Porto Alegre, 16 de novembro de 2015 – O mercado brasileiro de milho
teve uma segunda-feira de lentidão e poucos negócios. As cotações ficaram
pouco alteradas no comparativo com a sexta-feira.
Em Santos, o preço ficou a R$ 35,50 a saca, contra R$ 36,00 de
sexta-feira. Enquanto isso, em Paranaguá o preço médio ficou em R$ 35,00 a
saca, contra R$ 36,00 anteriormente. No Paraná, a cotação comprador/vendedor
em Cascavel ficou inalterada, a R$ 30,00/31,00. Em São Paulo, o preço ficou
estável, a R$ 31,00, na Mogiana. Em Campinas CIF, a cotação ficou em R$
35/35,50, inalterada.
No Rio Grande do Sul, preço ficou inalterado, a R$ 36,00, em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em Uberlândia esteve em R$ 30/31,00. Em Goiás, preço
inalterado, a R$ 26,00/27,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço com
estabilidade, em R$ 19/23,00, em Rondonópolis.
CBOT
A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou as operações
de hoje com preços mais altos. O mercado avaliou os bons números de
exportações dos EUA apesar da perspectiva de uma elevada oferta global de
milho, conforme apontou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos no
relatório de oferta e demanda de novembro.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 373.618
toneladas na semana encerrada no dia 12 de novembro, conforme relatório
semanal divulgado pelo USDA.
Na semana anterior, haviam atingido 295.701 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 410.926 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 5.912.309 toneladas,
contra 7.806.995 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 3,60,
com alta de 1,75 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2015 finalizou cotada a US$ 3,66 3/4 por bushel, ganho de
1,25 centavo em relação ao último fechamento.
Câmbio
O dólar comercial fechou em queda de 0,41%, negociado a R$ 3,8180 para a
venda, em um dia em que o indicador caminhou próximo da estabilidade, motivado
pela falta de notícias negativas no cenário econômico e pelo apoio reiterado
da presidente Dilma Rousseff ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS
