MERCADO: Preços da soja sobem no Brasil acompanhando dólar e Chicago

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja
esteve bastante movimentado nesta terça-feira, acompanhando as altas do dólar
ante o real e da Bolsa de Mercadorias de Chicago. Os preços da oleaginosa
subiram em todo o Brasil.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 70,50 para R$ 71,50.
Na região das Missões, a cotação valorizou de R$ 70,00 para R$ 71,00. No
porto de Rio Grande, as cotações passaram de R$ 75,00 para R$ 76,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 68,00 para R$ 69,50. No
porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 75,50 para R$ 76,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca valorizou de R$ 64,50 para R$ 66,00. Em
Dourados (MS), a cotação passou de R$ 64,80 para R$ 66,00. Em Rio Verde
(GO), a saca subiu de R$ 64,50 para R$ 66,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam com preços mais altos. O mercado se afastou das máximas do
dia, quando atingiu o melhor patamar em sete meses, mas seguiu com boa alta
para grão, farelo e óleo.

O clima seco em importantes regiões produtoras da Argentina apareceu como
fator de suporte. Com o estresse hídrico desde novembro, a safra do país foi
cortada em cerca de 10 milhões de toneladas e deve ficar em menos de 50
milhões de toneladas. As informações são da Agência Reuters.

Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 5,00 centavos de
dólar, ou +0,48%, cotados a US$ 10,26 1/2 por bushel. A posição maio subiu
5,00 centavos de dólar, ou +0,48%, US$ 10,32 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com ganho de US$
3,20 (+0,85%), sendo negociada a US$ 376,50 por tonelada. No óleo, os
contratos com vencimento em março eram cotados a 31,86 centavos de dólar
por libra-peso, alta de 0,32 centavo de dólar ou +1,01%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$
3,2540 para compra e a R$ 3,2560 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2410 e a máxima de R$ 3,2580.

Agenda de quarta-feira

– China: a bolsa de Xangai permanece fechada em função de um feriado.

– A Fundação Getúlio Vargas (FGV) publica, às 8h, o monitor do PIB, que
estima mensalmente o PIB brasileiro em volume.

– O BC divulga às 12h30 os dados do fluxo cambial de fevereiro até o dia
16.

– A ata da última reunião de política monetária será publicada às 16h pelo
Federal Reserve.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita avança pouco em Dourados (MS), diante de clima chuvoso

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – A colheita de soja em Dourados
(MS), no sul de Mato Grosso do Sul, segue atrasada na comparação com outros
anos em meio às dificuldades geradas pelo clima chuvoso na região, destaca o
departamento técnico da Coperplan.

De acordo com o engenheiro-agrônomo Eduardo Brandt, menos de 10% da área
havia sido colhida até sexta-feira (16), por conta das chuvas na região,
embora haja muitas lavouras já estejam em ponto de colheita”, afirma.

O engenheiro-agrônomo salienta que todas as lavouras restantes estão em
fase de maturação e que o rendimento médio obtido até agora tem sido bom,
variando entre 3.300 e 3.600 quilos por hectare.

Segundo o mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado, a área cultivada
com soja em Mato Grosso do Sul na safra 2017/18 deve atingir 2,592 milhões de
hectares, com alta de 2,9% em relação à temporada anterior. A produção
estimada é de 8,666 milhões de toneladas, 1,1% acima das 8,575 milhões de
toneladas registradas na temporada 2016/17. O rendimento médio previsto é de
3.360 quilos por hectare.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR SOJA: Chicago dispara, dólar sobe e mercado doméstico deve animar

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja deve
ser animado nesta terça-feira pela reabertura da Bolsa de Mercadorias de
Chicago após o feriado do Dia do Presidente. Com o grão subindo mais de 1%
no mercado norte-americano e com a alta de mais de 0,5% do dólar frente ao
real, os preços internos devem receber suporte, estimulando a tentativa de
negócios.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com alta de 1,24% para os
contratos com vencimento em março de 2018, com preço de US$ 10,34 1/4 por
bushel,.

* O mercado sobe mais de 1% e atinge o melhor patamar em sete meses,
sustentado pelo clima seco em importantes regiões produtoras da Argentina. Com
o estresse hídrico desde novembro, a safra do país foi cortada em cerca de 10
milhões de toneladas e deve ficar em menos de 50 milhões de toneladas. As
informações são da Agência Reuters.

CÂMBIO

* O dólar comercial sobe 0,58%l, cotado a R$ 3,2550.

* O dólar comercial abriu em alta frente ao real influenciado pelo
comportamento no exterior, onde a moeda aprecia frente às principais divisas. O
leilão de títulos do governo norte-americano contribui para a pressão
altista na divisa estrangeira.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai, não operou por feriado.
Tóquio, -1,01%.

* As bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,28%. Frankfurt, +0,26%. Londres,
-0,23%.

* O petróleo opera em alta. Abril do WTI em NY: US$ 61,81 barril (+0,42%).

* O dólar opera em alta. Euro, +0,48%, iene, +0,52%; libra-esterlina, estável.

MERCADO INTERNO

* Os preços da soja no mercado brasileiro não apresentaram alterações nesta
segunda-feira. A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) – referência no
mercado internacional – não operou devido a um feriado nos Estados Unidos.
Assim, não foram registrados negócios relevantes no Brasil.

* Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 70,50. Na região das
Missões, a cotação ficou estável em R$ 70,00. No porto de Rio Grande, as
cotações passaram seguiram em R$ 75,00.

* Em Cascavel, no Paraná, o preço permaneceu em R$ 68,00. No porto de
Paranaguá (PR), a saca ficou em R$ 75,50.

* Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 64,50. Em Dourados (MS), a
cotação se manteve em R$ 64,80. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em
R$ 64,50.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita avança pouco em Dourados (MS), diante de clima chuvoso

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – A colheita de soja em Dourados
(MS), no sul de Mato Grosso do Sul, segue atrasada na comparação com outros
anos em meio às dificuldades geradas pelo clima chuvoso na região, destaca o
departamento técnico da Coperplan.

De acordo com o engenheiro-agrônomo Eduardo Brandt, menos de 10% da área
havia sido colhida até sexta-feira (16), por conta das chuvas na região,
embora haja muitas lavouras já estejam em ponto de colheita”, afirma.

O engenheiro-agrônomo salienta que todas as lavouras restantes estão em
fase de maturação e que o rendimento médio obtido até agora tem sido bom,
variando entre 3.300 e 3.600 quilos por hectare.

Segundo o mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado, a área cultivada
com soja em Mato Grosso do Sul na safra 2017/18 deve atingir 2,592 milhões de
hectares, com alta de 2,9% em relação à temporada anterior. A produção
estimada é de 8,666 milhões de toneladas, 1,1% acima das 8,575 milhões de
toneladas registradas na temporada 2016/17. O rendimento médio previsto é de
3.360 quilos por hectare.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Movimentação é menor e preços da soja ficam estáveis no Brasil

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – Os preços da soja começaram a
quinta-feira em alta, acompanhando a Bolsa de Chicago, enquanto o câmbio não
caia. Ao longo do dia, com a queda do dólar, as cotações da oleaginosa
perderam força e ficaram muito esticadas até o fim do dia, com algumas
correções.

No fim do dia, apesar da alta de dólar e de Chicago, os preços se
mantiveram estáveis ou com alguma redução na maioria das praças. O mercado,
de um modo geral apresentou menor movimentação nesta quinta-feira.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 70,50. Na região das
Missões, a cotação ficou estável em R$ 70,00. No porto de Rio Grande, as
cotações passaram seguiram em R$ 75,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço permaneceu em R$ 68,00. No porto de
Paranaguá (PR), a saca estabilizou em R$ 75,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 64,50. Em Dourados (MS), a
cotação se manteve em R$ 64,80. Em Rio Verde (GO), a saca desvalorizou de
R$ 64,70 para R$ 64,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam com preços mais altos. Em sessão volátil, o mercado buscou
suporte no clima seco na Argentina, que pode afetar a produtividade das lavouras
do país. Conforme analista da Bolsa de Grãos de Rosário consultado pela
Agência Reuters, o país pode colher uma safra inferior a 50 milhões de
toneladas pela estiagem prolongada.

Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 7,00 centavos de
dólar, ou +0,68%, cotados a US$ 10,24 1/4 por bushel. A posição maio subiu
7,25 centavos de dólar, ou +0,7%, US$ 10,35 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com ganho de US$
3,80 (+1,02%), sendo negociada a US$ 373,70 por tonelada. No óleo, os
contratos com vencimento em março eram cotados a 31,70 centavos de dólar
por libra-peso, baixa de 0,10 centavo de dólar ou -0,31%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,24%, cotado a R$
3,2340 para compra e a R$ 3,2360 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,1990 e a máxima de R$ 3,2410.

Agenda de sexta-feira

– Relatório semanal sobre o desenvolvimento das lavouras argentinas –
Ministério da Agricultura, início do dia.

– SAFRAS divulga às 12h revisão na estimativa da safra de soja 2017/18,

– SAFRAS atualiza às 12h estimativa de produção da safra 2017/18 de milho do
Brasil

– Dados do IMEA para a colheita da soja e plantio do algodão no Mato Grosso,
na parte da tarde.

– Evolução da colheita de soja no Brasil, SAFRAS & Mercado, na parte da tarde.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Exportações de farelo somam 437,3 mil t em fevereiro – Secex

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – As exportações de farelo de soja
do Brasil renderam US$ 160,2 milhões em fevereiro (7 dias úteis), com média
diária de US$ 22,9 milhões. A quantidade total exportada pelo país no
período chegou a 437,3 mil toneladas, com média diária de 62,5 mil toneladas.
O preço médio da tonelada ficou em US$ 366,40.

Na comparação entre a média diária de fevereiro e janeiro, houve uma
alta de 27,4% no valor exportado, de 21,9% no volume embarcado e alta de 4,5%
no preço médio. Na comparação com fevereiro de 2017 houve elevação de 71,4%
na receita, de 58,1% no volume e de 8,4% no preço.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram
divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

SOJA: Primeiras áreas já são colhidas no Rio Grande do Sul – Emater

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – Assim como no milho, a soja no
Rio Grande do Sul começa a registrar as primeiras colheitas também na região
administrativa de Santa Rosa. Mais precisamente na Fronteira Noroeste, cerca de
mil hectares já foram colhidos, com produtividade média de três mil kg/ha,
com variação entre 2,7 mil quilos e 3,3 mil kg/ha.

Por certo é prematuro extrapolar esses resultados para as demais regiões,
tendo em vista principalmente o comportamento observado nas condições
meteorológicas até o presente. Todavia, a tendência, segundo técnicos, é
que a metade Norte não se distanciará muito do esperado inicialmente. Já a
metade Sul seguramente terá dificuldade em obter rendimentos aceitáveis.

O cenário não é propriamente uma novidade para o Estado. Em anos
anteriores, tal como ocorreu na safra 2012, para citar exemplo mais recente –
situação semelhante foi registrada. Ocorre que de lá para cá, por razões de
conjuntura e condições climáticas excepcionais sucessivas, a cultura
avançou de forma significativa nessa parte do Estado; infelizmente, com boa
parte das lavouras cultivadas em áreas com condições edafoclimáticas pouco
adequadas ao desenvolvimento da soja.

As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

SOJA: Colheita chega a 28,63% no Mato Grosso – IMEA

Porto Alegre, 14 de fevereiro de 2018 – A colheita da safra de soja 2017/18
do Mato Grosso atingiu 28,63%, conforme o Instituto Mato-Grossense de
Economia Agropecuária (IMEA), com número obtido até 9 de fevereiro.

No mesmo período do ano passado, o índice era de 45,79%. O IMEA projeta
uma área de 9,424 milhões de hectares para o estado. Na semana anterior, o
plantio era de 19,91%.

MERCADO: Soja registra negócios no RS e no PR e preços sobem no Brasil

Porto Alegre, 14 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja
registrou bastante movimento no Paraná e no Rio Grande do Sul. Na volta do
feriado, foi registrada a negociação de mais de 50 mil toneladas. Os preços
subiram em praticamente todas as praças na comparação com a última
sexta-feira. Na abertura das cotações, os preços estavam ainda mais elevados,
porém a valorização foi reduzida pela forte queda do dólar

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 69,50 para R$ 70,50.
Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 69,00 para R$ 70,00. No
porto de Rio Grande, as cotações passaram de R$ 74,00 para R$ 75,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 67,50 para R$ 68,00. No porto
de Paranaguá (PR), a saca valorizou de R$ 74,50 para R$ 75,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca passou de R$ 63,50 para R$ 64,50. Em Dourados
(MS), a cotação passou de R$ 63,00 para R$ 64,80. Em Rio Verde (GO), a saca
valorizou de R$ 64,00 para R$ 64,70.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam com preços mais altos. Mais cedo, o mercado chegou a cair,
buscando uma correção frente aos ganhos de ontem, quando atingiu o melhor
patamar em 10 semanas. Porém, os preços reverteram ao território positivo,
sustentados pela expectativa de queda na produção Argentina, devido ao clima
seco no país. As informações são da Reuters e da Dow Jones.

Os contratos com vencimento em março fecharam em alta de 5,50 centavos de
dólar, ou +0,54%, cotados a US$ 10,17 1/4 por bushel. A posição maio subiu
5,50 centavos de dólar, ou +0,53%, US$ 10,27 3/4 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com ganho de US$
4,70 (+1,28%), sendo negociada a US$ 369,90 por tonelada. No óleo, os
contratos com vencimento em março eram cotados a 31,80 centavos de dólar
por libra-peso, alta de 0,23 centavo de dólar ou +0,72%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 2,27%, cotado a R$
3,2260 para compra e a R$ 3,2280 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2210 e a máxima de R$ 3,2980.

Agenda de quinta-feira

– Japão: a leitura revisada da produção industrial de dezembro será
publicada às 2h30 pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

– Eurozona: a balança comercial de dezembro será publicada às 8h pela
Eurostat.

– O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)
divulga às 15h os dados da balança comercial em fevereiro até a última
semana.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 11h30min.

– Desenvolvimento das lavouras da Argentina – Bolsa de Cereais de Buenos
Aires, às 16hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

– A Green Coffee Association (GCA/EUA) divulga às 18h os dados de estoques
de café de janeiro.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: USDA eleva previsão de safra do Brasil para 112 mi t

Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2018 – O relatório de fevereiro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado há pouco,
projetou safra mundial de soja em 2017/18 de 346,92 milhões de toneladas. No
relatório anterior, o número era de 348,57 milhões. Os estoques finais foram
reduzidos de 98,57 milhões de toneladas para 98,14 milhões.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 119,52 milhões de
toneladas, sendo mantido o número de janeiro. Para o Brasil, a previsão é de
uma produção de 112 milhões de toneladas, contra 110 milhões de toneladas em
janeiro.

A previsão para a Argentina recuou de 56 milhões para 54 milhões de
toneladas. Pelo lado da demanda, destaque para a manutenção da previsão das
importações chinesas na casa de 97 milhões de toneladas.

Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: USDA eleva previsão de estoques dos EUA para 14,4 mi t

Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2018 – O relatório de fevereiro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aumentou sua estimativa
para os estoques de soja dos Estados Unidos, com os números ficando acima do
esperado pelo mercado.

A produção foi mantida em 4,392 bilhões de bushels, o equivalente a
119,52 milhões de toneladas. No ano anterior, a produção ficara em 116,92
milhões de toneladas.

Os estoques finais em 2017/18 estão projetados em 530 milhões de bushels,
ou 14,42 milhões de toneladas. O mercado trabalhava com um número de 492
milhões de bushels. Em janeiro, a estimativa era de 12,79 milhões de
toneladas.

O USDA indica estimativa de exportação para 2017/18 de 2,100 bilhões de
bushels, contra 2,160 bilhões de janeiro. O esmagamento está estimado em 1,95
bilhão de bushels, sendo mantida a previsão do mês anterior.

Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS

GRÃOS: Safra 2017/18 do Brasil deve atingir 225,6 milhões de t – Conab

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – De acordo com o 5 Levantamento
da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos da safra 2017/2018
pode chegar a 225,6 milhões de toneladas. Mesmo com um recuo de 5,1% em
relação à safra passada, que foi a maior de toda a história (237,7 milhões
de t), a safra deste ano deve ficar em segundo lugar, apresentando números
significativos em relação à série histórica de grãos.

Com um crescimento de mais de 0,2%, a área total ultrapassou os 61
milhões de hectares. Entre as culturas, a preferência do produtor segue pelo
milho e a soja que representam quase 88% dos grãos produzidos no país. No
caso da soja, houve uma queda de 2,2% na produção, ficando em 111,6 milhões
de toneladas contra 114,1 milhões/t do último período. Já para o milho total,
a expectativa é de redução de 10,1%, passando de 97,8 milhões para 88
milhões de toneladas. A primeira safra pode ficar em 24,7 milhões de t,
enquanto a do milho segunda safra revela uma possível produção de até 63,3
milhões de toneladas.

O estudo mostra ainda que o cenário mais favorável foi do algodão, com
aumento de 17% na produção da pluma, totalizando 1,79 milhão de toneladas e
1,1 milhão de hectares, com elevação de 17,4% na área. Este aumento, junto
com o da soja, favoreceu a ampliação da área total plantada. Com maior
liquidez e possibilidade de melhor rentabilidade frente a outras culturas, a
leguminosa tende a elevar-se a uma média de 3,3%, podendo alcançar 35
milhões de hectares.

No quesito produtividade, a soja aponta para uma queda, sendo estimada em
de 3.185 kg/hectare contra 3.364 da safra anterior. Uma vez que as culturas
estão ainda em fase inicial de colheita, os números divulgados têm como base
os rendimentos apurados nas pesquisas de campo com o acompanhamento
agrometeorológico e espectral realizado pela Companhia. A pesquisa foi feita
nos principais centros produtores de grãos no país, entre os dias 21 e 27 de
janeiro. As informações são da assessoria de imprensa da Conab.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Dólar sustenta preços firmes para soja no Brasil

Porto Alegre, 7 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve
uma quarta-feira de preços firmes, de estáveis a mais altos. Apesar das perdas
da soja em Chicago, a alta do dólar garantiu a sustentação das cotações da
oleaginosa no Brasil, como indica o consultor de SAFRAS & Mercado, Luiz
Fernando Gutierrez Roque. Houve bom volume de negócios, com destaque para o
Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos se manteve em R$ 68,50. Na região
das Missões, a cotação seguiu em R$ 68,00. No porto de Rio Grande, as
cotações avançaram de R$ 73,00 para R$ 73,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 67,50. No porto de
Paranaguá (PR), a saca passou de R$ 73,30 para R$ 73,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca recuou R$ 63,50 para R$ 63,00. Em Dourados
(MS), a cotação seguiu em R$ 63,00. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu
em R$ 63,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela
perspectiva de indicação de elevação nos estoques norte-americanos para a
temporada 2017/18. As exportações de soja dos Estados Unidos têm ficado
aquém da expectativa para esta temporada, o que explicaria o possível avanço
nos estoques.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá elevar a
sua estimativa para os estoques finais americanos de soja em 2017/18. O
relatório de fevereiro será divulgado nesta quinta-feira, dia 8, às 15hs. O
mercado projeta estoques 2017/18 de 492 milhões de bushels. Em janeiro, o
USDA indicou estoques em 470 milhões de bushels. Na temporada anterior, os
estoques ficaram em 302 milhões de bushels.

Para os estoques mundiais, a previsão para 2017/18 deve ser mantida em
98,6 milhões de toneladas. Para 2016/17, o número deverá ficar em 96,5
milhões de toneladas

A aposta é de que o USDA indique um número de produção do Brasil de
111,4 milhões de toneladas, ante 110 milhões no relatório anterior. Para a
Argentina, a previsão é de corte. O mercado aposta em retração de 56
milhões para 53,8 milhões de toneladas.

Os contratos com vencimento em março fecharam em baixa de 3,25 centavos de
dólar, ou -0,32%, cotados a US$ 9,94 1/4 por bushel. A posição maio caiu
3,50 centavos de dólar, ou -0,35, US$ 9,94 1/4 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com perda de US$
3,70 (+1,11%), sendo negociada a US$ 335,40 por tonelada. No óleo, os contratos
com vencimento em março eram cotados a 32,56 centavos de dólar por
libra-peso, baixa de 0,66 centavo de dólar ou -1,8%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,92%, cotado a R$
3,2750 para compra e a R$ 3,2770 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2390 e a máxima de R$ 3,2830.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Colheita no Brasil atinge 5,9% da área – SAFRAS

Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2018 – A colheita de soja atinge 5,9% da
área estimada, conforme levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados
recolhidos até 2 de fevereiro. Na semana passada, o número era de 3,5%. Os
trabalhos estão atrasados em relação a igual período do ano passado (10,1%) e
também em relação à média histórica dos últimos cinco anos (7,6%).

Acompanhe maiores informações no quadro abaixo:

========================================================================
EVOLUÇÃO DA COLHEITA DE SOJA - BRASIL
- em % da área plantada -
---------------------------------------------------------------------
 
  Estados      2018        2018        2017        Média
               02/fev      26/jan      02/fev    Normal (x)
     RS          0           0           0          0,0
     PR         1,5         0,5          4          11,6
     MT          20          12          30         16,3
     MS         1,5          1           8          9,4
     GO          2           1           4          4,3
     SP          0           0           0          0,9
     MG          1           0           4          1,5
     BA          0           0           0          0,0
     SC          0           0           0          0,6
    OUT          0           0           0          0,0
 BRASIL (*)     5,9         3,5         10,1        7,6
obs: (x) Média histórica de 5 anos. (*) Média po
Fonte: SAFRAS & Mercado
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     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR SOJA: Queda em Chicago deve travar negócios no Brasil

Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja deve
iniciar a semana com negócios travados, em meio à queda de preços na Bolsa de
Mercadorias de Chicago. A alta do dólar, por outro lado, deve impedir uma
queda nos referenciais internos.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março registram baixa de 0,74% neste momento,
a US$ 9,71 1/2.

* Na sexta-feira (2), os contratos março recuaram 0,63% para US$ 9,78 3/4 por
bushel.

* O mercado estende as perdas da última sessão, avaliando a fraca demanda
registrada para a oleaginosa norte-americana.

* A previsão de um clima mais úmido nas regiões produtoras da Argentina
também influencia negativamente.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta de 0,49% neste momento, cotado a R$ 3,231.

* O dólar começou a semana ampliando a alta em relação ao real, com os
investidores ainda ecoando os números robustos sobre o mercado de trabalho nos
Estados Unidos, que elevaram os receios quanto ao processo de aumento dos
juros norte-americanos neste ano.

* Além disso, a volta aos trabalhos no Congresso, em meio às incertezas em
relação à votação da reforma da Previdência, também redobra a cautela.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam mistas. Xangai, +0,73%. Tóquio, -2,55%.

* As bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -1,40%. Frankfurt, -0,99%.
Londres, -1,30%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 64,76 barril (-1,05%).

* O dólar opera em misto. Euro, +0,14%, iene,-0,36%; libra-esterlina, +0,59%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de soja teve um dia mais movimentado nesta sexta-feira.
Os produtores aproveitaram a alta do dólar e voltaram ao mercado, temendo uma
nova queda nos preços no curto prazo. Em termos de negócios, indicação de 10
mil a 15 mil toneladas trocando de mãos, em média nas principais regiões
produtoras do país.

* Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 67,50 para R$ 67,00.
Na região das Missões, a cotação caiu de R$ 67,00 para R$ 66,50. No porto de
Rio Grande, as cotações baixaram de R$ 72,00 de R$ 71,50.

* Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu de R$ 67,00 para R$ 66,50. No porto de
Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 72,50 para R$ 72,00.

* Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 61,00 para R$ 61,50. Em Dourados
(MS), a cotação permaneceu em R$ 62,50. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de
R$ 61,00 para R$ 62,50.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Soja tem dia lento e de preços em queda no Brasil

Porto Alegre, 1 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja teve
mais um dia sem negócios e com preços em queda. Chicago e dólar recuaram,
afastando os produtores, que estão focados no progresso da colheita.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 68,00 para R$ 67,50.
Na região das Missões, a cotação caiu de R$ 67,50 para R$ 67,00. No porto de
Rio Grande, as cotações baixaram de R$ 72,50 de R$ 72,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 67,00. No porto de
Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 72,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca caiu de R$ 61,50 para R$ 61,00. Em Dourados
(MS), a cotação recuou de R$ 63,00 para R$ 62,50. Em Rio Verde (GO), a saca
baixou de R$ 61,50 para R$ 61,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) fecharam com preços mais baixos. Os agentes intensificaram o
movimento de realização de lucros de ontem, após o mercado ter subido 3,5% em
janeiro.

O fraco resultado das exportações semanais americanas contribuíram para
o recuo. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2017/18, com início em 1 de setembro, ficaram em 359.000 toneladas
na semana encerrada em 25 de janeiro. O número foi o pior da temporada e ficou
42% abaixo da semana passada e 50% inferior à média das últimas quatro
semanas.

Para a temporada 2018/19, foram mais 50.700 toneladas. Analistas esperavam
entre 600 mil e 1 milhão de toneladas, somando as duas temporadas. As
informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).

Alguns analistas apontaram ainda que as previsões climáticas apontam um
quadro melhor para o clima na Argentina nas próximas semanas. Lembrando que
o persistente clima seco na região produtora argentina garantiu a alta de
janeiro nos contratos futuros.

Os contratos com vencimento em março fecharam em baixa de 10,75 centavos
de dólar, ou 1,07%, cotados a US$ 9,85 por bushel. A posição maio caiu 10,50
centavos de dólar, ou 1,04%, US$ 9,96 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, a posição março do farelo encerrou com perda de US$
3,80 (1,12%), sendo negociada a US$ 334,00 por tonelada. No óleo, os contratos
com vencimento em março eram cotados a 32,90 centavos de dólar por
libra-peso, baixa de 0,17 centavo de dólar ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,37%, cotado a R$
3,1670 para compra e a R$ 3,1690 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,1630 e a máxima de R$ 3,1980.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Chuvas seguem favorecendo lavouras do RS – Emater

Porto Alegre, 1o de fevereiro de 2018 – – A cultura de soja no Rio
Grande do Sul segue com boas perspectivas de produção, favorecida, conforme
relato dos produtores, pelas atuais condições climáticas, principalmente na
parte Norte do estado onde as chuvas têm sido mais frequentes e volumosas
nessa última quinzena de janeiro.

Mais de 90% das lavouras já receberam a primeira aplicação de
fungicidas, sendo que em muitas áreas já houve inclusive a segunda. Até o
momento, a ocorrência de pragas tem sido pequena, registrando-se casos
isolados de lagarta em algumas áreas.

No momento em que a cultura está no estádio reprodutivo, aumenta o
monitoramento para controle do percevejo. Nas demais áreas vêm sendo
realizadas as aplicações preventivas contra a ferrugem.

Já na metade Sul do Estado, as lavouras plantadas no final de novembro e
dezembro tiveram problemas de germinação devido à baixa umidade do solo, com
algumas delas necessitando replantio. Nos plantios onde as sementes
conseguiram germinar, o desenvolvimento vegetativo é lento e de pouco vigor;
tal situaçãoé identificada principalmente na região da Campanha, onde o déficit
hídrico tem provocado inclusive a queda de folhas e o abortamento de flores.

Muitos produtores realizam aplicação de fertilizantes foliares para
estimular o crescimento das plantas, acelerar o fechamento das entrelinhas,
diminuir a exposição do solo e consequentemente, reduzir a perda de umidade.
As últimas chuvas ajudaram no desenvolvimento das lavouras, mas ainda não
foram suficientes para as necessidades da cultura.

As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

SOJA: Comercialização da safra 2016/17 atinge 78% na Argentina

Porto Alegre, 1o de fevereiro de 2018 – A comercialização da safra
2016/17 de soja da Argentina, até 24 de janeiro, chegou a 78% da produção do
país. Veja a tabela completa abaixo:

============================================================
ARGENTINA - EVOLUÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA
Ano Comercial 17/18 (Safra 16/17)
- em mil toneladas -
------------------------------------------------------------
 
          Safra               %    16/17(a)   15/16(b)
                             a/b
       PRODUÇÃO (*)          -4     58800      61400
     COMPRAS (24/Jan)
       Exportação           -10     10078      11222
       Indústria              0     35521      35656
 COMERCIALIZADO (Exp.+Ind.)  -3     45599      46878
    % sobre Produção                 78         76
 
(*) Estimada para a safra 2016/17.
Fonte: SAFRAS/MinAgri

MONITOR SOJA: Mercado deve voltar a ter dia lento / Chicago e dólar caem

Porto Alegre, 31 de janeiro de 2018 – Após uma melhora na movimentação ontem, o mercado brasileiro de soja deve voltar a apresentar poucos negócios. A queda do dólar e a correção de Chicago deverão afastar os produtores, que
focam no início da colheita.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março registram baixa de 0,54% neste momento, a US$ 9,94 3/4.

* Na terça, os contratos março subiram 0,88% para US$ 10,00 1/4 por bushel.

* O mercado é pressionado por um movimento de realização de lucros frente aos ganhos acumulados na última sessão, quando a posição março superou a marca de US$ 10,00 por bushel, em meio às chuvas que atrapalham a colheita no Brasil
e ao clima seco na Argentina.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,72% neste momento, cotado a R$ 3,157.

* A moeda abriu em queda ante o real influenciado pelos dados sobre o desemprego no Brasil e pelo mercado externo, onde as moedas de países emergentes operam em alta.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai, -0,19%. Tóquio, -0,83%.

* As bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,28%. Frankfurt, +0,17%. Londres, -0,04%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 64,09 barril (-0,63%).

* O dólar opera misto. Euro, -0,45%, iene,+0,07%; libra-esterlina, -0,13%.

MERCADO INTERNO

* Os preços da soja subiram nas principais praças do país nesta segunda-feira, seguindo a valorização do dólar e os ganhos de Chicago. Mas o ritmo dos negócios permaneceu lento, já que as bases, mesmo subindo, ainda estão bem distantes do que o produtor quer receber.

* Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 67,50 para R$ 68,00. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 67,00 para R$ 67,50. No porto de Rio Grande, as cotações aumentaram de R$ 72,00 de R$ 72,50.

* Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 65,50 para R$ 66,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 71,00 para R$ 71,70.

* Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 62,00 para R$ 62,50. Em Dourados (MS), a cotação seguiu em R$ 63,00. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 62,50.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MONITOR SOJA: Retração do produtor deve travar mercado interno

Porto Alegre, 30 de janeiro de 2018 – O mercado brasileiro de soja deve manter o ritmo lento dos negócios. Ontem, nem mesmo a recuperação de Chicago e do dólar foi suficiente para animar os negociadores. Os atuais referenciais não atendem à expectativa dos produtores, que priorizam o desenvolvimento das lavouras e o início da colheita em algumas regiões.

Neste momento, o dólar volta a cair e Chicago tem apenas ganhos moderados, após oscilar bastante. Dificilmente, diante destas condições, a comercialização deverá ganhar fôlego no Brasil.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março registram alta de 0,27% neste momento, a US$ 9,94 1/4.

* Na segunda, os contratos março sobem 0,61% para US$ 9,91 1/2 por bushel.

* Até o momento, o mercado tem apresentado muita volatilidade e ganha sustentação na previsão de clima seco para a Argentina.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,15% neste momento, cotado a R$ 3,161.

* A moeda abriu em queda em movimento de correção, após ter registrado ontem a maior alta em quatro sessões, e também com investidores de olho nas articulações quanto à reforma da Previdência e à espera da divulgação de
pesquisas de intenção de voto.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai, -1,01%. Tóquio, -1,43%.

* As bolsas na Europa operam fracas. Paris, -0,49%. Frankfurt, -0,60%. Londres, -0,71%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 64,95 barril (-0,94%).

* O dólar opera em baixa. Euro, -0,23%, iene,-0,29%; libra-esterlina, -0,23%.

MERCADO INTERNO

* Os preços da soja subiram nas principais praças do país nesta segunda-feira, seguindo a valorização do dólar e os ganhos de Chicago. Mas o ritmo dos negócios permaneceu lento, já que as bases, mesmo subindo, ainda estão bem distantes do que o produtor quer receber.

* Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 67,50 para R$ 68,00. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 67,00 para R$ 67,50. No porto de Rio Grande, as cotações aumentaram de R$ 72,00 de R$ 72,50.

* Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 65,50 para R$ 66,00. No porto de Paranaguá (PR), a saca avançou de R$ 71,00 para R$ 71,70.

* Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 62,00 para R$ 62,50. Em Dourados (MS), a cotação seguiu em R$ 63,00. Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 62,50.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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