SEMANA MILHO: Ritmo de negócios segue bastante travado no Brasil

   Porto Alegre, 17 de maio de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou um ritmo de negócios bastante travado durante a semana. Segundo a Safras Consultoria, os produtores voltaram a elevar os preços do cereal, reduzindo as fixações de venda, enquanto os consumidores se mostraram pouco ativos no mercado, acreditando em preços mais baixos assim que a colheita da safrinha ganhar força no Brasil.

   O ritmo de negócios na exportação segue bastante enfraquecido, ainda que tenha havido uma leve melhora no line-up nas últimas duas semanas. Para a Safras Consultoria, o foco do mercado para as próximas semanas segue focado no clima, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e no fator cambial.

   No cenário internacional, o viés seguiu baixista aos preços, com os investidores devolvendo os lucros registrados no início da semana, uma vez que as condições seguem favoráveis tanto ao plantio quanto ao desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 56,49 no dia 16 de maio, alta de 1,06% frente aos R$ 55,89 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, subiu 3,51% de R$ 57,00 para R$ 59,00. Em Campinas/CIF, a cotação avançou 3,23%, de R$ 62,00 para R$ 64,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 58,00, aumento de 1,75% frente aos R$ 57,00 da semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca baixou 2,33%, de R$ 43,00 para R$ 42,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço continuou em R$ 65,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 1,89%, de R$ 53,00 para R$ 52,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço continuou em R$ 48,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 20,228 milhões em maio (7 dias úteis), com média diária de US$ 2,889 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 96,649 mil toneladas, com média de 13,807 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 209,30.

   Em relação a maio de 2023, houve baixa de 50,1% no valor médio diário da exportação, queda de 21,1% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 36,8% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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MILHO: USDA aponta safra mundial 2024/25 de 1,219 bilhão de toneladas

   Porto Alegre, 10 de maio de 2024 – O relatório de maio de oferta e demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) trouxe os primeiros dados relativos à temporada 2024/25 e atualizações referentes à temporada 2023/24.

   A safra global 2024/25 foi projetada em 1.219,93 milhão de toneladas. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2024/25 em 312,27 milhões de toneladas, abaixo das 317,4 milhões de toneladas previstos pelo mercado.

   A safra dos Estados Unidos em 2024/25 foi indicada em 377,46 milhões de toneladas. A estimativa de safra brasileira é de 127 milhões de toneladas em 2024/25 e a produção da Argentina deve atingir 51 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra apontada em 27 milhões de toneladas na temporada 2024/25 e a África do Sul teve a safra indicada em 17 milhões de toneladas.A China teve a estimativa de produção em 2024/25 projetada em 292 milhões de toneladas.

   A safra global 2023/24 foi projetada em 1.228,09 milhão de toneladas, acima das 1.227,86 milhão de toneladas indicadas em abril. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 313,08 milhões de toneladas, abaixo das 318,28 milhões de toneladas indicadas no mês passado e das 315,3 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

   A safra dos Estados Unidos em 2023/24 foi indicada em 389,69 milhões de toneladas, sem alterações ante abril. A estimativa de safra brasileira foi reduzida de 124 milhões de toneladas para 122 milhões de toneladas em 2023/24, enquanto o mercado indicava uma produção de 122,5 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 53 milhões de toneladas, contra as 55 milhões de toneladas indicadas em abril. O mercado projetava uma safra de 52 milhões de toneladas.

A Ucrânia teve sua projeção de safra elevada de 29,5 milhões de toneladas para 31 milhões de toneladas na temporada 2023/24. A África do Sul teve a safra mantida em 14 milhões de toneladas. A China, por sua vez, teve a estimativa de produção para 2023/24 mantida em 288,84 milhões de toneladas.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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MILHO: Chicago acentua alta no meio-pregão com expectativa de menor produção e estoques nos EUA em 2024/25

   Porto Alegre, 10 de maio de 2024 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho opera com preços boa alta no meio-pregão. O mercado digere os números de relatório de oferta e demanda de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, indicando uma expectativa de produção e de estoques finais no país menores que os esperados pelo mercado para na safra 2024/25.

   Os Estados Unidos deverão colher 14,860 bilhões de bushels na temporada 2024/25, volume que fica abaixo dos 14,897 bilhões de bushels previstos pelo mercado. A produtividade média em 2024/25 deve atingir 181 bushels por acres. A área a ser plantada deve ficar em 90 milhões de acres. A área a ser colhida foi prevista em 82,1 milhões de acres.

   Os estoques finais de passagem da safra 2024/25 foram estimados em 2,102 bilhões de bushels, contra os 2,256 bilhões de bushels esperados pelo mercado. Os estoques finais de passagem da safra 2023/24 foram estimados em 2,022 bilhões de bushels, contra os 2,122 bilhões apontados no mês passado e abaixo dos 2,098 bilhões de bushels esperados pelo mercado.

   A safra global 2024/25 foi projetada em 1.219,93 milhão de toneladas. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2024/25 em 312,27 milhões de toneladas, abaixo das 317,4 milhões de toneladas previstos pelo mercado.

   A estimativa de safra brasileira é de 127 milhões de toneladas em 2024/25 e a produção da Argentina deve atingir 51 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra apontada em 27 milhões de toneladas na temporada 2024/25 e a África do Sul teve a safra indicada em 17 milhões de toneladas. A China teve a estimativa de produção em 2024/25 projetada em 292 milhões de toneladas.

   O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 313,08 milhões de toneladas, abaixo das 318,28 milhões de toneladas indicadas no mês passado e das 315,3 milhões de toneladas previstas pelo mercado. A estimativa de safra brasileira foi reduzida de 124 milhões de toneladas para 122 milhões de toneladas em 2023/24, enquanto o mercado indicava uma produção de 122,5 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 53 milhões de toneladas, contra as 55 milhões de toneladas indicadas em abril. O mercado projetava uma safra de 52 milhões de toneladas.

   Os contratos com entrega em julho de 2024 operam com alta de 9,75 centavos, ou 2,13%, cotados a US$ 4,66 1/4 por bushel. Os contratos com entrega em setembro de 2024 operam com avanço de 9,50 centavos, ou 2,03%, cotados a US$ 4,76 1/2 por bushel.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Consumidor segue distante das compras, apostando na chegada da safrinha

   Porto Alegre, 10 de maio de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes ao longo da semana. Os negócios andaram de lado, uma vez que os consumidores seguem distantes das compras à espera de um bom volume de oferta proveniente da safrinha.

   Segundo a Safras Consultoria, os produtores testaram preços mais altos para o cereal em algumas praças, retraindo as fixações de ofertas, especialmente no Rio Grande do Sul, em meio às preocupações com as perdas causadas pelas enchentes. O movimento de desvalorização do real frente ao dólar e os ganhos do milho no mercado futuro também levaram os produtores a reter maiores volumes do cereal.

   No cenário internacional, o viés seguiu baixista até quinta-feira, com as boas condições de clima permitindo um bom andamento do plantio nos Estados Unidos. O cenário pode mudar, entretanto, a partir da tarde de hoje, caso o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos traga alguma surpresa no relatório de oferta e demanda de maio para a safra e os estoques finais do país na temporada 2024/25.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 55,89 no dia 9 de maio, alta de 1,14% frente aos R$ 55,26 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, se manteve em R$ 57,00. Em Campinas/CIF, a cotação avançou 1,64%, de R$ 61,00 para R$ 62,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 57,00, aumento de 1,79% frente aos R$ 56,00 da semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca subiu 2,38%, de R$ 42,00 para R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 1,56%, de R$ 64,00 para R$ 65,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda seguiu em R$ 53,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço aumentou 2,13%, de R$ 47,00 para R$ 48,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 24,358 milhões em abril (22 dias úteis), com média diária de US$ 1,107 milhão. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 66,139 mil toneladas, com média de 3,006 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 368,30.

   Em relação a abril de 2023, houve baixa de 83,4% no valor médio diário da exportação, queda de 86% na quantidade média diária exportada e valorização de 18,4% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Fraca exportação e limitada demanda derrubam preços no Brasil em abril

   Porto Alegre, 3 de maio de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou preços em queda ao longo de abril. Segundo a Safras Consultoria, o mês começou com um certo estresse nos preços, em meio à volatilidade do câmbio e às especulações em torno do clima. Contudo, o retorno das chuvas em áreas produtoras da safrinha que apresentavam um quadro de estiagem contribuiu para um aumento da fixação de oferta pelos produtores, o que ajudou a derrubar as cotações do cereal.

   Na ponta compradora, o interesse dos consumidores pelo cereal seguiu limitado, em meio à expectativa de uma safrinha favorável. Já nas exportações, a participação do Brasil seguiu bastante limitada, em meio à forte concorrência no mercado internacional com outros países, como a Argentina.

   No cenário internacional, o viés em Chicago continuou negativo ao longo de abril, em meio à expectativa de clima favorável tanto ao plantio quanto ao desenvolvimento inicial das lavouras de milho dos Estados Unidos.

   De acordo com a Safras Consultoria, para o mês de maio, a tendência é de que os preços continuem pressionados no mercado internacional.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 55,26 no dia 30 de abril, baixa de 2,92% frente aos R$ 56,92 registrados no fechamento de março. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, se manteve em R$ 59,00. Em Campinas/CIF, a cotação retrocedeu 3,17%, de R$ 63,00 para R$ 61,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 56,00, declínio de 5,08% frente aos R$ 59,00 do final de março.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca retrocedeu 2,33%, de R$ 43,00 para R$ 42,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 12,28%, de R$ 57,00 para R$ 64,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda caiu 5,36%, de R$ 56,00 para R$ 53,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço retrocedeu 16,07%, de R$ 56,00 para R$ 47,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 21,948 milhões em abril (20 dias úteis), com média diária de US$ 1,092 milhão. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 62,840 mil toneladas, com média de 3,142 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 347,70.

   Em relação a abril de 2023, houve baixa de 86,6% no valor médio diário da exportação, queda de 88% na quantidade média diária exportada e valorização de 11,7% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Com maior oferta e melhora do clima, preços perdem força no Brasil

   Porto Alegre, 26 de abril de 2024 – O mercado brasileiro de milho voltou a trabalhar com preços mais baixos durante a semana. Segundo a Safras Consultoria, o aumento da fixação de oferta pelos produtores, a melhora do clima em regiões que enfrentavam problemas de estiagem, como o sul de Mato Grosso do Sul e o norte do Paraná atuaram como fatores baixistas aos preços.

   Pelo lado da demanda, os consumidores sinalizam conforto em relação aos estoques e esperam uma queda nos preços mais à frente, em meio ao cenário favorável, de modo geral, ao desenvolvimento da safrinha de milho.

   Nas exportações, a participação do Brasil nos quatro primeiros meses do ano se mostra muito enfraquecida, uma vez que o país vem perdendo espaço para a Argentina no cenário internacional. Pelo menos no curto prazo, não há grandes perspectivas de mudança deste quadro.

   No cenário internacional, o viés segue negativo aos preços na Bolsa de Chicago, uma vez que o plantio da safra norte-americana evolui bem e as condições de clima se mostram favoráveis ao desenvolvimento das lavouras de milho.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 55,99 no dia 25 de abril, baixa de 1,55% frente aos R$ 56,88 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, recuou 3,39%, de R$ 59,00 para R$ 57,00. Em Campinas/CIF, a cotação caiu 3,94%, de R$ 63,50 para R$ 61,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 57,00, declínio de 3,39% frente aos R$ 59,00 da semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca retrocedeu 4,44%, de R$ 45,00 para R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 1,59%, de R$ 63,00 para R$ 64,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda subiu 1,85%, de R$ 54,00 para R$ 55,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço retrocedeu 2,08%, de R$ 48,00 para R$ 47,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 14,007 milhões em abril (15 dias úteis), com média diária de US$ 933,9 mil. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 34,235 mil toneladas, com média de 2,282 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 409,20.

   Em relação a abril de 2023, houve baixa de 88,5% no valor médio diário da exportação, queda de 91,3% na quantidade média diária exportada e valorização de 31,5% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Fator cambial contribui para leve alta de preços no Brasil

Porto Alegre, 19 de abril de 2024 – O aumento da tensão no Oriente Médio, somado ao período de incerteza de quando os Estados Unidos irão começar a reduzir as taxas de juros mexeram com o câmbio ao longo da semana e contribuíram para leves altas no preço do milho.

   Segundo a Safras Consultoria, ainda que os embarques do Brasil permaneçam praticamente travados, o movimento de desvalorização do real frente ao dólar contribuiu para uma melhora na paridade de exportação nos portos.

   O cenário do mercado indicou firmeza nas cotações no Sul do Brasil, e preços mais baixos em parte do Sudeste e do Centro-Oeste pelo cenário de pré-oferta da safrinha, com a melhora recente do clima para as lavouras, bem como pelo andamento da colheita de verão.

   Há também um excesso de retenção da soja nos armazéns e os produtores de algumas regiões estão optando pela venda do milho para buscar capitalização e honrar compromissos financeiros.

   No cenário internacional, o viés ainda é de baixa nos preços na Bolsa de Mercadorias de Chicago, com o indicativo de uma ampla oferta global. O plantio de milho avança em bom ritmo nos Estados Unidos, com um clima favorável ao desenvolvimento inicial das lavouras.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 56,88 no dia 18 de abril, alta de 0,10% frente aos R$ 56,82 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, seguiu em R$ 59,00. Em Campinas/CIF, a cotação subiu 1,60%, de R$ 62,50 para R$ 63,50. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 59,00, avanço de 1,72% frente aos R$ 58,00 da semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca subiu 2,27%, de R$ 44,00 para R$ 45,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 5,00%, de R$ 60,00 para R$ 63,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 1,82%, de R$ 55,00 para R$ 54,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço retrocedeu 9,43%, de R$ 53,00 para R$ 48,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 9,941 milhões em abril (10 dias úteis), com média diária de US$ 994,2 mil. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 29,073 mil toneladas, com média de 2,907 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 341,90.

   Em relação a abril de 2023, houve baixa de 87,8% no valor médio diário da exportação, queda de 88,9% na quantidade média diária exportada e valorização de 9,9% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Pressão de venda aumenta e preços cedem em parte do Brasil

   Porto Alegre, 12 de abril de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou alterações de preços ao longo da semana. Segundo a Safras Consultoria, a maior pressão na venda contribuiu para que os preços recuassem em alguns estados brasileiros, como Goiás, Mato Grosso e São Paulo. Já em outros houve estabilidade nas cotações e até mesmo altas, como no Rio Grande do Sul e no Paraná. Ainda que os preços tenham caído em alguns estados, o consumidor seguiu cauteloso nas intenções de compra, esperando um recuo ainda maior nas cotações.

   O andamento da colheita da safra de verão prossegue e isso vai contribuindo para pressionar as cotações do cereal. Também houve o retorno das chuvas em regiões produtoras de milho safrinha que vinham apresentando um quadro de estresse hídrico, o que deve contribuir para um melhor desenvolvimento das lavouras. Além disso, analistas de Safras acrescentam que a participação do Brasil nas exportações de milho segue muito fraca até agora no ano, pois o cereal argentino se mostra mais competitivo.

   No cenário internacional, o mercado estava na expectativa para a divulgação do relatório de oferta e demanda de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Houve um corte nos estoques finais de passagem para a safra estadunidense e mundial, muito embora em níveis inferiores aos previstos pelo mercado, o que ainda contribui para um cenário de ampla oferta para o cereal, mantendo a Bolsa de Chicago pressionada.

   Os estoques finais de passagem da safra 2023/24 dos Estados Unidos foram estimados em 2,122 bilhões de bushels, contra os 2,172 bilhões apontados no mês passado e acima dos 2,105 bilhões de bushels esperados pelo mercado. As exportações em 2023/24 foram indicadas em 2,1 bilhões de bushels, sem mudanças ante em março. O uso de milho para a produção de etanol foi elevado de 5,375 bilhões de bushels para 5,4 bilhões de bushels.

   A safra global 2023/24 foi projetada em 1.227,86 milhão de toneladas, abaixo das 1.230,24 milhão de toneladas indicadas em março. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 318,28 milhões de toneladas, abaixo das 319,63 milhões de toneladas indicadas no mês passado, mas acima das 317 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

   A safra dos Estados Unidos em 2023/24 foi indicada em 389,69 milhões de toneladas, sem alterações ante março. A estimativa de safra brasileira é de 124 milhões de toneladas em 2023/24, sem mudanças, enquanto o mercado indicava uma produção de 122,1 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas, contra as 56 milhões de toneladas indicadas em março. O mercado projetava uma safra de 55,3 milhões de toneladas.

   A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 29,5 milhões de toneladas na temporada 2023/24. A África do Sul teve a safra cortada de 15,5 milhões de toneladas para 14 milhões de toneladas. A China, por sua vez, teve a estimativa de produção para 2023/24 mantida em 288,84 milhões de toneladas.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 56,82 no dia 11 de abril, baixa de 0,81% frente aos R$ 57,28 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, subiu 1,72%, de R$ 58,00 para R$ 59,00. Em Campinas/CIF, a cotação caiu 0,79%, de R$ 63,00 para R$ 62,50. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 58,00, sem alterações frente à semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca retrocedeu 2,22%, de R$ 45,00 para R$ 44,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 1,69%, de R$ 59,00 para R$ 60,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda seguiu em R$ 55,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço retrocedeu 3,64%, de R$ 55,00 para R$ 53,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 9,586 milhões em abril (5 dias úteis), com média diária de US$ 1,917 milhão. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 28,644 mil toneladas, com média de 5,729 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 334,70.

   Em relação a abril de 2023, houve baixa de 76,4% no valor médio diário da exportação, queda de 78,1% na quantidade média diária exportada e valorização de 7,5% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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SEMANA MILHO: Mercado volta a trabalhar com preços firmes no Brasil, diante de preocupação com clima

   Porto Alegre, 5 de abril de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes ao longo da semana. Segundo a Safras Consultoria, os negócios evoluíram muito pouco, mas as cotações voltaram a subir diante das especulações em torno do clima irregular ao desenvolvimento da safrinha, especialmente no Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. A colheita de verão segue avançando, o que acaba limitando avanços mais expressivos nas cotações.

   Segundo a Safras Consultoria, os produtores voltaram a segurar as ofertas para venda, o que manteve os consumidores distantes das negociações, em meio ao elevado spread entre os valores de preços praticados na compra e na venda do cereal.

   A demanda para o milho brasileiro segue muito enfraquecida e a paridade de exportação continua bastante ruim até agora, impossibilitando que o país avance nos negócios, perdendo espaço para a Argentina.

   No cenário internacional, a expectativa gira em torno das atividades de plantio da safra norte-americana, em meio ao indicativo de uma área cultivada inferior frente à na temporada passada. Notícias indicam que pode haver chuvas com volumes normais até acima dos normais nos Estados Unidos ao longo de abril e maio, o que poderia trazer alguma dificuldade para o andamento da semeadura de milho no país.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 57,28 no dia 4 de abril, alta de 0,29% frente aos R$ 57,12 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, seguiu inalterado, cotado a R$ 58,00. Em Campinas/CIF, a cotação caiu 1,56%, de R$ 64,00 para R$ 63,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 58,00, retração de 3,33% frente aos R$ 60,00 registrados na semana passada.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca avançou 4,65%, de R$ 43,00 para R$ 45,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 3,51%, de R$ 57,00 para R$ 59,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 1,79% ao longo da semana, de R$ 56,00 para R$ 55,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço retrocedeu 1,79%, de R$ 56,00 para R$ 55,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 110,417 milhões em março (20 dias úteis), com média diária de US$ 5,520 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 431,307 mil toneladas, com média de 21,565 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 256,00.

   Em relação a março de 2023, houve baixa de 72,5% no valor médio diário da exportação, queda de 67,7% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 14,9% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

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MILHO: Brasil deve produzir 129 milhões de t na safra 2024/25 – USDA

Porto Alegre, 2 de abril de 2024 – O Brasil deverá produzir 129 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25, que inicia em março, segundo informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume deve superar as 122 milhões de toneladas aguardadas para a temporada 2023/24.

   A área a ser colhida deve ficar em 22 milhões de hectares de milho, acima dos 21,5 milhões de hectares esperados para a temporada 2023/24.

   O consumo previsto pelos adidos é estimado em 81,5 milhões de toneladas de milho. O volume fica acima das 80 milhões de toneladas projetadas para a safra atual.

   As exportações de milho do Brasil foram previstas em 51 milhões de toneladas na temporada 2024/25, acima do volume de 45 milhões de toneladas previstos para a safra 2023/24.

MERCADO MILHO: Cautela de produtores e compradores mantém negociações travadas

   Porto Alegre, 28 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho voltou a apresentar ambiente de negócios travado nesta quinta-feira, com produtores e consumidores cautelosos. O foco do dia foi o relatório de Intenção de Plantio dos Estados Unidos, que foi divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). No decorrer das próximas semanas o mercado deve prestar atenção também na evolução do clima, na movimentação do câmbio e nas questões de logística, destaca a Safras Consultoria.

   No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 57,00/64,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 57,00/64,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/57,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 56,00/59,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 62,00/63,00 a saca.

   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 56,00/57,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 55,00/56,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00/56,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 40,00/43,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com forte alta nos preços. O cereal foi sustentado pelo indício do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de que a área do país terá uma queda além do que o mercado esperava. O avanço do petróleo em Nova York completou o quadro positivo na sessão.

   Até a forte alta registrada na sessão desta quinta-feira, a posição maio/24 registrava perdas no acumulado da semana. Contudo, o desempenho positivo garantiu ganhos semanais de 0,56%. No mês de março, a mesma posição registrou baixa de 3,59%. No trimestre, o recuo registrado foi de 8,67%.

   Os Estados Unidos deverão cultivar 90,036 milhões de acres na safra 2024, baixa de 5% frente aos 94,641 milhões de acres cultivados na temporada anterior, segundo relatório de intenção de plantio divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado trabalhava com uma área de 92,032 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a expectativa é de que área fique inalterada ou menor em 38 dos 48 estados consultados.

   Os estoques trimestrais de milho dos Estados Unidos, na posição 1o de março de 2024, totalizaram 8,347 bilhões de bushels, conforme relatório divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume estocado é 13% maior frente a igual período de 2023, que indicava estoques de 7,396 bilhões de bushels. O volume indicado pelo Departamento ficou abaixo do esperado pelo mercado, de 8,439 bilhões de bushels.

   Do total, 5,079 milhões de bushels estão armazenados com os produtores, com avanço de 24% frente aos 4,105 bilhões de bushels indicados em igual período de 2023. Os estoques fora das fazendas somam 3,268 bilhões de bushels, com baixa de 1% frente aos 3,291 bilhões de bushels indicados em 01 de março de 2023.

   Na sessão, os contratos de milho com entrega em maio de 2024 fecharam a US$ 4,42 por bushel, alta de 15,25 centavos de dólar, ou 3,57%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2024 fechou a sessão a US$ 4,54 1/2 por bushel, avanço de 15,25 centavos de dólar, ou 3,47%, em relação ao fechamento anterior.

DÓLAR

   O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,68%, sendo negociado a R$ 5,0140 para venda e a R$ 5,0120 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9796 e a máxima de R$ 5,0180. Na semana, a moeda teve valorização de 0,32%, enquanto no mês e trimestre a valorização foi de 0,81% e 3,34%, respectivamente.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MONITOR MILHO: Mercado brasileiro deve encerrar semana com negócios ainda lentos

   Porto Alegre, 22 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho deve encerrar a semana com lentidão nos negócios. Há pouco interesse no âmbito comprador pelas aquisições do cereal, com os preços sendo avaliados como elevados. No cenário internacional, a Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em baixa. O dólar, por sua vez, avança frente ao real.

   O mercado brasileiro de milho apresentou preços estáveis nesta quarta-feira. O ambiente de negócios está travado, diante da postura cautelosa tanto dos consumidores como dos produtores. Do lado do consumo, como destaca a Safras Consultoria, não há até o momento sinalizações de preocupação em relação a estoques. No decorrer dos próximos dias, as atenções devem girar em torno do clima, da movimentação do câmbio e questões envolvendo logística.

   No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 57,00/65,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 56,00/64,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 58,00/61,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 64,00/65,00 a saca.

   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 56,00/57,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 55,00/56,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 53,00/56,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 41,00/43,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em maio operaram com recuo de 1,75 centavo, ou 0,39%, cotados a US$ 4,39 por bushel.

* O mercado aproveita do cenário externo desfavorável para realizar parte dos lucros acumulados durante a semana. O dólar avança frente a outras moedas correntes e o petróleo cai em Nova York. O quadro fundamental é baixista, com os investidores na expectativa de grandes ofertas globais, principalmente provenientes da América do Sul.

* Ontem (21), os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 4,40 3/4 por bushel, alta de 1,75 centavo de dólar, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2024 fechou a sessão a US$ 4,54 por bushel, ganho de 1,75 centavo, ou 0,38%, em relação ao fechamento anterior.

SEMANA MILHO: Avanço da colheita exerce pressão sobre cotações no Brasil

   Porto Alegre, 22 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho voltou a trabalhar com preços levemente mais baixos ao longo da semana. Segundo a Safras Consultoria, o avanço da colheita da safra de verão e a melhoria do clima em áreas produtoras de milho safrinha levou os produtores a ampliar as fixações de oferta para venda.

   O ritmo de negócios, contudo seguiu lento, uma vez que os consumidores se mostraram bem supridos de estoques, aguardando melhores condições de preço para avançar nas aquisições.

   De acordo com a Safras Consultoria, no cenário internacional a Bolsa de Chicago apresentou sinais de recuperação ao longo da semana, em meio a chuvas excessivas na Argentina e às perspectivas de uma área de cultivo menor nos Estados Unidos na temporada 2024/25, perdendo espaço para a soja.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 57,38 no dia 21 de março, baixa de 0,15% frente aos R$ 57,70 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, caiu 1,75%, de R$ 57,00 para R$ 56,00. Em Campinas/CIF, a cotação recuou 1,52%, de R$ 66,00 para R$ 65,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 61,00, retração de 3,17% frente aos R$ 63,00 registrados na última semana.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca seguiu em R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 57,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 1,75%, de R$ 57,00 para R$ 56,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço permaneceu em R$ 56,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 62,598 milhões em março (11 dias úteis), com média diária de US$ 5,690 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 227,832 mil toneladas, com média de 20,712 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 274,80.

   Em relação a março de 2023, houve baixa de 67,4% no valor médio diário da exportação, queda de 64,3% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 8,7% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Produtor muda estratégia e volta a reter ofertas para venda

   Porto Alegre, 15 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou uma semana marcada por uma mudança de estratégia por parte dos produtores. Segundo a Safras Consultoria, eles passaram a reter novamente as ofertas para venda, observando as previsões de clima mais complicado para o desenvolvimento da safrinha.

   Não houve, entretanto, grandes alterações nos preços, uma vez que os consumidores seguem mantendo um movimento de cautela nas aquisições, reportando um bom quadro de estoques para atender as necessidades mais urgentes de demanda.

   No cenário internacional, a Bolsa de Chicago interrompeu a trajetória de ganhos e voltou a ser pressionada pelos sinais de fraca demanda para o cereal norte-americano. As atenções se voltam para a divulgação, mais próximo do final do mês, do relatório de intenção de plantio da safra norte-americana 2024/25.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 57,70 no dia 14 de março, baixa de 0,15% frente aos R$ 57,79 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, seguiu em R$ 57,00. Em Campinas/CIF, a cotação subiu 1,54%, de R$ 65,00 para R$ 66,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 63,00, alta de 5,00% frente aos R$ 60,00 registrados na última semana.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca seguiu em R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 57,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 3,37%, de R$ 59,00 para R$ 57,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço permaneceu em R$ 56,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 41,913 milhões em março (6 dias úteis), com média diária de US$ 6,985 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 173,714 mil toneladas, com média de 28,952 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 241,30.

   Em relação a março de 2023, houve baixa de 60% no valor médio diário da exportação, queda de 50,1% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 19,8% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Negócios travados no Brasil limitam grandes mudanças nos preços

   Porto Alegre, 8 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou uma semana bastante travada no que tange aos negócios, o que limitou grandes alterações nos preços. Segundo a Safras Consultoria, a postura dos consumidores foi retraída nas negociações, apostando em preços mais fracos no curto prazo, sinalizando pouca preocupação em relação a níveis em estoques.

   Os produtores, por outro lado, avançaram na fixação de oferta em várias praças do país, mas com cautela no nível de preços. Em várias localidades houve uma grande disparidade entre ideias de preços de compra e de venda.

   No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sinalizou uma semana mais positiva no que tange aos preços, com o foco de atenção para o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para o mês de março, que será divulgado na tarde de hoje. A expectativa é de que haja ajustes para baixo nos estoques finais de passagem da safra norte-americana e mundial na temporada 2023/24.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 57,79 no dia 7 de março, alta de 0,01% frente aos R$ 57,78 registrados na semana passada. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, caiu 1,72%, passando de R$ 58,00 para R$ 57,00. Em Campinas/CIF, a cotação subiu 1,56%, de R$ 64,00 para R$ 65,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 60,00, alta de 1,59% frente aos R$ 59,00 registrados na última semana.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca seguiu em R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 57,00 na venda. Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda continuou em R$ 59,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço caiu 1,75%, de R$ 57,00 para R$ 56,00 na venda.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 413,113 milhões em fevereiro (19 dias úteis), com média diária de US$ 21,742 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,713 milhão de toneladas, com média de 90,162 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 241,20.

   Em relação a fevereiro de 2023, houve baixa de 39,1% no valor médio diário da exportação, queda de 24,7% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 19,1% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Compradores se afastam e mercado fecha fevereiro com perdas

   Porto Alegre, 1 de março de 2024 – O mercado brasileiro de milho registrou um cenário bastante diferenciado ao longo de fevereiro. A primeira metade do mês foi marcada pelo movimento de alta nas cotações, com uma maior necessidade de compra por parte dos consumidores e com os produtores adotando a estratégia de segurar as ofertas para venda.

   A partir de segunda quinzena, contudo, o movimento do mercado inverteu completamente. Segundo a Safras Consultoria, após adquirir bons volumes do cereal, os compradores saíram do mercado, forçando os produtores a pressionar as cotações. O spread elevado entre o valor de compra e de venda do cereal manteve os compradores na defensiva, à espera de um movimento maior de queda nos preços.

   Tentando liberar maiores espaços nos armazéns para estocar a soja colhida e tendo de honrar compromissos financeiros neste final de mês, os produtores passaram a disponibilizar maiores volumes do cereal para venda, o que contribuiu par de comercialização do Brasil. Fatores como o cenário de queda das cotações no porto para a safrinha, a fraca demanda na exportação e a valorização do real frente ao dólar também foram determinantes para a baixa dos preços no cenário doméstico.

   No cenário internacional, ainda que a Bolsa de Chicago tenha esboçado uma reação na última semana do mês, o viés negativo predominou ao longo de fevereiro, em meio à expectativa de uma ampla oferta global, puxada pela safra recorde nos Estados Unidos e pela expectativa de uma boa produção do cereal em países da América do Sul.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 57,78 no dia 29 de fevereiro, baixa de 1,76% frente aos R$ 58,82 registrados no fechamento de janeiro. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, subiu 1,75%, passando de R$ 57,00 para R$ 58,00. Em Campinas/CIF, a cotação baixou 1,54%, de R$ 65,00 para R$ 64,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 59,00, queda de 4,84% frente aos R$ 62,00 registrados no final de janeiro.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca caiu 4,44%, de R$ 45,00 para R$ 43,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço retrocedeu 1,72%, de R$ 58,00 para R$ 57,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda baixou 1,67%, de R$ 60,00 para R$ 59,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda continuou em R$ 58,00.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 424,493 milhões em fevereiro (15 dias úteis), com média diária de US$ 28,286 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,677 milhão de toneladas, com média de 111,860 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 252,90.

   Em relação a fevereiro de 2023, houve baixa de 24,9% no valor médio diário da exportação, queda de 11,5% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 15,2% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

SEMANA MILHO: Mercado volta a ficar acomodado no Brasil

   Porto Alegre, 23 de fevereiro de 2024 – O mercado brasileiro de milho voltou a mostrar sinais de acomodação ao longo da semana. O produtor manteve a estratégia de reter as ofertas do cereal, na tentativa de elevar os preços, mas não houve o retorno esperado na ponta compradora. Diante da ausência dos consumidores nos negócios, os preços perderam força e acabaram cedendo levemente no Brasil.

   Segundo a Safras Consultoria, o fluxo de exportação se mostra fraco nesse início do ano comercial. A paridade no porto de Santos é indicada pelas tradings entre R$ 54 a R$ 56,00 para agosto e setembro. Já a Bolsa de Chicago continuou em tendência de queda, assim como o dólar frente ao real, cotado nessa semana entre R$ 4,90 e R$ 5,00.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 58,99 no dia 22 de fevereiro, baixa de 0,37% frente aos R$ 59,21 registrados na última semana. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, subiu 1,72%, passando de R$ 58,00 para R$ 59,00. Em Campinas/CIF, a cotação seguiu em R$ 65,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 62,00, inalterado frente à última semana.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca seguiu cotada a R$ 45,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço continuou em R$ 57,00 na venda.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda continuou em R$ 60,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda avançou 3,57%, de R$ 56,00 para R$ 58,00.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 389,153 milhões em fevereiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 38,915 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,455 milhão de toneladas, com média de 145,517 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 267,40.

   Em relação a fevereiro de 2023, houve alta de 3,3% no valor médio diário da exportação, alta de 15,2% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 10,3% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preço reage no Brasil, com menor fixação de venda pelo produtor

Porto Alegre, 16 de fevereiro de 2024 – O mercado brasileiro de milho sinalizou um movimento de reação nos preços do meio de semana em diante, na retomada dos negócios após o feriado de Carnaval. Segundo a Safras Consultoria, o movimento foi determinado por uma menor fixação de venda por parte dos produtores, que centram suas atenções na colheita e no escoamento da safra de soja.

   Os negócios envolvendo o cereal ficaram em segundo plano. Ainda assim, o interesse de compra por parte dos consumidores também se mostrou calmo, sem que houvesse uma maior pressão em torno dos preços, o que também favoreceu o movimento de recuperação, em meio à menor disponibilidade de oferta.

   Nas exportações, o desempenho do Brasil começa a perder força, diante da maior concorrência de oferta com outros mercados, como o norte-americano.

   No cenário internacional, o quadro de pressão na Bolsa de Chicago se manteve, em meio ao cenário de ampla oferta global e ao clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras na América do Sul.

Preços internos

   O valor médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 59,21 no dia 15 de fevereiro, baixa de 1,19% frente aos R$ 58,51 registrados na última semana. No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Cascavel, Paraná, caiu 1,69%, passando de R$ 59,00 para R$ 58,00. Em Campinas/CIF, a cotação avançou 0,78% ao longo da semana, passando de R$ 64,50 para R$ 65,00. Na região da Mogiana paulista, o cereal foi cotado a R$ 62,00, inalterado frente à última semana.

   Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação da saca seguiu cotada a R$ 45,00. Em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço aumentou 3,57%, de R$ 56,00 para R$ 58,00 na venda. Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda continuou em R$ 60,00 a saca. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda retrocedeu 1,75% ao longo da semana, de R$ 57,00 para R$ 56,00.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 231,264 milhões em fevereiro (7 dias úteis), com média diária de US$ 33,037 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,016 milhão de toneladas, com média de 145,238 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 227,50.

   Em relação a fevereiro de 2023, houve baixa de 12,3% no valor médio diário da exportação, alta de 15,0% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 23,7% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MERCADO MILHO: Relatório do USDA contribui para morosidade no Brasil

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2024 – O mercado brasileiro de milho esteve travado ao longo da quinta-feira. O relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) contribuiu com essa dinâmica. Segundo a SAFRAS Consultoria, os consumidores seguem adotando a mesma postura dos últimos dias, retraídos nas negociações, sinalizando conforto em relação a estoques e esperam por preços mais baixos. Por outro lado, os produtores se mostraram mais cautelosos na fixação de oferta e tentam preços um pouco mais altos, aponta a SAFRAS.

   No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 59,00/65,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 58,00/64,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/59,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 58,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 63,00/65,00 a saca.

   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 59,00/61,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 54,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 40,00/45,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão com preços mais baixos. O mercado buscou um direcionamento e oscilou após a divulgação do relatório de oferta e demanda de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

   Segundo agências internacionais, alguns traders esperavam que uma surpresa no documento deflagrasse um movimento de cobertura de posições. Mas nenhum dado trouxe esta mudança. O mercado segue baixista, pressionado pela sobreoferta, de um modo geral. A queda foi limitada pelo bom desempenho do petróleo em Londres e em Nova York.

   A safra global 2023/24 foi projetada em 1.232,57 milhão de toneladas, abaixo das 1.235,73 milhão de toneladas indicadas em janeiro. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 322,06 milhões de toneladas, abaixo das 325,22 milhões de toneladas indicadas no mês passado e das 324 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

   A safra dos Estados Unidos em 2023/24 foi indicada em 389,69 milhões de toneladas, sem alterações ante janeiro. A estimativa de safra brasileira é de 124 milhões de toneladas em 2023/24, abaixo das 127 milhões de toneladas indicadas mês passado. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas, sem alterações. A Ucrânia manteve sua projeção de safra em 30,5 milhões de toneladas na temporada 2023/24. A África do Sul teve a safra indicada em 16,8 milhões de toneladas, sem mudanças. A China, por sua vez, teve a estimativa de produção para 2023/24 mantida em 288,84 milhões de toneladas.

   Os Estados Unidos deverão colher 15,342 bilhões de bushels na temporada 2023/24, mesmo volume do que foi indicado em janeiro. A produtividade média em 2023/24 deve atingir 177,3 bushels por acres, sem alterações frente ao número estimado no mês passado. A área a ser plantada deve ficar em 94,6 milhões de acres, sem alterações frente ao relatório anterior. A área a ser colhida foi prevista em 86,5 milhões de acres, sem mudanças frente ao mês passado.

   Os estoques finais de passagem da safra 2023/24 foram estimados em 2,172 bilhões de bushels, acima dos 2,162 bilhões de bushels previstos no mês passado e aos 2,134 bilhões de bushels esperados pelo mercado. As exportações em 2023/24 foram indicadas em 2,10 bilhões de bushels, contra os 2,10 bilhões de bushels previstos em janeiro. O uso de milho para a produção de etanol foi indicado em 5,375 bilhões de bushels, sem mudanças ante o mês passado.

   Na sessão, os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,33 1/4 por bushel, baixa de 1,00 centavo de dólar, ou 0,23% em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2024 fechou a sessão a US$ 4,45 por bushel, baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,33%, em relação ao fechamento anterior.

DÓLAR

   O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 4,9946 para venda e a R$ 4,9926 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9721 e a máxima de R$ 5,0009.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: USDA reduz safra mundial 2023/24 para 1,232 bilhão de toneladas

   Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2024 – O relatório de fevereiro de oferta e demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) trouxe dados relativos à temporada 2023/24 e atualizações referentes à temporada 2022/23.

   A safra global 2023/24 foi projetada em 1.232,57 milhão de toneladas, abaixo das 1.235,73milhão de toneladas indicadas em janeiro. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2023/24 em 322,06 milhões de toneladas, abaixo das 325,22 milhões de toneladas indicadas no mês passado e das 324 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

   A safra dos Estados Unidos em 2023/24 foi indicada em 389,69 milhões de toneladas, sem alterações ante janeiro. A estimativa de safra brasileira é de 124 milhões de toneladas em 2023/24, abaixo das 127 milhões de toneladas indicadas mês passado. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas, sem alterações. A Ucrânia manteve sua projeção de safra em 30,5 milhões de toneladas na temporada 2023/24. A África do Sul teve a safra indicada em 16,8 milhões de toneladas, sem mudanças. A China, por sua vez, teve a estimativa de produção para 2023/24 mantida em 288,84 milhões de toneladas.