Milho mantém altas com retração na oferta e apreensão com clima

    Porto Alegre, 02 de outubro de 2019 – O mercado brasileiro de milho registrou preços em alta nesta quarta-feira. As cotações seguem reagindo à oferta controlada pelos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está se descolando da influência maior da Bolsa de Chicago e do câmbio e mais atento ao cenário interno de oferta e demanda.

    Os produtores estão com fraco interesse de venda, esperando por preços melhores. Molinari ressalta ainda que as exportações seguem firmes e há boa demanda interna, o que garante sustentação ao mercado.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 40,00/41,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 41,00/42,50 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 36,50/37,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 38,00/40,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 41,00/42,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 41,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 32,50/33,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 29,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços significativamente mais baixos. O mercado realizou lucros e repercutiu também a expectativa de consultorias indicando um aumento na produtividade nas lavouras norte-americanas de milho.

  De acordo com informações divulgadas pela Dow Jones, a INTL FCStone elevou a previsão de rendimento médio da safra estadunidense para 169,3 bushels por acre, ante 168,4 bushels por acre da estimativa anterior e dos 168,2 bushels por acre divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos no relatório de oferta e demanda de setembro.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,87 3/4, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 1,21%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,99 3/4 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 1,17%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,67%, sendo negociado a R$ 4,1350 para venda e a R$ 4,1330 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1310 e a máxima de R$ 4,1830.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem sexta-feira de preços pouco alterados no Brasil

    Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve preços pouco alterados nesta sexta-feira. As cotações seguem sustentadas pela oferta controlada por parte dos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os produtores seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul. “Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

Por sua vez, a movimentação cambial no decorrer da semana também ofereceu alguma reação nos portos, também contribuindo para os reajustes no mercado doméstico”, comentou Iglesias.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 38,50/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 31,00/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos, reduzindo o ganho semanal para 0,21%. A previsão de clima favorável no cinturão produtor dos Estados Unidos, favorecendo a colheita, pressionou os contratos.

    A sessão também foi marcada pela tentativa dos operadores se buscarem um melhor posicionamento frente ao relatório de estoques trimestrais, que será divulgado na segunda pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,71 1/2, baixa de 1,00 centavo de dólar, ou 0,26%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,83 3/4 por bushel, recuo de 1,00 centavo de dólar, ou 0,25%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,12%, sendo negociado a R$ 4,1550 para venda e a R$ 4,1570 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1470 e a máxima de R$ 4,1690.

    Na semana, o dólar avançou 0,09% contra o real.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA e clima no Brasil e nos EUA devem mexer com o mercado – SAFRAS

   Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O tom pessimista se estendeu no decorrer da sessão de sexta, avaliando a expectativa em relação ao relatório trimestral de estoques, que será divulgado pelo USDA na próxima segunda-feira

– Segundo analistas e traders consultados por agências internacionais, o USDA deve indicar estoques de 2,436 bilhões de bushels, acima dos 2,140 bilhões de bushels indicados na posição 01 de setembro de 2018

– O clima também é fator determinante, avaliando a projeção de frio intenso para o Meio Oeste norte-americano, nos modelos de 8 a 14 dias

– O quadro se torna preocupante à medida que a colheita vem fluindo com maior lentidão se comparado a anos anteriores

– Portanto, o acompanhamento dos números divulgados no relatório semanal de evolução da colheita também é preponderante para a formação de tendência de curto prazo.

– Os produtores seguem optando pela retenção como estratégia recorrente, dado o volume de chuvas irregular ao longo do terceiro trimestre sobre uma grande parcela do Centro-Sul

– O plantio deve se iniciar em algumas localidades do Sudeste e Centro-Oeste do país nos próximos dias, a partir das primeiras chuvas registradas na última semana

-A situação ainda está longe de uma regularização. No entanto, a meteorologia aponta que o Paraná, boa parte do Sudeste e parte do Mato Grosso do Sul terão chuvas mais regulares em outubro. A dúvida e a preocupação estão com a maior parcela do Centro-Oeste do país

– Essas condições aumentam os temores em relação ao primeiro quadrimestre de 2020.

     Dylan Dela Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho sobe no Brasil com produtor retraído, atento ao clima

   Porto Alegre, 27 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços mais altos nesta semana. As cotações reagiram diante da oferta mais controlada, restrita, por parte do produtor. Com a apreensão com o clima seco predominante neste momento de plantio da soja e do milho para a safra de verão, há preocupação com atraso na semeadura e com os efeitos sobre a produção da primeira e segunda safra de milho.

    Com esses temores, o produtor natural retraiu-se, à espera de preços melhores. E com a menor disponibilidade do cereal, pouco a pouco as cotações vão reagindo nas principais regiões de comercialização.

    Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o foco permanece no clima, com chuvas irregulares em diversos estados levando a uma preocupação recorrente em relação ao primeiro quadrimestre. “É bastante compreensível que os produtores optem pela retenção como estratégia recorrente”.

    “Por sua vez, o mercado ainda avalia a mudança de paridade no porto nesta semana, gerando estímulo adicional à alta dos preços domésticos”, comenta Iglesias.

   No Porto de Santos, na base de compra, o preço se manteve na semana (entre 19 e 26 de setembro) em R$ 39,00 a saca de 60 quilos. Em Campinas/CIF, a cotação do milho, na base de venda, passou de R$ 39,00 para R$ 40,50. Já na Mogiana paulista, mercado subiu de R$ 37,00 a saca para R$ 38,00 na venda.

   Em Rio Verde, Goiás, o preço na venda passou de R$ 31,00 para R$ 31,50 a saca. Já em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação seguiu em R$ 38,00 a saca na venda.

   Em Cascavel, no Paraná, o valor do milho subiu de R$ 35,00 para R$ 36,00 a saca na venda, e em Rondonópolis, Mato Grosso, preço se manteve em R$ 30,00 a saca na venda.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho registra cotações firmes com retenção de oferta no país

    Porto Alegre, 26 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho seguiu com cotações firmes nesta quinta-feira, de estáveis a mais altas. O mercado reflete uma oferta controlada por parte dos produtores. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o foco permanece no clima, com chuvas irregulares em diversos estados levando a uma preocupação recorrente em relação ao primeiro quadrimestre.

    Segundo Iglesias, neste cenário climático, “é bastante compreensível que os produtores optem pela retenção como estratégia recorrente”. Com o produtor segurando a oferta, as cotações pouco a pouco vão reagindo. “Por sua vez, o mercado ainda avalia a mudança de paridade no porto nesta semana, gerando estímulo adicional à alta dos preços domésticos”, comenta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 39,00/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,50/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pelas fracas vendas norte-americanas do grão, bem como pela retração nos preços do petróleo.

    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2019/20, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 494.000 toneladas na semana encerrada em 19 de setembro. México liderou as compras com 196.800 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,3 milhão de toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,72 1/2, baixa de 1,75 centavo de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,84 3/4 por bushel, recuo de 0,75 centavo de dólar, ou 0,19%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 4,1620 para venda e a R$ 4,1600 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1230 e a máxima de R$ 4,1670.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Plantio atinge 43% da área no Rio Grande do Sul – Emater

Porto Alegre, 26 de setembro de 2019 – O plantio de milho atinge 43% da área no Rio Grande do Sul. Na semana passada, os trabalhos atingiam 37%. Os trabalhos estão 1 ponto percentual adiantados na comparação com o mesmo período do ano passado, mas 1 ponto percentual abaixo da média histórica para o período.

   A estimativa da Emater/RS-Ascar para safra de milho 2019/20 do Rio Grande do Sul indica uma área de 771.578 hectares, um aumento de 1% em relação à safra anterior e uma produção estimada de 5.948.712 toneladas. Isso resulta em produtividade de 7.710 quilos por hectare. Segundo o zoneamento agroclimático para o milho, definido pela Portaria n 59, de 01/07/2019, o período de plantio ocorre entre o início de agosto e o final de janeiro. As regiões administrativas da Emater/RS-Ascar onde o plantio mais avançou na semana, de acordo com o zoneamento, são Santa Rosa, Frederico Westphalen, Ijuí, Soledade, Passo Fundo e Erechim.

Mercado (saca de 60 quilos)

   Segundo o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, a cotação média do milho para o Estado na semana foi de 32,95/sc., um acréscimo de +0,37% em relação à semana anterior. Na regional de Ijuí, o preço médio do milho foi de R$ 30,00 a R$ 32,04/sc; o produto disponível em Cruz Alta foi cotado a R$ 38,00/sc. Em Santa Rosa, o preço foi de R$ 31,08/sc. Na regional de Passo Fundo ficou em R$ 32,00/sc.; em Erechim de R$ 32,00 a R$ 33,00/sc. e em Frederico Westphalen, o milho foi comercializado a R$ 32,00/sc.

     As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO:Milho mantém firmeza com apreensão com clima e retenção do produtor

   Porto Alegre, 24 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve preços de estáveis a mais altos nesta terça-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado se manteve sustentado pela apreensão com a falta de chuvas no Brasil e retenção do milho por parte dos produtores, esperando por cotações melhores diante da questão climática.

    Além disso, observa Molinari, as fortes exportações brasileiras garantem suporte no mercado doméstico, com bom escoamento da oferta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,50/40,50 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 39,50/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 36,50/37,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,00/40,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,50/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mistos. As primeiras posições subiram e as demais fecharam no território negativo. O atraso na colheita norte-americana garantiu os ganhos dos contratos com vencimento mais próximos.

    A compra de 200 mil toneladas de milho americano pelo México ajudou na sustentação das cotações. Já as demais posições seguiram pressionadas por vendas técnicas e pela melhora nas condições das lavouras norte-americanas.

   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 22 de setembro, a área colhida estava em 7%. Em igual período do ano passado, o número era de 15%. A média para os últimos cinco anos é de 11%. Na semana anterior, o percentual era de 4 pontos.

    Segundo o USDA, até 22 de setembro, 57% estavam entre boas e excelentes condições, 30% em situação regular e 13% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 55%, 31% e 14%, respectivamente.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,74 3/4, alta de 1,50 centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,85 1/2 por bushel, ganho de 1,00 centavo de dólar, ou 0,32%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,04%, sendo negociado a R$ 4,1700 para venda e a R$ 4,1680 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1530 e a máxima de R$ 4,1850.

Line-up estima embarques de 6,104 milhões de t de milho em setembro

  Porto Alegre, 24 de setembro de 2019 – O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, indica um volume de 6,104 milhões de toneladas de milho em setembro, conforme levantamento realizado por SAFRAS & Mercado. Os volumes já embarcados superam 3,799 milhões de toneladas.

     Para outubro, o line-up prevê embarques de 2,159 milhões de toneladas. Para novembro, estão previstos embarques de 132 mil toneladas. De fevereiro a outubro de 2019, o line-up indica embarques de 28,003 milhões de toneladas.

     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Preços do milho sobem no Brasil com falta de chuvas

Porto Alegre, 23 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho abriu a semana com preços mais altos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a falta de chuvas em regiões produtoras do Brasil segue trazendo apreensão quanto à produção da nova temporada. “Os produtores estão sem pressa para vender e os preços começam a descolar dos níveis dos portos”, afirma.

   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 38,50/40,50 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 39,50/41,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,00/35,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,00/39,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00/42,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 36,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,50/31,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais altos. A umidade inesperada em regiões produtoras do Meio-Oeste dos Estados Unidos trouxe suporte ao cereal, que pode ter a qualidade afetada. O risco de geada no final de setembro não se confirmou, sendo o mês, inclusive, um dos mais quentes de que se tem registro. As informações são da Agência Dow Jones. 

   As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 223.993 toneladas na semana encerrada no dia 19 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido 423.129 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.353.382 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 1.129.132 toneladas, contra 3.077.810 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,73 1/4, alta de 2,50 centavos de dólar, ou 0,67%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,84 1/2 por bushel, ganho de 2,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,45%, sendo negociado a R$ 4,1720 para venda e a R$ 4,1700 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,1460 e a máxima de R$ 4,1860

MILHO: USDA aponta colheita em 7% nos Estados Unidos

    Porto Alegre, 23 de setembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 22 de setembro, a área colhida estava em 7%. Em igual período do ano passado, o número era de 15%. A média para os últimos cinco anos é de 11%. Na semana anterior, o percentual era de 4 pontos.

MILHO: 57% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

   Porto Alegre, 23 de setembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 22 de setembro, 57% estavam entre boas e excelentes condições, 30% em situação regular e 13% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 55%, 31% e 14%, respectivamente.

BIOCOMBUSTIVEIS: Etanol de milho cresce em ritmo acelerado

   Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 – As usinas que fazem etanol a partir de milho já existentes no país, aquelas que estão em implantação e os projetos de investimento já aprovados deverão ser capazes de garantir uma produção de 8 bilhões de litros do biocombustível na safra 2028/29, mas o volume poderá ser ainda maior caso se confirmem novos aportes que estão em discussão. Foi o que projetou ontem Henrique Ubrig, presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), durante a Nova cana Ethanol Conference, conforme noticiou o Valor Econômico.

   Segundo ele, em 2020 a produção do biocombustível já poderá alcançar 2 bilhões de litros, ante os 840 milhões de 2018. Para atingir a oferta prevista para 2028, calculou, a demanda das usinas para o milho deverá chegar a 20 milhões de toneladas. No ano passado, foram 2 milhões de toneladas do grão para a produção do biocombustível, e em 2020 Ubrig estima que a demanda dessas usinas pelo cereal já subirá a 6,2 milhões de toneladas.

   Conforme o dirigente, o maior desafio para o crescimento do etanol de milho recai sobre a matéria-prima para garantir a geração de eletricidade necessária para manter as indústrias rodando. Hoje, a principal biomassa que abastece as caldeiras das usinas existentes é o eucalipto, mas a disponibilidade de florestas onde as indústrias estão é baixa.

   Segundo Ubrig, as empresas já em atividade estão investindo em plantio de eucalipto em locais que chegam a distar 200 quilômetros das usinas. Para garantirem a oferta necessária, as empresas do ramo precisarão plantar ao menos 100 mil novos hectares de eucalipto. “Dependendo dessa evolução [dos investimentos], a área poderá chegar a 300 mil hectares”, disse.

    Mas esses investimentos levarão tempo para amadurecer. “As florestas estarão prontas em cinco ou seis anos. Será um período de dificuldade, mas logo mais teremos disponibilidade”. Nesse meio tempo, algumas usinas poderão ter que recorrer a outras biomassas, como bambu e torta de algodão, que têm alta disponibilidade em Mato Grosso e baixo valor agregado.

   A FS Bioenergia, da qual Ubrig é presidente do conselho, vai começar a testar o uso de bambu, que cresce mais rápido que o eucalipto. “Vamos ver. Pode ter algum problema com caldeira”. Outras usinas deverão ter que recorrer a florestas mais distantes. “Certamente haverá o ônus de buscar florestas longe, mas é por um período curto”, defendeu ele.

  Por outro lado, milho está longe de ser um problema. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Sérgio Bortolozzo, afirmou, no mesmo evento, que a produção do grão poderá passar de 101 milhões de toneladas, na safra 2018/19, para até 150 milhões em dez anos. Isso sem avançar em novas áreas, apenas com o aumento do cultivo da safrinha. “Dos 40 milhões de hectares de grãos hoje, usamos 12 milhões para a safrinha. Com melhor tecnologia, podemos plantar até 30 milhões de hectares só de segunda safra”.

Milho mantém cotações estáveis no país nesta quarta-feira

    Porto Alegre, 18 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve cotações estáveis nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, enquanto o exterior perde força para qualquer movimento mais agressivo de alta para o milho, o mercado interno passa a ter maior independência, ensaiando descolamento do ambiente externo. “Isto em função de que os embarques na exportação continuam muito fortes e esvaziando situações de ofertas regionais. Depois, a condição climática começa a ter a sua atenção geral para a safra 2019/20 e que atua no curto prazo nas decisões de venda pelo produtor e na formação do preço interno”, comenta.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 37,50/39,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 38,50/40,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,50/34,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 38,00/39,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 35,50/37,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,00/31,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais altos. O mercado foi sustentado por um movimento de cobertura de posições, bem como pela expectativa de maior demanda pelo grão estadunidense.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,71 1/4,  alta de 3,25 centavos de dólar, ou 0,88%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,82 1/2 por bushel, ganho de 2,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,63%, sendo negociado a R$ 4,1050 para venda e a R$ 4,1030 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0740 e a máxima de R$ 4,1150.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho mantém preços firmes no Brasil, com apreensão com clima

Porto Alegre, 17 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve preços firmes nesta terça-feira. Apesar da queda do milho na Bolsa de Chicago e do dólar fechando em baixa, as cotações no Brasil se sustentaram pela preocupação com o clima seco no Brasil. A questão climática começa a atingir de forma mais forte de forma geral e o mercado interno começa a ignorar os preços externos e no porto, observa o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.

