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MERCADO: Algodão encerra semana com preços fracos no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 18 de outubro de 2018 - Os preços do algodão no Brasil 
encerraram a terceira semana do mês de agosto com preços 2,6% inferiores ao 
fechamento da anterior. As cotações sentem os reflexos da acomodação dos 
preços internacionais e da queda acentuada do dólar em relação ao real. Essa
combinação de fatores reduziu a competitividade da pluma brasileira do 
algodão e fez com que os vendedores priorizassem o mercado doméstico para dar 
sequência ao escoamento da maior safra da história, destaca o consultor de 
SAFRAS & Mercado, Élcio Bento. 
 
    No mercado cambial brasileiro a moeda norte-americana que há um mês era 
cotada a R$ 4,15, havia recuado para R$ 3,70 (-10,6%). O resultado disso é que 
enquanto o maior exportador mundial da fibra reduz seus preços, os vendedores 
brasileiros percebem um encarecimento do seu produto quando referenciado em 
dólar. No mesmo período do mês passado o algodão brasileiro era indicado a 
R$ 3,22/libra-peso no FOB do porto de Santos/SP. Com o câmbio daquele período 
correspondia a 77,61 c/lb, valor -1,2% inferior aos 78,52 c/lb do contrato de 
maior liquidez na Ice Futures. Na manhã desta sexta-feira o algodão nacional 
FOB exportação havia recuado para R$ 3,06 c/lb (-4,8%). Porém, com a 
movimentação cambial, quando indicado no padrão monetário norte-americano 
subia para 82,65 c/lb (+6,5%) e superava a cotação da Ice Futures (77,78 c/lb)
em 6,3%. Esses números mostram que a retração dos preços domésticos em 
reais não foi suficiente para anular a perda de competitividade gerada pela 
desvalorização cambial.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços moderadamente mais baixos nesta sexta-feira.
 
    O mercado foi pressionado no dia pelo fraco desempenho das vendas semanais 
americanas, segundo mostrou o relatório do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA). No balanço da semana, o algodão em NY acumulou uma 
baixa de 0,6% para o contrato dezembro.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à 
temporada 2018/19, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 32.700 fardos na semana 
encerrada em 11 de outubro. O número ficou 67% abaixo da semana anterior e 55% 
inferior à média das últimas quatro semanas. Para a temporada 2019/20, foram 
mais 24.200 toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos 
Estados Unidos (USDA).
 
    Dezembro fechou o dia a 77,92 centavos de dólar por libra-peso, com queda 
de 0,13 centavo, ou de 0,2% na comparação com o dia anterior.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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SOJA: Plantio chega a 27,5% no Brasil, seguindo adiantado - SAFRAS

 
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O plantio da soja da safra 2018/19 
segue adiantado no Brasil. Segundo levantamento de SAFRAS & Mercado, o plantio 
atinge 27,5% até 19 de outubro. Na semana anterior, encerrada em 11 de outubro,
 o plantio estava em 17,6%. 
 
    Os trabalhos estão adiantados em relação ao ano passado, quando nessa 
época estavam em 18,5%. E também contra a média dos últimos cinco anos, que 
é de 17,7% para o período.
 
     Veja o quadro completo abaixo: 
 
==================================================================
EVOLUÇÃO DO PLANTIO DE SOJA - BRASIL
- em % da área esperada -
---------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               19/out      11/out      19/out    Normal (x)
---------------------------------------------------------------
     RS          0           0           0           0
     PR          50          41          51          43
     MT          50          30          25          25
     MS          35          28          34          29
     GO          22          8           6           11
     SP          20          8           20          6
     MG          20          3           4           5
     BA          2           0           0           0
     SC          8           0           0           7
    OUT          0           0           0           0
 BRASIL (*)     27,5        17,6        18,5        17,7
---------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CANA-DE-AÇÚCAR: Desembolso para programa de renovação despenca

 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - Os desembolsos do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o Prorenova despencaram e 
caminham para fechar o ano abaixo do registrado em 2017, refletindo a crise do 
setor sucroenergético, embora a instituição já vislumbre uma melhora após 
modificações na linha de financiamento para renovação de canaviais.
 
    Um menor investimento nas plantações pode impactar a produtividade da 
próxima safra, cujo início oficial é em abril, eventualmente colaborando para
diminuir a disponibilidade de matéria-prima para fabricação de açúcar e 
etanol no Brasil, o maior produtor global de cana-de-açúcar.
 
    À Reuters, o banco informou que os desembolsos no primeiro semestre 
somaram apenas 25 milhões de reais, queda de 82 por cento na comparação 
anual. A primeira metade do ano geralmente concentra as operações, o que leva 
o BNDES a apostar em um resultado total para 2018 aquém dos 234 milhões de 
reais computados em 2017.
 
    "O número deve crescer ainda, mas não deve superar o do ano passado",
disse o gerente setorial do Departamento do Complexo Agroalimentar e 
Biocombustíveis do BNDES, Artur Yabe Milanez.
 
    Apesar de o banco considerar os desembolsos por ano civil, o Prorenova 
segue o calendário de ano-safra (julho a junho), em linha com o Plano Safra 
montado anualmente pelo Ministério da Agricultura. Tanto no ciclo anterior 
quanto no atual, a disponibilidade de recursos é de 1,5 bilhão de reais.
 
    O volume efetivamente repassado pelo BNDES vem caindo há alguns anos. Em 
2015, somou 554 milhões de reais, enquanto em 2016, 296 milhões. Desde que foi
lançado, em 2012, o Prorenova já desembolsou quase 5 bilhões de reais e 
viabilizou o plantio de mais de 1,5 milhão de hectares de canaviais, segundo o 
banco.
 
    A retração nos desembolsos se segue a anos de dificuldades financeiras no
 setor sucroenergético brasileiro.
 
    Recentemente atingida pela queda das cotações internacionais do açúcar,
a indústria encarou controle de preços da gasolina em governos anteriores, 
com impacto negativo na produção de etanol, o que resultou em dezenas de 
usinas fechadas e no envelhecimento das plantações.
 
RECUPERAÇÃO
 
    O BNDES já prevê uma melhora nesse cenário, com indústrias se 
recuperando e tendo no radar o RenovaBio, a nova política nacional de 
biocombustíveis. Fora isso, mudanças no Prorenova também respondem por essa 
avaliação.
 
    "Fizemos alterações para catapultar não só as operações diretas, 
mas também as indiretas, com agentes financeiros. Imaginamos que a partir de 
outubro, novembro, esses agentes passarão a encaminhar operações do Prorenova
para o BNDES", disse o chefe do Departamento de Canais de Distribuição e 
Parcerias do banco, Caio Araújo.
 
    Conforme ele, há 277 milhões de reais em operações do Prorenova 
protocoladas no BNDES, com os recursos saindo futuramente.
 
    Neste ano, o prazo de pagamento do Prorenova subiu para sete anos, de seis 
anteriormente, com o limite de financiamento passando para 80 por cento do valor
 do plantio por hectare, versus 60 por cento no programa anterior.
 
    Outra alteração importante foi a condição de operações diretas com o 
BNDES. "Antes as condições eram menos favoráveis para o intermédio. O que 
a gente fez foi aumentar a remuneração do agente financeiro", disse Araújo.
 
    O setor sucroenergético brasileiro vê como positivas as mudanças, mas 
diz que as dificuldades financeiras impedem, de fato, uma tomada maior de 
recursos.
 
   "Evidentemente, as empresas com dificuldades de operar com os bancos 
também terão dificuldades de operar diretamente com o BNDES. No entanto, as 
empresas têm se manifestado positivamente com as alterações efetuadas", 
afirmou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), 
Antonio de Padua Rodrigues.
 
   A entidade é a principal associação do segmento no centro-sul, região 
que responde por mais de 90 por cento do processamento anual de cana no país.
 
     As informações partem da Reuters Brasil.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Frigoríficos continuam pressionando preços do boi gordo

 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O mercado físico do boi gordo teve
preços de estáveis a mais baixos nas principais praças de produção e 
comercialização do país nesta sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & 
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem pressionando o 
mercado, principalmente no centro-norte do país. 
 
    "O Mato Grosso ainda opera em caráter de exceção, com mercado mais 
firme no estado. Os frigoríficos de maior porte devem continuar exercendo 
pressão de queda até o próximo período de virada de mês, avaliando o 
confortável posicionamento em suas escalas de abate. Mas a oferta de animais 
terminados segue restrita, abrindo possibilidade para movimentos mais 
consistentes de alta durante o último bimestre, período marcado pelo ápice do
 consumo", pontuou Iglesias. 
      
    Em São Paulo, o preço indicado foi de R$ 153,00, contra R$ 153 - R$ 
154,00 a arroba ontem. Em Minas Gerais, preço de R$ 150,00 a arroba, estável. 
No Mato Grosso do Sul, preço de R$ 146,00, estável. No Mato Grosso, preços a 
R$ 137,00 a arroba, inalterados. Já em Goiás, preços a R$ 143,00 a arroba, 
estáveis.
 
     Atacado
 
    O mercado atacadista teve preços estáveis. "É possível que os preços
voltem a ceder no curto prazo, avaliando o perfil de consumo mais tímido no 
decorrer da segunda quinzena do mês. No entanto, os preços devem encontrar 
espaço para alta durante a primeira quinzena de novembro, avaliando o 
recebimento dos salários", apontou Iglesias.
 
    O corte traseiro teve preço de R$ 11,65 por quilo. O corte dianteiro 
seguiu em R$ 8,40 o quilo. Por sua vez, a ponta de agulha permaneceu em R$ 8,00 
por quilo.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Milho fecha semana com viés de baixa para preços no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de milho 
encerrou a semana com calmaria e com cotações fracas. Segundo o analista de 
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias,a tendência de curto prazo é que 
os consumidores sigam pressionando o mercado. "A curva de preços para os 
próximos 30 dias é de baixa. Os estoques ainda estão confortáveis e não 
deve haver grandes mudanças nesse sentido", apontou.
 
    Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 35,00 a saca na 
base de compra.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,50 / 34,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, 
preço de R$ 34,50 - R$ 35,50 a saca.
  
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,50/42,50 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 - R$ 35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, 
preço esteve em R$ 30,00/32,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre
 R$ 22,00/24,00 a saca em Rondonópolis.
 
Chicago
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços 
mais baixos. O mercado fechou uma semana negativa, com o contrato dezembro 
caindo 1,81% no período, influenciado pelo indicativo de um clima mais seco no 
cinturão produtor norte-americano, favorecendo os trabalhos de colheita de 
milho.
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,70 3/4, 
recuo de 3,50 centavos de dólar, ou 0,93%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,83 por bushel, baixa de 3,50 centavos
 de dólar, ou 0,9%, em relação ao fechamento anterior.
 
Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Etanol finaliza semana com preços estáveis em São Paulo

 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O mercado físico de etanol teve um
dia de preços estáveis em Ribeirão Preto (SP). O etanol hidratado permaneceu
 em R$ 2,20 o litro, enquanto que o anidro seguiu em R$ 2,08 o litro. 
 
    Em Paulínia preços firmes em R$ 2,24 o litro. Em Araçatuba a sexta-feira
também foi de estabilidade para o hidratado, que se manteve em R$ 2,18 o litro
com algumas vendas pontuais podendo chegar a R$ 2,16 o litro. Nas demais 
regiões, indicações de vendas novamente firmes, como é o caso de 
Pirassununga em R$ 2,27 o litro, em Presidente Prudente em R$ 2,23 o litro assim
como em Piracicaba, com preços nesta mesma faixa de negociação. Em São 
José do Rio Preto, preços também inalterados, em R$ 2,27 o litro. Em 
Catanduva preços também firmes na faixa de R$ 2,23 o litro. 
 
    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Maurício Muruci, a maioria dos 
agendes ficou de fora das negociações diante da finalização da semana, o que
 reduziu fortemente o ritmo de novas vendas entre usinas e distribuidoras. 
 
    De modo geral, os preços do etanol no mercado físico têm encontrado uma 
forte resistência por parte das unidades produtoras em recuar. "Isto ocorre 
por um forte conjunto de vetores de alta que se sobrepõe a um único de baixa, 
que são os ajustes negativos nos preços da gasolina diante dos recuos no 
petróleo em Londres e do dólar frente ao real", disse Muruci.
 
    O barril de petróleo tipo Brent segue abaixo da faixa de US$ 80,00 o 
barril, em um cenário em que o real continua forte contra o dólar, na faixa de
R$ 3,71. Com um petróleo mais barato e uma taxa de câmbio mais forte para a 
divisa brasileira, os preços de importação da gasolina diminuem, o que 
provoca ajuste de baixa nos preços nas refinarias. 
 
     Fabio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Soja apresenta quedas no Brasil com perdas em Chicago e no dólar

 
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - Os preços da soja voltaram a cair 
no mercado brasileiro nesta sexta-feira. As perdas para a soja na Bolsa de 
Mercadorias de Chicago e no dólar pressionaram o mercado nacional. Houve apenas
 negócios pontuais no dia, com o foco continuando no plantio da safra nova.
 
    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 86,50 para R$ 86,00. Na
região das Missões, a cotação recuou de R$ 85,00 para R$ 84,50. No porto de
 Rio Grande, os preços caíram de R$ 90,00 para R$ 89,50.
 
    Em Cascavel, no Paraná, o preço recuou de R$ 83,50 para R$ 83,00 a saca. 
No porto de Paranaguá (PR), a saca passou de R$ 90,00 para R$ 89,50.
 
    Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 77,00 para R$ 76,00. Em Dourados
(MS), a cotação permaneceu em R$ 81,00. Em Rio Verde (GO), a saca baixou de 
R$ 81,00 para R$ 79,00.
 
     Chicago
 
    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago 
(CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos. Na semana, a posição 
novembro acumulou queda de 2,21%. 
 
    O mercado sofreu pressão adicional hoje do anúncio de cancelamento de 
vendas americanas para a China e destinos não revelados, envolvendo 180 mil e 
120 mil toneladas, respectivamente. A informação reforçou o sentimento de 
queda na demanda pela soja americana. 
 
    A China tem amplos estoques de soja e, segundo o ministério da agricultura
do país, flutuações significativas de preços são improváveis. De janeiro 
a agosto, as importações de soja brasileira da China responderam por quase 70%
das compras do país asiático. Enquanto isso, a área plantada com soja na 
China cresceu e a safra do país deve ser ampla.
 
    A queda semanal foi reforçada pelas informações de retomada da colheita 
nos Estados Unidos, com o retorno do clima seco. O atraso da última semana, em 
função das chuvas, fez o preço atingir o melhor nível desde agosto no 
início da semana. 
 
    Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de
6,75 centavos de dólar a US$ 8,56 3/4 por bushel, com desvalorização de 
0,78%. A posição janeiro teve cotação de US$ 8,70  por bushel, perda de 
7,25 centavos de dólar (0,82%) em relação ao fechamento anterior.
 
    Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com perda de US$ 
3,20 (1,01%), sendo negociada a US$ 313,10 por tonelada. No óleo, os contratos 
com vencimento em dezembro fecharam a 29,14 centavos de dólar, com alta de 0,12
 centavos ou 0,41%. 
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Agenda
 
-----Segunda-feira (22/10)
 
- Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do 
mercado para a economia. 
 
- Inspeções semanais de grãos dos EUA - USDA, 12hs. 
 
- O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulga às
 15h os dados da balança comercial das três primeiras semanas de setembro. 
 
- Condições das lavouras dos Estados Unidos - USDA, 17hs.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CÂMBIO: Dólar fecha em queda com exterior e pesquisas eleitorais

 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O dólar comercial fechou em queda 
de 0,26%, cotado a R$ 3,7150 para venda em dia de baixa liquidez e influenciado 
pelo cenário externo e pelos números de pesquisas eleitorais. O mercado já 
dá como certa a vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, no segundo turno 
contra o petista Fernando Haddad. O dólar encerra a semana com queda de 1,69%.
 
  "Há poucos dias de conhecermos o próximo chefe do executivo brasileiro, os
investidores não assumem posições de maior magnitude, optando pelo 
conservadorismo e assim, mantendo o mercado com notória apatia", comenta o 
analista da Correparti, Ricardo Gomes Filho.
 
  Segundo analistas, com o resultado das eleições praticamente definido, a 
partir do que mostra as pesquisas de intenção de votos, o foco do mercado se 
volta à proposta do candidato do PSL ao quadro fiscal do País. Em análise, a 
Capital Economics, porém, fala que o apetite por reformas fiscais, sinalizado 
anteriormente, parece ter "desaparecido", além de uma hesitação do 
candidato em relação a reforma previdenciária e a privatização.
 
  "O mau estado das finanças públicas e o bem-estar social excessivamente 
generoso significam que as poupanças domésticas provavelmente permanecerão 
baixas, limitando o conjunto de recursos disponíveis para investimento e 
prejudicando o crescimento da produtividade. No longo prazo, isso provavelmente 
se materializará no fraco crescimento do PIB [Produto Interno Bruto]. No curto 
prazo, é provável que isso se manifeste em preocupações renovadas sobre a 
posição fiscal e uma reversão da recente recuperação dos ativos financeiros
 no País", comentam. 
 
  Na próxima semana, o cenário não deve ser diferente com investidores 
acompanhando o exterior, de olho nos desdobramentos envolvendo a Itália, Brexit
e indicadores nos Estados Unidos. Além disso, tem a reta final das eleições,
que entra na última semana de campanha. Apesar da agenda carregada de 
pesquisas, Camila diz que "apenas um revés a favor de Haddad" mudaria o 
posicionamento dos investidores. "Pesquisas já fizeram preço quando as 
primeiras mostraram Bolsonaro na frente com uma diferença confortável", diz.
 
     As informações partem da Agência CMA.    
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CORREÇÃO/MERCADO: Café tem sexta-feira de estabilidade no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - Ao contrário do que foi publicado 
ao final do parágrafo, o dia foi bem ativo nos negócios. Segue a íntegra com 
a correção.
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de café teve 
uma quinta-feira de preços estáveis. A volatilidade da Bolsa de Nova York 
dificultou um melhor direcionamento para o mercado em termos de preços. Mas, o 
dia foi ativo na comercialização.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 445,00/450,00 a saca, estável.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 450,00/455,00, inalterado.
 
    O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 370,00/375,00 a saca, sem mudanças.
 
    Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
335,00/338,00 a saca, estável.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta sexta-feira com preços estáveis.
 
    A sessão foi mais uma vez de extrema volatilidade. Nova York chegou a ter 
fortes ganhos e também caiu, para acabar fechando quase no zero-a-zero, 
buscando uma acomodação. Tecnicamente, o mercado mostra boa sustentação 
acima de US$ 1,20 a libra-peso, mas os fundamentos seguem baixistas, com ampla 
oferta global.
 
     No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou uma alta de 4,8.
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2018 fecharam o dia a 122,10 centavos 
de dólar por libra-peso, com ganho de 0,05 centavo, ou de 0,04%. Março/2019 
fechou a 125,90 centavos, com avanço de 0,05 centavo, ou de 0,03%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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MERCADO: Café tem sexta-feira de estabilidade no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 - O mercado brasileiro de café teve 
uma quinta-feira de preços estáveis. A volatilidade da Bolsa de Nova York 
dificultou um melhor direcionamento para o mercado. E ao final das contas o dia 
foi de pouca movimentação.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
ficou em R$ 445,00/450,00 a saca, estável.
 
    No cerrado mineiro, o preço da bebida boa com 15% de catação esteve em 
R$ 450,00/455,00, inalterado.
 
    O café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais (20% de 
catação) teve preço de R$ 370,00/375,00 a saca, sem mudanças.
 
    Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve preço de R$ 
335,00/338,00 a saca, estável.
 
     Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta sexta-feira com preços estáveis.
 
    A sessão foi mais uma vez de extrema volatilidade. Nova York chegou a ter 
fortes ganhos e também caiu, para acabar fechando quase no zero-a-zero, 
buscando uma acomodação. Tecnicamente, o mercado mostra boa sustentação 
acima de US$ 1,20 a libra-peso, mas os fundamentos seguem baixistas, com ampla 
oferta global.
 
     No balanço da semana, o contrato dezembro acumulou uma alta de 4,8.
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2018 fecharam o dia a 122,10 centavos 
de dólar por libra-peso, com ganho de 0,05 centavo, ou de 0,04%. Março/2019 
fechou a 125,90 centavos, com avanço de 0,05 centavo, ou de 0,03%.
 
     Câmbio
 
    O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$ 
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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