MONITOR MILHO: Consumidor retraído deve travar negócios no Brasil

Porto Alegre, 17 de março de 2017 – O mercado brasileiro de milho deve
apresentar mais um dia de poucos negócios. Os preços cedem com o avanço da
colheita e os consumidores seguem abastecidos e evitando comprar, pois apostam
em cotações ainda melhores.

CHICAGO

*A Bolsa de Chicago operava com baixa de 0,13% para o contrato maio, cotada a
US$ 3,65 por bushel.

* O mercado segue pressionado pelo cenário fundamental de ampla oferta mundial.

CÂMBIO

* O dólar comercial apresenta baixa de 0,32% neste momento, cotado a R$ 3,106.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai,-0,96%; Tóquio, -0,35%.

* As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +0,34%. Frankfurt,+0,10%.
Londres,+0,35%.

* O petróleo opera em alta. Abril do WTI em NY: US$ 49,06/barril (+0,65%).

* O dólar opera misto. Euro (+0,23%); iene (-0,19%) e libra-esterlina (+0,02%).

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho teve uma quinta-feira de cotações
pressionadas. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias, em muitas regiões o avanço da colheita segue pressionando os
preços.

* No porto de Santos, a referência ficou em R$ 30,00/31,00 a saca para o
disponível, mesmo preço em Paranaguá. No Paraná, a cotação ficou em R$
28,00/29,00 em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 31,50/32,50 a saca
na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 35,00/35,50 a saca.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 27,00/28,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 31,00/32,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
28,50/29,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou em R$ 24,00/25,00 a saca
em Rondonópolis.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS