Porto Alegre, 16 de setembro de 2016 – O mercado brasileiro de milho
encerrou a semana sem apresentar mudanças contundentes em sua dinâmica.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos
compradores permanecem ausentes do mercado. Em alguns estados, há aumento
da fixação de oferta junto às cooperativas. Este é justamente o caso de São
Paulo. Com isso, os preços acabaram cedendo na última semana.
No porto de Santos, a referência ficou em R$ 35,00 a saca para o
disponível. Em Paranaguá, indicação de R$ 34,00 a saca. No Paraná, a
cotação ficou em R$ 38,00 em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$
38,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$ 42,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 49,00/50,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 43,50/45,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve
em R$ 40,00/41,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$
28,00/32,00.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações
de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado recuperou parte das
frente às perdas da semana. No período, a queda acumulada foi de 1,17%.
Ontem, a fraca demanda pelo grão norte-americano pressionou as cotações. A
previsão de clima úmido sobre as lavouras de milho dos Estados Unidos, o que
pode atrasar a colheita, impulsiona os preços.
Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 3,37,
com alta de 7,00 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2017 finalizou cotada a US$ 3,47 3/4 por bushel, ganho de
7,00 centavos em relação ao fechamento anterior.
Câmbio
O dólar comercial fechou o dia com baixa de 0,93%, sendo negociado a R$
3,2690 para compra e a R$ 3,2710 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2650 e a máxima de R$ 3,3210.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
