MERCADO: Milho tem sexta-feira de lentidão e estabilidade no Brasil

Porto Alegre, 28 de outubro de 2016 – O mercado brasileiro de milho foi
caracterizado pela lentidão nesta sexta-feira. Tanto consumidores quanto
produtores adotaram uma postura mais comedida no encerramento da semana. “É
importante ressaltar que a atuação de algumas tradings no mercado interno deve
continuar ao longo dessa semana. O foco é esvaziar os armazéns até a entrada
da próxima safra”, destaca o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias.

No porto de Santos, a referência ficou em R$ 34,00 a saca para o
disponível. Em Paranaguá, indicação de R$ 33,00 a saca. No Paraná, a
cotação ficou em R$ 36,00/37,00 em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve
em R$ 36,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$ 39,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 44,00/45,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 43,50 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
39,00/40,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 32,00 em
Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações
de hoje com preços mais baixos. O consolidou o tom negativo, diante de um
movimento de realização de lucros e da expectativa de retomada da colheita no
cinturão produtor, com a previsão de clima seco nos próximos dias. Essa foi a
primeira queda dos preços em quatro sessões.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 3,55,
com baixa de 2,50 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2017 finalizou cotada a US$ 3,63 por bushel, com recuo de
3,00 centavos.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações com alta de 1,26%, cotado a R$
3,195 para compra e a R$ 3,197 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,160 e a máxima de R$ 3,206. Na
semana, o dólar subiu 1,04%, revertendo as perdas iniciais.