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CAFÉ: Fundos reduzem posições líquidas compradas em NY - CFTC

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - A CFTC (Commodity Futures Trading 
Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders, com 
dados até 14 de janeiro para o café na Ice Futures US. O levantamento mostrou 
que os grandes fundos e grandes especuladores apresentavam uma posição 
líquida comprada (long) de 42.988 contratos, contra 44.140 contratos comprados 
na semana anterior.
   
    As empresas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, 
estavam com uma posição líquida vendida (short) de 48.843 contratos. 
 
    As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e 
negociadores locais, indicam uma posição líquida comprada (long) de 5.855 
contratos.
 
    Até 14 de janeiro, eram 290.882 contratos em aberto no mercado futuro de 
café arábica da ICE Futures US, com alta de 6.511 lotes na semana.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

CORREÇÃO/CAFÉ: Estoques dos EUA caíram 119.119 sacas em dezembro - GCA

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - Houve uma incorreção nos números
dos estoques de café da Green Coffee Association na matéria divulgada no dia 
17. Segue a íntegra da notícia já com a correção.
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - Os estoques norte-americanos de café
verde (em grão) caíram em 119.119 sacas de 60 quilos em dezembro na 
comparação com novembro, conforme relatório mensal da Green Coffee 
Association (GCA).
 
    O total de café verde depositado nos armazéns credenciados pela GCA em 31
de dezembro de 2019 chegava a 6.804.718 sacas, ante as 6.923.837 sacas em 30 de
 novembro.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 

CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 13.212 sacas em 17/01

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - Os estoques certificados de café nos
armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na 
posição de 17 de janeiro de 2020 estão em 2.115.340 sacas de 60 quilos, com 
aumento de 13.212 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da
 ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
 

AGENDA: Acompanhe os principais eventos do agronegócio na semana que vem

 
    Porto Alegre, 20 de janeiro de 2020 - Acompanhe abaixo os principais 
eventos ligados ao agronegócio e à economia na semana entre 13 e 17 de 
janeiro: 
 
-----Segunda-feira (20/01)
 
- O BC divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do mercado para a 
economia.  
 
- As bolsas norte-americanas ficam fechadas devido ao feriado do Dia de 
Martin Luther King.
 
- Balança comercial de janeiro - Ministério da Economia, 15hs. 
 
----Terça-feira (21/01)
 
- Japão: A decisão de política monetária será publicada na madrugada 
pelo Banco do Japão.
 
- A FGV divulga às 8h os dados da segunda prévia do Indice Geral de Preços - 
Mercado (IGP-M) referentes a janeiro. 
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras do Paraná - Deral, na parte da 
manhã. 
 
- Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 14hs.
 
-----Quarta-feira (22/01)
 
- O BC divulga às 14h30 os dados do fluxo cambial até a sexta-feira 
passada. 
 
 
-----Quinta-feira (23/01)
 
- O IBGE divulga às 9h os dados sobre o Indice Nacional de Preços ao 
Consumidor - 15 (IPCA 15) referentes a janeiro. 
 
- Eurozona: A decisão de política monetária será publicada às 9h45 
pelo Banco Central Europeu (BCE);
 
- A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada 
será publicada às 13h00 pelo Departamento de Energia (DoE).
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos 
Aires, 15hs.
 
- Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde.
 
 
-----Sexta-feira (24/01)
 
- Dados do desenvolvimento das lavouras da Argentina - Ministério da 
Agricultura, no início do dia.
 
- Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, na parte da manhã.
 
- Dados de desenvolvimento das lavouras do Mato Grosso - IMEA, na parte da 
tarde. 
 
     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Algodão fecha semana com cotações firmes no Brasil

 
 
   Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O mercado brasileiro de algodão 
encerrou a terceira semana de janeiro com preços 0,7% superiores aos do 
fechamento da anterior e atingiu o maior patamar desde 05 de julho de 2019. A 
indicação média no CIF de São Paulo ficou em R$ 2,71/libra-peso, acumulando 
ganhos de 0,9% em relação ao mesmo período do mês anterior. Quando se 
compara à igual momento do ano passado ainda amarga perdas de 8,2%. 
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, os compradores 
estão retornando ao mercado e têm reportado a dificuldade de encontrar pluma 
de alto padrão.  Na outra ponta, os produtores seguem na defensiva, acreditando
em momentos mais oportunos para negociar os lotes remanescentes da safra velha 
e neste momento mudam o foco das atenções para os trabalhos de plantio da 
safra nova e, quando percebem oportunidades, fecham negócios de safras futuras.
 
 
   "A recente firmeza das cotações pode ser creditada à alta expressiva 
que se verifica tanto no câmbio quanto na Bolsa de Nova York. O primeiro, 
voltou a se aproximar do patamar de R$ 4,20. A segunda, repercutindo a 
reaproximação entre os Estados Unidos e a China, ultrapassou a linha de 70 
centavos de libra-peso pela primeira vez desde maio de 2019. Essas duas 
variáveis combinadas aumentaram a competitividade da pluma brasileira, que 
sustentada pela paridade de exportação, pode seguir dentro da linha de 
tendência de alta iniciada em meados de agosto do ano passado", comenta. 
     
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços acentuadamente mais altos.
 
    A boa demanda pela fibra norte-americana, como mostraram os números das 
exportações semanais divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA), deu sustentação ao mercado. "A demanda interna 
norte-americana também dá sinais de firmeza, enquanto as vendas externas 
americanas no acumulado da temporada estão acima da média de 5 anos para o 
período", comentou o analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento. 
 
    No balanço semanal, o contrato março acumulou uma perda de 0,1%. No mês 
(e ano), o ganho acumulado chega a 2,9%.
 
    Os contratos com entrega em março/2020 fecharam a 71,25 centavos de dólar
por libra-peso, alta de 1,03 centavo, ou de 1,5%. Maio/2020 fechou a 72,19 
centavos, elevação de 1,00 centavo, ou de 1,4%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,62%, cotado a R$ 
4,1620 para compra e a R$ 4,1640 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1620 e a máxima de R$ 4,1950.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Milho encerra semana com cotações inalteradas no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O mercado brasileiro de milho 
encerrou a semana com preços inalterados. Segundo o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, alguns estados se deparam com um maior 
fluxo de negociações, avaliando a mudança de estratégia dos produtores, que 
passam a fixar volumes mais expressivos. "Essa situação ganha mais 
relevância em São Paulo e em Minas Gerais. Nos demais estados a morosidade 
ainda é grande", comenta.
 
   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 40,00/48,00 a saca. Em Santos, 
o preço girou em torno de R$ 41,00/50,00 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 45,00/46,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 48,00/49,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 
52,00/53,00 a saca.
 
   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 47,50/49,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 48,00/50,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 45,00/46,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, 
preço ficou a R$ 40,00/42,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível
 
 
     Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
acentuadamente mais baixos. O mercado buscou suporte em um movimento de 
cobertura de posições vendidas, em meio a fatores técnicos. Os investidores 
também aproveitam a proximidade do final de semana para efetuarem compras de 
barganha. Ontem, segundo a Agência Reuters, os preços atingiram os menores 
níveis em cinco semanas.
 
    Há a expectativa de que a China possa confirmar compras de grãos 
norte-americanos. A recente melhora na demanda para o cereal do país também 
garantiu suporte aos preços.
 
     Na semana, a posição março acumulou alta de 0,91%.
 
    Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,89 1/4, com 
alta de 13,75 centavos ou 3,66%. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,95 1/2 
por bushel, ganho de 12,75 centavos de dólar, ou 3,33%, em relação ao 
fechamento.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,62%, cotado a R$ 
4,1620 para compra e a R$ 4,1640 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1620 e a máxima de R$ 4,1950.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Dólar fecha em queda em dia volátil com dados da China e exterior

 
    Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O dólar comercial fechou em queda de
0,62% no mercado à vista, cotado a R$ 4,1640 para venda, em sessão de forte 
oscilação, mas com viés de queda. Na reta final dos negócios, a moeda 
acelerou as perdas renovando mínimas sucessivas acompanhando o movimento da 
moeda no exterior no qual perdeu valor para moedas de países emergentes. 
 
    "O dólar voltou a perder valor, acompanhando o movimento externo da moeda
que operou no modo perdedor, principalmente frente a maioria das divisas 
ligadas às commodities", comenta o diretor superintendente de câmbio da 
Correparti, Jefferson Rugik. 
 
    Na semana, a moeda norte-americana fechou em alta de 1,63%, mesmo com a 
assinatura da "fase 1" do acordo comercial entre Estados Unidos e China. 
 
    Ele destaca que, na primeira parte dos negócios, a moeda reagiu aos 
indicadores da China, como o Produto Interno Bruto (PIB) que registrou alta de 
6,1% em 2019. Os dados foram vistos pelos investidores como favoráveis. "Mas 
não deixou de exibir forte volatilidade ao longo de todo o pregão reagindo à 
continuidade de zeragem de posições vendidas por investidores e fundos 
estrangeiros.", diz Rugik. 
 
    Na segunda-feira, com o feriado nos Estados Unidos, analistas esperam um 
dia "mais morno", com menos liquidez, ressalta o analista da Quantitas, 
Matheus Gallina. "O dia terá uma agenda mais esvaziada. A não ser que tenha 
outro evento que compense os mercados fechados nos Estados unidos. Com isso, 
tende a ser uma sessão mais morna", comenta. 
 
    Ainda na agenda, tem a decisão de política monetária da China que pode 
refletir na abertura dos negócios das moedas emergentes. "Se houver redução 
da taxa de juros, isso traz a ideia de estímulo para a economia chinesa, o que 
é positivo. Os dados de hoje vieram bons e reduziram as apostas de 
desaceleração da economia do país asiático", acrescenta a economista para a
 América Latina da Coface, Patrícia Krause.
 
      As informações são da Agência CMA.
 
    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência 
SAFRAS
 
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MERCADO: Frigoríficos se ausentam estrategicamente da compra de boi gordo

 
   Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O mercado físico do boi gordo 
apresentou maior morosidade no decorrer da sexta-feira. Segundo o analista de 
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, diversos frigoríficos optam por 
se ausentar da compra de gado, avaliando as melhores estratégias de compra a 
serem adotadas no curto prazo.
 
    "A posição das escalas de abate no geral é confortável, situação 
que remete a continuidade do movimento de queda. A reposição entre atacado e 
varejo ainda acontece de maneira lenta, avaliando a descapitalização do 
consumidor médio durante o primeiro bimestre", explicou. 
 
   Em São Paulo, Capital, preços a R$ 193,00 a arroba para pagamento à 
vista, estáveis em relação à quinta-feira. Em Minas Gerais, preços de R$ 
187,00 a arroba, em Uberaba, contra R$ 188,00. No Mato Grosso do Sul, preços 
seguiram em R$ 183,00 a arroba, em Dourados. Em Goiás, o preço indicado seguiu
em R$ 185,00 a arroba em Goiânia. Já no Mato Grosso o preço ficou em R$ 
177,00 a arroba em Cuiabá, inalterado.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista voltou a se deparar com preços acomodados ao longo da
semana. "A tendência de curto prazo ainda remete a correção dos preços, 
avaliando a mudança do perfil de consumo no decorrer do primeiro bimestre. O 
movimento é natural, em um momento de descapitalização do brasileiro médio, 
às voltas com despesas corriqueiras a esse período do ano", disse Iglesias.
 
    Corte traseiro ainda é cotado a R$ 15,15. Corte dianteiro ainda é 
precificado a R$ 10,75, por quilo. Ponta de agulha permanece cotada a R$ 10,20, 
por quilo. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,62%, cotado a R$ 
4,1620 para compra e a R$ 4,1640 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1620 e a máxima de R$ 4,1950.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- O BC divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do mercado para a 
economia.  
 
- As bolsas norte-americanas ficam fechadas devido ao feriado do Dia de 
Martin Luther King.
 
- Balança comercial de janeiro - Ministério da Economia, 15hs.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Etanol mantém lentidão nos negócios no Brasil nesta sexta-feira

 
 
   Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O mercado físico de etanol teve uma
sexta-feira novamente caracterizada pelo reduzido volume de negociação 
observada entre usinas e distribuidoras. A expectativa da SAFRAS & Mercado é 
que a partir da quarta semana de janeiro alguma movimentação extra de demanda 
possa ser observada, podendo ganhar força ainda na quinta e última semana do 
mês. Isto porque os estoques recompostos ao longo da primeira e da segunda 
semana deverão estar mais reduzidos, embora não em uma velocidade que se 
espere. 
 
    Antes mesmo dos recentes ajustes negativos de 3% nos preços da gasolina, o
mercado de etanol já se encontrava saturado com os níveis de competitividade 
muito estreitos nas bombas, o que neutralizava a geração de demanda 
espontânea para o biocombustível. Logo, isto explica uma demanda na faixa de 
1,8 bilhão de litros no Centro-Sul em dezembro, segundo os dados mais recentes 
da Unica indicam. No fim da linha de raciocínio, isto reflete em uma queima 
mais lenta dos estoques de curto prazo das distribuidoras e a retomada bem mais 
gradual destas junto as usinas, o que limita a até impede ganhos sobre os 
biocombustíveis no curto prazo.
 
    Neste contexto o hidratado se manteve firme em R$ 2,50 o litro, com usinas 
tentando vender a R$ 2,53 mas sem sucesso. O anidro também se manteve estável 
em R$ 2,44 o litro com usinas tentando vender a R$ 2,45 e distribuidoras 
tentando comprar a R$ 2,43 o litro. No Paraná hidratado sem alteração em 2,48
o litro com usinas tendendo vender a R$ 2,52. Em Goiás, vendas de hidratado 
para fora do estado, com embarques a Minas Gerais e São Paulo estáveis a R$ 
2,50 o litro, com usinas tentando elevar os preços para R$ 2,57 o litro. 
Embarques ao Nordeste firmes em R$ 2,52 o litro. Hidratado para dentro do estado
em alta de 0,38% saindo de R$ 2,65 para R$ 2,66 o litro com usinas tentando 
vender a R$ 2,70 o litro.
 
    Anidro para fora do estado ainda sem referência atual, com a última 
indicação disponível em R$ 2,00 o litro, enquanto que, para dentro do estado 
firme em R$ 2,40 o litro com usinas tentando vender a R$ 2,45 o litro. Em Minas 
Gerais hidratado firme em R$ 2,50 o litro com usinas tentando elevar os preços 
para R$ 2,52 e distribuidoras tentando baixar para R$ 2,48 o litro. No Mato 
Grosso do Sul hidratado estável a R$ 2,45 o litro com usinas tentando elevar a 
R$ 2,48 o litro nas últimas indicações conhecidas.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

MERCADO: Em dia volátil, soja não tem negócios relevantes no Brasil

 
     Porto Alegre, 17 de janeiro de 2020 - O mercado brasileiro de soja teve 
uma sexta-feira volátil. Com o recuo do dólar e o avanço dos preços em 
Chicago, as cotações ficaram predominantemente estáveis no Brasil. Não foram
registrados negócios relevantes, levando em conta o foco sobre a colheita da 
oleaginosa.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 84,00 para R$ 84,50 a 
saca. Na região das Missões, a cotação passou de R$ 83,50 para R$ 84,00. No 
porto de Rio Grande, o preço valorizou de R$ 88,00 para R$ 88,50.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 84,00 a saca. No porto de 
Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 88,50.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 81,00. Em Dourados (MS), a 
cotação estabilizou em R$ 78,00. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 
81,00. 
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos. Em sessão volátil, o 
mercado sustentou um movimento de consolidação frente às recentes perdas. A 
forte alta do milho concedeu suporte às cotações. No acumulado da semana, a 
posição março para o grão caiu 1,72%.
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 
5,75 centavos de dólar, ou 0,62%, em relação ao fechamento anterior, a US$ 
9,29 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 9,43 por bushel, 
ganho de 5,75 cetavos, ou 0,61%.
 
    Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou estável a US$ 300,60 
por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 33,35 
centavos de dólar, alta de 0,32 centavo ou 0,96% na comparação com o 
fechamento anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,62%, cotado a R$ 
4,1620 para compra e a R$ 4,1640 para venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1620 e a máxima de R$ 4,1950.
 
     Agenda de segunda-feira
 
- O BC divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do mercado para a 
economia.  
 
- As bolsas norte-americanas ficam fechadas devido ao feriado do Dia de 
Martin Luther King.
 
- Balança comercial de janeiro - Ministério da Economia, 15hs.
 
     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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