Porto Alegre, 30 de novembro de 2020 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja opera com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. A oleaginosa é impactada por uma série de fatores, como as sanções anunciadas hoje pelos Estados Unidos contra empresas chinesas, o que pode dificultar a futura relação da gestão de Joe Biden junto aos asiáticos, bem como pelas chuvas benéficas às lavouras de soja na América do Sul.
O desempenho apenas dentro do esperado para as inspeções norte-americanas de soja, bem como um movimento de realização de lucros com os investidores reposicionando carteiras frente ao final de novembro também ajudam a pressionar as cotações em Chicago.
As punições adotadas pelos EUA, autorizadas por Donald Trump, visam empresas chinesas que teriam apoiado o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a “minar a democracia, restringir o serviço de internet e conduzir vigilância digital e operações cibernéticas contra oponentes políticos”.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.036.484 toneladas na semana encerrada no dia 26 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 2 milhões de toneladas.
Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.233.630 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado for a de 1.576.703 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 26.679.446 toneladas, contra 15.971.911 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
A posição janeiro de 2021 era cotada a US$ 11,75 1/2 por bushel, queda de 16,25 centavos de dólar por bushel, ou 1,36%. A posição março de 2021 era cotada a US$ 11,76 1/4 por bushel, perda de 16,50 centavos de dólar por bushel, ou 1,38%.
No farelo, janeiro de 2021 tinha preço de US$ 396,40 por tonelada, recuo de US$ 2,90 por tonelada ou 0,73%. Já a posição dezembro de 2020 do óleo era cotada a 37,56 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 0,87 centavo de dólar por libra-peso ou 2,26%.
Porto Alegre, 30 de novembro de 2020 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja opera com preços mais baixos para o grão, o farelo e o óleo. A oleaginosa é impactada por uma série de fatores, como as sanções anunciadas hoje pelos Estados Unidos contra empresas chinesas, o que pode dificultar a futura relação da gestão de Joe Biden junto aos asiáticos, bem como pelas chuvas benéficas às lavouras de soja na América do Sul.
O desempenho apenas dentro do esperado para as inspeções norte-americanas de soja, bem como um movimento de realização de lucros com os investidores reposicionando carteiras frente ao final de novembro também ajudam a pressionar as cotações em Chicago.
As punições adotadas pelos EUA, autorizadas por Donald Trump, visam empresas chinesas que teriam apoiado o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, a “minar a democracia, restringir o serviço de internet e conduzir vigilância digital e operações cibernéticas contra oponentes políticos”.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.036.484 toneladas na semana encerrada no dia 26 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 2 milhões de toneladas.
Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.233.630 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado for a de 1.576.703 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 26.679.446 toneladas, contra 15.971.911 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
A posição janeiro de 2021 era cotada a US$ 11,75 1/2 por bushel, queda de 16,25 centavos de dólar por bushel, ou 1,36%. A posição março de 2021 era cotada a US$ 11,76 1/4 por bushel, perda de 16,50 centavos de dólar por bushel,ou 1,38%.
No farelo, janeiro de 2021 tinha preço de US$ 396,40 por tonelada, recuo de US$ 2,90 por tonelada ou 0,73%. Já a posição dezembro de 2020 do óleo era cotada a 37,56 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 0,87 centavo de dólar por libra-peso ou 2,26%.
