SEMANA: Milho teve preços firmes e estáveis com oferta ajustada à procura

O mercado brasileiro de milho teve novos preços regionais. As cotações tiveram firmes e acomodados devido ao ajuste de oferta com demanda. Porém, alguma colheita no Sul amenizou um pouco o impacto da baixa oferta.
Por outro lado, o câmbio e o mercado internacional tiveram poucos efeitos internos. O clima seco ajudou na colheita. As exportações de milho do Brasil renderam US$ 476,4 milhões em janeiro (dez dias úteis), com média diária de US$ 47,6 milhões.
A quantidade total de milho exportada pelo país chegou a 2,869 milhões de t, com média diária de 287 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 166. Entre dezembro e janeiro, houve uma alta de 1,1% no valor médio exportado, uma valorização de 0,7% na quantidade e um acréscimo de 0,4% no preço médio.
Na relação entre janeiro de 2016 e o mesmo mês de 2015, houve alta de 68,6% no valor total exportado, avanço de 88,6% na quantidade total e desvalorização de 10,6% no preço médio.
Nesta quinta-feira (21), em Santos, o preço foi nominal e se manteve em R$ 43/44,00. Enquanto isso, em Paranaguá o preço médio também continuou nominal e estável, a R$ 43/44,00. No Paraná, a cotação comprador/vendedor em Cascavel ficou em R$ 40,00. Em São Paulo, o preço teve estabilidade e encerrou a R$ 41/42,00, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação encerrou a R$ 45,00.
No Rio Grande do Sul, preço ficou inalterado, a R$ 37/38,00, em Erechim. Em Minas Gerais, preço em Uberlândia esteve em R$ 42/43,00. Em Goiás, preço se manteve em R$ 38,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço esteve a R$ 25/30,00, em Rondonópolis.

Carine Lopes (carine@safras.com.br) / Agência Safras