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ECONOMIA: India entra em recessão técnica pela primeira vez na história

 
   Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O Produto Interno Bruto (PIB) da 
India caiu 7,5% no terceiro trimestre na sequência de uma queda sem 
precedentes de 23,9% no trimestre de abril a junho, de acordo com dados 
preliminares do Ministério da Estatística. Com esse desempenho, a economia 
indiana entrou em recessão técnica - quando há contração por dois 
trimestres seguidos - pela primeira vez na história. 
 
  No mesmo período do ano anterior, o PIB da India havia crescido 5,2%, ainda
 de acordo com os dados do governo. 
 
  A India é o segundo país no mundo com mais casos de covid-19, ficando 
atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com dados da Universidade Johns 
Hopkins, o país tem 9.309.8787 infectados pela doença e 135.715 mortes. 
 
  Ontem, o presidente o banco central indiano, Shaktikanta Das, disse que a 
economia está exibindo uma performance melhor do que a esperada ao passo que 
engata um período de recuperação, mas alertou para a sustentabilidade da 
demanda.
 
    Segundo ele, há chances de a India deixar o período de contração para 
trás e voltar a crescer no quarto trimestre do ano. 
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
   
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

PETRÓLEO: Ministros russo e saudita consultarão comitê da Opep+ amanhã

 
   Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O vice-primeiro-ministro da 
Rússia, Alexander Novak, e o ministro da Energia da Arábia Saudita, o 
príncipe Abdulaziz bin Salman, planejam realizar consultas informais com o 
Comitê de Acompanhamento Misto Ministerial da Organização dos Países 
Exportadores de Petróleo (Opep) e de seus aliados sobre as condições do pacto
do petróleo amanhã. As informações são da agência de notícias 
"Sputnik".
 
   "As consultas serão feitas por telefone", disse a fonte de uma das 
delegações sobre anonimato. 
 
  Em 12 de abril, a Opep e dez produtores independentes - grupo conhecido como 
Opep+ - anunciaram um novo corte para estabilizar mercado após o colapso dos 
preços devido ao excesso de oferta e ao impacto do novo coronavírus.
 
  O plano previa ajustes para baixo em três etapas: 9,7 milhões de barris por
dia (bpd) em maio e junho; 7,7 milhões de bpd nos seis meses seguintes; e 5,8 
milhões de bpd a partir de 1 de janeiro de 2021. 
 
  Os membros da Opep+ devem implementar esses cortes em relação à produção
 de outubro de 2018, com exceção da Arábia Saudita e da Rússia, 
que usam o nível de 11 milhões de bpd como referência.
 
  Na semana passada, o Comitê Ministerial de Acompanhamento da Opep+ discutiu 
a situação do mercado de petróleo em face da segunda onda de covid-19, e 
também avaliou a conveniência de aumentar a produção da aliança nessas 
condições a partir de 2021. 
 
  O comitê havia recomendado que os ministros considerassem dois destinos 
possíveis para o pacto: manter as atuais limitações de produção durante o 
primeiro trimestre ou durante o primeiro semestre de 2021.
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
   
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 

MERCADO ALGODÃO: Cotações no Brasil acumulam baixa de 1,7% em novembro

 
 
    Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - Ajustados à paridade de 
exportação, os preços domésticos do algodão acumulam queda de 1,7% neste 
mês de novembro. No final desta quarta semana a média no CIF do polo 
industrial de São Paulo ficou em R$ 3,95/libra-peso. No FOB exportação do 
porto de Santos/SP a fibra brasileira fechou indicada a 73,82 cents de dólar 
por libra-peso (c/lb), com alta de 4,3% em relação ao mesmo período do mês 
passado. 
 
    Em relação ao contrato de maior liquidez negociado na Ice Futures 
(março/2021) a pluma brasileira é cotada por um valor 0,8% superior. Há um 
mês era 2,7% inferior. No início do mês o produto brasileiro era indicado no 
porto paulista por um valor 10,7% inferior ao norte-americano, o que comprova 
novembro tem sido um mês de realinhamento do mercado doméstico ao 
internacional.
 
    Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento, os produtores seguem
reportando preocupações em relação ao plantio da segunda safra de algodão 
no Mato Grosso. O algodão tem um ciclo mais longo que o do milho, exigindo que 
a cultura seja semeada até final de janeiro. Segundo o IMEA, a estimativa atual
de área para o algodão e de colheita da soja, leva a uma projeção de que 
menos de 50% das áreas poderão estar semeadas até o fim de janeiro. Tal 
cenário poderá influenciar alguns produtores a deixarem de cultivar o 
algodão, devido à probabilidade de redução na produtividade.
 
 
NY
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou 
com preços mais altos nesta sexta-feira. 
 
    O mercado voltou do feriado aguardando os dados das exportações semanais 
norte-americanas, que mostraram bom desempenho. Otimismo nos mercados também 
contribuiu para os ganhos do algodão. O mercado encerrou a semana com o 
contrato março acumulando uma alta de 0,4%.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de algodão (upland), referentes à 
temporada 2020/21, iniciada em 1o de agosto, ficaram em 354.700 fardos na semana
encerrada 19 de novembro. O volume ficou muito acima da semana anterior e 84% 
superior à média em quatro semanas. O principal comprador foi o Vietnã, com 
169.500 fardos. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA). Para a temporada 2021/22, foram vendidas mais 38.500 toneladas, 
sendo 37 mil toneladas adquiridas pela China. 
 
    Os contratos com entrega em março/2021 fecharam no dia a 73,24 centavos de
dólar por libra-peso, alta de 0,88 centavo, ou de 1,2%. Maio/2021 fechou a 
74,06 centavos, com elevação de 0,85 centavo, ou de 1,2%.
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,18%, sendo negociado a
R$ 5,3270 para venda e a R$ 5,3250 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3220 e a máxima de R$ 5,3810. 
Na semana, o dólar acumulou queda de 1,13%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

MERCADO MILHO: Sexta-feira de preços pouco alterados no Brasil

 
 
   Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O mercado brasileiro de milho 
registrou preços pouco alterados nesta sexta-feira. Segundo o analista de 
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado apresentou inexpressiva 
fluidez dos negócios com avanço da oferta em alguns estados, a exemplo do Mato
Grosso e do Mato Grosso do Sul. "Os consumidores de grande porte sinalizam 
para algum conforto em seus estoques até a virada de ano. Entretanto, a 
dinâmica delimitada para o primeiro semestre segue muito complicada. Com uma 
área de verão retraída, o cenário remete a graves dificuldades de 
abastecimento", alerta.
 
    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 73,00/79,00 a saca. No Porto de 
Paranaguá (PR), preço em R$ 72,00/79,00 a saca.
 
    No Paraná, a cotação ficou em R$ 75,00/78,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 75,00/77,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 
78,00/79,00 a saca.
  
   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 86,00/88,00 a saca em Erechim. Em 
Minas Gerais, preço em R$ 70,00/72,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço 
esteve em R$ 71,00 - R$ 72,00 a saca em Rio Verde - CIF. No Mato Grosso, preço 
ficou a R$ 68,00/72,00 a saca em Rondonópolis. 
 
CHICAGO
 
    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de 
hoje com preços significativamente mais altos. Em sessão mais curta, por conta
do feriado de Ação de Graças, o mercado foi sustentado pela boa demanda para
o cereal norte-americano. As preocupações com o clima seco na América do Sul
 para as lavouras do cereal também contribuem positivamente.
 
    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 
2020/21, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 1.665.600 toneladas 
na semana encerrada em 19 de novembro. Representa uma alta de 53% frente à 
semana anterior e uma retração de 4% sobre à média das últimas quatro 
semanas. O México liderou as compras, com 555.000 toneladas. Os analistas 
esperavam exportações entre 750 mil e 1,4 milhão de toneladas. As 
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
 
    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 
302.160 toneladas de milho para o México. A entrega está programada para a 
temporada 2020/21.
 
    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 4,26 1/4, alta
de 6,25 centavos de dólar, ou 1,48%, em relação ao fechamento anterior. A 
posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 4,35 1/4 por bushel, ganho de 
7,75 centavos de dólar, ou 1,81%, em relação ao fechamento anterior.
 
