Porto Alegre, 8 de junho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve uma
sexta-feira arrastada na comercialização, com preços de estáveis a mais
baixos diante do tombo do dólar. De forma geral, o mercado parou diante das
dificuldades com a política de tabelamento de fretes. Há necessidade de
recomposição do mercado normal de fretes e de menor volatilidade cambial para
a retomada dos negócios.
No porto de Santos, o preço ficou entre em R$ 40,50/43,50 a saca de 60
quilos para entrega na safrinha. No porto de Paranaguá, preço de R$ 40,00 a R$
42,50. No Paraná, a cotação ficou em R$ 41,00/42,00 a saca em Cascavel. Em
São Paulo, o preço esteve em R$ 42,50/44,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 44,50/45,50.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 44,50/46,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 38,00/39,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
34,00/35,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 28,00/30,00 a
saca em Rondonópolis.
Chicago
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado corrigiu parte das perdas acumuladas ao longo da semana.
O clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas limitou a
recuperação. Na semana, a posição julho teve desvalorização de 3,3%.
Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 3,77 3/4, alta de
1,50 centavo de dólar, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior. A
posição setembro de 2018 fechou a US$ 3,86 1/2 por bushel, ganho de 1,25
centavo ou 0,32%.
CÂMBIO
O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 5,5%, cotado a R$
3,7070 para a compra e a R$ 3,7090 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6960 e a máxima de R$ 3,8590.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
