MILHO: USDA e guerra comercial seguem no foco do mercado – SAFRAS

  Porto Alegre, 6 de dezembro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias:

* O mercado permanece focado na Guerra Comercial entre EUA e China, avaliando o andamento das tratativas no decorrer da semana, agora com um posicionamento chinês em relação à conclusão de um acordo mediante a remoção das tarifas, situação que o Estados Unidos descarta.

* As indicações no geral permanecem contraditórias, com o presidente norte-americano, Donald Trump, ainda apontando para uma evolução satisfatória das tratativas.

* Outro sinal de boa vontade foi apresentado pela China no decorrer da sexta-feira, de acordo com a imprensa especializada teve início o processo de isenção de tarifas punitivas para a carne suína e a soja norte-americana.

* O mercado também repercutiu o Survey que foi divulgado no decorrer da semana,de acordo com analistas e consultorias privadas o USDA deve posicionar os estoques finais em 1.859 bilhão de bushels, em novembro o USDA divulgou 1 910 bilhão de bushels. Para os estoques globais 19/20 o mercado espera 295,6 milhões de toneladas, contra as 296 milhões de toneladas indicadas em novembro.

* O ritmo de negociações no decorrer da semana permanece cadenciado no disponível, com os consumidores em diversos estados ainda encontrando dificuldade na composição de seus estoques.

* A maior morosidade logística no decorrer da segunda quinzena do mês acentua a necessidade de compra neste momento. A decisão de venda do produtor segue como um fator determinante.

* No mercado paulista o cenário é diferente. A oferta permanece retraída, no entanto, a presença dos consumidores diminuiu no decorrer da semana, com um menor ímpeto de compra. A indicação de oferta na região da Sorocabana cedeu para R$ 44/45. O referencial Campinas foi posicionado a R$ 48,50 CIF.

* A menor presença do consumidor no interior paulista leva a um quadro de deterioração dos futuros de milho, no entanto esse quadro é provisório. Uma vez, que a dificuldade logística a partir da segunda quinzena de dezembro remete a um maior ímpeto de compra na virada de ano. Além disso, os problemas climáticos durante o segundo semestre remetem a um quadro complicado para a safra verão, também deve ser considerada as dificuldades logísticas causadas pela necessidade em escoar a soja nesse período.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho encerra semana com cotações pouco alteradas

   Porto Alegre, 06 de dezembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços pouco alterados nesta sexta-feira. Foi interrompido o movimento de altas que vinha sendo observado, com o mercado mostrando estar mais acomodado.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 40,50/47,00 a saca. Em Santos,o preço girou em torno de R$ 43,00/50,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 42,00/43,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 45,50/46,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 48,00/49,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 45,00/46,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 46,00/47,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 40,50/41,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 36,00/37,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mistos, perto da estabilidade. Após subir em boa parte da sessão, por sinais de maior demanda pelo cereal americano, o mercado corrigiu e buscou um posicionamento frente ao final de semana.

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 245.872 toneladas de milho ao México, para entrega na temporada 2019/20.

   Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,76 3/4, estáveis. A posição maio/20 de 2019 fechou a US$ 3,82 1/2 por bushel, também sem alteração.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 1,02%, sendo negociado a R$ 4,1460 para venda e a R$ 4,1440 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1410 e a máxima de R$ 4,1940.

     Na semana, o dólar acumulou queda de 2,24% ante o real.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

COLHEITA SOJA E MILHO – EUA

SOJA: USDA aponta colheita em 91% nos Estados Unidos, dentro do esperado

    Porto Alegre, 18 de novembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 17 de novembro, a área colhida estava apontada em 91%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 91%. A média é de 95%. Na semana anterior, estava em 85%. O mercado apostava em número de 91%.

MILHO: USDA aponta colheita em 76% nos Estados Unidos, abaixo do esperado

    Porto Alegre, 18 de novembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 17 de novembro, a área colhida estava em 76%. Em igual período do ano passado, o número era de 89%. A média para os últimos cinco anos é de 92%. Na semana anterior, o percentual era de 66 pontos. O mercado esperava colheita em 77%.

SEMANA: Milho segue com preços firmes no mercado brasileiro

Porto Alegre, 8 de novembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho segue com preços firmes. “Uma sinalização evidente deste quadro foi o resultado do leilão da quinta para o Mato Grosso. Com isso, o mercado físico se mantém firme, com ofertas mais altas”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari. 

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 40,00/43,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 40,00/43,00 a saca.

  No Paraná, a cotação ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 42,00/43,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 45,00 / 46,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 44,00/45,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 40,00/42,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 35,00/37,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 29,00/35,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), negociou 93,95%, ou 46.974,371 toneladas de milho em grãos, das 50 mil toneladas ofertadas, com origem em Mato Grosso, no leilão de venda de aviso 163/2019, realizado na manhã de hoje. Outra operação com o mesmo volume vai ocorrer no dia 14.

   O plantio de milho verão da safra 2019/20 no Brasil atingia 68,5% da área estimada de 3,936 milhões de hectares até o dia 1o de novembro, segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

    O plantio atinge 95% no Rio Grande do Sul, que teve a área estimada em 1,113 milhão de hectares. Em Santa Catarina, o plantio está em 92% da área prevista de 659 mil hectares. No Paraná o cultivo está 93% concluído na área estimada de 482 mil hectares.

   Em São Paulo os trabalhos alcançam 48% da área estimada de 343 mil hectares. Em Mato Grosso do Sul o plantio atinge 43% da área prevista de 30 mil hectares. Em Goiás/Distrito Federal os trabalhos estão completos em 25% da área. Em Minas Gerais o plantio atinge 18% da área, estimada em 905 mil hectares. No Mato Grosso o plantio também chegou a 30% da área, prevista em 81 mil hectares.

   No mesmo período do ano passado o plantio estava concluído em 75% da área estimada de 4,057 milhões de hectares.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: USDA deve reduzir previsão de safra dos EUA em 2019/20

    Porto Alegre, 6 de novembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulga o relatório de oferta e demanda de novembro na sexta-feira (08), a partir das 14h (horário de Brasília) e deverá atualizar as projeções para a safra norte-americana e mundial em 2019/20.

   A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais é de que a safra dos Estados Unidos em 2019/20 seja indicada em 13,602 bilhões de bushels, aquém dos 13,779 bilhões de bushels indicados em outubro.

A produtividade média deve ser reduzida de 168,4 para 167,3 bushels por acre. A área a ser colhida deve ser reduzida de 81,8 milhões de acres para 81,3 milhões de acres.

    Os estoques de passagem da safra 2019/20 dos Estados Unidos devem ser indicados em 1,799 bilhão de bushels, abaixo dos 1,929 bilhão de bushels indicados em outubro.

Mundo

   A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2019/20 sejam apontados em 299,5 milhões de toneladas, aquém das 302,6 milhões de toneladas indicadas em setembro. A expectativa é de que os estoques globais 2018/19 sejam indicados em 323,9 milhões de toneladas, abaixo dos 324 milhões de toneladas apontadas no mês passado.

     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio atinge 77% da área no Rio Grande do Sul – Emater

    Porto Alegre, 1o de novembro de 2019 – O plantio de milho no Rio Grande do Sul atinge 77% da área, estimada em 771.578 hectares. Nas lavouras implantadas a cultura se encontra nas fases de germinação/desenvolvimento vegetativo (92%) e floração (8%). A produção estimada é de 5.948.712 toneladas, com uma produtividade alcançando os 7.710 quilos por hectare.

Mercado (saca de 60 quilos)

   Segundo o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, a cotação média do milho para o Estado foi de 34,45/sc. Na regional de Ijuí, os preços estiveram entre R$ 32,00 e R$ 34,00/sc., média de R$ 32,50/sc. Em Passo Fundo, o milho esteve cotado em R$ 33,50/sc.. Em Erechim, foi comercializado a valores entre R$ 34,00 e R$ 37,00/sc. Na região de Santa Rosa, a cotação permanece com o preço médio de R$ 32,42/sc., e na de Frederico Westphalen de R$ 32,50/sc. Na região de Porto Alegre, a cotação foi de R$ 35,00/sc.. E na região de Pelotas os preços se mantiveram entre R$ 31,00 e R$ 42,00/sc. Na região de Bagé, a R$35,00/sc. Na região de Caxias do Sul variou de R$ 34,00 a R$ 37,00/sc.

SEMANA:Milho teve outubro de preços ainda firmes, mas com mudança no quadro

   Porto Alegre, 01 de novembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho teve um mês de outubro de balanço positivo para as cotações. Apesar da recente queda dos preços do milho, o saldo mostrou alta nas cotações. A incerteza quanto à safra em função das chuvas irregulares fez com que na maior parte do mês o produtor segurasse a oferta, o que garantiu suporte aos preços.

    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, “o regime irregular de chuvas em grande parte do Centro-Sul do país gerou incertezas em relação ao plantio e por consequência afetou a decisão de venda dos produtores. Com isso, o mercado doméstico evidenciou descolamento de seus preços em relação ao mercado externo”. Assim, mesmo em momento em que quedas na Bolsa de Chicago para o milho ou baixa do dólar pressionavam as cotações nos portos, no mercado interno os preços eram sustentados pela oferta controlada.

   Mas, o quadro mudou na última semana do mês. Os produtores mudaram de estratégia, aumentando a propensão a negociar, o que redundou na queda das indicações no país. “Por sua vez, os consumidores em geral atuam de maneira mais cadenciada, buscando preencher uma ou outra necessidade mais urgente, vislumbrando a possibilidade de continuidade do movimento de queda no curto prazo”, aponta Iglesias. Com oferta melhorando e o comprador mais retraído, as cotações perderam terreno nos últimos dias de outubro.

…  No balanço mensal, no Porto de Santos, na base de compra, o preço se manteve tanto no final de setembro quanto no fim de outubro em R$ 40,50 a saca de 60 quilos. Em Campinas/CIF, a cotação do milho, na base de venda, teve estabilidade em R$ 42,50 no comparativo mensal. Já na Mogiana paulista, mercado subiu de R$ 40,00 a saca para R$ 41,00 na venda no balanço de outubro.

    Em Rio Verde, Goiás, no balanço mensal, o preço na venda passou de R$ 33,00 para R$ 35,00 a saca. Já em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação ficou estável em R$ 40,00 a saca na venda. Em Cascavel, no Paraná, o valor do milho subiu de R$ 37,00 para R$ 39,00 a saca na venda, e em Rondonópolis, Mato Grosso, o preço subiu de R$ 30,00 para R$ 32,00 a saca na venda. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o milho em outubro avançou de R$ 42,00 para R$ 43,50 no balanço mensal.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

PREVISÃO DE ÁREA SOJA/MILHO 2020/21 – EUA

SOJA: Baseline do USDA indica área de 84 milhões de acres em 2020/21

Porto Alegre, 1 de novembro de 2019 – A área plantada com soja deverá ocupar 84 milhões de acres nos Estados Unidos em 2020/21, conforme relatório “baseline”, divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na atual temporada – 2019/20 -, a área ficou em 76, 5 milhões de acres.

    Inicialmente, o USDA indica uma safra de 4,2 bilhões de bushels, contra 3,55 bilhões do ano anterior. Este relatório é a primeira sinalização do USDA para a safra do ano que vem.

MILHO: Baseline do USDA indica área de 94,5 mi de acres nos EUA em 2020/21

  Porto Alegre, 1 de novembro de 2019 – A área plantada com milho deverá ocupar 94,5 milhões de acres nos Estados Unidos em 2020/21, conforme relatório “baseline”, divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na atual temporada – 2019/20 -, a área ficou em 89,9 milhões de acres.

   Inicialmente, o USDA indica uma safra de 15,545 bilhões de bushels, contra 13,779 bilhões do ano anterior. Este relatório é a primeira sinalização do USDA para a safra do ano que vem.

MILHO: Mercado espera relatório USDA e novidades sobre EUA-China – SAFRAS

   Porto Alegre, 1o de novembro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado ainda carrega incertezas em torno da assinatura de um acordo parcial entre Estados Unidos e China, reiterando que o encontro agendado na primeira quinzena de novembro que deveria ser realizado no Chile foi cancelado, em decorrência da falta de segurança no país andino;

– Por sua vez, outro foco de atenção permanece no clima no Meio-Oeste norte-americano, avaliando a previsão de frio intenso em grande parte da região, ainda com previsão de geada ou neve para diversos estados que compõem a região;

– Nesse sentido, dados cotidianos seguem relevantes para a formação de tendência de curto prazo, a exemplo dos relatórios semanais divulgados pelo USDA;

– O mercado também deve acompanhar atentamente o relatório de Oferta e Demanda, que será divulgado pelo USDA no próximo dia 08, a discussão em torno da produtividade média segue em pauta

– É importante destacar que o grande elemento para o mercado brasileiro de milho neste momento segue na decisão de venda do produtor, quando à retenção se mostrava interessante teve início o processo de descolamento dos preços no decorrer de outubro

– Com a mudança de estratégia de comercialização houve o processo inverso, com o aumento da fixação foi verificada queda dos preços em diversos estados

– Em São Paulo, a deterioração dos preços foi acelerada, ao final da semana passada o referencial Campinas foi posicionado entre R$ 46,50/47 CIF. Os preços fecham essa semana posicionados entre R$ 42/43

Nos portos o recente comportamento do câmbio e da CBOT sustentam os preços em patamares não tão interessantes para a realização de novos negócios.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Dólar e comprador reticente pressionam milho no começo da semana

   Porto Alegre, 28 de outubro de 2019 – O mercado brasileiro de milho abriu a semana com preços pressionados, de estáveis a moderadamente mais baixos. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado segue centrado na decisão de venda do produtor, com a retenção ainda adotada como estratégia recorrente. “No entanto os consumidores passam a mudar sua estratégia em alguns estados, atuando de maneira mais discreta, cadenciando o ritmo de compras”, comenta. E o movimento de valorização do real segue inviabilizando o avanço dos preços nos portos, situação que remete a um menor fluxo de negócios destinados à exportação, e que aos poucos pode pressionar o mercado doméstico.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 39,00/41,50 a saca. Em Santos,o preço girou em torno de R$ 39,50/41,50 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 38,00/39,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 43,00/44,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 45,00/46,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 43,50/44,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 39,00/40,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 34,00/35,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 33,00/35,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado foi influenciado pela queda do petróleo e pelo fraco desempenho das inspeções de exportação norte-americanas de milho, que ficaram abaixo das expectativas.

    As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 380.660 toneladas na semana encerrada no dia 24 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 550 mil toneladas.

   Na semana anterior, haviam atingido 579.957 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 738.335 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 3.466.936 toneladas, contra 8.695.986 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,84, baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,71%, em relação ao fechamento anterior.

A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,94 1/2 por bushel, recuo de 3,00 centavos de dólar, ou 0,75%, em relação ao fechamento anterior.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,42%, sendo negociado a R$ 3,9930 para venda e a R$ 3,9910 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,9760 e a máxima de R$ 4,0110.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

MERCADO: Milho encerra mais uma semana com cotações firmes no país

   Porto Alegre, 18 de outubro de 2019 – O mercado brasileiro de milho encerrou mais uma semana com preços firmes no Brasil. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado segue centrado na decisão de venda do produtor. O regime de chuvas permanece irregular em grande parte do Centro-Oeste, levando a grande preocupação em relação ao primeiro quadrimestre de 2020. “Nesse cenário, os preços domésticos seguem em franco processo de descolamento, experimentando consistente movimento de alta”, comenta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 41,00/43,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 42,00/45,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 41,50/42,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 44,00/45,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 42,00/43,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 38,50/40,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 34,00/35,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 30,00/31,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado embolsou os lucros de ontem, influenciado também pela fraca demanda para o cereal norte-americano. Na semana, posição dezembro acumulou queda de 1,67%.

    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2019/20, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 368.600 toneladas na semana encerrada em 10 de outubro. Representa uma elevação de 30% frente à semana anterior e uma retração de 48% ante à média das últimas quatro semanas. O Japão liderou as compras com 106.900 toneladas.

   Para a temporada 2020/21, ficaram negativas em 100 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 350 mil e 800 mil de toneladas, somando-se as duas toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,91, baixa de 3,75 centavos de dólar, ou 0,94%, em relação ao fechamento anterior.

A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 4,02 3/4 por bushel, recuo de 3,75 centavos de dólar, ou 0,92%, em relação ao fechamento anterior.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 1,24%, sendo negociado a R$ 4,1200 para venda e a R$ 4,1180 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1120 e a máxima de R$ 4,1650.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

MILHO: Mercado climático permanece em foco nos EUA e no Brasil – SAFRAS

  Porto Alegre, 18 de outubro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– O mercado permanece focado no clima no Meio-Oeste norte-americano, com modelos climáticos apontando para frio intenso em toda a região.

– Os modelos ainda indicam para possibilidade de geadas em Iowa e Ohio. Enquantoem Wisconsin, Dakota do Sul e Dakota do Norte segue com possibilidade de neve.

– Essa situação se torna especialmente preocupante avaliando o atraso da colheita, com possibilidade de uma produtividade ainda menor, com o frio causando severo dano nas lavouras.

– Nesse contexto os relatórios semanais de evolução da colheita e condição das lavouras seguem preponderantes para a formação de tendência de curto prazo, oferecendo um importante norte para o mercado.

– O mercado brasileiro de milho segue centrado na decisão de venda do produtor.

– Basicamente, o regime de chuvas permanece irregular em grande parte do Centro-Oeste, levando à grande preocupação em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

– Nesse cenário, os preços domésticos seguem em franco processo de descolamento, experimentando consistente movimento de alta.

– O referencial Campinas alcançou o patamar de R$ 45 CIF no decorrer da semana, indicador especialmente importante para o contrato novembro, atual spot.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho mantém ritmo de altas nas cotações com oferta retraída

Porto Alegre, 18 de outubro de 2019 – O mercado brasileiro de milho teve mais uma semana de avanços nas cotações nas principais praças. A oferta retraída por parte dos produtores, especialmente com a preocupação com o clima para a safra nova, vem levando as cotações a avanços.

    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o foco do mercado brasileiro permanece na decisão de venda do produtor. “Com o regime de chuvas bastante irregular em grande parte do Centro-Sul do país, a retenção se tornou uma estratégia recorrente, avaliando um cenário complicado no decorrer do primeiro quadrimestre de 2020. Os consumidores passam a acusar maior dificuldade na composição de seus estoques”, ressalta.

    Assim, o mercado nacional inclusive está mais descolado da influência direta da Bolsa de Chicago e do dólar, com a dificuldade dos compradores na obtenção da oferta. Os produtores apostam em reação nas cotações.

   No Porto de Santos, na base de compra, o preço subiu na semana (entre 10 e 17 de outubro) de R$ 40,50 para R$ 42,00 a saca de 60 quilos. Em Campinas/CIF, a cotação do milho, na base de venda, passou de R$ 42,50 para R$ 45,00. Já na Mogiana paulista, mercado subiu de R$ 40,00 a saca para R$ 42,50 na venda.

   Em Rio Verde, Goiás, o preço na venda passou de R$ 33,00 para R$ 35,00 a saca na semana. Já em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação se manteve estável em R$ 40,00 na venda.

    Em Cascavel, no Paraná, o valor do milho subiu na semana de R$ 37,00 para R$ 37,50 a saca na venda, e em Rondonópolis, Mato Grosso, preço subiu de R$ 30,50 para R$ 31,00 a saca na venda.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho mantém altas com retração na oferta e apreensão com clima

    Porto Alegre, 02 de outubro de 2019 – O mercado brasileiro de milho registrou preços em alta nesta quarta-feira. As cotações seguem reagindo à oferta controlada pelos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está se descolando da influência maior da Bolsa de Chicago e do câmbio e mais atento ao cenário interno de oferta e demanda.

    Os produtores estão com fraco interesse de venda, esperando por preços melhores. Molinari ressalta ainda que as exportações seguem firmes e há boa demanda interna, o que garante sustentação ao mercado.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 40,00/41,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 41,00/42,50 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 36,50/37,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 38,00/40,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 41,00/42,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 41,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 32,50/33,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 29,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços significativamente mais baixos. O mercado realizou lucros e repercutiu também a expectativa de consultorias indicando um aumento na produtividade nas lavouras norte-americanas de milho.

  De acordo com informações divulgadas pela Dow Jones, a INTL FCStone elevou a previsão de rendimento médio da safra estadunidense para 169,3 bushels por acre, ante 168,4 bushels por acre da estimativa anterior e dos 168,2 bushels por acre divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos no relatório de oferta e demanda de setembro.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,87 3/4, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 1,21%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,99 3/4 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 1,17%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,67%, sendo negociado a R$ 4,1350 para venda e a R$ 4,1330 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1310 e a máxima de R$ 4,1830.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem sexta-feira de preços pouco alterados no Brasil

    Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve preços pouco alterados nesta sexta-feira. As cotações seguem sustentadas pela oferta controlada por parte dos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os produtores seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul. “Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

Por sua vez, a movimentação cambial no decorrer da semana também ofereceu alguma reação nos portos, também contribuindo para os reajustes no mercado doméstico”, comentou Iglesias.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 38,50/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 31,00/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos, reduzindo o ganho semanal para 0,21%. A previsão de clima favorável no cinturão produtor dos Estados Unidos, favorecendo a colheita, pressionou os contratos.

    A sessão também foi marcada pela tentativa dos operadores se buscarem um melhor posicionamento frente ao relatório de estoques trimestrais, que será divulgado na segunda pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,71 1/2, baixa de 1,00 centavo de dólar, ou 0,26%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,83 3/4 por bushel, recuo de 1,00 centavo de dólar, ou 0,25%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,12%, sendo negociado a R$ 4,1550 para venda e a R$ 4,1570 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1470 e a máxima de R$ 4,1690.

    Na semana, o dólar avançou 0,09% contra o real.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA e clima no Brasil e nos EUA devem mexer com o mercado – SAFRAS

   Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O tom pessimista se estendeu no decorrer da sessão de sexta, avaliando a expectativa em relação ao relatório trimestral de estoques, que será divulgado pelo USDA na próxima segunda-feira

– Segundo analistas e traders consultados por agências internacionais, o USDA deve indicar estoques de 2,436 bilhões de bushels, acima dos 2,140 bilhões de bushels indicados na posição 01 de setembro de 2018

– O clima também é fator determinante, avaliando a projeção de frio intenso para o Meio Oeste norte-americano, nos modelos de 8 a 14 dias

– O quadro se torna preocupante à medida que a colheita vem fluindo com maior lentidão se comparado a anos anteriores

– Portanto, o acompanhamento dos números divulgados no relatório semanal de evolução da colheita também é preponderante para a formação de tendência de curto prazo.

– Os produtores seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul

– O plantio deve se iniciar em algumas localidades do Sudeste e Centro-Oeste do país nos próximos dias, a partir das primeiras chuvas registradas na última semana

-A situação ainda está longe de uma regularização. No entanto, a meteorologia aponta que o Paraná, boa parte do Sudeste e parte do Mato Grosso do Sul terão chuvas mais regulares em outubro. A dúvida e a preocupação estão com a maior parcela do Centro-Oeste do país

– Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

     Dylan Dela Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho sobe no Brasil com produtor retraído, atento ao clima

   Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços mais altos nesta semana. As cotações reagiram diante da oferta mais controlada, restrita, por parte do produtor. Com a apreensão com o clima seco predominante neste momento de plantio da soja e do milho para a safra de verão, há preocupação com atraso na semeadura e com os efeitos sobre a produção da primeira e segunda safra de milho.

    Com esses temores, o produtor natural retraiu-se, à espera de preços melhores. E com a menor disponibilidade do cereal, pouco a pouco as cotações vão reagindo nas principais regiões de comercialização.

    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o foco permanece no clima, com chuvas irregulares em diversos estados levando a uma preocupação recorrente em relação ao primeiro quadrimestre. “É bastante compreensível que os produtores optem pela retenção como estratégia recorrente”.

    “Por sua vez, o mercado ainda avalia a mudança de paridade no porto nesta semana, gerando estímulo adicional à alta dos preços domésticos”, comenta Iglesias.

   No Porto de Santos, na base de compra, o preço se manteve na semana (entre 19 e 26 de setembro) em R$ 39,00 a saca de 60 quilos. Em Campinas/CIF, a cotação do milho, na base de venda, passou de R$ 39,00 para R$ 40,50. Já na Mogiana paulista, mercado subiu de R$ 37,00 a saca para R$ 38,00 na venda.

   Em Rio Verde, Goiás, o preço na venda passou de R$ 31,00 para R$ 31,50 a saca. Já em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação seguiu em R$ 38,00 a saca na venda.

   Em Cascavel, no Paraná, o valor do milho subiu de R$ 35,00 para R$ 36,00 a saca na venda, e em Rondonópolis, Mato Grosso, preço se manteve em R$ 30,00 a saca na venda.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho registra cotações firmes com retenção de oferta no país

    Porto Alegre, 26 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho seguiu com cotações firmes nesta quinta-feira, de estáveis a mais altas. O mercado reflete uma oferta controlada por parte dos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o foco permanece no clima, com chuvas irregulares em diversos estados levando a uma preocupação recorrente em relação ao primeiro quadrimestre.

    Segundo Iglesias, neste cenário climático, “é bastante compreensível que os produtores optem pela retenção como estratégia recorrente”. Com o produtor segurando a oferta, as cotações pouco a pouco vão reagindo. “Por sua vez, o mercado ainda avalia a mudança de paridade no porto nesta semana, gerando estímulo adicional à alta dos preços domésticos”, comenta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 39,00/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,50/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pelas fracas vendas norte-americanas do grão, bem como pela retração nos preços do petróleo.

    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2019/20, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 494.000 toneladas na semana encerrada em 19 de setembro. México liderou as compras com 196.800 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,3 milhão de toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,72 1/2, baixa de 1,75 centavo de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,84 3/4 por bushel, recuo de 0,75 centavo de dólar, ou 0,19%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 4,1620 para venda e a R$ 4,1600 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1230 e a máxima de R$ 4,1670.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio atinge 43% da área no Rio Grande do Sul – Emater

Porto Alegre, 26 de setembro de 2019 – O plantio de milho atinge 43% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, os trabalhos atingiam 37%. Os trabalhos estão 1 ponto percentual adiantados na comparação com o mesmo período do ano passado, mas 1 ponto percentual abaixo da média histórica para o período.

   A estimativa da Emater/RS-Ascar para safra de milho 2019/20 do Rio Grande do Sul indica uma área de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare. Segundo o zoneamento agroclimático para o milho, definido pela Portaria n 59, de 01/07/2019, o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com o zoneamento, são Santa Rosa, Frederico Westphalen, Ijuí, Soledade, Passo Fundo e Erechim.

Mercado (saca de 60 quilos)

   Segundo o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, a cotação média do milho para o Estado na semana foi de 32,95/sc., um acréscimo de +0,37% em relação à semana anterior. Na regional de Ijuí, o preço médio do milho foi de R$ 30,00 a R$ 32,04/sc; o produto disponível em Cruz Alta foi cotado a R$ 38,00/sc. Em Santa Rosa, o preço foi de R$ 31,08/sc. Na regional de Passo Fundo ficou em R$ 32,00/sc.; em Erechim de R$ 32,00 a R$ 33,00/sc. e em Frederico Westphalen, o milho foi comercializado a R$ 32,00/sc.

     As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO:Milho mantém firmeza com apreensão com clima e retenção do produtor

   Porto Alegre, 24 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve preços de estáveis a mais altos nesta terça-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado se manteve sustentado pela apreensão com a falta de chuvas no Brasil e retenção do milho por parte dos produtores, esperando por cotações melhores diante da questão climática.

    Além disso, observa Molinari, as fortes exportações brasileiras garantem suporte no mercado doméstico, com bom escoamento da oferta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,50/40,50 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 39,50/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 36,50/37,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,00/40,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,50/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mistos. As primeiras posições subiram e as demais fecharam no território negativo. O atraso na colheita norte-americana garantiu os ganhos dos contratos com vencimento mais próximos.

    A compra de 200 mil toneladas de milho americano pelo México ajudou na sustentação das cotações. Já as demais posições seguiram pressionadas por vendas técnicas e pela melhora nas condições das lavouras norte-americanas.

   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 22 de setembro, a área colhida estava em 7%. Em igual período do ano passado, o número era de 15%. A média para os últimos cinco anos é de 11%. Na semana anterior, o percentual era de 4 pontos.

    Segundo o USDA, até 22 de setembro, 57% estavam entre boas e excelentes condições, 30% em situação regular e 13% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 55%, 31% e 14%, respectivamente.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,74 3/4, alta de 1,50 centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,85 1/2 por bushel, ganho de 1,00 centavo de dólar, ou 0,32%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,04%, sendo negociado a R$ 4,1700 para venda e a R$ 4,1680 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1530 e a máxima de R$ 4,1850.