CÂMBIO
 
    O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,18%, sendo negociado a
R$ 5,3270 para venda e a R$ 5,3250 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3220 e a máxima de R$ 5,3810. 
Na semana, o dólar acumulou queda de 1,13%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) - Agência SAFRAS
 
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MERCADO CAFÉ: Cotações sobem no Brasil com forte valorização em NY

 
 
    Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O mercado físico brasileiro de 
café registrou preços acentuadamente mais altos nesta sexta-feira. As 
cotações subiram acompanhando o salto dos valores do arábica na Bolsa de Nova
York (ICE Futures US). O dia foi mais movimentado na comercialização, mas sem
 grandes volumes negociados, apenas com lotes pequenos envolvidos.
 
   No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação 
terminou o dia em R$ 595,00/600,00 a saca, contra R$ 565,00/570,00 do dia 
anterior. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve 
preço de R$ 605,00/610,00 a saca, no comparativo com R$ 570,00/575,00 de ontem.
 
    Já o café arábica "rio" tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 
20% de catação, teve preço de R$ 415,00/420,00 a saca, contra R$ 
410,00/415,00 de ontem. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, teve 
preço de R$ 400,00/405,00 a saca, estável.
 
Nova York
 
    A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica 
encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais altos.
 
 
    O mercado voltou às atividades pós-feriado de Ação de Graças com um 
forte movimento de compras de fundos e de especuladores. As apreensões com a 
próxima safra brasileira voltaram com tudo, com indicações de clima 
desfavorável nos próximos dias, com falta de umidade. Além disso, a trader 
Volcafe apontou que o Brasil deve ter uma queda de 33% na produção de arábica
 em 2021, pela seca e altas temperaturas.
 
    A queda do dólar contra o real e o bom humor nos mercados no dia estimulou
a valorização. O café rompeu com folga a importante linha técnica e 
psicológica de US$ 1,20 a libra-peso para março, o que atraiu ainda mais 
compras e intensificou os ganhos. No balanço da semana, o contrato março 
acumulou uma alta de 6%.
 
     A produção de café arábica do Brasil em 2021/22 deverá cair em 33%, 
com o clima seco persistindo nas regiões produtoras, enquanto os cafeicultores 
estão na poda das árvores. A avaliação é da trader de café Volcafe, uma 
das maiores do mundo. A notícia parte da Bloomberg.
 
    Segundo a Volcafe, o Brasil deverá colher em 2021 34,2 milhões de sacas 
de arábica, contra 51 milhões de sacas este ano. Essa "tentativa' de uma 
estimativa vem após uma pesquisa de safra preliminar, que foi restrita devido 
à pandemia.
 
    Os contratos com entrega em março/2021 fecharam o dia a 124,20 centavos de
dólar por libra-peso, com valorização de 7,05 centavos, ou de 6,0%. A 
posição maio/2021 fechou a 125,85 centavos, com ganho de 6,85 centavos, ou de 
5,7%.
 
Dólar
 
    O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,18%, sendo negociado a
R$ 5,3270 para venda e a R$ 5,3250 para compra. Durante o dia, a moeda 
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3220 e a máxima de R$ 5,3810. 
Na semana, o dólar acumulou queda de 1,13%.
 
     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 

ECONOMIA: Regulação deve responder à maior competição por investimentos-ANP

 
   Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - A nova diretora da Agência 
Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Symone Araújo, 
defendeu que a regulação sob responsabilidade da agência precisa fazer frente
ao novo momento de abertura dos mercados de gás natural, refino e 
distribuição de combustíveis, em um contexto de maior restrição de 
investimentos, conforme noticiou a agência EPBR.
 
    "A pandemia da covid-19 imprimiu um ritmo maior de competição global 
por investimentos, trazendo a necessidade de acelerar as transformações em 
nossos mercados", afirmou em seu discurso.
 
   A ANP realizou nesta sexta (27) a cerimônia de posse de Symone Araújo, que
 assumiu a posição em 10 de novembro.
 
  "Faz-se necessário tornar as rodadas de licitação cada vez mais 
atrativas e de alguma forma revitalizar as atividades em áreas maduras no mar e
 contribuir para reativação das atividades no ambiente terrestre"
 
   Symone Araújo foi diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério 
de Minas e Energia (MME) por 11 anos. É engenheira química pela Universidade 
Federal de Sergipe e doutora em Ecologia, Conservação e Manejo de Recursos 
Naturais pela UnB. Fez carreira na administração e no ensino públicos.
 
  Atuou diretamente, portanto, nas discussões sobre o marco legal do setor, 
que levou à aprovação da Lei do Gás na Câmara dos Deputados este ano (o 
texto está no Senado Federal).
 
  Destacou que o mercado de gás natural demanda "uma intensa agenda 
regulatória, de forma a assegurar uma transição célere, segura para o 
ambiente concorrencial".
 
    Symone ressaltou o papel que as mulheres tiveram em sua vida, desde a sua 
infância no interior de Sergipe, e também das que atuam hoje no setor de 
energia, que estão abrindo portas para as novas gerações.
 
   "Espero poder ser essa referência para minha amada neta Flora e que ela 
possa crescer em um mundo com menos desigualdades, mais diverso, mais justo e 
mais solidário e que os caminhos que ela tenha que trilhar sejam menos 
tortuosos", afirmou.
 
   Ela é a segunda mulher a assumir a posição de diretora durante os 22 anos
desde a criação da ANP. A primeira, foi Magda Chambriard, diretora-geral que 
comandou a agência entre 2012 e 2016, indicada pela ex-presidente Dilma 
Rousseff.
 
   O ministro Bento Albuquerque participou do evento, realizado no Rio de 
Janeiro, ao lado dos diretores da ANP, Raphael Moura, Cesário Cecchi, Felipe 
Kury e Dirceu Amorelli.
 
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
Copyright 2020 - Grupo CMA
 
 
 

CORONAVIRUS: Brasil tem 6,238 milhões de casos confirmados

 
   Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O Brasil tem 6.238.350 milhões de 
casos confirmados de covid-19 no território nacional e 34,1 mil registros nas 
últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde e 
secretarias estaduais de Saúde. O número de mortes em decorrência da covid-19
no território brasileiro subiu de 171.460 para 171.974, com 514 novos 
registros de mortes nas últimas 24 horas. A taxa de letalidade da doença é de
 2,8% dos casos totais.
 
   São Paulo registra o maior número de mortes com 41.902 confirmações e o 
Rio de Janeiro 22.448 óbitos. Os estados que sucedem a lista de maior número 
mortes causadas pelo novo coronavírus são Minas Gerais (9.948), Ceará 
(9.568), Pernambuco (8.999), Bahia (8.207), Pará (6.892) e Rio Grande do Sul 
(6.725).
 
     As informações partem da Agência CMA.
 
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
   
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SOJA: Plantio da safra brasileira 2020/21 atinge 83,3% até 27/11 - SAFRAS

 
 
    Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O plantio da safra nova de soja 
2020/21 do Brasil está em 83,3% da área total esperada até o dia 27 de 
novembro. A estimativa parte de levantamento de SAFRAS & Mercado. Na semana 
anterior, o índice era de 74,1%. Os trabalhos estão levemente atrasados em 
relação ao ano passado, quando 84,3% da safra já estava plantada, e também 
atrás da média normal para o período, que é de 84,8%.
 
======================================================================
EVOLUÇÃO DO PLANTIO DE SOJA - BRASIL
- em % da área esperada -
-------------------------------------------------------------------
  Estados       2020        2020        2019        Média
               27/nov      20/nov                Normal (x)
-------------------------------------------------------------------
     RS          48          36          73         66,6
     PR          99          95          99         96,2
     MT          99          96          99         97,6
     MS          99          95          92         97,8
     GO          88          69          85         91,4
     SP          87          50          96         94,2
     MG          92          86          83         86,6
     BA          80          47          55         65,8
     SC          70          65          95         87,4
     MA          60          52          50          -
     PI          53          45          25          -
     TO          70          62          75          -
   Outros        44          36          25          -
 BRASIL (*)     83,3        74,1        84,3        84,8
-------------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada.
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
 
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