SOJA: Colheita no Rio Grande do Sul atinge 78% da área – Emater

    Porto Alegre, 18 de abril de 2019 – A colheita da soja atinge 78% da área no Rio Grande do sul. As áreas restantes se dividem entre as fases de maturação (18%) e enchimento de grãos (4%).

    No Alto Uruguai, as boas condições climáticas da semana favoreceram a colheita, que chega a 95% das lavouras, restando áreas de resteva e de variedades tardias. A colheita no Planalto Médio atingiu 90% das lavouras e na região Sul, 55%.

   Nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a soja está em fase final da colheita, restando lavouras tardias, em fase de maturação, e que representam pequeno volume. O produto colhido na última semana apresentou umidade abaixo da ideal e elevada porcentagem de grãos quebrados. Como consequência, aumentaram as perdas ocasionadas pelo impacto das vagens na plataforma de colheita. A produtividade média está dentro da esperada inicialmente, consolidando uma boa safra na região. Produtores têm demonstrado preocupação pela queda do preço do produto, comparado com o custo elevado no momento da formação da lavoura.

   Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, 84% estão colhidos. Na Fronteira Oeste, a colheita está praticamente concluída, favorecida pelos dias ensolarados. A produção varia de acordo com a variedade implantada, a época de semeadura, os tratamentos fitossanitários bem realizados, o tipo e a estrutura do solo, além de outros fatores. A produtividade média é de cerca de 3.600 quilos por hectare, maior do que a expectativa inicial. Nas Missões, região de áreas maiores com a cultura, a colheita é mais lenta, e o percentual colhido da área é menor. Nas áreas colhidas no cedo, já estão sendo realizadas a semeadura de plantas de cobertura e recuperadoras, como o nabo, com bom desenvolvimento inicial, e a utilização de calcário para correção de pH. Em São Luiz Gonzaga, algumas empresas já oferecem sementes resistentes a fungos de solo, a fim de tornar as plantas mais resistentes ao tombamento.

   Nas lavouras de soja safrinha em enchimento de grãos, os produtores estão atentos às pragas e doenças de final de ciclo. Na região do Médio Alto Uruguai e Rio da Várzea, a soja safrinha começa a sentir a falta de umidade do solo, condição vital para a fase de enchimento de grão, na qual se encontra a maioria dos cultivos.

   Na região Serrana, a colheita está praticamente encerrada nos municípios de menor altitude; porém, segue em ritmo acelerado nos Campos de Cima da Serra, onde cerca de 40% da área ainda precisa ser colhida.

Mercado (saca de 60 quilos)

    Segundo levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do grão é de R$ 68,73/sc., 20 centavos menor que o preço da semana anterior (-1,72%). O preço da soja disponível em Cruz Alta também reduziu, sendo comercializada a R$ 72,80/sc.

     As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Soja registra poucos negócios no Brasil por recuo de Chicago

    Porto Alegre, 18 de abril de 2019 – A semana foi de comercialização arrastada para a soja nas principais praças do país. Os preços pouco oscilaram, reflexo do comportamento divergente dos dois principais fatores para a definição das bases. Enquanto o dólar subiu frente ao real, os contratos futuros em Chicago acumularam perdas.

   Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 72,00 ao longo da semana. Em Cascavel (PR), o preço estabilizou em R$ 71,50. Em Paranaguá, a saca subiu de R$ 76,50 para R$ 77,00.

    Em Rondonópolis (MT), a cotação seguiu em R$ 68,50. Em Dourados (MS), o preço permaneceu em R$ 68,50. Em Rio Verde (GO), o preço passou de R$ 68,00 para R$ 69,00.

    Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio acumularam desvalorização de 1,82% entre 12 e 17 de abril, encerrando a quarta a US$ 8,89 por bushel, o menor valor desde 31 de outubro. O mercado foi pressionado pela fraca demanda chinesa pela soja americana.

    Com a queda na produção de carne suína no país asiático, reflexo do surto de febre africana, a demanda pelo farelo de soja caiu consideravelmente.

Além disso, o mercado esperou por avanços nas negociações entre China e Estados para uma solução sobre o impasse comercial. As últimas informações, no entanto, indicam que a questão só terá uma definição no final de maio.

    O dólar comercial, no entanto, acumulou uma valorização de 1,17%, fechando a quarta a R$ 3,935. O atraso na tramitação da reforma da Previdência fez com que o real se desvalorizasse frente à moeda americana.

   As exportações de soja em grão do Brasil renderam US$ 1,813 bilhão em abril (10 dias úteis), com média diária de US$ 181,3 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 5,044 milhões de toneladas, com média diária de 504,4 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 359,50.

   Na comparação entre a média diária de abril e março, houve uma alta de 4,4% no valor médio diário exportado e de 5,5% no volume embarcado. O preço médio teve baixa de 1%. Na comparação com abril de 2018, houve baixa de 7,4% na receita média diária e alta de 3,2% no volume. O preço caiu 10,3%.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Soja tem dia lento e de preços de estáveis a mais baixos

 Porto Alegre, 17 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios no Brasil e de preços entre estáveis e mais baixos.

Mais uma vez, dólar e Chicago operaram em direções opostas, prejudicando a movimentação. A moeda americana subiu, mas os contratos futuros recuaram.

   Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 72,00. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 71,50 a saca. No porto de Rio Grande, preço permaneceu em R$ 77,00.

    Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 71,50. No porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 77,20 para R$ 77,00.

   Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 68,50. Em Dourados (MS), a cotação caiu de R$ 69,50 para R$ 69,00. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 69,00.

     Chicago

    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Pela segunda sessão consecutiva, a preocupação com a demanda chinesa pressionou o mercado. O contrato maio atingiu o menor nível desde 31 de outubro.

    Pesa negativamente o corte na produção de suínos da China no primeiro trimestre de 2019, reflexo da febre africana – fato que reduz a demanda pelo farelo de soja.

    A China produziu 14,63 milhões de toneladas de carne suína nos primeiros três meses de 2019, queda de 5,2% ante o ano anterior, mostraram dados do Departamento Nacional de Estatísticas da China.

    O mercado também está atento às negociações entre China e Estados Unidos em busca de um acordo comercial. Os dois países agendaram provisoriamente uma nova rodada de encontros enquanto procuram fechar um acordo,com negociadores em busca de uma cerimônia de assinatura no fim de maio ou começo de junho, de acordo com pessoas familiares à situação.

   As negociações continuam, e oficiais dos Estados Unidos e da China perderam vários prazos para o fim do acordo. Mas se um oficial sênior tiver sucesso em conseguir um acordo, então os oficiais de ambos os países poderão gastar algumas semanas elaborando o texto do acordo e a linguagem legal antes da cerimônia de assinatura presidencial no dia do feriado Memorial Day, no dia 27 de maio.

    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 9,00 centavos de dólar por libra-peso ou 1,01%, a US$ 8,79 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 8,92 1/2 por bushel, com baixa de 9,25 centavos de dólar por libra-peso ou 1,02%.

   Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 2,60 ou 0,84%, sendo negociada a US$ 303,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 28,46 centavos de dólar, com recuo de 0,26 centavo ou 0,9%.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,79% sendo negociado a R$ 3,9350 para venda e a R$ 3,9330 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8870 e a máxima de R$ 3,9480.

     Agenda de quinta

– China: A bolsa de Hong Kong permanece fechada em função de um feriado.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

– Avanço da colheita de soja no Brasil – SAFRAS, na parte da tarde.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita no Brasil atinge 89,1% da área, aponta SAFRAS

   Porto Alegre, 12 de abril de 2019 – A colheita de soja atinge 89,1% da área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 12 de abril. Houve avanço de 6 pontos percentuais no comparativo com a semana anterior, quando a colheita era de 83,1%. Os trabalhos estão adiantados em relação a igual período do ano passado (86,6%), e também frente à média para o período, de 85,3%.

     Acompanhe maiores informações no quadro abaixo:

========================================================================

EVOLUÇÃO DA COLHEITA DE SOJA – BRASIL

– em % da área plantada –

———————————————————————

Estados        2019        2019        2018        Média

               12/abr      05/abr      12/abr    Normal (x)

RS              69          53           52         57,2

PR              98          90           95         94,8

MT              100         100         100         98,8

MS              100         100         100         99,8

GO              99          97           99         98,6

SP              99          95           99         97,8

MG              95          90           95         89,2

BA               54          40          62         50,0

SC               68          50          65         65,0

OUT              76          70          80         65,8

BRASIL (*)      89,1        83,1        86,6        85,3

obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média po

Fonte: SAFRAS & Mercado

MERCADO: Preços da soja sobem no Brasil, acompanhando dólar

    Porto Alegre, 12 de abril de 2019 – Os preços da soja subiram nas principais praças do país nesta sexta, acompanhando a elevação do dólar frente a outras moedas e a estabilidade de Chicago. Os produtores aproveitaram para retornar ao mercado. Houve registro de negócios envolvendo 15 mil toneladas em Minas Gerais, 10 mil em Goiás e 5 mil toneladas em São Paulo.

    Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 72,00 para R$ 72,50. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 71,50 para R$ 72,00 a saca. No porto de Rio Grande, preço passou de R$ 77,00 para R$ 77,50.

    Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 71,50 para R$ 72,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 76,50 para R$ 77,00.

   Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 68,50. Em Dourados (MS), a cotação subiu de R$ 68,50 para R$ 69,50. Em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 68,00 para R$ 69,00.

     Colheita

   A colheita de soja atinge 89,1% da área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 12 de abril. Houve avanço de 6 pontos percentuais no comparativo com a semana anterior, quando a colheita era de 83,1%. Os trabalhos estão adiantados em relação a igual período do ano passado (86,6%), e também frente à média para o período, de 85,3%.

     Chicago

    Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços perto da estabilidade. O mercado tentou se recuperar tecnicamente das perdas da semana, mas o movimento não encontrou sustentação.

   O cenário fundamental inviabilizou a reação. Os estoques americanos seguem elevados e a demanda por parte da China fraca, mantendo os agentes em uma postura cautelosa.

    As importações de soja em grão da China totalizaram 4,92 milhões de toneladas em março, com retração de 13% sobre igual mês de 2018. Os dados são da Administração Geral de Alfândegas e Portos da China e representam números finais.

   No acumulado do ano, as importações somam 16,75 milhões de toneladas, decréscimo de 14% em relação a igual período do ano passado. O país asiático é o maior comprador de soja do mundo. Os principais abastecedores dos chineses são Estados Unidos, Brasil e Argentina.

    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam estáveis, a US$8,95 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 9,08 3/4 por bushel, também inalterado.

    Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 0,70 ou 0,22%, sendo negociada a US$ 307,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 28,95 centavos de dólar, com recuo de 0,03 centavo ou 0,1%.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,85%, negociado a R$ 3,8880 para a compra e a R$ 3,8900 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9080 e a mínima de R$ 3,8600.

Na semana, o dólar acumulou alta de 0,43% contra o real.

     Agenda de segunda

– A Fundação Getulio Vargas (FGV) diulga às 8h os dados do Indice Geral de Preços – 10 (IGP-10) referentes a abril.

– Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro para a economia brasileira – Banco Central (BC), a partir das 8hs.

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 12hs.

– Esmagamento de soja dos Estados Unidos em março – NOPA, 12hs.

– Balança comercial das duas primeiras semanas de abril – MDIC, 15hs.

– Estoques de café dos Estados Unidos em março – GCA, 16hs.

– Condições das lavouras nos Estados Unidos – USDA, 17hs.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Clima nos EUA e relação com China seguem no foco do mercado – SAFRAS

    Porto Alegre, 12 de abril de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na próxima semana. As dicas são do analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque:

– O mercado permanece à espera de novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados Unidos e China. Enquanto isso, os players analisam o panorama climático sobre o cinturão produtor norte-americano para a semeadura da nova safra. Além disso, sinais de demanda pela soja dos EUA completam o quadro de fatores importantes

– A falta de grandes novidades nas negociações entre americanos e chineses mantém o mercado lateralizado, sem movimentações relevantes nos contratos futuros em Chicago. O mercado aguarda por novas sinalizações de que um acordo está mais próximo de ser assinado, e isso impede um maior volume de negócios na ponta compradora. Sem acordo, o mercado vai permanecer pressionado, sem fôlego para a busca de patamares mais elevados

– O panorama climático sobre o Meio-Oeste norte-americano ganha força a cada dia. A manutenção de um clima úmido e com temperaturas baixas em boa parte do cinturão produtor deve trazer atrasos para a semeadura de milho, abrindo maior espaço para o plantio de uma área de soja maior do que a esperada inicialmente. Tal fato pode trazer um potencial produtivo maior para a nova safra de soja dos EUA, o que também pesa sobre o mercado. Apesar disso, havendo um prolongamento do clima adverso, a produtividade pode ser comprometida, o que pode trazer um movimento especulativo contrário (positivo) após a finalização dos trabalhos de plantio

– No lado da demanda, o mercado espera que novas vendas de soja dos EUA para a China sejam anunciadas nos próximos dias, embora não haja indicações de que isso irá acontecer

– De uma forma geral, os fatores fundamentais atuais continuam apontando para baixo, impedindo Chicago de retomar o patamar de US$ 9,00 na posição mais curta.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Dólar e Chicago seguem em caminhos opostos e soja trava no Brasil

Porto Alegre, 3 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de soja teve mais um dia sem negócios e com preços estáveis. Com dólar e Chicago caminhando em direções opostas, os negociadores tem dificuldades para consolidar uma tendência. A quarta foi de queda de Chicago e recuperação do dólar, mas em dia de muitas oscilações.

   Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 73,00. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 72,50 a saca. No porto de Rio Grande, preço estabilizou em R$ 77,50.

   Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 72,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 77,50.

    Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 69,00. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 67,50. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 68,50.

     Chicago

   Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. O mercado mudou de direção na parte da tarde, respondendo a fatores técnicos e se ressentindo de novidades sobre as negociações entre China e Estados Unidos em busca de um acordo comercial.

    “O mercado teve uma sessão de ajustes técnicos negativos após testar as resistências de US$ 9,00 na posição spot do grão e de US$ 310,0 no farelo’, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque. Segundo ele, a ausência de grandes novidades relacionadas à guerra comercial e falta de novas vendas de soja dos EUA para a China pressionaram fundamentalmente os contratos.

    Em relação ao clima, ainda há preocupação quanto ao excesso de chuvas nos Estados Unidos, que atrasariam o plantio do milho, abrindo a possibilidade de transferência maior de área para a soja. Os estoques elevados norte-americanos contribuíram para o recuo das cotações.

    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 1,25 centavo de dólar ou 0,13%, a US$ 8,98 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 9,12 1/4 por bushel, perda de 1,25 centavo ou 0,13%.

    Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 0,40 ou de 0,12%, sendo negociada a US$ 311,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 28,80 centavos de dólar, com perda de 0,16 centavo ou 0,55%.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,54%, sendo negociado a R$ 3,8790 para venda e a R$ 3,8770 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8340 e a máxima de R$ 3,8800.

     Agenda de quinta

– Eurozona: A ata da última decisão de política monetária será publicada às 8h30 pelo Banco Central Europeu (BCE).

– Estimativa para produção mundial de grãos – AMIS/FAO, no início do dia.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Com maior otimismo de acordo, Chicago sobe pelo 3º dia seguido

    Porto Alegre, 3 de abril de 2019 – Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado tenta enfileirar a terceira elevação seguida, diante do maior otimismo de que o acordo entre os Estados Unidos e a China seja selado. As informações são da Agência Reuters. 

   As chances de um acordo entre Estados Unidos e China estão aumentando, masas negociações desta semana são “essenciais” para resolver as persistentes diferenças quanto a um mecanismo de fiscalização e um plano para elevar as tarifas norte-americanas sobre os produtos chineses, afirmou nesta terça-feira uma autoridade da Câmara de Comércio dos EUA.

    Myron Brilliant, chefe de assuntos internacionais da Câmara, disse a repórteres que o grupo de lobby internacional não espera que um acordo seja anunciado nesta semana e que os dois lados precisam fazer progressos significativos, ou o prazo para chegar a um consenso não será cumprido.

   “Estamos chegando no ponto em que está claro que ambos os governos querem um acordo. Os presidentes querem um acordo, e eles precisam terminar algumas questões. Esta é uma semana crítica”, disse Brilliant a repórteres antes de nova rodada de discussões a partir de quarta-feira.

    O vice-presidente da China, Liu He, está em Washington poucos dias depois de concluir negociações na semana passada em Pequim. Ele se reunirá com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e com o secretário do

Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, para tentar resolver as exigências norte-americanas de que a China faça mudanças radicais nas políticas de proteção à propriedade intelectual, transferência de tecnologia, subsídios industriais e acesso a mercados.

    Os contratos com vencimento em maio de 2019 operam cotados a US$ 9,01 1/4 por bushel, elevação de 1,25 centavo de dólar por bushel ou 0,13%.

    Ontem, o mercado reagiu positivamente às informações de aquecimento da demanda chinesa pela soja americana.

   Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 4,50 centavos de dólar ou 0,5%, a US$ 9,00 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 9,13 1/2 por bushel, valorização de 4,75 centavos ou 0,5%.

     Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Perspectiva de melhora na demanda chinesa sustenta Chicago

    Porto Alegre, 2 de abril de 2019 – Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. O mercado reagiu positiva às informações de aquecimento da demanda chinesa pela soja americana.

    Os agentes se mostram otimistas com a evolução nas negociações entre China e Estados Unidos, buscando um acordo comercial. A perspectiva é de uma maior demanda no médio prazo pela soja americana por parte dos compradores chineses.

    As importações de soja da China no ano comercial 2019/20 – que inicia no dia 1o de outubro de 2019 – podem somar de 91,5 milhões de toneladas, o que representa um avanço frente à temporada anterior – 88 milhões de toneladas.

As informações são Gain Report, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em 2017/18, os chineses adquiriram 94,1 milhões de toneladas no exterior.

    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 11,25 centavos de dólar ou 1,27%, a US$ 8,95 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 9,08 3/4 por bushel, perda de 11,00 centavos ou 1,22%.

    Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 2,90 ou de 0,94%, sendo negociada a US$ 309,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 28,57 centavos de dólar, com ganho de 0,21 centavo ou 0,74%.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Importações da China podem atingir 91,5 milhões de t em 2019/20

Porto Alegre, 2 de abril de 2019 – As importações de soja da China no ano
comercial 2019/20 – que inicia no dia 1o de outubro de 2019 – podem somar de
91,5 milhões de toneladas, o que representa um avanço frente à temporada
anterior – 88 milhões de toneladas. As informações são Gain Report, do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A produção de soja foi estimada em 16,4 milhões de toneladas em 2019/20,
ante 15,9 milhões na temporada anterior.

Rodrigo Ramos / Agência SAFRAS

SOJA: SAFRAS eleva estimativa de produção do Brasil para 116,413 mi de t

Porto Alegre, 29 de março de 2019 – A produção brasileira de soja em
2018/19 deverá totalizar 116,413 milhões de toneladas, com redução de 4,3%
sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 121,661 milhões de toneladas.
A revisão foi divulgada por SAFRAS & Mercado. No dia 15 de fevereiro, data do
relatório anterior, a projeção era de 115,402 milhões de toneladas.

Com as lavouras em fase final de colheita, SAFRAS indica aumento de 3,2% na
área, que ficou em 36,437 milhões de hectares. Em 2017/18, o plantio ocupou
35,297 milhões de hectares. O levantamento indica que a produtividade média
deverá passar de 3.464 quilos por hectare para 3.211 quilos.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque, o
levantamento teve apenas ajustes finos nas produtividades médias esperadas em
alguns estados.

Ele destacou as elevações nas produtividades do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina e Goiás. “A melhora climática registrada desde final de janeiro na
maior parte do país impediu o avanço das perdas no Centro-Oeste e no Sudeste,
trazendo ainda boas condições para o desenvolvimento das lavouras da maior
parte da região Sul”, frisou Roque

Já no Norte e Nordeste, as produtividades sofreram ajustes para baixo no
MAPITO. O clima desfavorável (falta de umidade no desenvolvimento inicial e
excesso de umidade nas últimas semanas) atingiu uma parte maior do que o
esperado das lavouras do MAPITO, trazendo problemas importantes para algumas
microrregiões.

Acompanhe abaixo a tabela completa:

========================================================================
ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO DE SOJA - BRASIL - SAFRA 2018/19
- Área em mil ha, Produção em mil t e Rendimento em kg/ha -
------------------------------------------------------------------------
 
                                          2018/19 (**)
                                   Área      Área
      Estados         a/b  c/d   Plantada  Colhida   Produção     R.M.
                      %     %      (a)                 (c)
SUL                  2,4   0,2    12.220    12.159    39.002    3.208
Paraná               2,4  -11,0   5.600     5.572     17.050    3.060
Rio Grande do Sul    2,6   12,1   5.900     5.871     19.373    3.300
Santa Catarina       1,3   3,6     720       716      2.579     3.600
CENTRO-OESTE         2,4   -5,8   16.120    16.039    52.466    3.271
Mato Grosso          1,6   -3,7   9.620     9.572     31.587    3.300
Goiás                2,3   -7,6   3.580     3.562     11.969    3.360
Mato Grosso do Sul   5,2  -10,6   2.840     2.826     8.647     3.060
Distrito Federal     14,3  4,8      80        80       263      3.300
SUDESTE              4,3   -9,8   2.680     2.667     8.563     3.211
Minas Gerais         4,3   -8,9   1.690     1.682     5.549     3.300
São Paulo            4,2  -11,4    990       985      3.014     3.060
NORDESTE             6,0  -12,3   3.370     3.353     10.212    3.045
Bahia                4,4  -17,7   1.650     1.642     5.122     3.120
Maranhão             10,2  2,1     970       965      2.895     3.000
Piauí                4,2  -14,9    750       746      2.194     2.940
NORTE                9,1   4,1    2.047     2.037     6.171     3.030
Tocantins            9,4   1,3    1.050     1.045     3.134     3.000
Rondônia             6,1   2,2     350       348      1.107     3.180
Roraima              12,5  10,3     45        45       134      3.000
Pará                 9,4   9,4     580       577      1.731     3.000
Amapá/Amazonas/Acre  33,9  33,9     22        22        63      2.900
BRASIL               3,2   -4,3   36.437    36.255   116.413    3.211
 
                                          2017/18 (*)
                                   Área      Área
                                 Plantada  Colhida   Produção     R.M.
                                   (b)                 (d)
SUL                               11.931    11.871    38.927    3.279
Paraná                            5.470     5.443     19.158    3.520
Rio Grande do Sul                 5.750     5.721     17.278    3.020
Santa Catarina                     711       707      2.490     3.520
CENTRO-OESTE                      15.740    15.661    55.668    3.554
Mato Grosso                       9.470     9.423     32.791    3.480
Goiás                             3.500     3.483     12.955    3.720
Mato Grosso do Sul                2.700     2.687     9.671     3.600
Distrito Federal                    70        70       251      3.600
SUDESTE                           2.570     2.557     9.496     3.713
Minas Gerais                      1.620     1.612     6.093     3.780
São Paulo                          950       945      3.403     3.600
NORDESTE                          3.180     3.164     11.642    3.679
Bahia                             1.580     1.572     6.226     3.960
Maranhão                           880       876      2.837     3.240
Piauí                              720       716      2.579     3.600
NORTE                             1.876     1.867     5.930     3.176
Tocantins                          960       955      3.095     3.240
Rondônia                           330       328      1.084     3.300
Roraima                             40        40       122      3.060
Pará                               530       527      1.582     3.000
Amapá/Amazonas/Acre                 16        16        47      2.900
BRASIL                            35.297    35.121   121.661    3.464
 
(*) Projeção, SAFRAS. (**) Previsão, SAFRAS. Sujeitas a revisão.
Fonte: SAFRAS e Mercado. Baseado em pesquisa com produtores, cooperativas e 
indústrias do complexo soja.
Março/2019
Copyright 2019 - Grupo CMA
 
-------------------------------------------------------------------------

SEMANA: Safra de soja deve superar 116 mi de t / Março de poucos negócios

Porto Alegre, 29 de março de 2019 – A produção brasileira de soja em
2018/19 deverá totalizar 116,413 milhões de toneladas, com redução de 4,3%
sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 121,661 milhões de toneladas.
A revisão foi divulgada por SAFRAS & Mercado. No dia 15 de fevereiro, data do
relatório anterior, a projeção era de 115,402 milhões de toneladas.

Com as lavouras em fase final de colheita, SAFRAS indica aumento de 3,2% na
área, que ficou em 36,437 milhões de hectares. Em 2017/18, o plantio ocupou
35,297 milhões de hectares. O levantamento indica que a produtividade média
deverá passar de 3.464 quilos por hectare para 3.211 quilos.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque, o
levantamento teve apenas ajustes finos nas produtividades médias esperadas em
alguns estados.

Ele destacou as elevações nas produtividades do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina e Goiás. “A melhora climática registrada desde final de janeiro na
maior parte do país impediu o avanço das perdas no Centro-Oeste e no Sudeste,
trazendo ainda boas condições para o desenvolvimento das lavouras da maior
parte da região Sul”, frisou Roque

Já no Norte e Nordeste, as produtividades sofreram ajustes para baixo no
MAPITO. O clima desfavorável (falta de umidade no desenvolvimento inicial e
excesso de umidade nas últimas semanas) atingiu uma parte maior do que o
esperado das lavouras do MAPITO, trazendo problemas importantes para algumas
microrregiões.

Mercado

No Brasil, a comercialização seguiu em ritmo lento e com preços
oscilando bastante. Os dois principais pontos que formam os preços internos
fizeram caminhos opostos. O dólar subiu bem frente ao real e os contratos
futuros acumularam perdas. Os negociadores aproveitaram alguns repiques para
negociar, principalmente na parte final do mês.

Os contratos com vencimento em maio em Chicago acumularam desvalorização
de 2,28% em março, encerrando o mês nos menores níveis em quatro meses, a
US$ 8,89 . O avanço da colheita na América do Sul, com volumes acima do
esperado, o excesso de chuvas no Meio Oeste, o que poderá determinar
transferência de área do milho para a soja, e a indefinição nas
negociações comerciais entre Estados Unidos e China foram os fatores que
mantiveram o mercado sob pressão.

Já o câmbio fez o caminho inverso, subindo 4,31% no período, atingindo a
casa de R$ 3,916. No final do mês, a moeda chegou a ultrapassar a casa de R$
4,00, por conta das dificuldades na articulação política do novo governo,
atrasando a tramitação da reforma da Previdência no Congresso.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Chicago tenta reagir após área menor que esperado nos EUA

Porto Alegre, 29 de março de 2019 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o complexo soja opera com preços mistos para grão e farelo, e
cotações mais baixas para óleo no meio-pregão de hoje. O mercado se firmou
no território negativo após a divulgação de estoques trimestrais acima do
esperado nos Estados Unidos. Porém, com a área a ser plantada abaixo da
expectativa, as perdas foram reduzidas e algumas posições até já operam em
alta.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição
1o de março, totalizaram 2,72 bilhões de bushels, conforme relatório
divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O volume estocado recuou 29% na comparação com igual período de 2018. O
número representa o maior estoque da história para esse período.

O número ficou acima da expectativa do mercado, de 2,702 bilhões de
bushels. Do total, 1,27 bilhão de bushels estão armazenados com os produtores,
com ganho de 49%. Os estoques fora das fazendas somam 1,45 bilhão de
bushels, com alta de 15%.

A área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2019 deverá
totalizar 84,6 milhões de acres, conforme o relatório de intenção de plantio
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a
área ficará 5% abaixo do total cultivado no ano passado.

O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 86,2 milhões
de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do
Departamento, realizado em fevereiro, de 85 milhões de acres. A área deverá
cair ou repetir o ano anterior em 26 dos 29 estados produtores.

Os contratos com vencimento em maio de 2019 tinham preço de US$ 8,87 1/4
por bushel, ganho de 2,25 centavos de dólar por bushel ou 0,25%. A posição
julho de 2019 era cotada a US$ 9,01 1/4 por bushel, retração de 1,75 centavo
de dólar por bushel ou 0,19%.

No farelo, maio de 2019 tinha preço de US$ 306,70 por tonelada, ganho de
US$ 0,20 por tonelada ou 0,06%. Já a posição maio de 2019 do óleo era cotada
a 28,54 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,09 centavo de dólar ou
0,31%

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Depois de início firme, virada do dólar trava negócios com soja

Porto Alegre, 28 de março de 2019 – O mercado brasileiro de soja
encerrou o dia em ritmo lento e com preços mistos. O comportamento do
mercado esteve vinculado ao câmbio. Enquanto o dólar subiu, os preços
estiveram firmes e houve registro moderado de negócios. Mas a partir da virada
da moeda americana, os agentes saíram do mercado e a comercialização travou.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 74,50 para R$ 74,00. Na
região das Missões, a cotação baixou de R$ 74,00 para R$ 73,50 a saca. No
porto de Rio Grande, preço recuou de R$ 79,00 para R$ 78,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 73,50 para R$ 72,50. No
porto de Paranaguá (PR), a saca recuou de R$ 79,00 para R$ 78,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 70,00. Em Dourados (MS), a
cotação passou de R$ 71,00 para R$ 69,00. Em Rio Verde (GO), a saca
permaneceu em R$ 70,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a quinta-feira com preços perto da estabilidade. As primeiras
posições tiveram leve alta e os contratos com vencimentos mais distantes
caíram.

Na véspera dos dados a serem divulgados pelo Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos (USDA) de intenção de plantio e estoques trimestrais, o
mercado teve um dia bastante volátil, com agentes preferindo posicionar suas
carteiras. Mercado também aguarda novidades vindas de Pequim, onde
representantes da China e dos Estados Unidos conversam e buscam um acordo
comercial.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2018/19, com início em 1 de outubro, ficaram em 181.800 toneladas
na semana encerrada em 21 de março. Representa uma queda de 52% frente à
semana anterior e fica 85% abaixo da média das últimas quatro semanas. O
maior comprador foi o Egito, com 123.600 toneladas.

Para a temporada 2019/20, ficaram em 17.100 toneladas. Os analistas
esperavam exportações entre 600 mil a 1,6 milhão de toneladas. As
informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 2,00
centavos de dólar ou 0,22%, a US$ 8,89 1/2 por bushel. A posição julho teve
cotação de US$ 9,03 por bushel, ganho de 2,00 centavos ou 0,22%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 2,10 ou
0,68%, sendo negociada a US$ 306,50 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 28,63 centavos de dólar, com perda de 0,19
centavo ou 0,65%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com queda de 0,98%, sendo
negociado a R$ 3,9160 para venda e a R$ 3,9140 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9050 e a máxima de R$
4,0180.

Agenda de sexta-feira

– Japão: A taxa de desemprego de janeiro será publicada durante a noite pelo
Ministério de Assuntos Internos e Comunicação.

– Japão: A leitura preliminar da produção industrial de março será
publicada durante a noite pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

– Alemanha: A taxa de desemprego de fevereiro será publicada às 6h pela
agência federal de emprego.

– Reino Unido: A versão revisada do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto
trimestre será publicada às 6h30 pelo departamento nacional de estatísticas
do país.

– Estimativas para safra de soja e milho do Brasil em 2018/19 – SAFRAS &
Mercado, 12hs.

– Intenção de plantio nos Estados Unidos e estoques trimestrais em 1 de
março – USDA, 13hs.

– Dados sobre a evolução das lavouras do Mato Grosso – Imea, na parte da
tarde.

– Avanço da colheita de soja no Brasil – SAFRAS, na parte da tarde.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: China teria comprado entre 1,5 mi e 2 mi de t nos Estados Unidos

Porto Alegre, 28 de março de 2019 – Em meio a uma nova rodada de
negociações entre representantes chineses e americanos em Pequim, rumores
dão conta de que a China teria comprado entre 1,5 milhão e 2 milhões de
toneladas de soja americana. Ainda sem confirmação, o boato pouco influenciou
no comportamento dos contratos futuros da oleaginosa na Bolsa de Chicago.

A posição maio teve alta de apenas 0,22% hoje, fechando a US$ 8,89 por
bushel. O volume ventilado no mercado ainda é considerado insuficiente para
mexer com os preços. A esta altura do ano, os agentes esperavam pelo
alinhamento de um acordo comercial entre os dois países e um volume
consistente de soja transacionado entre os dois países.

O encontro entre China e Estados Unidos iniciou hoje e se estende na
sexta-feira. Os representantes se mostram otimistas, mas esse sentimento ainda
não chegou ao mercado.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita no Rio Grande do Sul atinge 32% da área – Emater

Porto Alegre, 28 de março de 2019 – A colheita da soja já atinge 32% da
área no Rio Grande do Sul. As demais lavouras se dividem entre as fases de
maturação/por colher (40%), enchimento de grãos (26%) e floração, em
virtude do plantio da safrinha (2%).

A semana foi caracterizada por temperaturas amenas e aumento da insolação
diária. As temperaturas tiveram leve tendência de queda durante a semana, com
elevação novamente no sábado e domingo. As atividades de colheita se
intensificaram muito no final da semana em virtude das condições climáticas,
que resultaram em perda de água dos grãos e em solo mais seco.

Na Fronteira Noroeste e nas Missões, 45% das áreas estão maduras e 18%
colhidas. A maior parte das lavouras entra em maturação, sendo observadas a
intensa senescência das folhas e a consequente redução da área foliar das
plantas. A produção varia de acordo com a variedade implantada e a época de
semeadura. A produtividade obtida na semana varia de 2.700 a 4.380 kg/ha,
segundo relatos de produtores.

Nas regiões Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, o período
favorável intensificou a colheita. Há grande variação de produtividade entre
as lavouras colhidas. Na média, tal variação é superior à estimativa
inicial, em decorrência de fatores climáticos e técnicoprodutivos nas
lavouras. Desde a Fronteira Oeste até o Alto Jacuí, com a retirada da cultura,
observa-se grande concentração de percevejos nas áreas ainda implantadas e
grande número de indivíduos nos grãos colhidos. As cultivares de ciclo longo
e/ou implantadas no final do período de semeadura receberam tratamento de
fungicida durante a semana para controle da ferrugem.

Nas regiões do Médio Alto Uruguai, Rio da Várzea e da Produção, 30%
das áreas estão colhidas, com a maior parte das lavouras em maturação
fisiológica. Nessas regiões, os rendimentos alcançam 3,6 t/ha. Já no Norte,
também denominado Alto Uruguai, 50% das áreas estão colhidas, com
produtividade média de 3.720 kg/ha.

Nas regiões da Serra e dos Campos de Cima da Serra, com a melhora nas
condições do tempo, a colheita avança em ritmo acelerado, confirmando bons
rendimentos médios. Na região Sul, a colheita foi intensificada em todos os
municípios, atingindo aproximadamente 31% da área; o restante está maduro. Os
municípios com a colheita mais adiantada são Rio Grande, com 50% colhido e
Capão do Leão, com 45% colhido.

Nas regiões da Campanha e Fronteira Oeste, o potencial produtivo das
lavouras de uma maneira geral ainda é elevado, sendo que a maior limitação
até o momento se refere ao porte baixo e a falhas no estande de algumas
lavouras. A maior parte das lavouras está em fase de formação de vagens e
enchimento de grãos; porém já está sendo realizada a colheita de lavouras
com cultivares precoces, com encurtamento do ciclo devido à falta de chuvas em
algumas localidades, principalmente na Campanha. As lavouras mais afetadas
pela falta de boas chuvas são as de cultivares de ciclo médio em fase de
enchimento dos grãos. As áreas cultivadas após o Natal estão em fase final de
formação das vagens e podem recuperar o potencial produtivo se chuvas
regulares voltarem a ocorrer.

Mercado (saca de 60 quilos)

Conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar (Cotações
Agropecuárias n 2068), o preço médio ficou praticamente estável, sendo
praticado a R$ 71,52/sc., com apenas cinco centavos de aumento. O preço
mínimo ficou em R$ 69,00/sc. e o máximo em R$ 74,00/sc. O preço para soja
disponível em Cruz Alta é de R$ 73,50/sc.

As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

Alta do dólar compensa queda de Chicago e soja tem dia lento

Porto Alegre, 27 de março de 2019 – O mercado brasileiro de soja teve um
dia de poucos negócios e de preços praticamente inalterados. A forte alta do
dólar foi compensada pela queda acentuada de Chicago. Limitando a
movimentação.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos ficou em R$ 74,50. Na região das
Missões, a cotação seguiu em R$ 74,00 a saca. No porto de Rio Grande, preços
estabilizou em R$ 79,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 73,00 para R$ 73,50. No porto
de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 78,50 para R$ 79,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 69,50 para R$ 70,00. Em Dourados
(MS), a cotação passou de R$ 69,50 para R$ 71,00. Em Rio Verde (GO), a saca
permaneceu em R$ 70,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a terça-feira com preços acentuadamente mais baixos. Maio
atingiu o menor nível em quatro meses, pressionada pela falta de novidades nas
conversas comerciais entre China e Estados Unidos.

O avanço na colheita da safra sul-americana e a expectativa em torno do
relatório de intenção de plantio e estoques trimestrais dos Estados Unidos
completaram o cenário de pressão. Além disso, a fraqueza do dólar frente ao
real sugere aumento nas vendas de soja por parte do Brasil.

Representantes dos Estados Unidos e da China se reúnem a partir de amanhã
em Pequim para tentar encontrar uma solução para o impasse comercial entre os
dois países. As incertezas sobre os resultados do encontro fizeram com que
fundos e especuladores se desfizessem de posições.

Em relação aos dados que serão divulgados na sexta pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o sentimento é de baixa. Apesar da
aposta de queda na área a ser plantada com soja, a semeadura deverá ser maior
do que o esperado inicialmente. O excesso de chuvas no cinturão produtor
americano tende a transferir áreas do milho para a soja.

Para completar, a previsão do mercado é de estoques elevados na posição
1 de março. A projeção é que o relatório indique o maior volume
armazenado na história para o período.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
13,25 centavos de dólar ou 1,47%, a US$ 8,87 1/2 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 9,01 por bushel, perda de 13,25 centavos ou 1,44%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 6,60 ou
2,12%, sendo negociada a US$ 304,40 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 28,82 centavos de dólar, com ganho de 0,17
centavo ou 0,59%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,27%, negociado a R$
3,9530 para a compra e a R$ 3,9550 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9620 e a mínima de R$ 3,9060.

Agenda de quinta

– Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de março
será publicada às 10h pelo Destatis.

– A FGV divulga às 8h os dados do Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M)
referentes a março.

– EUA: A terceira e última leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto
trimestre de 2018 será publicada às 9h30 pelo Departamento do Comércio.

– Dados semanais sobre a safra de grãos e café do Paraná (Deral), na parte da
manhã.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30min.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de
Buenos Aires, 15hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Chicago cai 1,5% e maio opera abaixo de US$ 8,90 por bushel

Porto Alegre, 27 de março de 2019 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o complexo soja opera com preços significativamente mais baixos
para grão e farelo, e cotações estáveis no meio-pregão de hoje. O mercado
é pressionado pela expectativa de que os Estados Unidos registrem, no
relatório de estoques trimestrais da sexta-feira, o maior patamar da história
para o período. A previsão de que os norte-americanos plantem uma área maior
do que a esperada inicialmente, diante da primavera chuvosa no país, também
influencia negativamente.

Os estoques trimestrais norte-americanos na posição 1o de março deverão
ficar acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado. A
projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,702 bilhões de bushels. O
relatório trimestral também será divulgado às 13hs desta sexta-feira. Em
igual período do ano anterior, o número era de 2,109 bilhões de bushels.

O relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) também sai na sexta, dia 29. A pesquisa realiza pela
agência Bloomberg indica que o mercado está apostando em número de 86,2
milhões de acres. No ano passado, os americanos semearam 89,2 milhões de
acres. A média das projeções oscila entre 84,3 milhões e 8 milhões de
acres.

Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número
superior aos 85 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja
deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 91,3 milhões de acres, contra
89,1 milhões do ano anterior.

Os contratos com vencimento em maio de 2019 tinham preço de US$ 8,86 1/2
por bushel, perda de 14,25 centavos de dólar por bushel ou 1,50%. A posição
julho de 2019 era cotada a US$ 9,00 3/4 por bushel, retração de 13,50 centavo
de dólar por bushel ou 1,47%.

No farelo, maio de 2019 tinha preço de US$ 304,70 por tonelada, queda de
US$ 6,30 por tonelada ou 2,02%. Já a posição maio de 2019 do óleo era cotada
a 28,65 centavos de dólar por libra-peso, estável.

SOJA: Área nos EUA pode ficar acima do esperado e Chicago recua

Porto Alegre, 26 de março de 2019 – Os contratos futuros da soja
negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira
com preços mais baixos. O sentimento de que a área a ser plantada nos Estados
Unidos em 2019 deverá ficar acima do esperado inicialmente pressionou as
cotações.

O excesso de chuvas no cinturão produtor dos Estados Unidos poderá
atrasar a semeadura do milho, fazendo com que os agricultores transfiram acres
para a soja. Na sexta, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
vai divulgar seu relatório de intenção de plantio.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá apontar
redução de área a ser plantada na comparação com o ano anterior. A
previsão deverá indicar área maior que a estimativa divulgada em fevereiro,
durante o Fórum Anual do Departamento.

Pesquisa realiza pela agência Bloomberg indica que o mercado está
apostando em número de 86,2 milhões de acres. No ano passado, os americanos
semearam 89,2 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 84,3
milhões e 88 milhões de acres.

Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número
superior aos 85 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja
deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 91,3 milhões de acres, contra
89,1 milhões do ano anterior.

Os estoques trimestrais norte-americanos na posição 1o de março deverão
ficar acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,702 bilhões de bushels. O
relatório trimestral será divulgado às 13hs desta sexta-feira, 29. Em igual
período do ano anterior, o número era de 2,109 bilhões de bushels.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
5,75 centavos de dólar ou 0,63%, a US$ 9,00 3/4 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 9,14 1/4 por bushel, perda de 5,75 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,10 ou
1,3%, sendo negociada a US$ 311,00 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 28,65 centavos de dólar, com perda de 0,17
centavo ou 0,58%.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Preços seguem Chicago e recuam em dia lento para soja

Porto Alegre, 26 de março de 2019 – O mercado brasileiro de soja teve
uma terça-feira sem negócios relevantes. Os preços, na maior parte das
praças de comercialização, recuaram, acompanhando Chicago e apesar da
recuperação do dólar.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos baixou de R$ 75,00 para R$ 74,50.
Na região das Missões, a cotação recuou de R$ 74,50 para R$ 74,00 a saca. No
porto de Rio Grande, preços caiu de R$ 79,50 para R$ 79,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço recuou de R$ 73,50 para R$ 73,00. No
porto de Paranaguá (PR), a saca caiu de R$ 79,00 para R$ 78,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 69,00 para R$ 69,50. Em Dourados
(MS), a cotação recuou de R$ 70,00 para R$ 69,50. Em Rio Verde (GO), a saca
avançou de R$ 68,50 para R$ 70,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais baixos. O sentimento de que a
área a ser plantada nos Estados Unidos em 2019 deverá ficar acima do esperado
inicialmente pressionou as cotações.

O excesso de chuvas no cinturão produtor dos Estados Unidos poderá
atrasar a semeadura do milho, fazendo com que os agricultores transfiram acres
para a soja. Na sexta, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
vai divulgar seu relatório de intenção de plantio.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá apontar
redução de área a ser plantada na comparação com o ano anterior. A
previsão deverá indicar área maior que a estimativa divulgada em fevereiro,
durante o Fórum Anual do Departamento.

Pesquisa realiza pela agência Bloomberg indica que o mercado está
apostando em número de 86,2 milhões de acres. No ano passado, os americanos
semearam 89,2 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 84,3
milhões e 88 milhões de acres.

Se a expectativa do mercado for confirmada, o USDA vai indicar um número
superior aos 85 milhões de acres indicados durante o Fórum. A área de soja
deverá ficar abaixo da de milho, projetada em 91,3 milhões de acres, contra
89,1 milhões do ano anterior.

Os estoques trimestrais norte-americanos na posição 1o de março deverão
ficar acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,702 bilhões de bushels. O
relatório trimestral será divulgado às 13hs desta sexta-feira, 29. Em igual
período do ano anterior, o número era de 2,109 bilhões de bushels.

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de
5,75 centavos de dólar ou 0,63%, a US$ 9,00 3/4 por bushel. A posição julho
teve cotação de US$ 9,14 1/4 por bushel, perda de 5,75 centavos ou 0,62%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,10 ou
1,3%, sendo negociada a US$ 311,00 por tonelada. No óleo, os contratos com
vencimento em maio fecharam a 28,65 centavos de dólar, com perda de 0,17
centavo ou 0,58%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,25%, sendo
negociado a R$ 3,8670 para venda e a R$ 3,8650 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8350 e a máxima de R$
3,8800.

Agenda de quarta

– EUA: o resultado da balança comercial de janeiro será publicado às 9h30
pelo Departamento do Comércio.

– A posição dos estoques de petróleo dos EUA até sexta-feira da semana
passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS