MERCADO: Milho mantém negociações pontuais no Brasil nesta quarta-feira

Porto Alegre, 18 de abril de 2018 – O perfil de negociações no mercado
disponível de milho brasileiro pouco mudou nesta quarta-feira. Segundo o
analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os volumes por si
só são pontuais, preenchendo uma ou outra necessidade mais urgente. Enquanto
isso, ainda há boa fluidez dos negócios para a safrinha. “Essa prerrogativa é
melhor aplicada nos estados de Goiás e do Mato Grosso”, apontou.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 37,50/38,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$
37,00/38,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em
R$ 37,00/38,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,50/41,50 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,50/34,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 24,00/29,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado buscou suporte em um movimento de compras por parte
de fundos especuladores. A forte valorização nos preços do petróleo também
contribuiu positivamente.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,83, baixa de
2,75 centavos, ou +0,72%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho
de 2018 fechou a US$ 3,91 3/4 por bushel, ganho de 2,50 centavos de dólar, ou
+0,64%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,79%, cotado a R$
3,3790 para a compra e a R$ 3,3810 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3750 e a máxima de R$ 3,4040.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Colheita 2017/18 cobre 24,7% da área na Argentina – Bolsa

Porto Alegre, 12 de abril de 2018 – A Bolsa de Cereais de Buenos Aires
indicou a colheita de milho na Argentina em 24,7% da área, ou 1,32 milhão de
hectares. Os trabalhos avançaram 3,1 pontos percentuais desde a semana passada.
O volume acumulado totaliza 9,692 milhões de toneladas. A safra 2017/18 da
Argentina é estimada em 32 milhões de toneladas, 7 milhões de toneladas
abaixo do ano passado. A estimativa é 9 milhões de toneladas inferior à
expectativa inicial. Em 2017/18, foram plantados 5,4 milhões de hectares de
milho na Argentina, contra 5,1 milhões de hectares na safra anterior.

MILHO: Brasil deve produzir 90 milhões de toneladas em 2018/19 – USDA

Porto Alegre, 12 de abril de 2018 – Segundo um adido do Departamento de
Agricultura dos EUA (USDA) a produção de milho do Brasil é estimada em 90
milhões de toneladas na temporada 2018/19, com uma estimativa de área de 16,5
milhões de hectares. Em 2017/18, a produção foi estimada em 89 milhões de
toneladas.

O USDA estima os estoques iniciais 8,419 milhões de toneladas e o consumo
total em 63,5 milhões de toneladas. Os estoques finais são projetados em 5,419
milhões toneladas. O documento ainda destaca que as exportações devem chegar
a 30 milhões de toneladas em 2018/19.

MERCADO: Milho mantém cenário de melhora na oferta em algumas regiões

Porto Alegre, 12 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma quinta-feira de preços de estáveis a mais baixos, mantendo o cenário de
melhora na oferta em algumas regiões. Segundo o analista de SAFRAS &
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, durante a semana foi observado aumento
da fixação em algumas regiões do país. “Com isso, os principais consumidores
do mercado conseguiram compor seus estoques de forma satisfatória. Para a
safrinha há ótimo volume de negociações no Mato Grosso nos últimos dias.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 36,50/37,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$
37,00/38,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em
R$ 37,50/38,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 40,50/41,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/44,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,50/34,50 em Rio Verde. Em Rondonópolis, Mato Grosso, preço ficou entre R$
29,00/30,00 a saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado se recuperou das quedas recentes. Como fator negativo,
mais cedo foram divulgadas as exportações semanais norte-americanas, que
ficaram na parte baixa das estimativas de analistas.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 839.900 toneladas na
semana encerrada 5 de abril. O número ficou 7% inferior ao da semana anterior e
46% abaixo da média em quatro semanas. Para a temporada 2018/19, ficaram
em 56.000 toneladas. Analistas esperavam de 800 mil a 1,35 milhão de toneladas,
somando as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,89 3/4, alta de
1,75 centavos, ou +0,45%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho
de 2018 fechou a US$ 3,97 1/4 por bushel, ganho de 1,50 centavo de dólar, ou
+0,37%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,59%, cotado a R$
3,4050 para a compra e a R$ 3,4070 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3660 e a máxima de R$ 3,4100.

MERCADO: Milho tem dia mais movimentado nos negócios no Brasil

Porto Alegre, 11 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma quarta-feira mais movimentada nos negócios e apresentou preços de
estáveis a mais baixos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando
Henrique Iglesias, no decorrer do dia foi verificado aumento da fixação de
oferta em determinadas regiões do país. Com isso, houve aumento do volume de
negociações no mercado disponível e pressão sobre as cotações em alguns
estados. A queda do dólar acabou inibindo os negócios nos portos.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 36,50/37,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$
37,00/38,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em
R$ 38,00/39,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 41,00/41,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,50/34,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 25,00/30,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica
encerrou as operações da quarta-feira com preços mais altos. As cotações
avançaram no dia acompanhando a valorização do petróleo e diante do
desempenho considerado fraco das exportações brasileiras em março, como
observado pelo mercado.

Em março, os embarques brasileiros atingiram o menor nível em seis anos,
como mostrou o balanço das exportações do Conselho dos Exportadores de Café
do Brasil (Cecafé). O Brasil exportou, em março, um total de 2.523.719 sacas
de café, com receita cambial de US$ 396,2 milhões. O volume de café exportado
teve uma queda de 11% em relação ao mesmo mês do ano de 2017.

Os contratos com entrega em maio/2018 fecharam o dia a 118,15 centavos de
dólar por libra-peso, alta de 0,55 centavo, ou de 0,5%. Julho fechou a 120,25
centavos, com ganho de 0,70 centavo, ou de 0,6%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,76%, cotado a R$
3,3850 para compra e a R$ 3,3870 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3760 e a máxima de R$ 3,4240.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho mantém cotações estáveis nesta terça-feira no Brasil

Porto Alegre, 10 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma terça-feira de preços pouco alterados. Segundo o analista de SAFRAS &
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, conforme o esperado, o mercado repercutiu
amplamente o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Com isso, as negociações
apresentaram inexpressiva fluidez. O perfil de negociação ainda é mantido no
mercado disponível, com volumes pontuais, apenas para preencher uma ou outra
necessidade mais urgente”, comenta.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 37,00/37,50 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$
38,00/39,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em
R$ 39,00/40,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 43,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/44,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,50/34,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 25,00/30,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado repercute os números divulgados mais cedo no relatório
de oferta e demanda de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Os estoques finais de passagem foram estimados pelo USDA em 2,182 bilhões
de bushels, ante os 2,127 bilhões do relatório passado, enquanto o mercado
trabalhava com estoques de 2,192 bilhões de bushels. As exportações foram
indicadas em 2,225 bilhões de bushels, sem alterações ante março. O uso de
milho para a produção de etanol foi mantido em 5,575 bilhões de bushels.

A safra global 2017/18 foi estimada em 1.036,07 milhão de toneladas, ante
os 1.041,74 milhão de toneladas apontados em março. Os estoques finais da
safra mundial 2017/18 foram projetados em 197,78 milhões de toneladas, abaixo
das 199,17 milhões de toneladas apontadas no mês passado, mas acima das 197
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra americana foi mantida em 370,96 milhões de toneladas. A estimativa
de safra brasileira foi reduzida de 94,5 milhões de toneladas para 92 milhões
de toneladas, enquanto o mercado estimava um corte para 92,2 milhões de
toneladas. A China deverá produzir 215,89 milhões de toneladas, mesmo número
indicado em março. A produção da Argentina deve atingir 33 milhões de
toneladas, abaixo das 36 milhões de toneladas apontadas no mês passado e das
33,5 milhões de toneladas esperadas pelo mercado.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,89 1/4, baixa de
1,50 centavo, ou -0,38%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho
de 2018 fechou a US$ 3,97 3/4 por bushel, recuo de 1,25 centavos de dólar, ou
-0,31%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,23%, cotado a R$
3,4110 para compra e a R$ 3,4130 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,4030 e a máxima de R$ 3,4370.

Relatório do USDA Abril 2018 – CORN (milho) 2017/2018 – Milhões de Tons

CORN (milho) 2017/2018 - Milhões de Tons							
							
		 E.INICIAL  PRODUÇÃO 	 IMP. 	 CONS. DOM.    EXP. 	 E. FINAL 
MARÇO	 MUNDO 	 231,86     1.041,74 	147,65 	 1.074,43     155,93 	 199,17 
ABRIL		 230,90     1.036,37    146,56 	 1.069,19     152,57 	 197,78 
							
MARÇO	 EUA 	 58,25 	     370,96 	 1,27 	 319,93        56,52 	 54,04 
ABRIL		 58,25 	     370,96 	 1,27 	 318,53        56,52 	 55,44 
							
MARÇO	 BRASIL  14,02       94,50 	 0,40 	 62,50 	       35,00 	 11,42 
ABRIL		 14,02 	     92,00 	 0,40 	 62,50 	       33,00 	 10,92 
							
MARÇO	 ARG 	 5,76 	     36,00 	 0,01 	 11,50 	       25,00 	 5,27 
ABRIL		 5,28 	     33,00 	 0,01 	 10,30 	       24,00 	 3,98 
							
MARÇO	 CHINA 	 100,71     215,89 	 4,00 	 241,00         0,05 	 79,55 
ABRIL		 100,71     215,89 	 4,00 	 241,00 	0,05 	 79,55 

Relatório USDA Abril 2018 – CORN (milho) 2016/2017 – Milhões de Tons

															
CORN (milho) 2016/2017  - Milhões de Tons							
							
		 E.INICIAL  PRODUÇÃO 	 IMP. 	 CONS. DOM. 	 EXP. 	 E. FINAL 
MARÇO	MUNDO	 215,00      1.075,23 	 135,72   1.058,37 	 159,80   231,86 
ABRIL		 213,93      1.075,49 	 135,64   1.058,53 	 159,78   230,90 
							
MARÇO	EUA	 44,12 	     384,78 	  1,45 	  313,86 	 58,24 	  58,25 
ABRIL		 44,12 	     384,78 	  1,45 	  313,86 	 58,24 	  58,25 
							
MARÇO	BRASIL	 6,77 	      98,50 	  0,95 	  60,50 	 31,70 	  14,02 
ABRIL		 6,77 	      98,50 	  0,85 	  60,50          31,60 	  14,02 
							
MARÇO	ARG      1,46 	      41,00 	   -   	  11,20          25,50 	  5,76 
ABRIL		 1,46 	      41,00 		  11,20          25,99 	  5,28 
							
MARÇO	CHINA	 110,77      219,55 	  2,46 	  232,00 	  0,08 	 100,71 
ABRIL		 110,77      219,55 	  2,46 	  232,00 	  0,08 	 100,71 

MILHO: USDA aponta plantio em 2% nos Estados Unidos

Porto Alegre, 9 de abril de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das
lavouras de milho. Até 8 de abril, a área plantada estava estimada em 2%. Em
igual período do ano passado, o número ficava em 3%. A média para os últimos
cinco anos é de 2%.

MERCADO: Milho tem segunda-feira de cotações firmes no Brasil

Porto Alegre, 9 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve uma
segunda-feira ainda de preços firmes. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Paulo Molinari, os preços não cedem mesmo “com alguma colheita regional”.
A alta do dólar e do milho na Bolsa de Chicago garantiu sustentação do milho
nos Portos.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 37,00/37,50 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha. No Paraná, a cotação ficou em R$
38,00/40,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 40,00 a
saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 43,00/44,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00/36,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 25,00/30,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado buscou suporte na boa demanda para o cereal
norte-americano, no aguardo também do relatório de oferta e demanda de abril
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado amanhã.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.937.040 toneladas na semana encerrada no dia 5 de abril, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.445.186 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 1.212.682 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 26.475.989
toneladas, contra 34.553.205 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que os estoques de passagem da safra 2017/18 dos Estados Unidos sejam
apontados em 2,192 bilhões de bushels, acima dos 2,127 bilhões de bushels
estimados no relatório de março.

A expectativa é de que os estoques globais na temporada 2017/18 sejam
indicados em 197 milhões de toneladas, abaixo das 192,2 milhões de toneladas
indicadas em março.

Analistas e traders estimam que a safra 2017/18 do Brasil seja apontada em
92,2 milhões de toneladas, aquém das 94,5 milhões de toneladas previstas em
março. Por conta da estiagem, o USDA estima que a safra 2017/18 da Argentina
possa alcançar 33,5 milhões de toneladas, abaixo das 36 milhões de toneladas
apontadas no relatório do mês passado.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,90 3/4, alta de
2,25 centavo, ou +0,57%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho
de 2018 fechou a US$ 3,99 por bushel, ganho de 2,00 centavos de dólar, ou
+0,5%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 1,57%, cotado a R$
3,4190 para compra e a R$ 3,4210 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,3640 e a máxima de R$ 3,4240.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho teve quinta de preços de estáveis a mais altos no Brasil

Porto Alegre, 5 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve uma
quinta-feira de preços firmes, subindo em algumas regiões. Segundo o analista
de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a exceção ficou por conta de Minas
Gerais e Goiás, que tiveram maior pressão sobre as cotações.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 36,00 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 38,00/39,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 42,00/43,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 33,00
em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 24,00/30,00 a saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais altos. O mercado se recuperou das fortes perdas da última
sessão, com as informações de que tanto a China quanto os Estados Unidos
estão dispostos a negociar de modo a evitar uma guerra comercial entre os dois
países.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as
vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2017/18,
que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 898.300 toneladas na semana
encerrada 29 de março. O número ficou 34% inferior ao da semana anterior e
50% abaixo da média em quatro semanas. Para a temporada 2018/19, ficaram
em 11.000 toneladas. Analistas esperavam de 1,1 milhão a 1,6 milhão de
toneladas, somando as duas temporadas. As informações são do Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Já a produção mundial de milho em 2017/18 deverá totalizar 1,087
bilhão de toneladas, contra 1,046 bilhão do ano anterior. A estimativa faz
parte do relatório de abril do Sistema de Informação do Mercado Agrícola
(AMIS), órgão do G-20 para divulgar dados de oferta e demanda das principais
commodities globais. A estimativa anterior indicava safra de 1,084 bilhão. O
AMIS indica que os estoques finais deverão ficar em 247,2 milhões de
toneladas, contra 241 milhões do ano anterior. Na estimativa anterior, a
previsão era de 252,9 milhões.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,89, alta de 8,50
centavos, ou +2,23%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de
2018 fechou a US$ 3,98 1/4 por bushel, ganho de 8,50 centavos de dólar, ou
+2,18%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,02%, cotado a R$
3,3400 para compra e a R$ 3,3420 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2970 e a máxima de R$ 3,3510.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem abertura de semana de preços estáveis no Brasil

Porto Alegre, 2 de abril de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços estáveis na volta do feriado de Páscoa. Segundo o analista
de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, houve chuvas em algumas regiões, que
atrapalharam a colheita. Assim, os compradores estão aceitando os preços do
momento e a segunda-feira foi de ritmo lento na comercialização.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 35,00 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 38,00/39,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 40,00/40,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,00/35,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 22,00/28,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mistos. Parte dos preços buscaram suporte no resultado das inspeções de
exportação norte-americanas de milho e no indicativo de uma queda na área a
ser cultivada no país em 2018/19. As posições mais recentes caíram se
recuperando dos fortes ganhos da semana passada.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.348.992 toneladas na semana encerrada no dia 29 de março, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.330.442 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 1.487.930 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 24.442.755
toneladas, contra 33.340.523 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apontou, na última
quinta-feira (29), que o país deverá cultivar 88,026 milhões de acres na
safra 2018/19, com recuo 2% frente aos 90,167 milhões de acres cultivados na
temporada 2017/18. O mercado trabalhava com uma expectativa de área de
89,348 milhões de acres.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,87 1/4, baixa de
0,50 centavos, ou -0,12%, em relação ao fechamento anterior. A posição
julho de 2018 fechou a US$ 3,95 3/4 por bushel, recuo de 0,50 centavo de dólar,
ou -0,12%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,36%, cotado a R$
3,3110 para compra e a R$ 3,3130 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2990 e a máxima de R$ 3,2660.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem quinta-feira “parada”, com preços fracos no Brasil

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços de estáveis a mais baixos nesta quinta-feira. Segundo o
analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve praticamente
“parado”, ante o feriado desta Sexta-feira Santa.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 34,50 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 37,00/39,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 40,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/41,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 23,00/28,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais altos. O mercado buscou suporte no relatório de intenção
de plantio da safra 2018/19 dos Estados Unidos, divulgado há pouco pelo
Departamento de Agricultura do País (USDA).

Os Estados Unidos deverão cultivar 88,026 milhões de acres na safra
2018/19, com recuo 2% frente aos 90,167 milhões de acres cultivados na
temporada 2017/18, segundo relatório de intenção de plantio divulgado há
pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado
trabalhava com uma expectativa de área de 89,348 milhões de acres. Na
comparação com o ano passado, a expectativa é de que área fique inalterada
ou mais baixa em 33 dos 48 estados consultados.

Analistas avaliam também o relatório de estoques trimestrais na posição
1 de março. Os estoques trimestrais de milho dos Estados Unidos, na posição
1o de março de 2018, totalizaram 8,888 bilhões de bushels, conforme relatório
divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O volume estocado é 3% maior frente a igual período de 2017, que indicava
estoques de 8,621 bilhões de bushels. O volume indicado pelo Departamento
ficou acima do esperado pelo mercado, de 8,713 de bilhões de bushels.

Do total, 5,002 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com aumento de 2% frente aos 4,908 bilhões de bushels indicados em igual
período de 2017. Os estoques fora das fazendas somam 3,886 bilhões de
bushels, com alta de 5% frente aos 3,714 bilhões de bushels indicados em
1o de março de 2017.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,87 3/4, alta de
14,25 centavos, ou +3,81%, em relação ao fechamento anterior. A posição
julho de 2018 fechou a US$ 3,96 1/4 por bushel, ganho de 14,00 centavos de
dólar, ou +3,66%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,93%, cotado a R$
3,2990 para compra e a R$ 3,3010 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2940 e a máxima de R$ 3,3300.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Chicago avança 2,8% no meio-pregão com corte de área nos EUA

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o milho opera com preços mais altos no meio-pregão. O mercado
busca suporte no relatório de intenção de plantio da safra 2018/19 dos
Estados Unidos, divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura do País
(USDA).

Os Estados Unidos deverão cultivar 88,026 milhões de acres na safra
2018/19, com recuo 2% frente aos 90,167 milhões de acres cultivados na
temporada 2017/18, segundo relatório de intenção de plantio divulgado há
pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado
trabalhava com uma expectativa de área de 89,348 milhões de acres. Na
comparação com o ano passado, a expectativa é de que área fique inalterada
ou mais baixa em 33 dos 48 estados consultados.

Analistas avaliam também o relatório de estoques trimestrais na posição
1 de março. Os estoques trimestrais de milho dos Estados Unidos, na posição
1o de março de 2018, totalizaram 8,888 bilhões de bushels, conforme relatório
divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O volume estocado é 3% maior frente a igual período de 2017, que indicava
estoques de 8,621 bilhões de bushels. O volume indicado pelo Departamento
ficou acima do esperado pelo mercado, de 8,713 de bilhões de bushels.

Do total, 5,002 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com aumento de 2% frente aos 4,908 bilhões de bushels indicados em igual
período de 2017. Os estoques fora das fazendas somam 3,886 bilhões de
bushels, com alta de 5% frente aos 3,714 bilhões de bushels indicados em 1o
de março de 2017.

A posição maio/18 opera com ganho de 10,75 centavos de dólar por bushel
em relação ao fechamento anterior, cotada a US$ 3,84 1/4 por bushel. A
posição julho/18 está cotada a US$ 3,92 3/4 por bushel, alta de 10,50
centavos em relação ao fechamento anterior.

MILHO: Estoque dos EUA em 1o de março atinge 8,888 bi de bu – USDA

Porto Alegre, 29 de março de 2018 – Os estoques trimestrais de milho dos
Estados Unidos, na posição 1o de março de 2018, totalizaram 8,888 bilhões de
bushels, conforme relatório divulgado há pouco pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume estocado é 3% maior frente a
igual período de 2017, que indicava estoques de 8,621 bilhões de bushels. O
volume indicado pelo Departamento ficou acima do esperado pelo mercado, de
8,713 de bilhões de bushels.

Do total, 5,002 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com aumento de 2% frente aos 4,908 bilhões de bushels indicados em igual
período de 2017. Os estoques fora das fazendas somam 3,886 bilhões de
bushels, com alta de 5% frente aos 3,714 bilhões de bushels indicados em 1o
de março de 2017.

MERCADO: Milho registra preços de estáveis a mais baixos no país

Porto Alegre, 28 de março de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços de estáveis a mais baixos nesta quarta-feira. Segundo o
analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está bem acomodado
nesta semana mais curta com o feriado da Sexta-feira Santa. “Os consumidores
parece que diminuíram a pressão sobre a compra”, ponderou.

Com o comprador demonstrando menor interesse e com a oferta maior as
cotações estão pressionadas em algumas regiões, com destaque para reduções
nos valores do milho no Sudeste e no Paraná.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 33,00/34,00 a
saca de 60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 37,00/39,00 a saca em
Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 37,00/38,00 a saca na Mogiana.
Em Campinas CIF, preço de R$ 40,00/40,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 23,00/28,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado atuou na defensiva, na expectativa para os relatórios de
intenção de plantio da safra 2018/19 e de estoques trimestrais de milho dos
Estados Unidos na posição 1 de março, que serão divulgados nesta
quinta-feira (29) pelo Departamento de Agricultura do País (USDA).

A forte queda nos preços do petróleo, superior a 2% em Nova York, e a
valorização do dólar frente a outras moedas correntes, o que torna as
commodities estadunidenses menos competitivas no cenário internacional, também
favoreceu a queda nos preços.

A previsão de analistas e traders consultados pela Agência Dow Jones é
de que a área de milho fique em 89,348 milhões de acres, abaixo dos 90,167
milhões de acres cultivados no ano passado. A média das projeções oscila
entre 88,4 milhões e 91 milhões de acres.

Analistas e traders entrevistados por agências internacionais projetam
estoques trimestrais de 8,713 bilhões de bushels na posição 1 de março. Em
igual período do ano anterior, o número era de 8,622 bilhões de bushels. Em
dezembro, os estoques trimestrais de milho foram apontados em 12,516 bilhões
de bushels.

Os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,73 1/2, baixa de
0,50 centavo, ou -0,13%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho
de 2018 fechou a US$ 3,82 1/4 por bushel, recuo de 0,25 centavo de dólar, ou
-0,06%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação estável, cotado a R$ 3,3300 para
compra e a R$ 3,3320 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 3,3210 e a máxima de R$ 3,3460.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Volume ofertado nos leilões deve ficar próximo a 1 milhão de t

Porto Alegre, 19 de março de 2018 – Fonte ligada ao Departamento de
Comercialização e Abastecimento (DCA), da Secretaria de Política Agrícola
(SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disse, em
entrevista à Agência SAFRAS, que o governo está preparando a parte documental
para a realização de leilões de venda de milho, cujo volume deve ficar
próximo a um milhão de toneladas.

Os estoques de milho da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) giram
ao redor de 1,3 milhão de toneladas, mas, segundo a fonte, cerca de 200 mil
toneladas já estão comprometidas com a realização de leilões de venda a
balcão.

“A questão envolvendo os leilões já está em tratativas entre os
ministérios da Fazenda e da Agricultura e acreditamos que não haverá maiores
dificuldades para a realização das operações. A expectativa é de que
possamos ter uma definição quanto a datas e volumes a serem disponibilizados
em uma ou duas semanas”, sinaliza.

Em entrevista a veículos de imprensa do centro do país na semana passada,
o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, ressaltou que os
leilões visam desonerar os custos de produção aos criadores de aves e
suínos. Destacou ainda que as operações deverão ser voltadas aos
consumidores dos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São
Paulo.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR MILHO: Preço deve seguir firme, com negócios limitados no Brasil

Porto Alegre, 1 de março de 2018 – O mercado brasileiro de milho deve
manter um ritmo limitado na comercialização nesta quinta-feira, o que pode
contribuir para manter os preços em patamares firmes. No cenário
internacional, a Bolsa de Chicago operava em queda antes do intervalo,
realizando os lucros obtidos na última sessão.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em maio/18 operavam a US$ 3,81 3/4 por bushel,
perda de 0,25 centavo em relação ao fechamento anterior.

* O mercado realiza parte dos lucros obtidos na última sessão, ainda que o bom
desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas de milho limite a
desvalorização.

* As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 1.753.000 toneladas
na semana encerrada 22 de fevereiro. O número ficou 13% superior ao da
semana anterior e 2% abaixo da média em quatro semanas. Analistas esperavam
de 750 mil a 1,3 milhão de toneladas. As informações são do Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

* Ontem (28), os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 3,74
1/2, alta de 4,00 centavos de dólar, ou +1,07%, em relação ao fechamento
anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta de 0,55%, cotado a R$ 3,262.

* O dólar abriu o pregão operando em alta, em dia de agenda robusta de
indicadores nos Estados Unidos, além de mais um discurso do presidente do
Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, no
Senado americano, que acaba criando um cenário de cautela por parte dos
investidores.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam mistas. Xangai, +0,44%. Tóquio, -1,56%.

* As bolsas na Europa operam em queda. Paris, -1,03%. Frankfurt, -1,64%.
Londres, -0,79%.

* O petróleo opera em baixa. Abril do WTI em NY: US$ 61,21 barril (-0,69%).

* O dólar opera em alta. Euro, +0,16%, iene, +0,07%; libra-esterlina, +0,09%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho segue apresentando poucas mudanças no
decorrer desta semana. A oferta segue bastante limitada, enquanto diversos
consumidores encontram severas dificuldades na composição de seus estoques.
“O comportamento de produtores e cerealistas não sofreu alteração alguma. O
foco permanece na colheita e no escoamento da soja, deixando a comercialização
de milho em segundo plano”, comenta o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias. Assim, os preços do milho seguem muito firmes no Brasil.

* Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 34,00/34,50 a
saca de 60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 29,00/30,00 a saca em
Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 34,50/35,00 a saca na Mogiana.
Em Campinas CIF, preço de R$ 38,00.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 32,50/33,50 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 32,00/33,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
28,00/29,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 22,00/23,00 a
saca em Rondonópolis.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio da 2a safra 2017/18 do PR atinge 42% da área – Deral

Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018 – O Departamento de Economia Rural
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório semanal, que 42% da área estimada de
2,148 milhões de hectares foi plantada. Ela deve ficar 11% abaixo dos 2,411
milhões de hectares cultivados na safra 2016/17.

A produção da 2a safra de milho em 2017/18 pode atingir 12,351 milhões
de toneladas, 7% abaixo das 13,286 milhões de toneladas na safra anterior. A
produtividade média foi estimada em 5.749 quilos por hectare, 4% acima dos
5.511 quilos registrados na última safra.

No momento, 100% das lavouras estão em boas condições, divididas entre
as fases de germinação (70%) e desenvolvimento vegetativo (30%).

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Colheita da safra verão 2017/18 atinge 10% no Paraná – Deral

Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018 – O Departamento de Economia Rural
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra de
verão 2017/18 atinge 10% da área estimada de 332,883 mil hectares, que deve
ficar 35% abaixo dos 513,627 mil hectares cultivados na safra 2016/17.

A produção da 1a safra de milho em 2017/18 pode atingir 2,973 milhões de
toneladas, 40% abaixo das 4,926 milhões de toneladas na safra anterior. A
produtividade média foi estimada em 8.933 quilos por hectare, 7% abaixo dos
9.591 quilos registrados na última safra.

O Deral indicou que 84% das lavouras estão em boas condições, 15% em
condições médias e 1% ruins. As lavouras se dividem entre as fases de
floração (1%), frutificação (42%) e maturação (57%).

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio da safrinha 2018 atinge 46,4% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2018 – O plantio da segunda safra de milho
ou safrinha 2018 no Brasil atingia 46,4% da área estimada de 10,793 milhões
de hectares na sexta-feira (23), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

Os trabalhos atingem 67% da área no Mato Grosso, estimada em 4,383
milhões de hectares, 38% em Mato Grosso do Sul, que deve cultivar 1,66 milhão
de hectares, 28% no Paraná, que deve plantar 2,224 milhões de hectares, 40%
em Goiás, que espera cultivar 1,619 milhão de hectares, 28% em Minas Gerais,
que deve cultivar 457 mil hectares e 2% em São Paulo, que tem área estimada
de 451 mil hectares.

No mesmo período do ano passado, os trabalhos de plantio estavam mais
rápidos e haviam sido concluídos em 57,9% da área estimada de 11,491 milhões
de hectares. Veja mais detalhes na tabela abaixo, em anexo.

=========================================================
MILHO - SITUAÇÃO DO PLANTIO - SAFRINHA 18 - BRASIL
- Em % -
---------------------------------------------------------
ESTADOS             Área estimada     % Plantado - 23/Fev
                   2017      2018    2017      2018
 
Paraná            2.517     2.224      55        28
São Paulo           502       451      40        21
Mato G. do Sul    1.680     1.660      43        38
Goiás             1.749     1.619      47        40
Mato Grosso       4.497     4.383      73        67
Minas Gerais        544       457      45        28
 
Centro-Sul       11.491    10.793      57,9      46,4
 
FONTE: Safras & Mercado
(*) mil hectares
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