Semana começa com poucas alterações para milho no Brasil

Porto Alegre, 15 de outubro de 2018 – A semana começou com poucas
alterações em relação ao perfil de negócios no mercado brasileiro de milho.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os
consumidores ainda apontam para uma posição mais confortável em seus
estoques em meio a uma maior propensão a negociar por parte dos produtores.
Assim, há pressão sobre as cotações. A movimentação cambial aponta para a
continuidade da valorização do real. Esse movimento foi neutralizado nos
portos pela alta na Bolsa de Chicago, comenta.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 36,50/37,00 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,00 / 35,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 36,00 – R$ 37,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,50/44,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 30,50/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 24,00/26,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado buscou uma recuperação frente às perdas registradas
mais cedo, em meio às preocupações com as chuvas recentes registradas nos
Estados Unidos, que podem ter atrasado o avanço da colheita no cinturão
produtor e causado danos às lavouras. Logo mais o Departamento de Agricultura
do País (USDA) atualizará os dados de colheita do cereal.

O mercado repercutiu, também, o desempenho das inspeções de exportação
norte-americanas de milho, acima do registrado um ano antes. De acordo com
relatório semanal divulgado hoje pelo USDA, as inspeções de exportação
norte-americana de milho chegaram a 996.643 toneladas na semana encerrada no
dia 11 de outubro.

Na semana anterior, haviam atingido 1.384.779 toneladas. Em igual período
do ano passado, o total inspecionado foi de 330.456 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 6.836.495 toneladas,
contra 3.912.310 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,78 1/4,
ganho de 4,50 centavos de dólar, ou 1,2%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,90 1/4 por bushel, alta de 4,50
centavos de dólar, ou 1,16%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,16%, cotado a R$
3,7330 para a compra e a R$ 3,7350 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7150 e a máxima de R$ 3,7660.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Exportação soma 1,646 milhão de toneladas em outubro – Secex

Porto Alegre, 15 de outubro de 2018 – As exportações de milho do Brasil
apresentaram receita de US$ 285 milhões em outubro (9 dias úteis), com média
diária de US$ 31,8 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país
ficou em 1,646 milhão de toneladas, com média de 182,9 mil toneladas. O preço
médio da tonelada ficou em US$ 173,70.

Na comparação com a média diária de setembro, houve uma elevação de
0,4% no valor médio exportado, uma alta de 1,5% na quantidade média diária e
queda de 1,1% no preço médio. Na comparação com outubro de 2017, houve
perda de 13,9% no valor médio diário exportado, retração de 23,6% na
quantidade média diária e valorização de 12,7% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram
divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

MILHO: USDA aponta colheita em 39% nos Estados Unidos

Porto Alegre, 15 de outubro de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das
lavouras de milho. Até 14 de outubro, a área colhida estava em 39%. Em igual
período do ano passado o número era de 27%. A média para os últimos cinco
anos é de 35%. Na semana anterior, o percentual era de 34 pontos.

MILHO: 68% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 15 de outubro de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras
americanas de milho. Segundo o USDA, até 14 de outubro, 68% estavam entre
boas e excelentes condições, 20% em situação regular e 12% em condições entre
ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 68%, 20% e 12%,
respectivamente.

MILHO: USDA prevê safra mundial 2018/19 de 1,068 bilhão de toneladas

Porto Alegre, 11 de outubro de 2018 – O relatório de outubro de oferta e
demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos,
divulgado hoje trouxe projeções para a safra mundial de milho em 2018/19.

A safra global 2018/19 foi estimada em 1.068,31 milhão de toneladas,
abaixo das 1,069 milhão de toneladas previstas em setembro. Os estoques finais
da safra mundial 2018/19 foram projetados em 159,35 milhões de toneladas,
acima das 157,03 milhões de toneladas apontadas no mês passado e à frente
das 159,2 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra americana foi reduzida de 376,62 milhões de toneladas para 375,37
milhões de toneladas. A estimativa de safra brasileira foi mantida em 94,5
milhões de toneladas. A China deverá produzir 225 milhões de toneladas, sem
alterações. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 31 milhões de
toneladas. A produção da Argentina deve atingir 41 milhões de toneladas, sem
alterações. A África do Sul teve a safra indicada em 13 milhões de
toneladas, também sem alterações frente ao mês passado.

Os estoques finais da safra mundial 2017/18 foram projetados em 198,21
milhões de toneladas, acima das 194,5 milhões de toneladas indicadas no mês
passado e à frente das 195 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

Arno Baasch (arnoo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA reduz safra dos EUA 2018/19 para 14,778 bi de bu

Porto Alegre, 11 de outubro de 2018 – O relatório de outubro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado hoje,
apresentou números relativos à safra do país em 2018/19.

O USDA previu que os Estados Unidos deverão colher 14,778 bilhões de
bushels, volume abaixo dos 14,827 bilhões de bushels indicados em setembro e
aquém dos 14,851 bilhões de bushels esperados pelo mercado. A produtividade
média foi indicada 180,7 em bushels por acre, abaixo dos 181,3 bushels por acre
indicados no mês passado, enquanto o mercado espera um rendimento médio de
181,8 bushels por acre. A área a ser plantada foi estimada em 81,8 milhões de
acres e a área a ser colhida em 89,1 milhões de acres. O mercado esperava uma
área colhida de 81,7 milhões de acres.

Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,813 bilhão de bushels,
ante os 1,932 bilhão de bushels esperados pelo mercado e acima dos 1,774
bilhão de bushels indicados no mês passado. As exportações foram indicadas
em 2,475 bilhões de bushels, ante os 2,4 bilhões previstos no mês passado. O
uso de milho para a produção de etanol foi mantido em 5,650 bilhões de
bushels.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho mantém atenções para volatilidade cambial no Brasil

Porto Alegre, 10 de outubro de 2018 – O quadro cambial segue
preponderante para avaliar o comportamento do mercado do milho no decorrer
desta semana. O primeiro aspecto foi a alteração dos prêmios nos portos no
disponível, se equiparando aos valores praticados no Golfo e na Argentina.
“Com isso, as indicações de compra cederam de maneira substancial. Sem uma
competição acirrada com os portos, os principais consumidores domésticos
passaram a atuar de maneira mais discreta no mercado, pressionando as
cotações”, aponta o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 36,00 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,50/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,00 / 35,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 36,50 – R$ 37,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,50/44,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,00 – R$ 36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 30,50/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 24,00/26,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi pressionado pelo indicativo de uma safra de milho
cheia nos Estados Unidos, o que poderá ser confirmado no relatório de oferta e
demanda de outubro, que será divulgado amanhã. O bom avanço da colheita de
milho no pais também influenciou negativamente.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem
relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 7 de
outubro, a área colhida estava em 34%. Em igual período do ano passado o
número era de 21%. A média para os últimos cinco anos é de 26%. Na semana
anterior, o percentual era de 26 pontos.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que a safra dos Estados Unidos em 2018/19 possa atingir 14,851 bilhões de
bushels, acima dos 14,827 bilhões de bushels indicados em setembro.

A expectativa é de que os estoques de passagem da safra 2018/19 dos
Estados Unidos sejam apontados em 1,932 bilhão de bushels, acima dos 1,774
bilhão de bushels estimados no relatório de setembro.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,62 3/4,
recuo de 1,75 centavo de dólar, ou 0,48%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,74 3/4 por bushel, baixa de 1,75
centavo de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 1,40%, cotado a R$
3,7620 para a compra e a R$ 3,7640 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7260 e a máxima de R$ 3,7680.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio atinge 80% da área no Planalto Norte de SC – Copérdia

Porto Alegre, 10 de outubro de 2018 – O plantio de milho verão no
Planalto Norte de Santa Catarina evolui bem nas últimas semanas e cerca de
80% da área prevista entre 40 e 45 mil hectares já foi plantada, informa o
departamento técnico da Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia
(Coperdia), que atua em 13 municípios da região.

Conforme o engenheiro-agrônomo Ricardo Luiz Zanchetta, os trabalhos neste
momento estão um pouco mais lentos em meio ao quadro de umidade elevado
das lavouras, por conta das chuvas registradas na região. “As lavouras sofreram
um pouco com a pressão de ataque de lagartas e de percevejos, mas os
produtores conseguiram fazer um bom controle e a situação está mais tranquila
agora”, comenta. A maior parte do cereal está na fase de crescimento vegetativo.

A expectativa é de que o rendimento médio possa ficar em 180 sacas de 60
quilos por hectare na região.

O mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado estima uma área cultivada
para o estado de Santa Catarina de 637,4 mil hectares de milho na safra verão
2018/19, baixa de 0,6% ante os 640,979 mil hectares registrados na safra
anterior (2018/19). A produção de milho deverá atingir 3,888 milhões de
toneladas, acima das 3,813 milhões de toneladas colhidas na safra verão
2017/18. A produtividade média deve ficar em 6.100 quilos por hectare,
superando os 5.950 quilos registrados na temporada anterior.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho tem dia moroso observando tombo do dólar no Brasil

Porto Alegre, 2 de outubro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma terça-feira de morosidade, com cotações pouco alteradas. Segundo o
analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os principais atores
do mercado preferem ficar retraídos em meio à incerteza que cerca as
eleições. “O resultado do primeiro turno oferecerá um importante norte para
o mercado financeiro. O movimento cambial foi bastante intenso no decorrer do
dia, com a pesquisa de intenção de voto do Ibope resultando em forte
valorização do real”, destacou.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 38,00/38,50 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,00/35,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 37,00 / 38,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 39,50 – R$ 40,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 43,00/44,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50 – R$ 36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 31,00/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 27,50/28,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado buscou suporte na previsão e chuvas nos Estados Unidos,
que podem vir a atrapalhar as atividades de colheita de milho.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório
sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 30 de setembro, a
área colhida estava em 26%. Em igual período do ano passado o número era de
16%. A média para os últimos cinco anos é de 17%. Na semana anterior, o
percentual era de 17 pontos.

Segundo o USDA, até 30 de setembro, 69% estavam entre boas e excelentes
condições, 19% em situação regular e 12% em condições entre ruins e muito
ruins. Na semana anterior, os números eram de 69%, 19% e 12%, respectivamente.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,67 1/4,
recuo de 1,75 centavo de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,79 1/2 por bushel, alta de 1,75
centavo de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 2,09%, cotado a R$
3,9330 para a compra e a R$ 3,9350 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9060 e a máxima de R$ 3,9980.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Esperando USDA, Chicago opera perto da estabilidade

Porto Alegre, 28 de setembro de 2018 – Os contratos do milho têm preços
perto da estabilidade na sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT), predominando uma leve alta. O mercado busca um posicionamento frente
ao relatório de estoques trimestrais, que será divulgado hoje pelo Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos.

No trimestre que encerra hoje, o cereal encaminha uma valorização de
1,5%, após ter caído 7% no trimestre anterior.

A posição dezembro de 2018 tem preço de US$ 3,64 3/4 por bushel, sem
variação na comparação com o fechamento anterior.

Ontem, o mercado foi sustentado pelo bom desempenho das vendas líquidas
semanais dos Estados Unidos, que ficaram acima do esperado.
Investidores também se posicionaram diante do relatório de estoques
trimestrais dos Estados Unidos, que serão divulgados hoje. Os estoques
trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de setembro deverão ficar
abaixo do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA) em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,002 bilhões de bushels.
Em igual período do ano anterior, o número era de 2,293 bilhões de bushels.
Em junho, os estoques trimestrais eram de 5,306 bilhões de bushels.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,64 3/4,
ganho de 1,75 centavo de dólar, ou 0,48%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,76 1/2 por bushel, alta de 1,50
centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho mantém estabilidade e lentidão no Brasil nesta quinta

Porto Alegre, 27 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma quinta-feira de preços estáveis e movimentação lenta nos negócios.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a
movimentação do mercado segue discreta diante do conturbado cenário
político-econômico. “Apesar do reajuste da taxa básica de juros
norte-americana, o câmbio esteve abaixo da linha dos R$ 4,00/US$ 1 no decorrer
do dia, limitando as negociações nos portos. Com a indefinição em torno das
eleições, torna-se ainda mais difícil delimitar estratégias de compra ou de
venda no curto prazo”, aponta.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 39,00/39,50 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,00/35,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 37,00 / 38,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 39,80 – R$ 40,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,00 – R$ 36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 30,50/31,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 27,50/28,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi sustentado pelo bom desempenho das vendas
líquidas semanais dos Estados Unidos, que ficaram acima do esperado.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2018/19, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 1.712.800 toneladas
na semana encerrada em 20 de setembro. O maior importador foi o México, com
623.200 toneladas. Analistas esperavam entre 900 mil a 1,5 milhão de toneladas.
As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Investidores também se posicionaram diante do relatório de estoques
trimestrais dos Estados Unidos, que serão divulgados amanhã. Os estoques
trimestrais norte-americanos de milho na posição 1o de setembro deverão ficar
abaixo do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA) em igual período do ano passado.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências
internacionais, que indicam estoques trimestrais de 2,002 bilhões de bushels. O
relatório trimestral será divulgado às 13hs desta sexta-feira, 28. Em igual
período do ano anterior, o número era de 2,293 bilhões de bushels. Em junho,
os estoques trimestrais eram de 5,306 bilhões de bushels.b

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,64 3/4,
ganho de 1,75 centavo de dólar, ou 0,48%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,76 1/2 por bushel, alta de 1,50
centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,76%, cotado a R$
3,9930 para compra e a R$ 3,9950 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9680 e a máxima de R$ 4,0560.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho segue apresentando maior oferta e preços fracos no Brasil

Porto Alegre, 18 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma terça-feira de preços fracos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias, o mercado brasileiro de milho vem se deparando com
uma maior fixação de oferta. Com necessidade de caixa, os produtores buscam
quitar algumas dívidas e financiar uma parcela da produção do próximo ano, e
acabam ofertando mais milho no mercado.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 39,50/40,00 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 36,00/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 38,00 / 39,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 40,50 – R$ 41,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,50/43,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 36,00 – R$ 37,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 31,00/32,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 28,00/29,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixas. Os contratos foram pressionados pela intensificação da guerra
comercial entre China e Estados Unidos e pela boa evolução da colheita nos
Estados Unidos.

A administração de Donald Trump anunciou, na noite de ontem (17), que vai
impor tarifas sobre cerca de US$ 200 bilhões em produtos chineses como parte
de sua campanha para pressionar Pequim a mudar suas práticas comerciais,
aumentando as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

A sobretaxa de 10% sobre as importações chinesas entrará em vigor no
próximo dia 24 e subirá para 25% no final do ano, segundo funcionários do
governo.

Em resposta, a China anunciou tarifas comerciais que variam de 5% a 10%
contra um total de US$ 60 bilhões em importações dos Estados Unidos. As novas
tarifas chinesas entrarão em vigor no dia 24 de setembro, mesma data de
aplicação das taxas norte-americanas, e devem impactar 5.207 tipos de
produtos.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório
sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 16 de setembro, a
área colhida estava em 9%. Em igual período do ano passado o número era de
7%. A média para os últimos cinco anos é de 6%. Na semana anterior, o
percentual era de 5 pontos.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,43 1/4,
recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 1,36%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,55 1/2 por bushel, baixa de 4,50
centavos de dólar, ou 1,25%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,46%, cotado a R$
4,1430 para compra e a R$ 4,1450 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1210 e a máxima de R$ 4,1510.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem começo de semana de fraca atividade no Brasil

Porto Alegre, 17 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma segunda-feira de fraca atividade no Brasil, com preços de estáveis a mais
baixos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado
está bem acomodado, os preços não se movimentam muito, mas o “ritmo de
negócios é bastante baixo”.

Nos portos de Santos e Paranaguá a cotação ficou em R$ 40,00 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 36,00/37,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 38,50 / 39,50 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 41,00 – R$ 41,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,50/43,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 36,00 – R$ 37,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 31,00/32,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 28,00/29,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado manteve o tom negativo, mesmo com o bom desempenho
das inspeções de exportação de milho norte-americano. O foco segue nas
preocupações com a disputa comercial entre EUA e China.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.030.267 toneladas na semana encerrada no dia 13 de setembro, conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 783.495 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 687.996 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 1.708.788 toneladas,
contra 1.365.935 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,48, recuo de
3,75 centavos de dólar, ou -1,06%, em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2019 fechou a US$ 3,60 por bushel, baixa de 3,75 centavos de
dólar, ou -1,03%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,98%, cotado a R$
4,1240 para compra e a R$ 4,1260 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1180 e a máxima de R$ 4,2050.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA aponta colheita em 9% nos Estados Unidos

Porto Alegre, 17 de setembro de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das
lavouras de milho. Até 16 de setembro, a área colhida estava em 9%. Em igual
período do ano passado o número era de 7%. A média para os últimos cinco
anos é de 6%. Na semana anterior, o percentual era de 5 pontos.

MILHO: 68% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 17 de setembro de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras
americanas de milho. Segundo o USDA, até 16 de setembro, 68% estavam entre
boas e excelentes condições, 20% em situação regular e 12% em condições entre
ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 68%, 20% e 12%,
respectivamente.

MILHO: Plantio da safra verão 2018/19 atinge 11,4% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 17 de setembro de 2018 – O plantio de milho verão da safra
2018/19 no Brasil atingia 11,4% da área estimada de 4,110 milhões de hectares
até o dia 14 de setembro, segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

O plantio evolui bem no Rio Grande do Sul, atingindo 38% da área estimada
de 1,056 milhão de hectares. Em Santa Catarina, o plantio alcança 9% da área
prevista de 637 mil hectares. No Paraná o cultivo está completo em 2% da área
de 479 mil hectares. Os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás/DF,
Minas Gerais e Mato Grosso ainda não iniciaram o plantio de milho verão.

No mesmo período do ano passado o plantio estava concluído em 10,1% da
área estimada de 4,176 milhões de hectares. Acompanhe maiores detalhes na
tabela, abaixo.

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MILHO - SITUAÇÃO DO PLANTIO - SAFRA 18/19 - VERÃO - BRASIL
- Em % -
------------------------------------------------------------
ESTADOS                Área estimada      % Plantio - 14/Set
                     2017/18   2018/19    2017/18    2018/19
R. G. do Sul           1.145     1.056         34         38
S. Catarina              641       637          5          9
Paraná                   480       479          0          2
São Paulo                414       420          0          0
Mato G. do Sul            29        32          0          0
Goiás/DF                 308       312          0          0
Minas Gerais           1.036     1.056          0          0
Mato Grosso               88        82          0          0
Centro-Sul             4.176     4.110       10,1       11,4

FONTE: Safras & Mercado
(*) mil hectares
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SEMANA: USDA eleva números de safra e estoques dos EUA e mundiais de milho

Porto Alegre, 14 de setembro de 2018 – O relatório de setembro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado quarta-feira
(12), foi destaque no mercado na semana. Para o milho, o USDA elevou a
projeção de safra e estoques americanos e mundiais na temporada 2018/19,
pressionando o mercado.

Para os EUA, segundo o Departamento, a safra está estimada em 14,827
bilhões de bushels, contra 14,586 bilhões do relatório anterior. Os estoques
finais foram estimados em 1,774 bilhão de bushels, contra 1,684 bilhão
projetados em agosto. O mercado apostava em safra de 14,506 bilhões e estoques
de 1,590 bilhão de bushels.

O USDA elevou a sua estimativa para as exportações, que passaram de 2,35
bilhões para 2,4 bilhões de bushels. A utilização de milho para produção
de etanol está estimada em 5,65 bilhões de bushels, contra 5,625 bilhões no
mês anterior.

Para a temporada 2017/18, o USDA indicou estoques de passagem de 2,002
bilhões de bushels, contra 2,027 bilhões do mês anterior e 2,014 bilhões da
expectativa do mercado.

MUNDO

O relatório de setembro indicou elevação na estimativa de safra mundial
e também nos estoques de passagem. A safra mundial está agora prevista em
1,069 bilhão de toneladas, contra 1,061 bilhão do relatório de agosto. Os
estoques finais tiveram sua projeção elevada de 155,5 milhões para 157
milhões de toneladas. O mercado apostava em número de 154,4 milhões de
toneladas.

A previsão para a Argentina foi mantida em 41 milhões de toneladas,
enquanto a safra do Brasil permaneceu estimada em 94,5 milhões.

Em relação à temporada 2017/18, a produção do mundial está prevista
em 1,034 bilhão de bushels. Os estoques foram estimados em 194,15 milhões,
acima da previsão do mercado, de 192,3 milhões de toneladas.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA eleva projeção para safra mundial em 2018/19

Porto Alegre, 12 de setembro de 2018 – O relatório de setembro de oferta
e demanda mundial de milho na temporada 2018/19, divulgado há pouco pelo
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicou elevação na
estimativa de safra mundial e também nos estoques de passagem.

A safra mundial está agora prevista em 1,069 bilhão de toneladas, contra
1,061 bilhão do relatório de agosto. Os estoques finais tiveram sua projeção
elevada de 155,5 milhões para 157 milhões de toneladas. O mercado apostava
em número de 154,4 milhões de toneladas.

O USDA elevou a estimativa de safra dos Estados Unidos de 370,5 milhões
para 376,6 milhões de toneladas. A previsão para a Argentina foi mantida em 41
milhões de toneladas, enquanto a safra do Brasil permaneceu estimada em 94,5
milhões.

Em relação à temporada 2017/18, a produção do mundial está prevista
em 1,034 bilhão de bushels. Os estoques foram estimados em 194,15 milhões,
acima da previsão do mercado, de 192,3 milhões de toneladas.

MILHO: USDA eleva estimativa para estoques americanos em 2018/19

Porto Alegre, 12 de setembro de 2018 – O relatório de setembro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado há pouco,
elevou a projeção de estoques americanos na temporada 2018/19. A previsão
para a safra também foi elevada.

Segundo o Departamento, a safra está estimada em 14,827 bilhões de
bushels, contra 14,586 bilhões do relatório anterior. Os estoques finais foram
estimados em 1,774 bilhão de bushels, contra 1,684 bilhão projetados em
agosto. O mercado apostava em safra de 14,506 bilhões e estoques de 1,590
bilhão de bushels.

O USDA elevou a sua estimativa para as exportações, que passaram de 2,35
bilhões para 2,4 bilhões de bushels. A utilização de milho para produção
de etanol está estimada em 5,65 bilhões de bushels, contra 5,625 bilhões no
mês anterior.

Para a temporada 2017/18, o USDA indicou estoques de passagem de 2,002
bilhões de bushels, contra 2,027 bilhões do mês anterior e 2,014 bilhões da
expectativa do mercado.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho abre semana com preços de estáveis a mais baixos no Brasil

Porto Alegre, 10 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma segunda-feira de preços de estáveis a mais baixos. A maior oferta com
mais fixação, venda, por parte de produtores pressiona as cotações. O
mercado começou a semana lento, entretanto, na comercialização. As atenções
estão na nova tabela de fretes e em torno das indefinições do câmbio em ano
eleitoral.

Com os produtores precisando fazer caixa para pagar insumos, encarecidos
com o dólar em alta, e já tendo negociado a soja, agora a oferta tende a
crescer para o milho, o que pressiona as cotações, destaca o analista de
SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.

No porto de Santos a cotação ficou em R$ 43,00 a saca na base de compra,
e no porto de Paranaguá em R$ 41,50 na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 37,50/38,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 40,00 – R$ 41,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 42,00 – R$ 42,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 43,50/45,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,00 – R$ 38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 32,00/33,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 30,50/31,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mistos. O mercado passou a oscilar no final da sessão, entre a pressão pela
tensão comercial causada pela disputa entre os Estados Unidos e a China. O
presidente Donald Trump relatou que estão prontas para entrar em prática
tarifas de US$ 267 bilhões às importações chinesas, em adicional aos US$ 200
bilhões já impostos. As informações são da Agência Reuters.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 30.100 toneladas na
semana encerrada 30 de agosto – menor nível da temporada. O número ficou
83% acima da semana anterior e 90% inferior a média em quatro semanas. Para
a temporada 2018/19, ficaram em 1.032.900 toneladas. As informações são do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 763.475
toneladas na semana encerrada no dia 6 de setembro, conforme relatório semanal
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na
semana anterior, haviam atingido 1.335.211 toneladas. Em igual período do ano
passado, o total inspecionado foi de 677.939 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 658.501 toneladas,
contra 677.939 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,67 1/4,
ganho de 0,25 centavo de dólar, ou +0,06%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,79 1/4 por bushel, estável em
relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,26%, cotado a R$
4,0920 para a compra e a R$ 4,0940 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0550 e a máxima de R$ 4,1290.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho manteve preços firmes com oferta ajustada no Brasil

Porto Alegre, 6 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
manteve preços firmes nessa semana mais curta de negócios. Nas principais
praças de comercialização, a oferta esteve justa em relação à demanda, com
compradores ainda enfrentando um mercado com disponibilidade apertada de milho.

As altas recentes do dólar seguem centralizando as atenções, em ano de
processo eleitoral, com ampla volatilidade no câmbio. A semana foi de feriados
nos Estados Unidos, com a bolsa de Chicago não operando segunda-feira, em
razão do Dia do trabalho, e tem o feriado desta sexta-feira no Brasil, Dia da
Independência. Isso limitou as atividades.

No balanço semanal, o preço do milho em Campinas/CIF se manteve em R$
43,00 a saca de 60 quilos na base de venda. Na região Mogiana paulista, as
cotações seguiram em R$ 41,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 37,50 para R$ 39,00. Em
Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação se manteve em R$ 32,00 a saca em agosto.
Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço permaneceu em R$ 45,00.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 510,4
milhões em agosto (23 dias úteis), com média diária de US$ 22,2 milhões. A
quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 2,898 milhões de
toneladas, com média de 126 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em
US$ 176,10.

Na comparação com a média diária de julho, houve uma elevação de
138,5% no valor médio exportado, uma alta de 137% na quantidade média diária
e ganho 0,7% no preço médio. Na comparação com agosto de 2017, houve perda
de 37,6% no valor médio diário exportado, retração de 44,9% na quantidade
média diária e valorização de 13,2% no preço médio. Os dados são do
Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela
Secretaria de Comércio Exterior.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Preço do frango sobe, mas custo de produção segue preocupando

Porto Alegre, 6 de setembro de 2018 – O mercado brasileiro de frango
registrou uma semana um pouco mais movimentada nos negócios e os preços do
frango vivo esboçaram uma leve reação em algumas praças. Segundo o analista
de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, no atacado, as cotações também
apresentaram avanços para alguns cortes, impulsionados pela demanda mais
firme durante a primeira quinzena do mês.

Iglesias afirma que o alto custo de produção ainda é uma preocupação
recorrente, avaliando o descolamento dos preços de importantes insumos
adotados na nutrição animal, como o milho e farelo de soja, o que tem
deteriorado a margem operacional da atividade e trazendo, até aqui, prejuízos
bastante severos.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo,
os preços tiveram mudanças para os cortes congelados na comparação com os
registrados no final da semana passada. O quilo do peito no atacado passou de
R$ 4,50 para R$ 4,35, o quilo da coxa avançou de R$ 3,90 para R$ 4,00 e o
quilo da asa de R$ 6,55 para R$ 6,65. Na distribuição, o quilo do peito caiu de
R$ 4,70 para R$ 4,50, o quilo da coxa passou de R$ 4,20 para R$ 4,25 e o quilo
da asa de R$ 6,65 para R$ 6,75.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi mudanças
nos preços em relação à última semana. No atacado, o preço do quilo do
peito caiu de R$ 4,62 para R$ 4,47, o quilo da coxa subiu de R$ 4,00 para R$
4,10 e o quilo da asa passou de R$ 6,65 para R$ 6,75. Na distribuição, o
preço do quilo do peito caiu de R$ 4,82 para R$ 4,62, o quilo da coxa subiu de
R$ 4,30 para R$ 4,35 e o quilo da asa passou de R$ 6,75 para R$ 6,85.

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os
produtos, entre in natura e processados) totalizaram 396,9 mil toneladas em
agosto, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O volume é cerca de 59,8 mil toneladas acima da média de exportações
registrada em 2018. Na comparação com o ano anterior, o número é 4,6% menor
que as 416,2 mil toneladas embarcadas em agosto de 2017 – melhor
desempenho mensal do setor em todo o ano passado. A receita de exportações
obtidas em agosto totalizou US$ 633,8 milhões, saldo 7,9% inferior às US$ 687,9
milhões realizadas no oitavo mês de 2017.

No acumulado do ano de 2018, as vendas do setor chegam a 2,697 milhões de
toneladas, volume 7,7% menor que as 2,921 mil toneladas embarcadas entre
janeiro e agosto de 2017. Em receita, o saldo chega a US$ 4,309 bilhões,
desempenho 11,8% inferior que os US$ 4,885 bilhões.

O levantamento realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de
comercialização do Brasil indicou que, em Minas Gerais, o quilo vivo continuou
em R$ 3,05. Em São Paulo o quilo vivo passou de R$ 3,00 para R$ 3,10.

Na integração catarinense a cotação do frango subiu de R$ 2,85 para R$
2,90. No oeste do Paraná o preço passou de R$ 2,80 para R$ 2,85 na
integração. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$
2,90 para R$ 2,95.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango permaneceu em R$
2,95. Em Goiás o quilo vivo continuou em R$ 3,00. No Distrito Federal o quilo
vivo seguiu em R$ 3,05.

Em Pernambuco, o quilo vivo foi mantido em R$ 3,80. No Ceará a cotação
do quilo vivo seguiu em R$ 3,80 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 4,00.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS