Porto Alegre, 30 de agosto de 2017 – O mercado brasileiro de milho
permanece por problemas de abastecimento que tem afetado duramente diversos
estados. Ainda há grande volume de milho safrinha a ser comercializado, e com
os preços do milho brasileiro acima dos preços do milho da Argentina e dos EUA
não há uma perspectiva tão positiva para as exportações no médio prazo.
Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 28,00/29,00 a
saca. No Paraná, a cotação ficou em R$ 23,00/24,00 a saca em Cascavel. Em
São Paulo, o preço esteve em R$ 22,00/23,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 26,50 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 28,00 em Erechim. Em Minas Gerais,
preço em R$ 24,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 20,00 em Rio
Verde. Em Mato Grosso, preço ficou em R$ 13,00/17,00 a saca em Rondonópolis.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho registrou preços
mais baixos. O mercado voltou a ser pressionado pelo cenário fundamental
baixista. As lavouras se desenvolvem bem nos Estados Unidos e o início da
colheita se aproxima sem maiores sobressaltos, com a expectativa de uma safra
recorde pesando sobre as cotações.
Os contratos de milho com entrega em setembro eram cotados a US$ 3,29 1/2,
baixa de 4,00 centavos de dólar, ou -1,19%, em relação ao fechamento
anterior. A posição dezembro de 2017 era cotada a US$ 3,45 1/2 por bushel,
recuo de 3,25 centavos, ou -0,93%.
Câmbio
O dólar comercial fechou a sessão com baixa de 0,06%, cotado a R$ 3,1600
para compra e a R$ 3,1620 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 3,1580 e a máxima de R$ 3,1760.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
