Porto Alegre, 26 de setembro de 2016 – O mercado interno de milho teve
uma segunda-feira de preços pouco alterados na maior parte das regiões de
comercialização. O começo da semana foi de lentidão nos negócios, com
compradores e vendedores afastados.
No porto de Santos, a referência ficou em R$ 34,00 a saca para o
disponível. Em Paranaguá, indicação de R$ 33,00 a saca. No Paraná, a
cotação ficou em R$ 37,00 em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$
37,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$ 40,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 49,00/50,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 43,00/44,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve
em R$ 37,00/41,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$
28,00/32,00.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as
operações de hoje com preços acentuadamente mais baixos. O mercado
intensificou as perdas, em meio ao indicativo de clima favorável no cinturão
produtor nos próximos dias, o que deve contribuir para o avanço da colheita
nos Estados Unidos.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.335.643 toneladas na semana encerrada no dia 22 de setembro, conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.296.515 toneladas. Em igual período
do ano passado, o total inspecionado foi de 810.386 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 4.267.096 toneladas,
contra 2.751.029 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 3,29,
com baixa de 7,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2017 finalizou cotada a US$ 3,39 por bushel, recuo de 7,25
centavos em relação ao fechamento anterior.
Câmbio
O dólar comercial encerrou o
pregão estável, cotado a R$ 3,248 a venda, tendo respondido a pressões de
alta, com maior aversão ao risco no cenário externo, que cresceu com
incertezas por conta do Deutsche Bank e das eleições presidenciais
norte-americanas; e, a pressões de queda com a perspectiva de corte da Selic.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
