Porto Alegre, 19 de junho de 2015 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de soja na próxima semana, com destaque para o
clima para o plantio da oleaginosa nos Estados Unidos. As dicas são do analista
de soja de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque.
– Na próxima semana, as atenções continuarão voltadas ao clima
norte-americano, variável central do mercado. Além disso, a demanda pela soja
dos EUA também fica em foco. Na CBOT, os suportes para o contrato spot ficam em
US$ 9,65 e em US$ 9,50 por bushel. Já as resistências ficam em US$ 9,80 e US$
10,00 por bushel.
– O mercado brasileiro de soja na semana encerrada em 18 de junho novamente
trabalhou em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. Apesar
do pouco movimento, houve momentos de negociações envolvendo volumes mais
relevantes ao longo da semana, com a ponta vendedora aproveitando as
oscilações de Chicago e do dólar. As cotações indicadas internamente
oscilaram positivamente.
– A base do mercado de lotes em Rondonópolis fechou a R$ 57,50/60kg, com alta
de 1,77% frente à cotação de R$ 56,50 da última sexta-feira, dia 12 (R$
61,50 em 2014). Em Paranaguá, a base ficou em R$ 68,30, com alta de 1,19%
frente à cotação de R$ 67,50 da última sexta-feira (R$ 70,30 em 2014).
– A base de compra do prêmio para julho/15 em Paranaguá ficou em +US$ 50
cents/bushel, mais firme frente à semana anterior. Para agosto/15, a base de
compra do prêmio ficou em +US$ 72 cents/bushel. A taxa de câmbio teve queda,
passando de R$ 3,1101 para R$ 3,0466.
– No mercado externo, a semana terminou novamente com ganhos nos contratos
futuros de grão e farelo e perdas no óleo em Chicago. No acumulado do
período, com o fechamento do dia 18 na CBOT, as posições spot registraram
altas de 4,04% no grão e 2,90% no farelo, e queda de 2,69% no óleo.
– Os agentes trabalharam ao longo da semana ajustando posições principalmente
frente ao clima no cinturão produtor norte-americano para a finalização da
semeadura e desenvolvimento inicial das lavouras da nova safra. Além disso,
sinais de demanda pela soja dos EUA também chamaram a atenção.
– O clima úmido no Meio-Oeste dos Estados continuou no foco das atenções
nesta semana. O excesso de chuvas permanece atrasando a evolução dos trabalhos
de plantio, que já estão na reta final. O ritmo, que antes vinha acima da
média, agora é mais lento que no ano anterior e nas últimas cinco safras.
– Aliado a isso, números de esmagamento e exportações acima do esperado pelo
mercado também deram fôlego às cotações em Chicago.
– Apesar dos problemas climáticos, não há ainda um comprometimento real do
potencial produtivo norte-americano para a nova safra, o que impede ajustes
positivos mais contundentes. A princípio, o sentimento ainda é de uma grande
safra.
Gabriel
Porto Alegre, 19 de junho de 2015 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de soja na próxima semana, com destaque para o
clima para o plantio da oleaginosa nos Estados Unidos. As dicas são do analista
de soja de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque.
– Na próxima semana, as atenções continuarão voltadas ao clima
norte-americano, variável central do mercado. Além disso, a demanda pela soja
dos EUA também fica em foco. Na CBOT, os suportes para o contrato spot ficam em
US$ 9,65 e em US$ 9,50 por bushel. Já as resistências ficam em US$ 9,80 e US$
10,00 por bushel.
– O mercado brasileiro de soja na semana encerrada em 18 de junho novamente
trabalhou em ritmo lento nas diversas praças de negociação do país. Apesar
do pouco movimento, houve momentos de negociações envolvendo volumes mais
relevantes ao longo da semana, com a ponta vendedora aproveitando as
oscilações de Chicago e do dólar. As cotações indicadas internamente
oscilaram positivamente.
– A base do mercado de lotes em Rondonópolis fechou a R$ 57,50/60kg, com alta
de 1,77% frente à cotação de R$ 56,50 da última sexta-feira, dia 12 (R$
61,50 em 2014). Em Paranaguá, a base ficou em R$ 68,30, com alta de 1,19%
frente à cotação de R$ 67,50 da última sexta-feira (R$ 70,30 em 2014).
– A base de compra do prêmio para julho/15 em Paranaguá ficou em +US$ 50
cents/bushel, mais firme frente à semana anterior. Para agosto/15, a base de
compra do prêmio ficou em +US$ 72 cents/bushel. A taxa de câmbio teve queda,
passando de R$ 3,1101 para R$ 3,0466.
– No mercado externo, a semana terminou novamente com ganhos nos contratos
futuros de grão e farelo e perdas no óleo em Chicago. No acumulado do
período, com o fechamento do dia 18 na CBOT, as posições spot registraram
altas de 4,04% no grão e 2,90% no farelo, e queda de 2,69% no óleo.
– Os agentes trabalharam ao longo da semana ajustando posições principalmente
frente ao clima no cinturão produtor norte-americano para a finalização da
semeadura e desenvolvimento inicial das lavouras da nova safra. Além disso,
sinais de demanda pela soja dos EUA também chamaram a atenção.
– O clima úmido no Meio-Oeste dos Estados continuou no foco das atenções
nesta semana. O excesso de chuvas permanece atrasando a evolução dos trabalhos
de plantio, que já estão na reta final. O ritmo, que antes vinha acima da
média, agora é mais lento que no ano anterior e nas últimas cinco safras.
– Aliado a isso, números de esmagamento e exportações acima do esperado pelo
mercado também deram fôlego às cotações em Chicago.
– Apesar dos problemas climáticos, não há ainda um comprometimento real do
potencial produtivo norte-americano para a nova safra, o que impede ajustes
positivos mais contundentes. A princípio, o sentimento ainda é de uma grande
safra.