   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 37,50/39,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 37,60/40,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,50/34,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 38,00/39,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 35,50/37,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 30,00/31,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 28,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços significativamente mais baixos. O mercado foi pressionado pelas condições das lavouras norte-americanas, que vieram melhores do que o esperado. A queda do trigo e a retração do petróleo colaboraram para a desvalorização. Essa foi a primeira queda em quatro sessões.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 15 de setembro, 55% estavam entre boas e excelentes condições, 31% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 55%, 31% e 14%, respectivamente. O mercado esperava índice de 54% das lavouras entre boas e excelentes condições.

   Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,68, baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,80 por bushel, recuo de 6,00 centavos de dólar, ou 1,55%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa de 0,26%, sendo negociado a R$ 4,0770 para venda e a R$ 4,0790 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0750 e a máxima de R$ 4,1190.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho mantém estabilidade no Brasil nesta quarta-feira

 Porto Alegre, 11 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve cotações estáveis nesta quarta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a paridade de exportação ainda dita o ritmo do mercado brasileiro no decorrer da semana. “De qualquer maneira, o fluxo de negócios até o momento é pouco representativo. Ainda há grande expectativa em relação ao Relatório de Oferta e Demanda que será divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ao longo da quinta-feira, fazendo com que os agentes que compõem o mercado recuem em suas posições”, avaliou.

   Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado apresentava “depressão” no início da semana. Mas, Chicago subiu repercutindo a piora das condições das lavouras, e houve “consequência direta em nova mudança da paridade de exportação”, afirmou.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 36,50/38,00 a saca. Em Santos,o preço girou em torno de R$ 37,00/38,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,50/33,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 35,00/36,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 37,00/38,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 28,00/30,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 27,00/29,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. Na véspera do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os agentes optaram por realizar parte dos lucros de ontem. A queda do petróleo e o clima favorável às lavouras americanas completaram o cenário negativo.

   A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais é de que a safra dos Estados Unidos em 2019/20 seja indicada em 13,614 bilhões de bushels, aquém dos 13,901 bilhões de bushels indicados em julho.

    Os estoques de passagem da safra 2019/20 dos Estados Unidos devem ser indicados em 1,965 bilhão de bushels, abaixo dos 1,981 bilhão de bushels indicados em julho. Os estoques finais de passagem da safra mundial 2019/20 devem ser apontados em 301,8 milhões de toneladas, aquém dos 307,7 indicados em julho.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,60, baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,41%, em relação ao fechamento anterior.

A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,72 1/4 por bushel, perda de 2,25 centavos de dólar, ou 0,60%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa 0,78%, sendo negociado a R$ 4,0650 para venda e a R$ 4,0630 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0530 e a máxima de R$ 4,0940.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho tem alta acentuada em Chicago e preços avançam no Brasil

   Porto Alegre, 10 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta terça-feira. A forte valorização do milho na Bolsa de Chicago garantiu sustentação às cotações nos portos e, por consequência, pela paridade de exportação, também internamente ao produtor.

   Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado apresentava “depressão” no início da semana. Mas, Chicago subiu repercutindo a piora das condições das lavouras, e houve “consequência direta em nova mudança da paridade de exportação”, afirmou.

   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 36,50/38,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 37,00/38,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,50/33,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 35,00/36,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 37,00/38,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 28,00/30,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 27,00/29,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pelo indicativo de piora nas condições das lavouras norte-americanas de milho, avaliando também as novas vendas do país ao México. Os preços se recuperaram dos piores níveis em quatro meses. A expectativa por corte na safra dos Estados Unidos no relatório de oferta e demanda do USDA também atuou positivamente.

   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 8 de setembro, 55% estavam entre boas e excelentes condições, 31% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 58%, 29% e 13%, respectivamente. O mercado esperava índice de 58% das lavouras entre boas e excelentes condições. 

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 278.200 toneladas de milho ao México, para entrega na temporada 2019/20.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,61 1/2, alta de 7,25 centavos de dólar, ou 2,04%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,74 1/2 por bushel, ganho de 7,25 centavos de dólar, ou 1,97%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com baixa 0,04%, sendo negociado a R$ 4,0970 para venda e a R$ 4,0950 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0890 e a máxima de R$ 4,1310.

MILHO: 55% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

    Porto Alegre, 9 de setembro de 2019 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 8 de setembro, 55% estavam entre boas e excelentes condições, 31% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 58%, 29% e 13%, respectivamente. O mercado esperava índice de 58% das lavouras entre boas e excelentes condições. 

MERCADO: Milho inicia semana com estabilidade e lentidão nos negócios

Porto Alegre, 09 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho abriu a semana com estabilidade nas cotações. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as negociações ainda se deparam com morosidade. “O mercado ainda assimila as mudanças na paridade de exportação, com atuação bastante comedida, tanto de produtores quanto de consumidores”, afirmou.

   Iglesias indica que é importante ressaltar que a expectativa em torno do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) do dia 12 é grande. “Isso sem dúvida impactará na tomada de decisão”, de compradores e vendedores, indica O analista.

   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 36,00/38,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 36,00/38,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 34,00/35,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 36,50/37,50 a saca.

   No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 28,00/30,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 27,00/29,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços predominantemente mais baixos. As posições com entrega mais próximas foram pressionadas pelo indicativo de clima mais favorável às lavouras nos Estados Unidos. Um movimento de cobertura de posições e compras técnicas, aliado à expectativa de um corte na projeção de produtividade norte-americana, sustentou as últimas posições. Na quinta-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulga seu relatório mensal de oferta e demanda.

   As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 590.013 toneladas na semana encerrada no dia 5 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 500 mil toneladas. Na semana anterior, haviam atingido 357.784 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 783.495 toneladas.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,54 1/4, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,35%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,67 1/4 por bushel, baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,44%, sendo negociado a R$ 4,0990 para venda e a R$ 4,0970 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,0480 e a máxima de R$ 4,1040.

Milho manteve calmaria e preços fracos nesta quinta

   Porto Alegre, 05 de setembro de 2019 – O mercado brasileiro de milho registrou preços de estáveis a mais baixos nesta quinta-feira. As cotações seguem fracas diante da paridade de exportação. As recentes quedas na Bolsa de Chicago e o dólar mais fraco na semana pressionaram as bases nos últimos dias. “A mudança da paridade de exportação ao longo da semana esfriou o mercado brasileiro de milho. Com a queda das indicações nos portos já é verificada movimentação similar por parte dos consumidores no ambiente interno”, aponta o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 36,00/38,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 36,50/39,50 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,50/33,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 34,00/35,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 36,50/37,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/36,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 28,00/30,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 27,00/29,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mistos. As primeiras posições do mercado foram sustentadas pelo indicativo de uma retomada das conversas entre Estados Unidos e China em outubro visando um acordo comercial. A boa alta nos preços do petróleo também soa positiva aos preços, além das preocupações com o nos Estados Unidos.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro de 2019 fecharam a US$ 3,58 3/4, alta de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/20 de 2019 fechou a US$ 3,71 3/4 por bushel, estável em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

   O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 4,1080 para a compra e a R$ 4,1100 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 4,1100 e a mínima de R$ 4,0700.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Turbulência do mercado aumenta com acirramento de EUA-China – SAFRAS

   Porto Alegre, 23 de agosto de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado financeiro internacional se tornou ainda mais turbulento com o acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China

– A China vai adotar tarifas de importação ao equivalente a US$ 75 bilhões em produtos dos Estados Unidos para retaliar a decisão do governo dos Estados Unidos de sobretaxar cerca de US$ 300 bilhões em produtos chineses a partir de setembro

– Os contratos de milho, em especial, são menos afetados por esse quadro, uma vez que a China não participa ativamente deste mercado

– O Crop Tour, do grupo Pro Farmer, segue em andamento, mantendo em foco a discussão sobre a produtividade média no Meio Oeste norte-americano

– Para Minnesota, o rendimento médio estimado para este ano foi de 170,37 bushels por acre contra os 173,00 bushels por acre projetados pelo USDA no último relatório de Oferta e Demanda. Para Iowa, a produtividade média do milho foi estimada em 182,83 bushels por acre contra os 191,00 bushels por acre do USDA.

– No mercado doméstico, a paridade de exportação ainda dita o ritmo das negociações domésticas. A movimentação cambial é o grande ponto de suporte no momento, impedindo que as cotações no porto cedam de maneira agressiva

– O fato é que a paridade cambial voltou a superar a marca de R$ 4,13 por dólar. Basicamente, o mercado reage com o acirramento das tensões entre EUA e

China

– As indicações nos portos foram posicionadas entre R$ 36/37 no decorrer da sexta-feira

– De qualquer maneira, as indicações vigentes não desencadeiam bom ritmo de negócios

– Os problemas de armazenamento seguem recorrentes no Centro-Oeste, ênfase para Goiás e Mato Grosso. 

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS