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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York subiram 2.409 sacas em 14/12

 
 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 14 de dezembro de 2018 estão em 2.451.071 sacas de 60 quilos, com
aumento de 2.409 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da
 ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

MERCADO: Algodão fecha semana com boa recuperação nos preços

 
 
    Porto Alegre, 13 de dezembro de 2018 - O mercado brasileiro de algodão 
encerra nesta sexta-feira uma semana com boa recuperação nas cotações da 
pluma. Os bons volumes de exportação brasileiras têm dado suporte para os 
preços domésticos e compensam o leve recuo das cotações do algodão no 
mercado internacional na semana. 
 
    No CIF de São Paulo a indicação ficou em R$ 3,03/libra-peso, acumulando 
ganhos de 2,4% na semana e de 20,24% quando comparado a igual momento do ano 
anterior. A alta do dia também recebeu suporte da soma de alta do dólar e dos 
contratos de algodão na bolsa de Nova York, possibilitando ganhos ainda mais 
expressivos.
 
    Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços levemente mais altos nesta sexta-feira.
 
    Após recentes perdas, o mercado recebeu suporte de cobertura de posições
vendidas, com recuperação técnica. O movimento veio apesar da alta do dólar
contra outras moedas e da desvalorização do petróleo. O mercado monitora a 
movimentação da China, em busca de novas compras de pluma norte-americana por 
parte do país asiático. As informações partem de agências de notícias.
 
    Março encerrou o dia a 79,60 centavos de dólar por libra-peso, com alta 
de 0,19 centavo, ou de 0,2%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,9030 para a compra e a R$ 3,9050 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8900 e a máxima de R$ 3,9220.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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ETANOL: Descarbonização dos transportes depende de maior uso

 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - Durante a 34 Conferência das 
Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP24), em Katowice (Polônia), 
entidades ligadas à produção de biocombustíveis da Europa, Brasil e Estados 
Unidos propuseram que a mistura do etanol à gasolina em 10% (E10) ou mais deve 
ser incentivada para contribuir na redução das emissões de carbono no setor 
de transportes.
 
    O Relatório Especial das Nações Unidas do Painel Intergovernamental 
sobre Mudanças Climáticas (IPCC), divulgado em novembro de 2018, destacou a 
necessidade de triplicar o uso de biocombustíveis no setor de transportes até 
2030, com o objetivo de limitar o aumento da temperatura média do planeta em 
1,5oC. Os países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento 
Econômico) deveriam tornar compulsória a adição de pelo menos 10% do etanol 
à gasolina até o final de 2019. Os negociadores em Katowice encontraram 
evidências de que o setor de transportes está drasticamente atrasado.
 
    "O etanol já é o renovável que mais contribui para o progresso 
climático no transporte mundial. No entanto, existe uma grande oportunidade 
para sua maior aplicação em economias desenvolvidas e em desenvolvimento. O 
etanol (anidro) funciona de forma segura e eficiente em todos os veículos 
movidos à gasolina, reduz de 43% a 100% as emissões de gases causadores do 
efeito estufa se comparado ao combustível fóssil", afirma Craig Willis, da 
Growth Energy U.S.A.
 
    "O etanol não trouxe apenas redução de emissões nos transportes no 
Brasil, quando comparado a outros países, mas também trouxe independência 
econômica e desenvolvimento rural", declara Elizabeth Farina, presidente da 
União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).
 
    "A COP24 repetidamente enfatiza que conter a temperatura em 1,5oC depende 
muito mais do que se faz hoje em termos de redução de emissões", completa 
Eric Sievers, da Ethanol Europe.
 
    "Apesar de afirmar ser líder em questões climáticas, a Europa continua 
atrasada em seus esforços na descarbonização dos transportes, mesmo que agora
tenha soluções que reduzam emissões nos veículos. Para muitos países que 
têm problemas para resolver suas metas climáticas, o E10 causará um impacto 
imediato", afirma Emmanuel Desplechin, da ePURE.
 
    O E10 e misturas mais elevadas do biocombustível podem ser lançadas 
globalmente até 2030 para que os países alcancem suas metas e cheguem mais 
próximo ao objetivo climático, de aquecimento em até 1,5oC. Enquanto países 
mais desenvolvidos discutem de forma desnecessária a indústria do petróleo, 
estão deixando de produzir bilhões de litros de etanol. Brasil, Europa e 
Estados Unidos podem fornecer volumes necessários para implementação rápida 
e completa do E10 nos países da OCDE.
 
     As informações partem da assessoria de imprensa da UNICA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

ETANOL: Posição da ANP sobre venda direta traz insegurança jurídica -Plural

 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - Um relatório da reguladora ANP 
para venda direta de etanol hidratado das usinas aos postos traz insegurança 
jurídica para o setor de distribuição de combustíveis e também não 
representa o "processo correto" na análise do assunto, afirmou nesta 
sexta-feira o presidente da associação Plural, Leonardo Gadotti.
 
    Na véspera, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e 
Biocombustíveis disse que não há óbices regulatórios para a venda direta de
álcool, mas é preciso um equacionamento da questão tributária do PIS/Cofins
 e do ICMS.
 
    A avaliação partiu de um grupo de trabalho que analisou o tema, após uma
Tomada Pública de Contribuição (TPC) aberta pela ANP. O setor de 
distribuição também participou da consulta, segundo a reguladora.
 
    De acordo com Gadotti, a ausência justamente de definições acerca da 
parte tributária torna o processo incorreto, pois cria uma "regra definitiva 
provisória", abrindo espaço para problemas relacionados à sonegação de 
impostos, por exemplo.
 
    "De certa maneira, isso traz instabilidade para o mercado. O papel da 
agência, entre outros, é manter a preservação do ambiente concorrencial... 
Para esse setor interessa uma competitividade maior, mas em um ambiente 
concorrencial, em um mercado livre, que traga essa competitividade", destacou 
o presidente da Plural, entidade que responde pelas distribuidoras no país.
 
    Atualmente, tramita no Congresso uma proposta de reforma tributária 
apoiada pelo governo de Michel Temer com a unificação do PIS/Cofins e do ICMS,
com outros tributos, na forma de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A 
equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro também analisa a possibilidade do 
IVA, mas estuda outras abordagens.
 
   A venda direta de etanol por usinas aos postos, sem intermediação de 
distribuidores, é um pleito antigo de parte do setor sucroenergético 
brasileiro e ganhou maior apelo após os protestos de caminhoneiros, em maio, 
quando houve grande desabastecimento de combustíveis no país.
 
   Um projeto permitindo esse tipo de comercialização chegou a ser aprovado 
no Senado, mas na Câmara dos Deputados a resolução teve o pedido de urgência
 rejeitado este ano.
 
   O presidente da Plural avaliou ainda que o setor sucroenergético não 
dispõe de infraestrutura para distribuição de etanol e que o período de 
produção, durante a safra de cana, não abarca um ano todo, durando em torno 
de nove meses, de abril a dezembro.
 
    "Na hora em que se propor a atender o varejo, não terá produto para 12 
meses. A gente se preocupa com o movimento da agência (ANP), porque não 
conseguimos entender... Isso traz instabilidade jurídica, não foi oportuna, 
careceu de suporte técnico melhor", concluiu.
 
 
     As informações partem da Reuters Brasil. 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

AGRICULTURA: Maggi destaca abertura de mercados e desburocratização

 
   Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - Em balanço de sua gestão em dois 
anos e sete meses de governo, o ministro da Agricultura, Pecuária e 
Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi destacou que o ambiente do setor tornou-se 
mais dinâmico, desde então. Enumerou soluções trazidas aos produtores pelo 
Programa Agro+, criado logo após sua posse, abertura de mercados e mudanças no
sistema de fiscalização, entre outras iniciativas, além de falar sobre 
desafios que enfrentará sua sucessora Tereza Cristina.
 
    De acordo com o ministro, "1.070 ações foram realizadas no âmbito do 
programa Agro+, por meio de normativos, que contribuíram para desburocratizar a
atividade e para que fossem adequados à realidade atual". Isso, com a 
participação de 153 entidades representativas do agronegócio. 
 
    O fim da interferência política nos processos de fiscalização e a 
verticalização das funções nessa área é um dos legados da atual gestão, 
lembrou, destacando a participação de sua antecessora Katia Abreu que havia 
editado medida determinando o fim de nomeações políticas nas 
superintendências estaduais. Ainda na área de Defesa Agropecuária, "foram 
400 novos registros agroquímicos, aumentando as opções de produtos de uso 
agrícola". 
 
    Citou a criação do programa de Integridade do Mapa e estímulos aos 
empresários para que também elaborassem suas regras de compliance. 
Disse que as viagens internacionais, na maioria para a China e países árabes 
renderam resultados como a abertura de 30 novos mercados para 78 produtos 
brasileiros. A ampliação de mercados contribui para que neste ano seja 
superada a barreira de US$ 100 bilhões em exportações na pauta do 
agronegócio.
 
    Blairo Maggi incluiu feitos da área de gestão, comandada pelo seu 
executivo Eumar Novacki, como a economia de R$ 20 milhões em despesas de 
consumo (produtos e serviços), que permitiram realizar investimentos como a 
compra de 50 camionetes a serem utilizadas na fiscalização pelas 
superintendências. 
 
    Como desafio da sua sucessora, Maggi disse acreditar que a aglutinação de
novas atribuições, como assuntos fundiários e agricultura familiar, que 
serão incorporadas ao ministério, deverão dar mais trabalho. Comentou sobre a
Secretaria da Pesca, que "quando estava sendo possível organizá-la foi 
transferida do Mapa" e que, agora, também está voltando para a pasta.
 
    Destacou a importância de manter e ampliar mercados dos produtos do agro e
adiantou que a ministra deverá viajar logo no início para a China e países 
árabes, "que valorizam o contato pessoal, a conversa olho no olho, para 
mostrar que somos confiáveis."
     
    Disse ainda que cumprimentará o presidente eleito se ele realmente for 
contrário à mudança do nome atual do Ministério. Segundo o ministro, a 
mudança implicará em despesas elevadas já que deverão ser alterados 
certificados e embalagens da indústria. "Além disso, até os chineses que 
não falam português, se referem a pasta como Mapa. É assim que eles tratam o 
ministério".
 
     As informações partem da assessoria de imprensa do Mapa.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

MERCADO: Milho fecha semana com estabilidade no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - O mercado brasileiro de milho 
manteve preços pouco alterados nesta sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS 
& Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve praticamente parado, já em ritmo de
 feriado, ante as festividades de final de ano.
 
    No porto de Santos, a cotação ficou em R$ 38,00 a saca na base de compra.
 Em Paranaguá, R$ 37,00 a saca na base de compra
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/33,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,50/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de
 R$ 39,50/40,00 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/39,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 34,50/35,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 30,00/31,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 
25,00/26,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
levemente mais altos. O mercado buscou suporte nos sinais de boa demanda para o 
cereal norte-americano. A expectativa de que a China também possa retomar as 
compras do cereal do país também atuou como um fator positivo aos preços. 
Ainda assim, as perdas de outras sessões contribuíram para que a posição 
março acumulasse queda semanal de 0,19%.
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de 
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 125.000 toneladas de milho ao 
Japão. O produto será entregue na temporada 2018/19.
 
    Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil 
toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia tem que ser 
reportada ao USDA.
 
    Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,84 
3/4, alta de 0,50 centavo de dólar, ou 0,13%, em relação ao fechamento 
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,92 1/4 por bushel, ganho de 
0,50 centavo de dólar, ou 0,12%.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,9030 para a compra e a R$ 3,9050 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8900 e a máxima de R$ 3,9220.
 
     Lessandro Carvalho (lefabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 
 

AÇÚCAR: Fundos/especuladores seguram 25 mil posições compradas em NY

 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - A CFTC (Commodity Futures Trading 
Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders com 
dados até 11 de dezembro para o açúcar bruto na ICE Futures U.S. (Bolsa de 
Nova York). Os números do relatório revelam que os grandes fundos e 
especuladores possuíam até a data 24.755 posições líquidas compradas 
(long), contra 22.669 posições líquidas compradas (long) na semana anterior. 
 
    As casas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, 
estavam com uma posição líquida vendida de 47.060 contratos short.
 
    As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e 
negociadores locais, indicam que os especuladores estão comprados em 22.305 
contratos líquidos.
 
    Em 11 de dezembro, 816.921 contratos estavam em aberto no mercado futuro de
açúcar bruto da ICE Futures US, queda de 1.129 contratos em comparação à 
semana anterior.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

CAFÉ: Fundos e especuladores aumentam posições vendidas em NY

 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - A CFTC (Commodity Futures Trading 
Comission) divulgou os números do relatório de compromissos dos traders, com 
dados até 11 de dezembro para o café na Ice Futures US. O levantamento mostrou
que os grandes fundos e grandes especuladores apresentavam uma posição 
líquida vendida (short) de 39.808 contratos, contra 32.384 posições vendidas 
na semana anterior.
 
    As empresas comerciais, como indústrias, casas corretoras e comerciantes, 
estavam com uma posição líquida comprada de 33.095 contratos. 
 
    As posições não reportáveis, que representam pequenos especuladores e 
negociadores locais, indicam uma posição líquida comprada (long) de 6.713 
contratos.
 
    Até 11 de dezembro, eram 259.043 contratos em aberto no mercado futuro de 
café arábica da ICE Futures US, alta de 13.538 contratos na comparação com a
 semana anterior.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS 
 
Copyright 2018 - Grupo CMA
 

SOJA: Plantio chega a 98,8% no Brasil - SAFRAS

 
 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - O plantio da soja da safra 2018/19 
segue adiantado no Brasil e praticamente finalizado. Segundo levantamento de 
SAFRAS & Mercado, o plantio atinge 98,8% até 14 de dezembro. Na semana 
anterior, encerrada em 07 de dezembro, o plantio estava em 97%.
 
    Os trabalhos estão adiantados em relação ao ano passado, quando nessa 
época estavam em 97,6%. E também contra a média dos últimos cinco anos, que 
é de 96,4% para o período.
 
     Veja o quadro completo abaixo: 
 
==================================================================
EVOLUÇÃO DO PLANTIO DE SOJA - BRASIL
- em % da área esperada -
---------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               14/Dez      07/Dez      14/Dez    Normal (x)
---------------------------------------------------------------
     RS          98          92          97          92
     PR         100         100         100         100
     MT         100         100         100         100
     MS         100         100         100         100
     GO         100         100         100         100
     SP         100          99         100         100
     MG         100         100         100          99
     BA         100         100         100          93
     SC          99          97         100          98
    OUT          92          85          80          79
 BRASIL (*)     98,8        97,0        97,6        96,4
---------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Boi gordo continua com tendência de alta nos preços

 
    Porto Alegre, 14 de dezembro de 2018 - O mercado físico do boi gordo 
segue com preços firmes nas principais praças de produção e 
comercialização do Brasil. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando 
Henrique Iglesias, a tendência ainda remete a pontual alta dos preços no curto
prazo, avaliando que os frigoríficos já possuem boa parte da sua 
programação de final de ano definida, restando uma ou outra lacuna nas escalas
 de abate. 
 
    "Na primeira semana de janeiro pode haver espaço para limitado movimento
de alta, avaliando a necessidade de recomposição após um período de 
morosidade", disse Iglesias. 
    
    Em São Paulo, o preço seguiu em R$ 153,00 - R$ 154,00 a arroba. Em 
Minas Gerais, o preço permaneceu em R$ 149,00 - R$ 150,00 a arroba. No Mato 
Grosso do Sul, preço de R$ 148,00 a arroba, estável. No Mato Grosso, preços a
R$ 135,00 - R$ 136,00 a arroba, inalterados. Já em Goiás, preços a R$ 
144,00 a arroba, inalterados.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista teve preços estáveis. Conforme Iglesias, ainda há 
expectativa de preços mais altos no curto prazo diante das projeções que 
apontam para um grande consumo. "A tendência segue em um movimento mais 
consistente no corte traseiro, dada a predileção do consumidor médio por 
cortes nobres nessa época do ano. Para o primeiro bimestre o cenário muda de 
figura a partir da segunda quinzena de janeiro, com a população 
descapitalizada e com a entrada de animais de safra no mercado", apontou.
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 13,00 por quilo, inalterado. Por sua 
vez, o corte dianteiro permaneceu com preço de R$ 8,30 por quilo. A ponta de 
agulha seguiu com preço de R$ 8,00 por quilo.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$ 
3,9030 para a compra e a R$ 3,9050 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8900 e a máxima de R$ 3,9220.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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