Porto Alegre, 27 de agosto de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.
– Preços externos altos mesmo em pré-colheita norte-americana
– Níveis de US$ 5,50/bushel para um início de colheita são extremamente altos
– Tempestades no Meio-Oeste e maior colheita para silagem são fatores que podem estar segurando os preços neste momento
– Dúvidas sobre tendência de importações pela China em um ano de safra local maior é o ponto central para 2022
– Expectativas com chuvas de primavera no Brasil e Argentina serão fatores considerados a partir de setembro
– Colheita norte-americana terá início da primeira quinzena de setembro
– Vencimento de dívidas dos produtores e compra de insumos da safra nova aceleram as vendas no físico brasileiro e pressionam as cotações
– Tentativa de acelerar vendas com milho de menor padrão no PR, MS e SP ajudam na curva de preços
– Este movimento ainda pode trazer alguma baixa para o mercado interno, porém, pode se encerrar ainda em setembro e abrir espaço para uma nova onda de altas
– Quadro brasileiro é de queda histórica de estoques e a atitude preventiva do mercado consumidor precisa de manter até a entrada da safrinha 2022
– Chuvas de até 100 mm no RS e boas chuvas em SC oferecem condições para o plantio de verão no Oeste dos dois estados
– Risco climático do La Niña é o ponto a ser avaliado nesta primavera
– Importações ainda não são elevadas com origem argentina, se aproximando de 400 mil toneladas apenas
– Exportações brasileiras já se aproximam de 10 milhões de toneladas até o início de setembro e a meta de 20 milhões de toneladas ainda é plenamente possível.
Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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