entende que essa atitude só fortalece as 
paralisações da categoria e incentiva que outros grupos de trabalhadores 
também passem a aderir o manifesto", disse o presidente da Abcam, José da 
Fonseca Lopes.
 
    Já o setor de combustíveis afirma que boa parte do preço na bomba 
decorre da elevada carga tributária, enquanto a Petrobras afirma que não tem o
 poder de formar os preços.
 
    A greve dos caminhoneiros acontece enquanto a Federação Nacional do 
Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que representa 
os donos de postos, apela por mudanças tributárias, afirmando que a política 
de preços da Petrobras está causando prejuízos ao setor.
 
    A última vez que os caminhoneiros promoveram protestos em âmbito nacional
foi no início de 2015, quando exigiram redução de custos com combustível, 
pedágios e tabelamento de fretes.
 
    Para o BTG Pactual, mudar a política de preços da Petrobras "não é a 
melhor opção".
 
    "A outra opção é reduzir impostos. O problema é o impacto negativo 
sobre as contas fiscais do Brasil", diz o banco, lembrando que há, por 
exemplo, algum espaço para reduzir a Cide (Contribuição de Intervenção 
sobre o Domínio Econômico), mas com pouco impacto real sobre os preços.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Milho abre semana atento a notícias do frio no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - O mercado interno de milho teve um dia
de ritmo modesto de negócios. As atenções estiveram voltadas para as 
notícias da passagem da massa de ar frio sobre as regiões produtoras, com o 
mercado aguardando mais informações sobre os efeitos da queda das 
temperaturas. A oferta segue limitada, dando sustentação ao mercado.
 
    No porto de Santos, o preço ficou entre em R$ 42,00/44,00 a saca de 60 
quilos para entrega na safrinha. No porto de Paranaguá, preço de R$ 41,50 a R$
43,50 No Paraná, a cotação ficou em R$ 40,00/41,00 a saca em Cascavel. Em 
São Paulo, o preço esteve em R$ 42,00/43,00 a saca na Mogiana. Em Campinas 
CIF, preço de R$ 44,50/45,00.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 em Erechim. Em Minas 
Gerais, preço em R$ 37,00/39,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 
35,00/36,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 29,00/30,00 a 
saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais altos. O mercado buscou suporte no acordo firmado entre os Estados Unidos e
a China no último sábado, após dois dias de reuniões em Washington. O país
asiático se comprometeu a comprar mais produtos agrícolas norte-americanos, 
assim como do setor de energia. As informações são da Agência Bloomberg.
 
    As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 
1.527.994 toneladas na semana encerrada no dia 17 de maio, conforme relatório 
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
 
    Na semana anterior, haviam atingido 1.578.124 toneladas. Em igual período 
do ano passado, o total inspecionado foi de 1.178.751 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 36.297.884 
toneladas, contra 41.951.140 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
 
    Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,02 3/4, alta de
0,25 centavos de dólar, ou +0,06%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição setembro de 2018 fechou a US$ 4,11 1/4 por bushel, ganho de 0,25 
centavo ou +0,06%.
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 1,36%, cotado a R$ 
3,6860 para a compra e a R$ 3,6880 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6820 e a máxima de R$ 3,7281. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

LOGISTICA: Protesto de caminhoneiros afeta operações no Porto de Santos

 
     Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - As operações de recepção e 
entrega de mercadorias nos terminais do Porto de Santos, o maior do Brasil, 
foram afetadas devido ao protesto de caminhoneiros iniciado nesta manhã de 
segunda-feira, de acordo com comunicado da administração portuária.
 
    "O acesso de veículos rodoviários de carga às instalações do Porto 
de Santos ficou comprometido pela ação dos manifestantes. O fluxo de acesso 
já apresentava, desde as primeiras horas da manhã, significativa redução em 
virtude do anunciado movimento", afirmou em nota o Porto de Santos.
 
    Segundo a administração do porto, as manifestações dos caminhoneiros, 
que demandam redução de impostos para aliviar os altos custos com o diesel, 
concentram-se no acesso de entrada às instalações do complexo portuário, na 
região da Alemoa.
 
    Apesar de impactar as operações portuárias, os protestos não causaram 
incidentes.
 
    O porto de Santos afirmou ainda que operações de carga e descarga de 
navios ocorrem normalmente, apesar de protesto de caminhoneiros, com alguns 
terminais contando com estoques.
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CAFÉ: USDA estima safra 2018/19 do Brasil em 60,2 mi scs

 
     Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - A safra de café do Brasil 2018/19 
deve atingir 60,2 milhões de sacas de 60 quilos, alta de 9,3 milhões de sacas,
ou 18 por cento, ante a temporada anterior, estimou adido do Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), de acordo com 
relatório divulgado nesta segunda-feira.
 
   As boas condições climáticas, tanto nas regiões produtoras de café 
arábica quanto nas de robusta, favoreceram o aumento da safra, com a 
produtividade chegando a 29,22 sacas/hectare, informou o USDA.
 
   No caso do arábica, a cultura está no ano positivo do ciclo bianual, que 
intercala períodos de altas e baixas produtividades.
 
    No entanto, as expectativas de ampla oferta de café fizeram com que os 
preços do café arábica caíssem 11 por cento, e os preços do robusta, 29 por
 cento, nos primeiros quatro meses de 2018 ante o mesmo período de 2017.
 
   Já a exportação de café brasileiro, segundo o USDA, deve ser de 35,33 
milhões de sacas em 2018/19, 4,91 milhões de sacas a mais do que no ano safra 
anterior, principalmente devido a expectativas de uma colheita maior.
 
   As exportações de café verde devem representar 32 milhões de sacas, 
enquanto as exportações de café solúvel estão estimadas em 3,3 milhões de 
sacas.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CLIMA: Acompanhe previsão do Inmet para próximos dias no Sudeste - Café

 
 
    Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - Acompanhe abaixo a previsão do 
Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a região Sudeste do Brasil nos 
próximos dias:
 
--------------------------------------------------------------------------
"22/05/2018
 
31
0
Umidade Max.: 90%
Umidade Min.: 25%
Direção do Vento: SE-NE-SW
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com geada no Sudoeste de Minas Gerais, na Serra da 
Mantiqueira e sul de São Paulo. Demais áreas claro a parcialmente nublado.
--------------------------------------------------------------------------
 
23/05/2018
 
32
2
Umidade Max.: 90%
Umidade Min.: 25%
Direção do Vento: SW-SE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com possibilidade de geada no Sudoeste de Minas 
Gerais e Serra da Mantiqueira em São Paulo. Chuvas isoladas no Rio de Janeiro. 
Demais áreas claro a parcialmente nublado.
--------------------------------------------------------------------------
 
24/05/2018
 
32
4
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 25%
Direção do Vento: SE-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Nublado com chuva isolada no Rio de Janeiro e faixa leste de São Paulo. Pode 
chover no noroeste, Jequitinhonha e Mucurí em Minas Gerais. Demais áreas 
parcialmente nublado. 
--------------------------------------------------------------------------
 
25/05/2018
 
33
5
Umidade Max.: 95%
Umidade Min.: 30%
Direção do Vento: SE-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Parcialmente nublado a nublado com chuva isolada no Espírito Santo, Rio de 
Janeiro e leste de São Paulo. Pode chover no Noroeste, Jequitinhonha e Mucuri 
em Minas Gerais."
--------------------------------------------------------------------------
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

CLIMA: Veja previsão do Inmet para Sul do Brasil - Café

 
 
   Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - Acompanhe abaixo a previsão do Instituto
 Nacional de Meteorologia (Inmet) para os próximos dias no Sul do Brasil.
 
     Segue a previsão:
 
--------------------------------------------------------------------------
"22/05/2018
 
23
0
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 35%
Direção do Vento: SW-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com geada no Sul do Paraná, Planalto Sul, Meio 
Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina, Campos de Cima da Serra e Encosta 
Superior do Nordeste e Planalto do Rio Grande do Sul. Demais áreas nublado a 
parcialmente nublado.
--------------------------------------------------------------------------
23/05/2018
 
23
0
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 35%
Direção do Vento: SW-NW
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com geada no Sul do Paraná, Planalto Sul, Meio 
Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (exceto na faixa 
leste). Demais áreas parcialmente nublado.
--------------------------------------------------------------------------
24/05/2018
 
24
-2
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 35%
Direção do Vento: SE-SW
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com geada no sul do Paraná, Planalto Sul, Meio 
Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul (exceto no 
litoral). Demais áreas parcialmente nublado. 
--------------------------------------------------------------------------
25/05/2018
 
24
1
Umidade Max.: 100%
Umidade Min.: 40%
Direção do Vento: SE-NE
Intensidade do Vento: Fracos/Moderados
Claro a parcialmente nublado com geada no Planalto Sul de Santa Catarina e no 
Rio Grande do Sul (exceto no leste). Demais áreas nublado a parcialmente 
nublado."
--------------------------------------------------------------------------
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2017 - Grupo CMA
 
 
 
 
 
 
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York inalterados em 21/05

 
 
    Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - Os estoques certificados de café nos 
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 21 de maio de 2018 estão em 2.015.278 sacas de 60 quilos, 
inalterados em relação ao dia anterior. As informações partem da ICE 
Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Algodão abre semana mantendo altas nas cotações no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 21 de maio de 2018 - A forte alta dos preços 
internacionais, combinada com a manutenção do dólar próximo a R$ 3,70 e a 
baixa disponibilidade de algodão no Brasil, resultaram em mais um dia de alta 
para os preços da fibra no mercado doméstico. Segundo o consultor de SAFRAS & 
Mercado, Élcio Bento, o acordo selado entre os Estados Unidos e a China, no 
sábado, em Washington, fez com que os contratos de algodão em pluma negociados
 em Nova York fechassem nos maiores patamares desde 18 de junho de 2014.  
 
    O país asiático se comprometeu a comprar mais produtos agrícolas 
norte-americanos. A China foi segundo maior importador de pluma dos Estados 
Unidos no ano passado, atrás penas do Vietnã. 
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta segunda-feira. 
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, notícias positivas 
sobre a situação comercial entre China e Estados Unidos garantiram 
sustentação a fortes ganhos. O avanço das negociações entre China e Estados
Unidos no final de semana levou a um acordo inicial para aliviar a tensão 
comercial entre os dois países. 
 
   Entre os compromissos assumidos pelo governo chinês está o de comprar mais
produtos agropecuários e do setor de energia dos Estados Unidos. O país 
americano é o principal fornecedor de algodão para a China.
 
    De acordo com Bento, a subida do petróleo contribuiu para os ganhos do 
algodão em NY.
 
    Julho/18 fechou o dia a 88,42 centavos de dólar por libra-peso, alta de 
1,87 centavo, ou de 2,2%. Outubro fechou a 85,80 centavos, com valorização de 
1,98 centavo, ou de 2,4%.
 
     Câmbio 
 
    O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 1,36%, cotado a R$ 
3,6860 para a compra e a R$ 3,6880 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6820 e a máxima de R$ 3,7281. 
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA