Porto Alegre, 11 de agosto de 2017 – O mercado brasileiro de milho seguiu
com cotações pouco alteradas nesta sexta-feira. O mercado terminou a semana
continuando com os problemas de logística, com falta de caminhões e fretes
caros. Houve poucos negócios no dia.
No porto de Paranaguá, a cotação ficou em R$ 27,50 a saca de 60 quilos.
Em Santos, preço de R$ 28,50. No Paraná, a cotação ficou em R$ 20,50/21,50 a
saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 21,00 a saca na Mogiana.
Em Campinas CIF, preço de R$ 27,50/28,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 27,50/28,50 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 24,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 19,00
em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou em R$ 13,00/17,00 a saca em
Rondonópolis.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho registrou preços
mais altos. O cereal foi sustentado por um movimento de compras por parte de
fundos especuladores, buscando recuperação frente às fortes perdas de ontem,
com a divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos para o mês de agosto, que surpreendeu o mercado. Na semana, o
contrato spot acumulou queda de 1,57%.
O USDA previu que safra 2017/18 americana deve atingir 14,153 bilhões de
bushels, abaixo frente aos 14,255 bilhões de bushels estimados no mês passado,
enquanto o mercado projetava uma produção de 13,841 bilhões de bushels.
Os estoques finais de passagem foram estimados em 2,273 bilhões de
bushels, ante os 2,325 bilhões do relatório passado, enquanto o mercado
trabalhava com estoques de 1,966 bilhão de bushels.
Os contratos de milho com entrega em setembro eram cotados a US$ 3,60 3/4,
com alta de 3,50 centavos de dólar, ou +0,97%, em relação ao fechamento
anterior. A posição dezembro de 2017 era cotada a US$ 3,74 3/4 por bushel,
ganho de 3,75 centavos, ou +1,01%.
Câmbio
O dólar comercial fechou a sessão com baixa de 0,03%, cotado a R$ 3,1730
para compra e a R$ 3,1750 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 3,1570 e a máxima de R$ 3,1820.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
