MERCADO: Milho teve fraca oferta e preços firmes

Mercado brasileiro de milho esteve lento diante de fraca oferta e preços firmes. A comercialização no setor atravessa um momento complicado, uma vez que o fluxo de negócios internos segue bastante aquém das necessidades dos compradores, segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.
Em Santos, o preço recuou de R$ 44,50/46,00 para R$ 45,00. Enquanto isso, em Paranaguá o preço médio decresceu de R$ 44/45,00 para R$ 44,00. No Paraná, a cotação comprador/vendedor em Cascavel subiu de R$ 38/40,00 para R$ 40/42,00. Em São Paulo, o preço ficou em R$ 42,00 contra R$ 41/43,00 de ontem, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação encerrou valorizada, a R$ 46,00 contra R$ 44,50/46,00 de ontem.
No Rio Grande do Sul, preço ficou estável, em R$ 38,00 contra R$ 37,50/38,50 de ontem, em Erechim. Em Minas Gerais, preço em Uberlândia esteve em alta, a R$ 40/42,00 contra R$ 38/40,00 de ontem. Em Goiás, preço cresceu de R$ 32/34,00 para R$ 35/36,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço diminuiu para R$ 24/28,00 contra R$ 27/29,00 de ontem, em Rondonópolis.

CBOT
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações de hoje com preços mais altos. Um movimento de compra inspirado em fatores técnicos sustentou os preços. O mercado reflete ainda o relatório de ontem do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O levantamento indicou estoques dos americanos e mundiais abaixo do esperado, deflagrando a cobertura de posições vendidas por parte de especuladores e fundos.
Os contratos de milho com entrega em março fecharam cotados a US$ 3,58, com alta de 1,25 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2016 finalizou cotada a US$ 3,634 por bushel, ganho de 0,75 centavo em relação ao último fechamento.

Câmbio
O dólar comercial encerrou as negociações em queda de 0,86%, cotado a R$ 4,0090 para compra e a R$ 4,0110 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9720 e a máxima de R$ 4,0180.