MERCADO: Milho tem quarta-feira de preços pressionados e poucos negócios

Porto Alegre, 21 de setembro de 2016 – O mercado brasileiro de milho
mantém a dinâmica no decorrer desta semana. Os negócios concretizados
servem para preencher necessidades pontuais, sem registro de volumes
expressivos negociados. Aumenta a fixação de oferta junto às cooperativas
em alguns estados, como é justamente o caso do mercado paulista. A indicação
é do analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

No porto de Santos, a referência ficou em R$ 35,50 a saca para o
disponível. Em Paranaguá, indicação de R$ 34,50 a saca. No Paraná, a
cotação ficou em R$ 37,00 em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$
37,00 a saca na Mogiana, contra R$ 38,00 do dia anterior. Em Campinas CIF, a
cotação ficou em R$ 41,00 a saca, contra R$ 42,00 ontem.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 49,00/50,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 43,00/44,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve
em R$ 37,00/41,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$
28,00/32,00.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações
de hoje com preços mais baixos. O mercado realizou parte dos lucros
registrados ontem, quando subiu 1% e atingiu o melhor patamar em oito dias,
diante do ritmo mais lento da colheita nos Estados Unidos.

Até 18 de setembro, a área norte-americana colhida era estimada em 9%. Em
igual período do ano passado, o número ficava em 9%. A média para os
últimos cinco anos é de 12%. Analistas esperavam que os trabalhos estivessem
em 11%.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 3,40,
com baixa de 0,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2017 finalizou cotada a US$ 3,50 por bushel, recuo de 0,75
centavo em relação ao fechamento anterior.