MERCADO: Dólar recua pela 3ª vez e trava negócios com soja no Brasil

Porto Alegre, 18 de abril de 2018 – Os preços da soja oscilaram entre
estáveis e mais baixos nesta quarta-feira no mercado brasileiro. A terceira
queda consecutiva do dólar e o recuo das primeiras posições em Chicago
pesaram sobre as cotações.

Os agentes se afastaram do mercado. O produtor considera os atuais níveis
pouco atrativos e adota uma postura defensiva. Como resultado, apenas escassos
negócios foram fechados e envolvendo pequenos volumes.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou de R$ 81,00 para R$ 80,50.
Na região das Missões, a cotação recuou de R$ 80,50 para R$ 80,00. No porto
de Rio Grande, as cotações baixaram de R$ 86,50 para R$ 86,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 79,00. No porto de
Paranaguá (PR), a saca caiu de R$ 86,00 para R$ 85,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca baixou de R$ 74,00 para R$ 73,50. Em Dourados
(MS), a cotação estabilizou em R$ 74,00. Em Rio Verde (GO), a saca se manteve
em R$ 74,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mistos. As primeiras posições
recuaram e as mais distantes registraram leve alta.

O mercado apresentou mais um dia de volatilidade, com dificuldades para
adotar um direcionamento. As primeiras posições foram pressionadas pela
preocupação com a crescente tensão comercial entre China e Estados Unidos.

Depois que a China sobretaxou as importações de sorgo em mais de 170%, o
mercado teme que a soja possa ser atingida por retaliações. Já as posições
mais distantes ainda conseguiram encontrar suporte na previsão de chuvas para o
Meio Oeste americano, que poderiam atrasar os trabalhos iniciais de plantio.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
4,25 centavos de dólar (0,4%), a US$ 10,41 3/4 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,53 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos de dólar, ou
0,37%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 4,50 por tonelada
(1,18%), sendo negociada a US$ 376,60 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,43 centavos de dólar, ganho de 0,24 centavo
ou 0,76%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,79%, cotado a R$
3,3790 para a compra e a R$ 3,3810 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3750 e a máxima de R$ 3,4040.

Agenda de quinta

– Eurozona: a leitura final do índice de preços ao consumidor de março será
publicada às 6h pela Eurostat.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, a partir das 10 horas,
dois novos leilões de arroz.

– Desenvolvimento das lavouras da Argentina – Bolsa de Cereais de Buenos
Aires, às 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

– Relatório mensal com projeções de safra e desenvolvimento das lavouras
argentinas – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Preços da soja firmes no Brasil com ganhos em Chicago e no dólar

Porto Alegre, 12 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de soja
apresentou preços de estáveis a mais altos nesta quinta-feira. As cotações
reagiram diante da valorização da oleaginosa na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT) e da subida do dólar. Porém, o dia foi de poucos negócios, com
os produtores segurando a soja.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 80,00. Na região das
Missões, a cotação se manteve em R$ 79,50. No porto de Rio Grande, as
cotações subiram de R$ 86,00 para R$ 87,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 80,00 para R$ 80,50. No porto
de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 86,00 para R$ 87,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca ficou em R$ 75,00. Em Dourados (MS), a
cotação permaneceu em R$ 75,00. Em Rio Verde (GO), a saca ficou em R$ 74,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mais altos. O resultado positivo das
exportações semanais americanas garantiu a sustentação das cotações.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2017/18, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.510.500
toneladas na semana encerrada em 5 de abril. O número ficou 33% acima da
semana anterior e 74% superior à média das últimas quatro semanas.

Para a temporada 2018/19, foram mais 954.000 toneladas. Analistas esperavam
entre 800 mil a 1,7 milhão toneladas, somando as duas temporadas. As
informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).

O corte na estimativa de safra da Argentina também ajudou na sustentação
das cotações. Segundo a Bolsa de Cereais de Rosário, a safra deverá ficar
em 37 milhões de toneladas. A redução, na comparação com a previsão
anterior, foi de 3 milhões de toneladas.

Se comparada com previsões iniciais, a quebra na safra da Argentina por
conta da prolongada estiagem já bate em 20 milhões de toneladas.

Nesta semana, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
reduziu sua previsão de 47 milhões para 40 milhões de toneladas. Já a Bolsa
de Buenos Aires trabalha com produção de 38 milhões de toneladas.

Em decorrência da menor safra, a Argentina já está procurando soja no
exterior. Nesta semana, os vendedores privados americanos anunciaram a venda
de 240 mil toneladas de soja em grão para a Argentina com entrega para 2018/19.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de
13,00 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,60 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,71 3/4 por bushel, ganho de 13,00 centavo de dólar, ou
1,22%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo subiu US$ 3,20 por tonelada
(0,84%), sendo negociada a US$ 383,40 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,63 centavos de dólar, ganho de 0,10 centavo
ou 0,31%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,59%, cotado a R$
3,4050 para a compra e a R$ 3,4070 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3660 e a máxima de R$ 3,4100.

Agenda de sexta

– China: a balança comercial de março será publicada durante a madrugada pela
alfândega.

– Alemanha: a versão revisada do índice de preços ao consumidor de março
será publicada às 3h pelo Destatis.

– Eurozona: a balança comercial de fevereiro será publicada às 6h pela
Eurostat.

– Estimativa para a safra brasileira de milho em 2017/18 – SAFRAS & Mercado,
12hs.

– Dados do IMEA para a colheita da soja e plantio do algodão no Mato Grosso,
na parte da tarde.

– Evolução da colheita de soja no Brasil – SAFRAS & Mercado, na parte da
tarde.

MERCADO: Com dólar em queda, soja tem dia de poucos negócios no Brasil

Porto Alegre, 11 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve um
dia de poucos negócios e de preços regionalizados, predominando cotações
mais baixas. O dólar caiu e Chicago encerrou em baixa, após subir na maior
parte da sessão. Os produtores estão segurando a oferta e apostam em preços
ainda melhores.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 80,50 para R$ 80,00. Na
região das Missões, a cotação baixou de R$ 80,00 para R$ 79,50. No porto de
Rio Grande, as cotações recuaram de R$ 87,00 para R$ 86,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 79,50 para R$ 80,00. No porto
de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 86,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca ficou em R$ 75,00. Em Dourados (MS), a
cotação avançou de R$ 74,00 para R$ 75,00. Em Rio Verde (GO), a saca
estabilizou em R$ 69,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos, mudando de direção no
final do dia. Os agentes decidiram realizar lucros.

Na maior parte da sessão, o mercado foi impulsionado pelo relatório de
abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou
estoques americanos e mundiais abaixo do esperado. O Departamento também
cortou a previsão de safra da Argentina.

Outro fator de sustentação foi a sinalização de demanda aquecida pela
soja dos Estados Unidos. Hoje, foram anunciadas novas vendas para o México –
141,5 mil toneladas – e para a Argentina – 120 mil toneladas – por parte
dos exportadores privados.

As exportações para a Argentina estão surpreendendo os agentes. Entre
ontem e hoje foram 240 mil toneladas anunciadas. O país sul-americano enfrentou
uma prolongada estiagem que quebrou a sua safra e já procura soja no exterior.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,47 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,58 3/4 por bushel, perda de 1,50 centavo de dólar, ou
0,14%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo caiu US$ 3,70 por tonelada
(0,96%), sendo negociada a US$ 380,20 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,53 centavos de dólar, perda de 0,32 centavo
ou 1%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,76%, cotado a R$
3,3850 para compra e a R$ 3,3870 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3760 e a máxima de R$ 3,4240.

Agenda de quinta

– Eurozona: a produção industrial de fevereiro será publicada às 6h pela
Eurostat.

– Eurozona: a ata da reunião de política monetária dos dias 7 e 8 de março
será publicada às 8h30 pelo Banco Central Europeu (BCE).

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– Desenvolvimento das lavouras da Argentina – Bolsa de Cereais de Buenos
Aires, às 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

MERCADO: Soja tem dia de poucos negócios e preços mistos

Porto Alegre, 10 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve um
dia mais calmo nesta terça-feira, com preços oscilando regionalmente. A queda
do dólar e a volatilidade de Chicago, que fechou apenas com ganhos moderados,
afastaram os negociadores.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 80,00 para R$ 80,50.
Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 79,50 para R$ 80,00. No
porto de Rio Grande, as cotações subiram de R$ 86,50 para R$ 87,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 80,00 para R$ 79,50. No
porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 87,00 para r$ 86,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 74,00 para R$ 75,00. Em
Dourados (MS), a cotação seguiu em R$ 74,00. Em Rio Verde (GO), a saca
estabilizou em R$ 69,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. O mercado foi sustentado
pelo relatório positivo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA) e por novas vendas de soja americana.

Os números de abril do USDA agradaram ao mercado. O Departamento indicou
previsões abaixo do esperado para os estoques americanos e mundiais e cortou
mais do que o projetado a previsão de safra da Argentina. Além disso, a
estimativa de exportações americanas foi mantida, mesmo com a tensão
comercial entre Estados Unidos e China.

Os exportadores privados anunciaram novas vendas de soja americana. Foram
132 mil toneladas para a China, 279 mil toneladas para destinos não revelados e
120 mil toneladas para a Argentina. Essa última operação surpreendeu, já
normalmente a Argentina é concorrente dos Estados Unidos no mercado
internacional. A procura já reflete um quadro de oferta enxuta no país
sul-americano, resultado da quebra de safra por conta da estiagem.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 3,00
centavos de dólar (0,28%), a US$ 10,50 por bushel. A posição julho teve
cotação de US$ 10,60 1/4 por bushel, ganho de 2,75 centavos de dólar, ou
0,26%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo caiu US$ 5,70 por tonelada
(1,46%), sendo negociada a US$ 383,90 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,85 centavos de dólar, ganho de 0,33 centavo
ou 1,04%.

USDA

O relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA) reduziu sua estimativa para os estoques de soja dos Estados Unidos,
com os números ficando abaixo do esperado pelo mercado.

A produção foi mantida em 4,392 bilhões de bushels, o equivalente a
119,52 milhões de toneladas. No ano anterior, a produção ficara em 116,92
milhões de toneladas.

Os estoques finais em 2017/18 estão projetados em 550 milhões de bushels,
ou 14,97 milhões de toneladas. O mercado trabalhava com um número de 570
milhões de bushels, ou 15,5 milhões de toneladas. Em março, a estimativa era
de 555 milhões de bushels ou 15,1 milhões de toneladas.

O USDA indica estimativa de exportação para 2017/18 de 2,065 bilhões de
bushels, repetindo março. O esmagamento está estimado em 1,97 bilhão de
bushels, contra 1,96 bilhão do mês anterior.

O relatório projetou safra mundial de soja em 2017/18 de 338,81 milhões
de toneladas. No relatório anterior, o número era de 340,86 milhões. Os
estoques finais foram reduzidos de 94,4 milhões de toneladas para 90,8
milhões.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 119,52 milhões de
toneladas, sendo mantido o número de março. Para o Brasil, a previsão é de
uma produção de 115 milhões de toneladas, contra 113 milhões de toneladas em
março.

A previsão para a Argentina recuou de 47 milhões para 40 milhões de
toneladas. Pelo lado da demanda, destaque para a manutenção da previsão das
importações chinesas na casa de 97 milhões de toneladas.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,23%, cotado a R$
3,4110 para compra e a R$ 3,4130 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,4030 e a máxima de R$ 3,4370.

Agenda de quarta

– China: o índice de preços ao consumidor de março será publicado durante à
noite pelo departamento de estatísticas.

– China: o índice de preços ao produtor de março será publicado à noite
pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: a balança comercial de fevereiro será publicada às 5h30 pelo
departamento de estatísticas.

– Reino Unido: a produção industrial de fevereiro será publicada às 5h30
pelo departamento de estatísticas.

– A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será
publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

– EUA: a ata da última reunião de política monetária será publicada às 15h
pelo Federal Reserve.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Relatório do USDA Abril 2018 – SOYBEAN (Soja) 2017 / 2018 – Milhões de Tons

 
SOYBEAN (Soja)  2017 / 2018 - Milhões de Tons 							
							
		 E.INICIAL   PRODUÇÃO 	 IMP. 	  CONS. DOM. 	 EXP. 	 E. FINAL 
MARÇO	 MUNDO 	  96,65       340,86 	 151,27     343,78 	150,60 	  94,40 
ABRIL		  96,72       334,81 	 151,71     342,03 	150,40 	  90,80 
							
MARÇO	 EUA 	  8,21 	      119,52 	 0,68 	     57,11 	56,20 	  15,10 
ABRIL		  8,21 	      119,52 	 0,68 	     57,23 	56,20 	  14,97 
		 					
MARÇO	 BRASIL   25,47       113,00 	 0,20 	     46,50 	70,50 	  21,67 
ABRIL		  25,47       115,00 	 0,20 	     46,50 	73,10 	  21,07 
	  						
MARÇO	 ARG	  36,22        47,00 	 2,40 	     47,62 	6,80 	  31,20 
ABRIL		  36,22        40,00 	 2,40 	     45,85 	4,20 	  28,58 
							
MARÇO	 CHINA 	  20,39        14,20 	 97,00 	    110,80 	0,15 	  20,64 
ABRIL		  20,39        14,20 	 97,00 	    110,80 	0,15 	  20,64 

Relatório do USDA Abril 2018 – SOYBEAN (Soja) 2016/2017 – Milhões de Tons

SOYBEAN (Soja) 2016/2017 - Milhões de Tons							
							
		 E.INICIAL   PRODUÇÃO 	 IMP. 	  CONS. DOM. 	 EXP. 	 E. FINAL 
MARÇO	MUNDO	 78,28 	      351,32 	 144,28     329,77 	 147,46   96,65 
ABRIL		 78,50 	      350,76 	 144,33     329,41 	 147,46   96,72 
							
MARÇO	EUA	 5,35 	      116,92 	 0,61 	     55,51 	 59,16 	   8,21 
ABRIL		 5,35 	      116,92 	 0,61 	     55,51 	 59,16 	   8,21 
							
MARÇO	BRASIL	 18,56 	      114,10 	 0,25 	     44,30 	 63,14 	   25,47 
ABRIL		 18,56 	      114,10 	 0,25 	     44,30 	 63,14 	   25,47 
							
MARÇO	ARG	 31,60 	      57,80 	 1,67 	     47,83 	 7,03 	   36,22 
ABRIL		 31,60 	      57,80 	 1,67 	     47,83 	 7,03 	   36,22 
							
MARÇO	CHINA	 16,91 	      12,90 	 93,50 	    102,80 	 0,11 	   20,39 
ABRIL		 16,91 	      12,90 	 93,50 	    102,80 	 0,11 	   20,39 

MERCADO: Preços da soja sobem no Brasil, acompanhando Chicago e dólar

Porto Alegre, 9 de abril de 2018 – Os preços da soja oscilaram entre
estáveis e mais altos nesta segunda-feira no mercado brasileiro. A alta
combinada de Chicago e do dólar garantiu a sustentação. Os prêmios, no
entanto, recuaram, o que evitou uma movimentação ainda melhor.

Houve negócios, mas em volumes moderados. Como os produtores negociaram
bastante na semana passada, o momento não é de pressa. Rumores dão conta
de negócios envolvendo 50 mil toneladas no Paraná, 100 mil no Rio Grande do
Sul, 30 mil em Goiás e outras 30 mil em Minas Gerais.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 80,00. Na região das
Missões, a cotação permaneceu em R$ 79,50. No porto de Rio Grande, as
cotações subiram de R$ 86,00 para R$ 86,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 80,00. No porto de
Paranaguá (PR), a saca ficou em R$ 87,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 73,00 para R$ 74,00. Em
Dourados (MS), a cotação passou de R$ 71,50 para R$ 74,00. Em Rio Verde
(GO), a saca subiu de R$ 68,00 para R$ 69,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos. O mercado se
recuperou das perdas da semana passada, com os agentes demonstrando menor
preocupação com a guerra comercial entre Estados Unidos e China.

Apesar da tensão ainda estar elevada e novas discussões terem ocorrido
entre os dois governos no final de semana, o mercado não acredita que a
adoção da sobretaxa de 25% sobre a soja americana seja adotada imediatamente.
Com isso, as vendas americanas para os chineses continuariam em bom ritmo.

O desempenho de outros mercados também agradou nesta segunda. O petróleo
registrava valorização de mais de 2% no fechamento de Chicago e o dólar recua
frente a outras moedas.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 373.940
toneladas na semana encerrada no dia 5 de abril, conforme relatório semanal
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 578.838 toneladas. No
ano passado, em igual período, o total fora de 858.320 toneladas. No acumulado
do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 41.893.437
toneladas, contra 47.842.322 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de
13,25 centavos de dólar (1,28%), a US$ 10,47 por bushel. A posição julho teve
cotação de US$ 10,57 1/2 por bushel, ganho de 12,75 centavos de dólar, ou
1,22%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo subiu US$ 3,30 por tonelada
(0,85%), sendo negociada a US$ 389,60 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,52 centavos de dólar, perda de 0,01 centavo
ou 0,03%.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá elevar a
sua estimativa para os estoques finais americanos de soja em 2017/18. O
relatório de abril será divulgado na terça-feira, dia 10, às 13hs.

O mercado projeta estoques 2017/18 de 570 milhões de bushels. Em março, o
USDA indicou estoques em 555 milhões de bushels. Na temporada anterior, os
estoques ficaram em 302 milhões de bushels.

Para os estoques mundiais, a previsão para 2017/18 deve ser cortada de
94,4 milhões de toneladas para 92,9 milhões de toneladas. As atenções
deverão se voltar, no entanto, para as projeções de safra da América do Sul.

Devido à prolongada estiagem, a Argentina deverá ter sua projeção
cortada de 47 milhões para 42 milhões de toneladas. Já para a safra
brasileira, o USDA deverá revisar sua projeção para cima, passando de 113
milhões para 115,6 milhões de toneladas.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 1,57%, cotado a R$
3,4190 para compra e a R$ 3,4210 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3640 e a máxima de R$ 3,4240.

Agenda de terça

– Desenvolvimento das lavouras do Paraná – Deral, início do dia.

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os
dados sobre o Indice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o Indice
Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referentes a março.

– Previsão de safra de grãos do Brasil em 2017/18 – Conab, 9hs.

– Levantamento Sistemático de Produção Agrícola de março – IBGE, 9hs.

– EUA: o índice de preços ao produtor de março será publicado às 9h30 pelo
Departamento do Trabalho.

– Relatório de oferta e demanda mundial e norte-americana de abril – USDA,
13hs.

– O Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) divulgará, às 16h,
relatório mensal de exportações referentes ao mês de março.

MERCADO: Soja tem dia de melhor movimentação e preços mais altos no Brasil

Porto Alegre, 5 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve uma
quarta-feira de melhor movimentação e mais negócios. A valorização da soja
na Bolsa de Mercadorias de Chicago garantiu sustentação às cotações no
Brasil, bem como estimulou a maior agitação e negociação no dia.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 77,50 para R$ 79,50.
Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 77,00 para R$ 79,00. No
porto de Rio Grande, as cotações subiram de R$ 84,50 para R$ 85,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 78,00 para R$ 79,00. No
porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 84,50 para R$ 85,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 70,00 para R$ 72,50. Em
Dourados (MS), a cotação passou de R$ 69,00 para R$ 71,00. Em Rio Verde
(GO), a saca permaneceu em R$ 66,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em forte alta. O mercado recuperou
parte das perdas de ontem. Para os agentes, a reação negativa à sobretaxa
chinesa ao produto dos Estados Unidos foi exagerada.

Neste momento, cresce no mercado o sentimento de que China e Estados Unidos
voltarão a negociar, com ambas partes cedendo. Além disso, o bom resultado
das exportações semanais americanas ajudou na recuperação dos contratos.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2017/18, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.133.000
toneladas na semana encerrada em 29 de março. O número foi bem acima da
semana anterior e 7% inferior a média das últimas quatro semanas.

Para a temporada 2018/19, foram mais 358.200 toneladas. Analistas esperavam
entre 600 mil a 1,15 milhão toneladas, somando as duas temporadas. As
informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de
16,00 centavos de dólar (1,57%), a US$ 10,31 1/4 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,42 por bushel, ganho de 15,50 centavos de dólar, ou
1,5%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo subiu US$ 1,80 por tonelada
(0,47%), sendo negociada a US$ 383,60 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,78 centavos de dólar, ganho de 0,10 centavo
ou 0,31%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,02%, cotado a R$
3,3400 para compra e a R$ 3,3420 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2970 e a máxima de R$ 3,3510.

Agenda de sexta

– A bolsa de Xangai permanece fechada em função de um feriado.

– Alemanha: a produção industrial de fevereiro será publicada às 3h pelo
Ministério de Economia e Tecnologia.

– EUA: o número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a
taxa de desemprego referentes a março serão publicados às 9h30 pelo
Departamento do Trabalho.

– Comercialização de soja no Brasil – SAFRAS & Mercado, 12hs.

– Dados do IMEA para a colheita da soja e plantio do algodão no Mato Grosso,
na parte da tarde.

– Evolução da colheita de soja no Brasil – SAFRAS & Mercado, na parte da
tarde.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Soja inicia semana com poucos negócios no Brasil

Porto Alegre, 2 de abril de 2018 – Os preços da soja permaneceram
praticamente inalterados nesta segunda no Brasil. Poucos negócios foram
realizados, em dia de Chicago volátil e de câmbio firme.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 76,50. Na região
das Missões, a cotação avançou de R$ 75,50 para R$ 76,00. No porto de Rio
Grande, as cotações passaram de R$ 81,50 par R$ 82,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 74,50 para R$ 76,00. No
porto de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 81,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 70,50. Em Dourados (MS), a
cotação ficou em R$ 69,00. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 68,00 para
R$ 66,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a segunda-feira com preços em baixa. Após iniciar o dia ainda
sustentado pelos números altistas do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA), o mercado corrigiu parte dos ganhos, em meio às preocupações
com a guerra comercial entre Estados Unidos e China.

O governo chinês anunciou uma série de taxas impostas a produtos
americanos como retaliação às medidas protecionistas americanas. Do
agronegócio, foram taxadas frutas e carne suína. Mas o sentimento no mercado
é que a soja poderia ser incluída em uma nova lista a ser anunciada pelo país
asiático.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
9,25 centavos de dólar (0,88%), a US$ 10,35 1/2 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,46 1/4 por bushel, perda de 9,25 centavos de dólar, ou
0,87%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 6,70 por tonelada
(1,74%), sendo negociada a US$ 377,30 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 32,04 centavos de dólar, ganho de 0,17 centavo
ou 0,52%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,36%, cotado a R$
3,3110 para compra e a R$ 3,3130 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2990 e a máxima de R$ 3,2660.

Agenda de terça

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os
dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Industrial referentes a
fevereiro.

– Desenvolvimento das lavouras do Paraná – Deral, início do dia.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Preços da soja sobem no Brasil com alta em Chicago

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve
uma quinta-feira de preços mais altos, em dia de atenções para o relatório
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), de área plantada e
de estoques trimestrais. As cotações subiram na Bolsa de Chicago puxando
também as referências no Brasil. Os preços só não melhoraram mais pela queda
do dólar e dos prêmios de exportação. O volume de negócios foi melhor no
Paraná e Rio Grande do Sul, sendo apenas razoável nas demais regiões.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 76,00 para R$ 76,50.
Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 75,00 para R$ 75,50. No
porto de Rio Grande, as cotações passaram de R$ 81,00 par R$ 81,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 73,50 para R$ 74,50. No
porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 80,50 para R$ 81,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 70,00 para R$ 70,50. Em
Dourados (MS), a cotação subiu de R$ 67,50 para R$ 69,00. Em Rio Verde (GO),
a saca passou de R$ 66,00 para R$ 68,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em alta. O mercado foi impulsionado
pelo relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), que surpreendeu ao indicar área abaixo do esperado e
inferior ao ano anterior. Na semana, maio subiu 1,64% e no mês a
desvalorização caiu para 2,17%.

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2018 deverá totalizar 89
milhões de acres, conforme o relatório de intenção de plantio do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, o recuo
na comparação com o ano anterior é de 1%. Em 2017, os americanos cultivaram
90,142 milhões de acres.

Dos 31 estados produtores, em 20 deles a área deverá recuar ou ficar
estabilizada na comparação com o ano anterior. O número do USDA ficou abaixo
da expectativa do mercado, que apostava em um plantio em torno de 90,9
milhões de acres.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição
1o de março, totalizaram 2,11 bilhões de bushels, conforme relatório
divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O volume estocado subiu 21% na comparação com igual período de 2017.

O número ficou acima da expectativa do mercado, de 2,042 bilhões de
bushels. Do total, 855 milhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com ganho de 28%. Os estoques fora das fazendas somam 1,25 bilhão de
bushels, com alta de 17%.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de
26,75 centavos de dólar (2,62%), a US$ 10,44 3/4 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 10,55 1/2 por bushel, ganho de 26,75 centavos de dólar,
ou 2,60%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo subiu US$ 12,70 por tonelada
(3,42%), sendo negociada a US$ 384,00 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,87 centavos de dólar, ganho de 0,254
centavo ou 0,79%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,93%, cotado a R$
3,2990 para compra e a R$ 3,3010 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2940 e a máxima de R$ 3,3300.

Agenda de segunda

– As bolsas de Hong Kong, Londres, Frankfurt, Paris, Madri, Milão, Lisboa e
Zurique permanecem fechadas em função de um feriado.

– Banco Central (BC) divulga às 8h30 o Relatório Focus com as previsões do
mercado para a economia.

– Inspeções semanais de grãos dos EUA – USDA, 12hs.

– O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)
divulga às 15h os dados da balança comercial de março.

– Condições das lavouras dos Estados Unidos – USDA, 17hs.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita no Brasil atinge 71,8% da área – SAFRAS

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – A colheita de soja atinge 71,8% da
área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados
recolhidos até 29 de março. Na semana passada, o número era de 65,4%. Os
trabalhos estão atrasados em relação a igual período do ano passado (76,1%), e
abaixo da média para o período, de 73,3%.

Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez Roque, a
colheita evoluiu de forma razoável na semana, especialmente na faixa central do
Brasil. A exceção ficou com o Piauí, onde as chuvas atrapalharam os
trabalhos.

Acompanhe maiores informações no quadro abaixo:

========================================================================
EVOLUÇÃO DA COLHEITA DE SOJA - BRASIL
- em % da área plantada -
---------------------------------------------------------------------
  Estados      2018        2018        2017        Média
               29/mar      23/mar      30/mar    Normal (x)
---------------------------------------------------------------------
     RS         21          14          35         30,4
     PR         83          78          88         86,2
     MT         98          95          99         96,7
     MS         99          97          99         98,0
     GO         87          73          98         92,2
     SP         92          80          99         94,2
     MG         80          63          85         64,2
     BA         32          24          20         30,0
     SC         30          25          45         41,8
    OUT         48          42          42         36,6
 BRASIL (*)    71,8        65,4        76,1        73,3
-------------------------------------------------------------------------
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média ponderada
Fonte: SAFRAS & Mercado
Copyright 2018 - Grupo CMA
-------------------------------------------------------------------------

SOJA: Colheita 2017/18 atinge 8,8% da área na Argentina

Porto Alegre, 29 de março 2018 – A colheita da soja na Argentina atinge
8,8% da área, ou 1,514 milhão de hectares, para 2017/18. O volume acumulado
até o momento é de 3,812 milhões de toneladas. O número está 6,8 pontos
percentuais adiantados ante o ano passado. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires
estima a produção de soja do país em 39,5 milhões de toneladas. Com o
déficit hídrico, a projeção para a safra atual já caiu em 14,5 milhões de
toneladas, ou 31,3% desde o início da temporada. A área plantada totaliza 18
milhões de hectares.

SOJA:Esmagamento na Argentina totaliza 32,777 milhões de toneladas em 17/18

Porto Alegre, 28 de março de 2018 – O esmagamento de soja totalizou 2,176
milhões de toneladas na Argentina durante o mês de dezembro, conforme dados
do Ministério da Agricultura do país (Minagri, na sigla em espanhol). Em
novembro, o processamento tinha somado 3,352 milhões de toneladas.

No ano comercial 2017/18, iniciado em abril, o total esmagado é de 32,777
milhões de toneladas, contra 34,136 milhões de igual período da temporada
anterior.

CLIMA: Análise meteorológica – Argentina
Porto alegre, 29 de março de 2018; INTERNACIONAL: ARGENTINA;Análise do
dia 29 de março.

Os mapas de previsão de chuvas sinalizam chuvas mais regulares e em bons
volumes para esses próximos 10 dias. De maneira geral, essas chuvas irão
auxiliar na manutenção dos níveis de umidade do solo, melhorando as condições
ao desenvolvimento das lavouras.

SOJA: Mercado repercute intenção de plantio surpreendente nos EUA – SAFRAS

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de soja na semana que vem, com destaque para
a repercussão da surpreendente intenção de plantio da nova safra nos Estados
Unidos. As dicas são do analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque:

– O mercado mantém as atenções voltadas para a safra sul-americana e o
desenrolar das tensões comerciais entre EUA e China, mas a surpreendente
intenção de plantio da nova safra norte-americana, divulgada pelo USDA, deve
ser fator central para o posicionamento dos players nos próximos dias

– As previsões climáticas continuam indicando poucas chuvas para a região
núcleo de produção da Argentina nos próximos 14 dias, o que deve continuar
certa sustentação ao mercado devido a possibilidade de aumento das perdas
produtivas

– No Brasil, a colheita voltou a evoluir em bom ritmo, o que deve começar a
intensificar a pressão negativa interna vinda da sazonalidade da entrada de uma
safra brasileira recorde, impedindo ajustes positivos maiores nas cotações

– A abertura de diálogo entre EUA e China para uma resolução das questões
comerciais entre os dois países tira um pouco da apreensão do mercado
internacional, o que é positivo para o mercado de commodities. Tal fator
continuará no foco dos mercados

– O USDA surpreendeu a todos ao indicar uma redução na área destinada a soja
na nova safra norte-americana. Praticamente todo o mercado esperava por uma
elevação na área da oleaginosa. Tal fator se torna agora fundamental para
Chicago, mudando o cenário pelo menos até o plantio nos EUA.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Prêmios e dólar sustentam preços internos da soja em março

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – O mercado brasileiro de soja
encerrou o mês de março com preços firmes e com momentos de boa
comercialização. Os vendedores aproveitaram a firmeza do dólar, os bons
momentos de Chicago e a elevação histórica dos prêmios de exportação para
negociar.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 73,50 para R$ 76,00
durante o mês. Em Cascavel (PR), a cotação passou de R$ 71,00 para R$ 73,50.
No Porto de Paranaguá, o preço avançou de R$ 77,50 para R$ 80,50.

Em Rondonópolis (MT), a cotação subiu de R$ 67,00 para R$ 70,00. Em
Dourados (MS), a cotação avançou de R$ 66,50 para R$ 67,50. A saca recuou de
R$ 68,00 para R$ 66,00 em Rio Verde (GO).

Com os contratos futuros variando muito ao longo do mês em Chicago, a
firmeza do dólar e dos prêmios de exportação sustentaram os preços
domésticos. Nos momentos de máxima em Chicago, o ritmo dos negócios internos
se intensificou.

No balanço do mês, no entanto, Chicago registrou perdas. A posição
maio, a mais negociada, caiu 3,5% no período, passando de US$ 10,55 para US$
10,18 por bushel. Na máxima do mês, entretanto, a cotação chegou a atingir
US$ 10,77.

Em meio a fatores externos e a ameaça de guerra comercial entre Estados
Unidos e China, o dólar se firmou na comparação com outras moedas. Na
comparação com o real, houve uma elevação de 2,7%, atingindo R$ 3,332 na
quinta, 28.

Os prêmios de exportação subiram diante da boa demanda por parte da
China, justamente em decorrência de uma possível taxação das compras nos
Estados Unidos. A quebra na safra da Argentina também ajudou a impulsionar os
prêmios.

Para abril, o mercado internacional deverá continuar focado em quatro
pontos que determinaram as oscilações no decorrer de março: o possível
plantio recorde nos Estados Unidos, a finalização da colheita da maior safra
da história do Brasil, as consequências da tensão comercial entre Estados
Unidos e China e a confirmação da quebra da produção argentina por conta do
clima seco.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Estoques trimestrais em 1o de março sobem 21% – USDA

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – Os estoques trimestrais de soja em
grão dos Estados Unidos, na posição 1o de março, totalizaram 2,11 bilhões
de bushels, conforme relatório divulgado há pouco pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume estocado subiu 21% na
comparação com igual período de 2017.

O número ficou acima da expectativa do mercado, de 2,042 bilhões de
bushels. Do total, 855 milhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com ganho de 28%. Os estoques fora das fazendas somam 1,25 bilhão de
bushels, com alta de 17%.

MERCADO: Soja tem quarta-feira de preços pouco alterados no Brasil

Porto Alegre, 28 de março de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve
uma quarta-feira de preços pouco alterados, andando de lado, com movimentação
razoável de negócios. O dólar teve comportamento estável no fechamento e
Chicago para a oleaginosa também ficou próximo do “zero-a-zero”, o que
determinou a estabilidade no físico brasileiro. Minas Gerais e Goiás seguem
travados nas negociações por questões de logística e armazenagem, incluindo
falta de caminhões.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 76,00. Na região
das Missões, a cotação ficou em R$ 75,00. No porto de Rio Grande, as
cotações ficaram estáveis em R$ 81,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 73,50. No porto de
Paranaguá (PR), a saca ficou em R$ 80,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 69,00 para R$ 70,00. Em
Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 67,50. Em Rio Verde (GO), a saca
permaneceu em R$ 66,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa. O mercado fechou a quarta
sessão consecutiva de perdas, com os agentes se posicionamento frente aos
relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que serão
divulgados amanhã.

O Departamento deverá apontar aumento de área a ser plantada naquele
país em 2018 na comparação com o ano anterior.

O relatório de intenção de plantio do USDA será divulgado nesta quinta,
às 13hs. A previsão deverá indicar a maior área a ser plantada na história
americana, superando a estimativa divulgada em fevereiro, durante o Fórum
Anual do Departamento.

Pesquisa realiza pela agência Dow Jones indica que o mercado está
apostando em número de 90,919 milhões de acres. No ano passado, os
americanos semearam 90,142 milhões de acres. A média das projeções oscila
entre 89,9 milhões e 92,1 milhões de acres.

Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número
superior aos 90 milhões de acres indicados durante o Fórum. Se a previsão do
mercado for confirmada, a área de soja deverá superar a de milho nos Estados
Unidos pela primeira vez desde 1983.

Os estoques trimestrais norte-americanos na posição 1o de março deverão
ficar acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,042 bilhões de bushels. O
relatório trimestral será divulgado às 13hs desta quinta-feira, 29.

Em igual período do ano anterior, o número era de 1.739 bilhão de
bushels. Em dezembro, os estoques trimestrais eram de 3,157 bilhões de bushels.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
1,50 centavo de dólar (0,14%), a US$ 10,18 por bushel. A posição julho teve
cotação de US$ 10,28 3/4 por bushel, perda de 1,50 centavo de dólar, ou
0,14%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 1,10 por tonelada
(0,29%), sendo negociada a US$ 371,30 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 31,62 centavos de dólar, ganho de 0,04 centavo
ou 0,12%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação estável, cotado a R$ 3,3300 para
compra e a R$ 3,3320 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 3,3210 e a máxima de R$ 3,3460.

Agenda de quinta

– Alemanha: a taxa de desemprego de março será publicada às 5h pela agência
federal de emprego.

– Reino Unido: a terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto
trimestre de 2017 será publicada às 5h30 pelo departamento de estatísticas.

– Alemanha: a leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de março
será publicada às 9h pelo Destatis.

– O BC divulga o relatório trimestral de inflação, às 8h.

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os
dados sobre o índice de preços ao produtor referentes a fevereiro.

– Desenvolvimento das lavouras do Paraná – Deral, início do dia.

– Relatório semanal sobre o desenvolvimento das lavouras argentinas –
Ministério da Agroindústria, início do dia.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– Intenção de plantio nos EUA em 2018 – USDA, 13hs.

– Posição dos estoques trimestrais dos EUA em 1 de março – USDA, 13hs.

– Desenvolvimento das lavouras da Argentina – Bolsa de Cereais de Buenos
Aires, às 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

– Dados do IMEA para a colheita da soja e plantio do algodão no Mato Grosso,
na parte da tarde.

– Evolução da colheita de soja no Brasil, SAFRAS & Mercado, na parte da tarde.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Chicago cai mais de 2% com chuvas na Argentina

Porto Alegre, 19 de março de 2018 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o complexo soja opera com fortes perdas no meio-pregão de hoje. O
mercado é derrubado por chuvas benéficas na Argentina, cujas lavouras vem
sofrendo com o déficit hídrico desde novembro do ano passado. Neste contexto,
traders aproveitam para realizar lucros. As informações partem de agências
internacionais.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 490.536
toneladas na semana encerrada no dia 15 de março, conforme relatório semanal
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na
semana anterior, as inspeções haviam atingido 930.100 toneladas. No ano
passado, em igual período, o total fora de 744.061 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as inspeções estão em 40.219.615
toneladas, contra 45.799.822 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos com vencimento em maio de 2018 tinham preço de US$ 10,26
por bushel, baixa de 23.25 centavos de dólar por bushel, equivalente a 2,21%. A
posição julho de 2018 era cotada a US$ 10,36 3/4 por bushel, recua de 23,50
centavos de dólar por bushel, equivalente a 2,21%.

No farelo, maio de 2018 tinha preço de US$ 360,40 por tonelada, retração
de US$ 12,50 por tonelada ou 3,35%. Já a posição maio de 2017 do óleo era
cotada a 31,90 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 0,08
centavo de dólar por libra-peso ou 0,25%.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita atinge 34,5% da área em Mato Grosso do Sul – Aprosoja/MS

Porto Alegre, 1 de março de 2018 – Em Mato Grosso do Sul, a colheita de
soja atingiu 34,5% da área referente à safra 2017/18. A informação foi
divulgada na Circular Técnica elaborada pela equipe da Aprosoja/MS –
Associação dos Produtores de Soja de MS, nesta terça-feira (27).

De acordo com as informações levantadas pelo projeto Siga/MS – Sistema
de Informações Geográficas do Agronegócio, ferramenta de monitoramento do
Sistema Famasul e da Aprosoja/MS, a região que mais avançou na colheita, no
período analisado, foi a Norte, alcançando 52,4%, enquanto que no Sul os
trabalhos no campo atingiram, aproximadamente, 29%.

A colheita de soja em Mato Grosso do Sul deve atingir 8,736 milhões de
toneladas na temporada 2017/18, um recorde de produção. A área é de 2,6
milhões de hectares, enquanto que a produtividade estimada é de 56 sacas por
hectare.

“Se as condições climáticas permaneceram favoráveis, a colheita
avançará de modo satisfatório daqui para frente. Em relação ao plantio do
milho safrinha, a área destinada ao cultivo do grão já alcançou 20,4%”,
destaca o presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, salientando, ainda
que, a previsão é de que o cultivo da safra na atual temporada deve alcançar
1,85 milhão de hectares. As informações partem da assessoria de comunicação
do Sistema Famasul.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita da safra 17/18 do Paraná chega a 27% da área – Deral

Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018 – O Departamento de Economia Rural
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra de
soja em 2017/18 atinge 27% da área projetada em 5,466 milhões de hectares. Ela
deve ficar 4% acima dos 5,271 milhões de hectares cultivados na safra 2016/17.

A produção pode chegar a 19,282 milhões de toneladas, 3% abaixo das
19,830 milhões de toneladas da safra anterior. A produtividade média foi
estimada em 3.528 quilos por hectare, 6%
abaixo dos 3.762 quilos registrados na última safra.

O Deral indicou que 87% das lavouras estão em boas condições e 13% em
condições médias. As lavouras se dividem entre as fases de floração (3%),
frutificação (371%) e maturação (60%).

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita chega a 58,30% no Mato Grosso – IMEA

Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018 – A colheita da safra de soja 2017/18
do Mato Grosso atingiu 58,30%, conforme o Instituto Mato-Grossense de
Economia Agropecuária (IMEA), com número obtido até 23 de fevereiro.

No mesmo período do ano passado, o índice era de 66,10%. O IMEA projeta
uma área de 9,424 milhões de hectares para o estado. Na semana anterior, o
plantio era de 44,96%.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS