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CAFÉ: Estoques certificados de Nova York caíram 1.130 sacas em 25/09

 
 
    Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - Os estoques certificados de café 
nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na
posição de 25 de setembro de 2020 estão em 1.102.436 sacas de 60 quilos, com
queda de 1.130 sacas em relação ao dia anterior. As informações partem da 
ICE Futures.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 

MERCADO ALGODÃO: NY e dólar em elevação sustentam preços no Brasil

 
 
    Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - A combinação de câmbio e Nova 
York em recuperação permitiu que os preços domésticos de algodão 
encerrassem a quarta semana de setembro com valores 2,2% superiores aos do 
fechamento da semana anterior. Na média do CIF de São Paulo a pluma fechou a 
R$ 3,15/libra-peso e reduziu a perdas acumuladas no mês para 4,6%. No início 
da segunda quinzena de setembro a fibra chegou a ser cotada a R$ 
3,07/libra-peso.
 
    Porém, com a moeda norte-americana saindo de R$ 5,20 para mais de R$ 5,50,
a produto brasileiro voltou a baratear em relação ao norte-americano. 
"Buscando corrigir parte dessa diferença, as cotações domésticas voltaram 
a operar no campo positivo", comenta o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio 
Bento.
 
    Essa recente movimentação no câmbio permitiu que, mesmo com os preços 
em reais recuperando, no FOB exportação do porto de Santos/SP a pluma 
brasileira recuasse 1,25% em relação à semana passada, ficando em 56,85 cents
de dólar por libra-peso (c/lb). No mesmo período os ganhos acumulados em Nova
York chegaram a 0,4%. Assim, quando comparada ao contrato de maior liquidez na 
Ice Futures a pluma brasileira está 13,8% mais acessível. Há uma semana essa 
diferença era 10,1%. No último dia 03 de setembro chegou a ser 2,8% inferior. 
"Esses números mostram que a fibra brasileira voltou a aumentar sua vantagem 
competitiva em relação à norte-americana, o que abriu espaço para os preços
 recuperarem", comenta.
 
NY
 
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com 
preços mais altos nesta sexta-feira.
 
    O mercado teve uma sessão volátil e teve perdas em do dia, depois 
comportamento misto, com baixa do petróleo pressionando o algodão. Porém, o 
mercado reagiu e terminou no terreno positivo em meio às incertezas com o clima
 para a safra norte-americana.
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, as incertezas 
relacionadas ao clima seguem como principais forças de sustentação para a 
firmeza das cotações nos Estados Unidos. No balanço da semana, o contrato 
dezembro acumulou uma alta de 0,4%. 
 
    "Mesmo com incertezas do lado da demanda, o mercado vem enfrentando uma 
temporada de furacões bastante agitada", ressalta. Logo no início o furacão
Hannah invadiu a região do Vale do Texas, castigando regiões de produção. O
Hannah foi seguido pelo Laura de categoria quatro, que atingiu a região leste 
do Texas/Louisiana, trazendo fortes ventos e chuvas para essas áreas de 
algodão. Em seguida, o Delta e o Sudeste foram atingidos pelo Sally que, embora
não tão intenso, despejou suas chuvas em mais locais de algodão com capsulas
abertas, comenta Bento. Conclui que nesta semana a Tempestade Tropical Beta 
trouxe chuvas fortes ao Tennessee e nos estados do Atlântico. Essa sequência 
de fenômenos climáticos gera a percepção de que a 2020 poderá ter safra 
menor do que o imaginado e estimado até aqui, avalia.
 
    Os contratos com entrega em dezembro/2020 fecharam no dia a 65,95 centavos 
de dólar por libra-peso, alta de 0,49 centavo, ou de 0,7%. Março/2021 fechou a
 66,66 centavos, com ganho de 0,41 centavo, ou de 0,6%.
 
CÂMBIO
 
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,79%, sendo negociado a 
R$ 5,5560 para venda e a R$ 5,5540 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5360 e a máxima de R$ 5,5890. 
Na semana, o dólar registrou alta de 3,37% frente ao real. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

CHINA: Embaixador pede que Trump pare de culpar país por covid-19

 
   Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - O governo dos Estados Unidos deve 
parar de culpar a China pela disseminação do coronavírus e assumir a 
responsabilidade pelo manejo da crise, disse o embaixador chinês na 
Organização das Nações Unidas (ONU) Zhang Jun em comunicado. As 
informações são da agência de notícias "Sputnik".
 
  O Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião na quinta-feira para 
discutir a gestão global do covid-19, durante a qual a Embaixadora dos Estados 
Unidos, Kelly Craft, citando o discurso do Presidente Donald Trump na Assembleia
Geral, pediu que a China fosse responsabilizada "desencadeie essa praga no 
mundo."
 
  "Você já criou problemas suficientes para o mundo; os Estados Unidos devem
entender que deixar de lidar com o covid-19 é inteiramente responsabilidade 
sua", disse Zhang.
 
  O diplomata disse que cerca de sete milhões de pessoas foram infectadas com 
o coronavírus nos Estados Unidos e mais de 200 mil morreram.
 
  "Com os sistemas e tecnologias médicos mais avançados do mundo, por que os
 Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados e mortes?" 
Perguntou Zhang.
 
  Ele acrescentou que "se alguém deve ser responsabilizado, deve ser alguns 
políticos americanos".
 
  Zhang também destacou que criar confrontos e divisões nas Nações Unidas 
não ajudará a derrotar o vírus, pelo contrário, prejudicará os esforços da
 comunidade internacional.
 
  "Os Estados Unidos se posicionam contra a comunidade internacional e o fazem
 de forma totalmente isolada; é hora de acordar", disse ele.
 
  Ele concluiu que os Estados Unidos devem ser um exemplo para o mundo, 
promovendo a cooperação entre as nações e contribuindo para a humanidade.
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
   
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 

MERCADO MILHO: Cotações fecham semana com firmeza diante de oferta restrita

 
 
   Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - O mercado brasileiro de milho 
encerrou a semana mantendo firmeza nas cotações. Nesta sexta-feira, os  
preços voltaram a ficar entre estáveis e mais altos. Segundo o consultor de 
SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado encontrou dificuldades para 
obtenção de ofertas, limitadas, o que garante sustentação aos valores do 
cereal. 
 
    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 64,10/66,00 a saca. No Porto de 
Paranaguá (PR), preço em R$ 64,00/65,00 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 62,00/63,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 
63,50/66,00 a saca.
 
    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 66,00/68,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 57,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 55,00 - R$ 56,00 a saca em Rio Verde - CIF. No Mato Grosso, preço 
ficou a R$ 54,00/55,00 a saca em Rondonópolis. 
 
CHICAGO
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de 
hoje com preços significativamente mais altos. O mercado buscou suporte na boa 
demanda para o cereal norte-americano, especialmente por parte da China. Os 
investidores também começam se posicionar frente ao relatório de estoques 
trimestrais de milho do país na posição 1 de setembro, que serão divulgados 
no próximo dia 30 e que deve indicar volumes menores frente aos registrados em 
junho.
 
     Na semana, a posição dezembro acumulou queda de 2,14%.
 
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,65 1/4, com 
alta de 1,75 centavos, ou 0,48%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,73 1/4 por bushel, recuo de 
1,00 centavo de dólar, ou 0,26%, em relação ao fechamento anterior.
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,79%, sendo negociado a 
R$ 5,5560 para venda e a R$ 5,5540 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5360 e a máxima de R$ 5,5890. 
Na semana, o dólar registrou alta de 3,37% frente ao real. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 
 

MERCADO CAFÉ: Sexta-feira de preços mais altos com avanço em NY e no dólar

 
 
    Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - O mercado físico brasileiro de 
café teve uma sexta-feira de preços mais altos. As cotações reagiram com a 
forte alta do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) combinada com mais
 uma elevação do dólar. Entretanto, o mercado esteve curto de negócios. 
 
    Além do vendedor esperar por preços melhores, mais próximos do que ele 
observou recentemente, mais perto dos R$ 600,00 a saca, e de estar capitalizado 
no momento, os armazéns cheios ainda limitam as negociações. Assim, o dia foi
 de pouco volume comercializado.
 
    No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
terminou o dia em R$ 540,00/545,00 a saca, contra R$ 535,00/540,00 
anteriormente. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação 
teve preço de R$ 545,00/550,00 a saca, no comparativo com R$ 540,00/545,00 de 
ontem.
 
    Já o café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 
20% de catação, teve preço de R$ 390,00/395,00 a saca, contra R$ 
385,00/390,00 anteriormente. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve
 preço de R$ 395,00/400,00 a saca, contra R$ 390,00/395,00 do dia anterior.
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais altos.
 
 
    Enfim o mercado apresentou um forte movimento de correção técnica após 
as recentes baixas acentuadas. Vale lembrar que até o fechamento da 
quarta-feira, NY acumulou oito sessões seguidas de perdas, acumulando baixa de 
126,6%. Naturalmente, o mercado ficou sobrevendido e sujeito a movimentos 
corretivos, que foram vistos na quinta-feira com moderação e mais fortemente 
nesta sexta-feira.
 
    Os fundamentos seguem baixistas, com a melhora no clima com chuvas para o 
cinturão cafeeiro do Brasil, benéficas às floradas que vão gerar a safra de 
2021. Além disso, agora ao final do ano entra a safra da Colômbia e América 
Central para o arábica, envolvendo grãos suaves de alta qualidade, que estão 
se mostrando escassos. Para completar um cenário visto como baixista, há toda 
a apreensão na economia global com uma nova onda de coronavírus na Europa, que
 pode gerar o fechamento do comércio e impacto sobre os mercados.
 
   Porém, após tantas perdas o mercado fica sujeito a movimentos corretivos, 
como os vistos nesta sexta-feira. No balanço da semana, o contrato dezembro 
acumulou alta de 0,1%.
 
    Os contratos com entrega em dezembro fecharam o dia a 113,65 centavos de 
dólar por libra-peso, com alta de 2,50 centavos, ou de 2,2%. A posição 
março/2021 fechou a 115,20 centavos, com alta de 2,35 centavos, ou de 2,1%.
 
Dólar
 
    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,79%, sendo negociado a 
R$ 5,5560 para venda e a R$ 5,5540 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5360 e a máxima de R$ 5,5890. 
Na semana, o dólar registrou alta de 3,37% frente ao real. 
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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CORONAVIRUS: Brasil supera marca de 140 mil mortes por Covid-19 - Conass

 
  Porto Alegre, 25 de setembro de 2020 - O número de mortes em decorrência da
covid-19 no território brasileiro subiu para 140.537, segundo divulgação do 
Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com 729 novos registros 
nas últimas 24 horas. 
 
   A taxa de letalidade da doença é de 3,0% de casos totais, que somam 
4.689.613, com 31.911 registros nas últimas 24 horas, de acordo com as 
secretarias estaduais de Saúde. 
 
   São Paulo registra o maior número de mortes, com 34.877 confirmações, 
seguido pelo Rio de Janeiro, com 18.166 óbitos. Os estados que sucedem a lista 
de maior número mortes causadas pelo novo coronavírus são o Ceará, com 
8.891, Pernambuco (8.129) e Pará (6.427).
 
     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
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LINE-UP: Posição dos navios nos principais portos do Brasil

 
Confira a posição dos navios nos principais portos do Brasil no link abaixo:
 
[http://www.safras.com.br/analises/safras.asp?Arquivo= lineup.pdf]
 
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