Porto Alegre, 12 de julho de 2016 – O relatório de julho de oferta e
demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
trouxe um leve corte para a expectativa de safra global 2016/17.
A safra mundial 2016/17 foi reduzida de 1.011,07 milhão de toneladas para
1.010,74 milhão de toneladas. Os estoques finais foram projetados em 208,39
milhões de toneladas, acima das 205,12 milhões de toneladas indicadas em junho
e das 206 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. A safra americana foi
elevada de 366,54 milhões de toneladas para 369,33 milhões de toneladas. A
estimativa de safra brasileira foi reduzida de 82 milhões de toneladas para 80
milhões de toneladas. A China deverá produzir 218 milhões de toneladas, mesmo
volume indicado em junho. A Ucrânia teve sua projeção mantida em 26 milhões
de toneladas. A produção da Argentina foi estimada em 34 milhões de
toneladas, sem mudanças. A África do Sul teve a safra projetada em 13 milhões
de toneladas, também sem alterações.
Para 2015/16, a safra mundial está agora prevista em 959,79 milhões de
toneladas, contra 966,37 milhões do relatório de junho. Os estoques finais
tiveram sua projeção elevada de 206,45 milhões para 206,9 milhões de
toneladas, enquanto o mercado esperava uma queda para 206,2 milhões de
toneladas.
A safra americana está estimada em 345,49 milhões de toneladas, sem
alterações. A estimativa de safra brasileira foi reduzida de 77,5 milhões de
toneladas para 70 milhões de toneladas, abaixo das 74,6 milhões de toneladas
esperadas pelo mercado. A China deverá produzir 224,58 milhões de toneladas,
sem alterações. A Ucrânia teve sua projeção mantida em 23,33 milhões de
toneladas.
A produção da Argentina foi elevada de 27 milhões de toneladas para 28
milhões de toneladas, acima das 27,2 milhões de toneladas previstas pelo
mercado. A África do Sul teve a safra mantida em 6,5 milhões de toneladas.
Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS