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SOJA: Colheita no Brasil atinge 24,4% da área - SAFRAS

 
 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - A colheita de soja atinge 24,4% da 
área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos 
até 23 de fevereiro. Na semana passada, o número era de 15,8%. Os trabalhos 
estão atrasados em relação a igual período do ano passado (34,3%) e também 
em relação à média histórica dos últimos cinco anos (29,5%).
 
     Acompanhe maiores informações no quadro abaixo: 
 
========================================================================
EVOLUÇÃO DA COLHEITA DE SOJA - BRASIL
- em % da área plantada -
----------------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               23/fev      16/fev      23/fev    Normal (x)
----------------------------------------------------------------------
     RS          0           0           3          1,0
     PR         13           4           31         35,2
     MT         58           45          55         50,5
     MS         30           16          42         37,8
     GO         33           13          65         41,4
     SP         15           5           40         22,0
     MG         20           11          28         20,0
     BA          0           0           2          4,2
     SC          0           0           0          2,8
    OUT          0           0           18         4,8
----------------------------------------------------------------------
 BRASIL (*)     24,4        15,8        34,3        29,5
----------------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada
Fonte: SAFRAS & Mercado
Copyright 2017 - Grupo CMA
-------------------------------------------------------------------------
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram 1.813 sacas em 23/02

 
 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 23 de fevereiro de 2018 estão em 1.890.548 sacas de 60 quilos, 
com queda de 1.813 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem 
da ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Milho tem sexta-feira de lentidão e preços firmes no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - O mercado brasileiro de milho 
pouco mudou no decorrer da sexta-feir. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, 
Fernando Henrique Iglesias, os consumidores seguem muito ativos, encontrando 
grandes dificuldades na composição de seus estoques. Os cerealistas e 
cooperativas em contraponto permanecem focados na colheita e no escoamento da 
soja.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 34,00 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 29,00/30,00 a saca em Cascavel. 
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 37,00.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 32,50/33,50 em Erechim. Em Minas 
Gerais, preço em R$ 32,00/33,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 
27,00/28,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 22,00/23,00 a 
saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços em
alta. O mercado buscou correção técnica, apesar de sinais de boa demanda 
pelos EUA. Mais cedo, os preços subiram sustentados pelo bom desempenho das 
vendas norte-americanas. Na semana, a posição março caiu 0,34%.
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 115.000 toneladas de milho ao 
Egito, com entrega na temporada 2017/18. 
 
    Além disso, o mercado repercutiu o desempenho das vendas líquidas 
semanais de milho para a temporada comercial 2017/18, que tem início no dia 1o 
de setembro, e que ficaram em 1.555.400 toneladas na semana encerrada 15 de 
fevereiro. O número ficou 21% inferior ao da semana anterior e 12% abaixo da 
média em quatro semanas. 
 
   Para a temporada 2018/19, foram mais 65.500 toneladas. Analistas esperavam 
de 1 milhão a 2,05 milhões de toneladas, somando as duas temporadas. As 
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
 
    Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,66 1/4, baixa 
de 0,50 centavo de dólar, ou -0,13%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição maio de 2018 fechou a US$ 3,74 1/2 por bushel, ganho de 0,25 centavo 
de dólar, ou -0,06%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Etanol fecha semana com cotações estáveis no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - O mercado físico de etanol teve 
uma sexta-feira de preços pouco alterados para o anidro e o hidratado nas 
principais regiões produtoras de São Paulo, o que já é um movimento habitual
da finalização da semana. Neste contexto, o anidro encerrou o dia firme na 
faixa de R$ 2,11 o litro enquanto o hidratado se manteve firme na faixa de R$ 
2,28 o litro, ambos com base em Ribeirão Preto.
 
    O destaque do dia foi por conta do relatório quinzenal da Única referente
a primeira metade de fevereiro. O ponto principal foi o volume de vendas de 
hidratado. Em linhas gerais podemos observar um cenário em que a moagem de cana
cresceu 36% na margem levando a um avanço na produção de anidro de quase 19%
e na de açúcar de apenas 4%. Colabora para este cenário a transformação de
anidro em hidratado que na quinzena anterior fora de 49,04 mil metros cúbicos 
e que nesta já soma 68,86 mil metros cúbicos totalizando 117,09 milhões de 
litros de anidro transformados em hidratado somente nas duas últimas quinzenas.
 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Açúcar fecha semana observando retomada da colheita no Centro-Sul

 
 
   Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - A atualização dos dados 
quinzenais da Unica referentes à primeira metade de fevereiro trouxe a 
reafirmação ao mercado de que a colheita da cana-de-açúcar no Centro-Sul do 
Brasil foi efetivamente retomada diante de dois crescimento consecutivos na 
moagem de cana após a forte queda da primeira metade de janeiro. Com isto, 
após iniciar o ano com uma colheita de 166 mil toneladas, a produção saltou 
para 420 mil toneladas ainda na segunda quinzena de janeiro de modo a chegar a 
574 mil toneladas agora na primeira metade de fevereiro.
 
    Embora os volumes sejam pequenos comparados com o ápice da atividade de 
safra, eles servem para evidenciar a retomada precoce da colheita em plena 
entressafra, como indica o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci. Isto 
ocorre diante dos prêmios elevados do hidratado que, frente ao açúcar de Nova
York remunera entre 38% a 45% mais e frente ao açúcar no mercado físico, 
entre 20% a 25% mais. Além disto, a demanda elevada por hidratado nas bombas 
eleva ainda mais a atratividade do biocombustível no mix de produção que 
chegou a 91% na primeira metade de fevereiro. 
 
   No mercado físico brasileiro, tanto no Nordeste quanto no Centro-Sul os 
preços continuam negativamente pressionados, diante dos estoques elevados das 
usinas [7,59 milhões de toneladas em todo o Brasil] e da demanda baixa das 
indústrias. 
 
    Em Santos, a saca de 50 kg de açúcar com até 150 Icumsa encerrou a 
sexta-feira estável negociada ao redor de R$ 52,00 [US$/cents 14,55]. Em 
Ribeirão Preto preços igualmente firmes negociados a R$ 52,00 [US$/cents 
14,55]. Embarcado em big bags ela é cotada em R$ 52,00 [US$/cents 14,55]. O 
açúcar com maior coloração, com 180 Icumsa, ficou cotado ao redor de R$ 
51,00 [US$/cents 14,27]. Produto com 200 Icumsa foi cotado na faixa de R$ 50,00 
[US$/cents 13,99]. O açúcar com 300 Icumsa oscilou ao máximo de R$ 49,00 
[US$/cents 13,71]. 
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US) para o açúcar bruto 
encerrou o pregão eletrônico desta sexta-feira com preços mais baixos. As 
cotações recuaram novamente diante das indicações de ampla oferta global, 
que seguem trazendo pressão sobre as cotações.
 
    Traders destacaram que é normal, como ocorreu nesta semana, movimentos de 
cobertura de posições vendidas e ajustes técnicos, que determinam 
recuperações. Entretanto, no longo prazo segue o sentimento baixista com a 
ampla oferta global.
 
    No balanço da semana, o contrato maio acumulou, ainda assim, uma alta de 
1,3%.
 
    Os contratos com entrega em maio/18 encerraram o dia a 13,46 centavos de 
dólar por libra-peso, baixa de 0,12 ct lb (-0,9%) em relação ao fechamento 
anterior. A mínima do dia foi 13,42 cents/lb, e a máxima 13,59 centavos.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
 
    Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Café fecha semana com estabilidade no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2017 - O mercado brasileiro de café teve 
uma sexta-feira de preços estáveis. O comportamento errático de Nova York 
para o arábica determinou a manutenção das cotações também no Brasil. A 
movimentação foi lenta, com os produtores ainda preferindo as negociações 
com grãos de qualidade média ou baixa, segurando os mais finos.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 430,00/435,00 a saca, estável.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 440,00/445,00, inalterado.
 
    O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais teve preço
 de R$ 390,00/400,00, sem mudanças.
 
    Já o conilon tipo 7 safra nova em Vitória, Espírito Santo, teve preço 
de R$ 315,00/R$ 318,00, estável.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações da sexta-feira com preços pouco alterados. A sessão 
foi bastante volátil e o mercado operou com bons ganhos em parte do dia, dando 
sequência à alta da quinta-feira. 
 
    Entretanto, perdeu terreno, não vencendo resistências e diante das 
indicações de uma grande safra brasileira. Sem novidades fundamentais, o 
mercado também não teve forças para maiores vôos. Segundo o consultor de 
SAFRAS & Mercado, Gil Barabach, o mercado demonstrou consolidar-se acima da 
importante linha de US$ 1,20, o que mostra o "fundo" do café arábica no 
momento.
 
     No balanço semanal, o contrato maio acumulou uma alta de 0,4%.
 
    Os contratos com entrega em maio/2018 fecharam o dia a 121,00 centavos de 
dólar por libra-peso, alta de 0,10 centavo, ou de 0,1%. Julho fechou a 123,15 
centavos, elevação de 0,15 centavo, ou de 0,1%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

PETRÓLEO: Preços sobem mais de 1% com redução de estoques globais

 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - Os preços dos contratos futuros 
de petróleo fecharam a última sessão da semana com mais de 1% de alta, 
apoiados por novas declarações de autoridades sauditas e pela interrupção do
 fornecimento líbio.
 
    "Os preços do petróleo subiram 1,3% hoje e consolidaram ganhos 
superiores a 3%. A demanda robusta por todos os derivados, incluindo gasolina e 
diesel, além da queda dos estoques globais apoiaram as cotações", disse o 
analista da FX Empire, David Becker. 
 
    Após oscilarem entre perdas e ganhos nesta manhã, os preços começaram a
se recuperar depois do fechamento do oleoduto El Feel, na Líbia, que 
transporta 70 mil barris por dia (bpd), alimentando a expectativa de redução 
de oferta pelo menos no curto prazo. 
 
    Também apoiou o avanço dos preços a declaração do ministro da Energia 
da Arábia Saudita, Kalih al-Falih, indicando que os estoques globais de 
petróleo devem cair ainda mais este ano. "O mercado de petróleo, claramente, 
está se reequilibrando e muitas agências estão documentando essa queda", 
disse Falih durante uma visita à India, segundo agências internacionais. 
 
    Com isso, o preço do contrato futuro do petróleo WTI negociado na Nymex 
com entrega para abril subiu 1,24%, a US$ 63,55 o barril, acumulando ganho de 
3,03% na semana. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent com 
entrega prevista para o mesmo mês avançou 1,39%, a US$ 67,31 o barril, 
terminando a semana com alta de 3,81%.
 
     As informações são da Agência CMA.
 
    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência 
SAFRAS
 
 
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MERCADO: Preços do algodão brasileiro avançam na semana

 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - O mercado doméstico esteve sem 
alterações significativas nas cotações durante a sessão desta sexta-feira, 
porém mostra avanços nos preços no encerramento desta quarta semana de 
fevereiro. No CIF de São Paulo, a libra-peso foi indicada a R$ 2,78, ante R$ 
2,74 no dia 15 de fevereiro. Em relação ao mesmo período do mês passado, 
ainda acumula queda de 1,77%, quando valia R$ 2,83.
 
    Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Gabriel Viana, o mercado segue sob
influências altistas vindas do mercado internacional em plena entressafra no 
Brasil. "O cenário é sensível ao comportamento internacional, cuja 
volatilidade continua sendo a principal característica", disse. 
 
    Segundo o levantamento de SAFRAS & Mercado, a produção brasileira de 
algodão em pluma deverá totalizar 1,950 milhão de toneladas em 2017/18, 
subindo 25,9% sobre o ano anterior, quando a safra ficou em 1,549 milhão. Na 
estimativa anterior, de 15 de dezembro, eram esperadas 1,635 milhão de 
toneladas. A área plantada deverá ser de 1,185 milhão de hectares, aumentando
25,9% sobre o total semeado em 2016/17, de 941,33 mil hectares. A indicação 
é de estabilidade na produtividade, que seguiria em 1.645 quilos por hectare.
 
     NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços acentuadamente mais altos nesta sexta-feira. Segundo traders, o 
algodão seguiu o movimento positivo do petróleo e o bom desempenho das 
exportações norte-americanas.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à 
temporada 2017/18, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 399.100 fardos na semana
encerrada em 15 de fevereiro. O número ficou 9% acima da semana anterior e 
superou em 40% a média das últimas quatro semanas. Para a temporada 2018/19, 
foram mais 177.200 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura 
dos Estados Unidos (USDA). No balanço da semana, o contrato maio acumulou uma 
alta de 5,4%.
 
    Maio/18 fechou o dia a 81,34 centavos de dólar por libra-peso, alta de 
1,87 centavo, ou de 2,3%. A mínima do dia foi de 79,37 cents e a máxima de 
81,42 centavos.
 
     Câmbio
 
   O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- O Tesouro divulga, às 10h, o relatório mensal da dívida pública referente 
a janeiro.
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 13hs. 
 
- O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 
divulga às 15h os dados da balança comercial em fevereiro até dia 23.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Soja tem preços mistos com negócios lentos por colheita no Brasil

 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - O mercado brasileiro de soja 
registrou movimentação mista nesta sexta-feira, com alguma lentidão devido ao
foco dos produtores na colheita. Os preços seguiram a mesma linha e estiveram 
mistos.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 72,50 para R$ 72,00. Na
região das Missões, a cotação desvalorizou de R$ 72,00 para R$ 71,50. No 
porto de Rio Grande, as cotações passaram de R$ 77,00 para R$ 76,50.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu em R$ 69,50 para R$ 69,00. No porto 
de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 77,00.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 65,00. Em Dourados (MS), a 
cotação seguiu em R$ 66,00. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 66,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam com preços mais altos para o grão e o óleo e mais baixos para
o farelo. O mercado opera próximo do melhor patamar em um ano, sustentado pela
 expectativa de corte na safra argentina por falta de chuvas.
 
    No acumulado da semana, os ganhos ficaram em 1,44% na posição março. 
Esta foi a terceira elevação semanal seguida. Por outro lado, os preços mais 
firmes estão deteriorando a demanda pelo produto norte-americano, o que fica 
evidente pelas péssimas exportações do país. As informações partem de 
agências internacionais.  
 
    As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à 
temporada 2017/18, com início em 1 de setembro, ficaram negativas em 109.100 
toneladas na semana encerrada em 15 de fevereiro - menor nível do ano 
comercial. O número foi bem abaixo da semana anterior e da média das últimas 
quatro semanas. 
 
    Para a temporada 2018/19, foram mais 222.100 toneladas. Analistas esperavam
entre zero e 1,250 milhão de toneladas, somando as duas temporadas. As 
informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados 
Unidos (USDA).
 
    Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 4,25 centavos de 
dólar, ou +0,41%, cotados a US$ 10,36 1/4 por bushel. A posição maio subiu 
4,25 centavos de dólar, ou +0,4%, US$ 10,47 1/2 por bushel.
 
    Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com recuo de US$ 
1,40 (-0,37%), sendo negociada a US$ 375,50 por tonelada. No óleo, os contratos
com vencimento em março eram cotados a 32,36 centavos de dólar por 
libra-peso, alta de 0,32 centavo de dólar ou +0,99%.
 
     Câmbio
 
   O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- O Tesouro divulga, às 10h, o relatório mensal da dívida pública referente 
a janeiro.
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 13hs. 
 
- O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 
divulga às 15h os dados da balança comercial em fevereiro até dia 23.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Frigoríficos ficam ausentes e pecuaristas retém boi gordo

 
    Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2018 - O mercado físico do boi gordo 
encerra a semana com alguns frigoríficos brasileiros se ausentando da compra de
gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no curto prazo. 
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os 
pecuaristas seguem em uma posição confortável, com pastagens em ótimas 
condições torna-se fácil a retenção. "As escalas de abate seguem 
encurtadas, todavia enquanto não houver uma contrapartida da carne dificilmente
haverá alta dos preços do boi gordo no mercado físico, salvo em uma ou outra
 exceção", observou.
 
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 149,00. Em Goiás, a arroba teve
preço de R$ 138,00. Em Minas Gerais, preço de R$ 141,00 a arroba. No Mato 
Grosso do Sul, preços de R$ 136,00 a arroba em Dourados. No Mato Grosso, 
preços a R$ 135,00 a arroba.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista seguiu pressionado no decorrer da sexta-feira. 
Iglesias destaca que a queda dos preços das proteínas concorrentes acaba 
pesando sobre a reposição no atacado, considerando a predileção do 
consumidor médio por proteínas mais acessíveis. "Este acaba sendo o 
principal limitador de altas mais agressivas no mercado físico", disse. O 
corte traseiro permanece cotado a R$ 11,65, por quilo. O corte dianteiro ainda 
é cotado a R$ 7,00, por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 6,80, 
por quilo.
 
     Câmbio
 
   O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,21%, cotado a R$ 
3,2400 para compra e a R$ 3,2420 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2340 e a máxima de R$ 3,2540. 
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,62%.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- O Tesouro divulga, às 10h, o relatório mensal da dívida pública referente 
a janeiro.
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 13hs. 
 
- O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) 
divulga às 15h os dados da balança comercial em fevereiro até dia 23.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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