MERCADO: Milho apresenta preços mais altos no Brasil nesta terça-feira

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
voltou a se deparar com preços em alta no decorrer do dia. A demanda está
aquecida enquanto cerealistas e cooperativas seguem travando a
comercialização. As chuvas ainda comprometem o trabalho de colheita da safra
de verão e o plantio da safrinha. Essa situação aumenta a apreensão sobre o
segundo semestre, destaca o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 33,00/33,50 a
saca de 60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 29,00/30,00 a saca em
Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 33,50 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 36,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 32,50/33,50 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 32,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
27,00/28,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 22,00 a saca
em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços em
baixa. Em sessão volátil, o mercado operava com ganhos mais cedo, em meio às
preocupações com a seca em regiões produtoras da Argentina. Depois perdeu
força e passou a cair, refletindo as fracas inspeções de exportação dos
Estados Unidos.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 938.099
toneladas na semana encerrada no dia 15 de fevereiro, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 846.108 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 1.181.973 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 16.644.605
toneladas, contra 24.449.896 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,65 1/2, baixa
de 2,00 centavos de dólar, ou -0,54%, em relação ao fechamento anterior. A
posição maio de 2018 fechou a US$ 3,73 3/4 por bushel, recuo de -1,25 centavo
de dólar, ou -0,33%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,61%, cotado a R$
3,2540 para compra e a R$ 3,2560 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2410 e a máxima de R$ 3,2580.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR MILHO: Mercado deve manter preços firmes no Brasil

Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
deve manter preços firmes nesta terça-feira, em meio à dificuldade dos
consumidores na aquisição do cereal. Além do fato dos produtores estarem
focados na colheita da soja, o clima chuvoso também prejudica o ingresso de
novas ofertas de milho verão no mercado, prejudicando o ritmo de negócios. No
cenário internacional a Bolsa de Chicago retoma os negócios em alta após o
feriado nos Estados Unidos.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março/18 chegaram ao intervalo cotados a
US$ 3,69 por bushel, alta de 1,50 centavo em relação ao fechamento anterior.

* O mercado busca suporte no clima seco registrado em áreas produtoras de
milho da Argentina, o que prejudica o desenvolvimento das lavouras.

* Na sexta-feira (16), os contratos de milho com entrega em março fecharam a
US$ 3,67 1/2, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou -0,06%, em relação ao
fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta de 0,52%, cotado a R$ 3,253.

* O dólar comercial abriu em alta frente ao real influenciado pelo
comportamento no exterior, onde a moeda aprecia frente às principais divisas. O
leilão de títulos do governo norte-americano contribui para a pressão
altista na divisa estrangeira.

* Aqui, o mercado digere o anúncio do governo federal de que a tramitação da
reforma da Previdência no Congresso está suspensa, já que há insegurança
jurídica para discutir a matéria com a intervenção federal na segurança
pública no Rio de Janeiro, que deve ser aprovada hoje pelo Senado.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em baixa. Xangai, não operou por feriado.
Tóquio, -1,01%.

* As bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,16%. Frankfurt, +0,11%. Londres,
-0,23%.

* O petróleo opera em alta. Abril do WTI em NY: US$ 61,68 barril (+0,21%).

* O dólar opera em alta. Euro, +0,66%, iene, +0,67%; libra-esterlina, +0,19%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes nesta segunda-feira,
com ritmo muito lento nos negócios. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias, os produtores e cooperativas ainda apostam na
retenção como estratégia recorrente, focando na colheita e no escoamento da
soja. “Importante ressaltar que os trabalhos de colheita são prejudicados
pelas chuvas que atingem o Centro-Norte do país. Consumidores seguem ativos
buscando a melhor composição possível para seus estoques”.

* Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,00/33,00 a
saca de 60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 29,00/30,00 a saca em
Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 32,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 36,00.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 32,00/33,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 30,00/31,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a
saca em Rondonópolis.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho registra preços firmes em quase todas as regiões do Brasil

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços firmes, de estáveis a mais altos em quase todas as regiões.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado volta do
feriado com maior procura e pouca disposição dos produtores em vender, o que
garante sustentação às cotações.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,00/33,00 a
saca de 60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 29,00/30,00 a saca em
Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 32,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 35,50/36,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 31,00/32,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 30,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 26,50,
em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a saca em
Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
levemente mais altos. Em sessão marcada por volatilidade, o mercado fechou em
leve alta, sustentado pela boa demanda para o cereal norte-americano.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2017/18, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 1.974.500 toneladas
na semana encerrada 8 de fevereiro. O número ficou 12% superior ao da semana
anterior e 14% acima da média em quatro semanas.

Para a temporada 2018/19, foram mais 97.500 toneladas. Analistas esperavam
de 1 milhão a 2,05 milhões de toneladas, somando as duas temporadas. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,67 3/4, alta
de 0,50 centavo de dólar, ou +0,13%, em relação ao fechamento anterior. A
posição maio de 2018 fechou a US$ 3,75 1/2 por bushel, ganho de 0,75 centavo
de dólar, ou +0,20%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,24%, cotado a R$
3,2340 para compra e a R$ 3,2360 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,1990 e a máxima de R$ 3,2410.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Colheita atinge 32% e fica dentro da média no RS – Emater

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – A colheita do milho segue de modo
normal na parte Norte do Rio Grande do Sul, onde a lavouras se encontram em
estágio mais adiantado. Como um todo, o percentual de produto colhido atinge
32% das lavouras plantadas nesta safra, ficando dentro da média para o
período.

Na região administrativa de Santa Rosa, importante produtora do grão e
que tradicionalmente começa a colheita da safra, o percentual chega a 72%.
Nessa região, conforme informações dos técnicos locais, a produtividade
média das lavouras sem irrigação gira ao redor dos sete mil kg/ha; já as
irrigadas alcançam pouco mais de 10 mil quilos.

Ao Leste, na região de Ijuí, o percentual é semelhante, embora a área
total seja inferior à primeira. Nessa os rendimentos médios superam os oito
mil quilos. Tendo em vista a inconstância das chuvas ao longo do ciclo dessas
lavouras, esses rendimentos podem ser considerados excelentes. Porém,
infelizmente, as lavouras situadas ao Sul não deverão se aproximar desses
patamares, influenciando de modo negativo a média geral para o RS.

As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

MILHO: Safra catarinense terá redução de 20,4% – Epagri/Cepa

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – Nova estimativa prevê redução de
20,4% na safra catarinense de milho grão. A combinação de estiagem e
redução da área plantada trará uma queda na produção e a colheita deve
fechar em 2,4 milhões de toneladas em 2018. Os números foram divulgados nesta
quinta-feira, no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento
Agrícola (Epagri/Cepa).

Os períodos de estiagem, principalmente em setembro e dezembro de 2017,
comprometeram a produtividade das lavouras de milho catarinenses. Se na última
safra os produtores colheram em média 8,6 toneladas/hectare, este ano o número
deve ficar em 8 toneladas/hectare, uma queda de 7,14%.

A área plantada para o milho grão também será menor este ano, serão
310 mil hectares (14,3% a menos do que na última safra). Os principais
concorrentes do milho grão são o milho silagem e a soja, que vêm ganhando
cada vez mais espaço no meio rural.

Esses dois fatores fazem com que as projeções para a safra 2017/18 de
milho não sejam otimistas. Com 643 mil toneladas a menos de milho grão, Santa
Catarina pensa em alternativas para suprir as cadeias produtivas de carnes.
Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, uma das
opções é criar uma rota para que o milho venha do Paraguai, com preços mais
competitivos do que aquele vindo do Centro Oeste brasileiro.

A colheita menor tem impacto direto no setor produtivo de carnes em Santa
Catarina. Como maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de
aves, o estado consome em média seis milhões de toneladas de milho todos os
anos.

O acompanhamento de safra tem como referência a situação da colheita em
fevereiro.

Panorama Regional:

Região Oeste

Nas regiões de Chapecó, Xanxerê e Concordia, até o dia 15 de fevereiro
mais de 90% das lavouras se encontram em fase de maturação final e em torno
de 10% da área plantada está colhida. Os relatos indicam uma safra normal que,
devido as irregularidades das chuvas em alguns períodos (setembro e início de
dezembro 2017), não deverá repetir os excelentes resultados da safra anterior.

Regiões de Joaçaba, Campos Novos, Curitibanos, Caçador

Nestas regiões, em função da ocorrência de período sem chuvas em
setembro e na primeira quinzena de dezembro/17, as estimativas são de redução
de rendimento entre 10 e 15%.

Campos de Lages

As condições normais de umidade do solo sugerem safra com bom rendimento.

Região Norte

As lavouras nesta região estão com bom desenvolvimento e deverão
apresentar bom potencial produtivo.

Alto Vale do Itajaí

Até o momento 45% das lavouras estão colhidas, o rendimento médio é de
7 toneladas por hectare.

As informações partem da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado
da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR MILHO: Produtor retraído deve manter comercialização calma no Brasil

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
deve registrar mais um dia de comercialização calma. O produtor segue focado
na colheita da soja, deixando os negócios com o cereal em segundo plano. No
cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera com preços de estáveis a
levemente mais altos, no aguardo do relatório de vendas líquidas
norte-americanas de milho.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com alta de 0,06% para o
contrato março/18, cotada a US$ 3,67 1/2 por bushel.

* O mercado opera próximo à estabilidade, no aguardo do relatório das vendas
líquidas norte-americanas de milho, que será divulgado hoje pelo Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos.

* Ontem (14), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,67
1/4, alta de 0,50 centavo de dólar, ou +0,13%, em relação ao fechamento
anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com recuo de 0,21%, cotado a R$ 3,221.

* Após a forte desvalorização no fechamento de ontem (-2,27%), o dólar abriu
a sessão mais uma vez enfraquecido seguindo o mercado externo, onde a moeda
perde força ante as principais moedas pares e as emergentes em um movimento
de correção global após os ganhos da divisa estrangeira na semana passada.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em alta. Xangai, não operou por feriado. Tóquio,
+1,47%.

* As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,39%. Frankfurt, +0,72%.
Londres, +0,43%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 60,46 barril (-0,23%).

* O dólar opera em queda. Euro, -0,25%, iene, -0,36%; libra-esterlina, -0,49%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho registrou preços estáveis predominantemente
nesta quarta-feira. Houve apenas declínio no Porto, diante da queda do dólar.
Em São Paulo, mercado seguiu bem firme com oferta limitada.

* Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,00 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 28,50/30,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 32,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 35,50.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 31,00/32,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 30,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 26,00,
em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a saca em
Rondonópolis.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem predomínio de preços estáveis no Brasil

Porto Alegre, 14 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços estáveis predominantemente nesta quarta-feira. Houve apenas
declínio no Porto, diante da queda do dólar. Em São Paulo, mercado seguiu bem
firme com oferta limitada.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,00 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 28,50/30,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 32,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 35,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 31,00/32,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 30,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 26,00,
em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a saca em
Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
levemente mais altos. O mercado reverteu as perdas registradas mais cedo em
meio às preocupações com o clima seco na Argentina, que prejudica as lavouras
de milho daquele país. Os sinais de fortalecimento na demanda para o cereal
norte-americano também favoreceram os ganhos.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 123.000 toneladas de milho
para destinos não revelados, com entrega na temporada 2017/18.

Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,67 1/4, alta
de 0,50 centavo de dólar, ou +0,13%, em relação ao fechamento anterior. A
posição maio de 2018 fechou a US$ 3,74 3/4 por bushel, ganho de 0,50 centavo
de dólar, ou +0,13%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 2,27%, cotado a R$
3,2260 para compra e a R$ 3,2280 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2210 e a máxima de R$ 3,2980.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA reduz estoque final mundial em 2017/18 para 203,9 milhões de t

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – O relatório de fevereiro de oferta
e demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos,
divulgado hoje apresentou alterações para os números para a safra mundial
2017/18.

A safra global 2017/18 foi estimada em 1.041,73 milhão de toneladas, ante
os 1.044,56 milhão de toneladas apontados em janeiro. Os estoques finais da
safra mundial 2017/18 foram projetados em 203,09 milhões de toneladas, abaixo
das 206,57 milhões de toneladas apontadas no mês passado e aquém das 204,3
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra americana foi mantida em 370,96 milhões de toneladas. A estimativa
de safra brasileira foi apontada em 95 milhões de toneladas, sem alterações.
A China deverá produzir 215,89 milhões de toneladas, mesmo número indicado
em janeiro. A Ucrânia teve sua projeção de safra reduzida de 25 milhões de
toneladas para 24,12 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve
atingir 39 milhões de toneladas, abaixo das 42 milhões de toneladas apontadas
no mês passado. A África do Sul teve a safra apontada em 12,5 milhões de
toneladas, sem mudanças.

Arno Baasch (arnoo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA reduz estoque final dos EUA em 2017/18 para 2,352 bi de bu

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – O relatório de fevereiro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado hoje,
apresentou algumas alterações frente aos números estimados no mês passado.

Os estoques finais de passagem foram estimados em 2,352 bilhões de
bushels, ante os 2,477 bilhões do relatório passado, enquanto o mercado
trabalhava com estoques de 2,467 bilhões de bushels. As exportações foram
indicadas em 2,050 bilhões de bushels, acima dos 1,925 bilhão de bushels
previstos em janeiro. O uso de milho para a produção de etanol foi mantido em
5,525 bilhões de bushels.

O USDA previu que safra 2017/18 americana deve atingir 14,604 bilhões de
bushels, mesmo volume do mês passado. A produtividade média foi mantida em
176,6 bushels por acre. A área a ser plantada foi estimada em 90,2 milhões de
acres e a área a ser colhida em 82,7 milhões de acres.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR MILHO: Mercado deve seguir lento, atento ao relatório do USDA

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho deve
registrar movimentação limitada nos negócios nesta quinta-feira, quando as
atenções se voltam ao relatório de oferta e demanda de fevereiro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Hoje pela manhã, a Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab) projetou um corte na estimativa de safra
brasileira. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em alta,
estendendo os ganhos da última sessão.

CONAB

* A safra brasileira de milho deverá totalizar 88,006 milhões de toneladas na
temporada 2017/18, recuando 10,1% sobre a produção da temporada anterior, de
97,843 milhões de toneladas. A previsão faz parte do quinto levantamento para
a safra brasileira de grãos, divulgado nesta manhã pela Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab). No levantamento anterior, o número era de 92,347
milhões de toneladas.

* A área total cultivada está estimada em 16,425 milhões de hectares, com
retração de 6,6% sobre o ano anterior. A Conab trabalha com produtividade
média de 5.358 quilos por hectare, com perda de 3,7% sobre a temporada
anterior.

* A primeira safra brasileira tem projeção de 24,745 milhões de toneladas,
com retração de 18,8% sobre as 30,462 milhões de toneladas produzidas no ano
passado. A Conab estima área de 4,992 milhões de hectares, baixa de 8,9%. A
produtividade deverá cair 10,8%, passando de 5.556 quilos por hectare para
4.956 quilos.

* A segunda safra, ou safrinha, deverá totalizar 63,621 milhões de toneladas,
com perda de 6,1% sobre a temporada anterior. A área está estimada em 11,433
milhões de hectares, queda de 5,6%. Já a produtividade deve cair 0,6% para
5.533 quilos.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com alta de 0,06% para o
contrato março/18, cotada a US$ 3,65 1/2 por bushel.

* O mercado busca suporte na boa demanda para o cereal norte-americano, na
espera também do relatório de fevereiro de oferta e demanda do Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado hoje.

* A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais é
que os estoques de passagem da safra 2017/18 dos Estados Unidos sejam
apontados em 2,467 bilhões de bushels, abaixo dos 2,477 bilhões de bushels
estimados no relatório de janeiro. Na temporada anterior os estoques atingiram
2,293 bilhões de bushels.

* Para a safra global 2017/18 a expectativa é de que os estoques sejam
indicados em 204,3 milhões de toneladas, abaixo das 206,6 milhões de toneladas
indicadas em janeiro.

* Analistas e traders estimam que a safra 2017/18 do Brasil seja apontada em
93,5 milhões de toneladas, aquém das 95 milhões de toneladas previstas em
janeiro. Na temporada anterior, a safra brasileira ficou em 98,5 milhões de
toneladas.

* O USDA estima que a safra 2017/18 da Argentina possa alcançar 40,5 milhões
de toneladas, abaixo das 42 milhões de toneladas apontadas no relatório do
mês passado. Na safra passada, a Argentina colheu 41 milhões de toneladas.

* Ontem (7), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,65
1/4, alta de 1,75 centavo de dólar, ou +0,48%, em relação ao fechamento
anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,12% neste momento, cotado a R$ 3,273.

* O dólar comercial opera em queda, pressionado pela inflação menor que a
esperada em janeiro e pelo declínio da moeda norte-americana em relação a
moedas de países emergentes.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam mistas. Xangai, -1,44%. Tóquio, +1,13%.

* As bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -0,76%. Frankfurt, -0,11%.
Londres, -0,78%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 61,15 barril (-1,03%).

* O dólar opera misto. Euro, +0,08%, iene, +0,25%; libra-esterlina, -0,86%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho registrou preços mais altos nesta quarta-feira,
com a oferta mais reduzida. A colheita da soja vai avançando, o milho vai
sendo um pouco deixado de lado, os fretes vão subindo, e a oferta menor garante
firmeza as cotações, como indica o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo
Molinari.

* Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,50 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 28,00/30,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 30,00/32,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 35,50.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 31,00/32,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 29,00/30,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a saca
em Rondonópolis.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

GRÃOS: Safra 2017/18 do Brasil deve atingir 225,6 milhões de t – Conab

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2018 – De acordo com o 5 Levantamento
da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos da safra 2017/2018
pode chegar a 225,6 milhões de toneladas. Mesmo com um recuo de 5,1% em
relação à safra passada, que foi a maior de toda a história (237,7 milhões
de t), a safra deste ano deve ficar em segundo lugar, apresentando números
significativos em relação à série histórica de grãos.

Com um crescimento de mais de 0,2%, a área total ultrapassou os 61
milhões de hectares. Entre as culturas, a preferência do produtor segue pelo
milho e a soja que representam quase 88% dos grãos produzidos no país. No
caso da soja, houve uma queda de 2,2% na produção, ficando em 111,6 milhões
de toneladas contra 114,1 milhões/t do último período. Já para o milho total,
a expectativa é de redução de 10,1%, passando de 97,8 milhões para 88
milhões de toneladas. A primeira safra pode ficar em 24,7 milhões de t,
enquanto a do milho segunda safra revela uma possível produção de até 63,3
milhões de toneladas.

O estudo mostra ainda que o cenário mais favorável foi do algodão, com
aumento de 17% na produção da pluma, totalizando 1,79 milhão de toneladas e
1,1 milhão de hectares, com elevação de 17,4% na área. Este aumento, junto
com o da soja, favoreceu a ampliação da área total plantada. Com maior
liquidez e possibilidade de melhor rentabilidade frente a outras culturas, a
leguminosa tende a elevar-se a uma média de 3,3%, podendo alcançar 35
milhões de hectares.

No quesito produtividade, a soja aponta para uma queda, sendo estimada em
de 3.185 kg/hectare contra 3.364 da safra anterior. Uma vez que as culturas
estão ainda em fase inicial de colheita, os números divulgados têm como base
os rendimentos apurados nas pesquisas de campo com o acompanhamento
agrometeorológico e espectral realizado pela Companhia. A pesquisa foi feita
nos principais centros produtores de grãos no país, entre os dias 21 e 27 de
janeiro. As informações são da assessoria de imprensa da Conab.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem quarta de preços firmes com oferta reduzida

Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços mais altos nesta quarta-feira, com a oferta mais reduzida. A
colheita da soja vai avançando, o milho vai sendo um pouco deixado de lado, os
fretes vão subindo, e a oferta menor garante firmeza as cotações, como indica
o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.

Nos portos de Paranaguá e Santos, os preços ficaram em R$ 32,50 a saca de
60 quilos. No Paraná, a cotação ficou em R$ 28,00/30,00 a saca em Cascavel.
Em São Paulo, o preço esteve em R$ 30,00/32,00 a saca na Mogiana. Em
Campinas CIF, preço de R$ 35,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 31,00/32,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 29,00/30,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 17,00/20,00 a saca
em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado foi sustentado pela expectativa para o relatório de
oferta e demanda de fevereiro do Departamento de Agricultura do País (USDA),
que será divulgado amanhã.

As preocupações com o clima seco na Argentina e os sinais de boa demanda
para o milho norte-americano completam o quadro positivo.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que os estoques de passagem da safra 2017/18 dos Estados Unidos sejam
apontados em 2,467 bilhões de bushels, abaixo dos 2,477 bilhões de bushels
estimados no relatório de janeiro. Para a safra global 2017/18 a expectativa é
de que os estoques sejam indicados em 204,3 milhões de toneladas, abaixo das
206,6 milhões de toneladas indicadas em janeiro.

A expectativa é de a safra 2017/18 do Brasil seja apontada em 93,5
milhões de toneladas, aquém das 95 milhões de toneladas previstas em janeiro.
O USDA estima que a safra 2017/18 da Argentina possa alcançar 40,5 milhões de
toneladas, abaixo das 42 milhões de toneladas apontadas no relatório do mês
passado.

Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,65 1/4, alta
de 1,75 centavo de dólar, ou +0,48%, em relação ao fechamento anterior. A
posição maio de 2018 fechou a US$ 3,72 3/4 por bushel, ganho de 1,50 centavo
de dólar, ou +0,4, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,92%, cotado a R$
3,2750 para compra e a R$ 3,2770 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,2390 e a máxima de R$ 3,2830.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Brasil deve produzir 92 milhões de t na safra 2017/18 – USDA

Porto Alegre, 6 de fevereiro de 2018 – O Brasil deverá produzir 92
milhões de toneladas de milho na safra 2017/18, que inicia em março, segundo
informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos (USDA). O volume é inferior às 95 milhões de toneladas
previstas nas estatísticas oficiais do Departamento e está aquém também das
98 milhões de toneladas registradas na temporada 2016/17.

A área a ser colhida deve ficar em 17 milhões de hectares de milho,
abaixo dos 17,6 milhões de hectares registrados na temporada anterior (2016/17)
e aquém dos 17,7 milhões de hectares indicados oficialmente pelo USDA.

O consumo previsto pelos adidos é similar ao das estatísticas oficiais do
USDA, estimado em 61,5 milhões de toneladas de milho. O volume fica acima
das 60,5 milhões de toneladas demandadas na safra 2016/17.

As exportações de milho da Argentina foram previstas em 34 milhões de
toneladas na temporada 2017/18, mesmo volume oficialmente previsto pelo USDA
e similar ao embarcado na safra 2016/17.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Colheita da 1a safra 17/18 atinge 1% da área no PR – Deral

Porto Alegre, 6 de fevereiro de 2018 – O Departamento de Economia Rural
(Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do
Paraná (SEAB), estimou, em seu relatório semanal, que a colheita da 1a safra
2017/18 de milho do estado iniciou e atinge 1% da área cultivada de 333,153 mil
hectares, que deve ficar 33% abaixo dos 513,627 mil hectares cultivados na
safra 2016/17.

Segundo o Deral, 84% das lavouras de milho 1a safra 2017/18 do estado
estão em boas condições, 15% em condições médias e 1% ruins. As lavouras
se dividem entre as fases de floração (7%), frutificação (69%) e maturação
(24%).

O Departamento informa que a produção da 1a safra de milho em 2017/18
pode atingir 2,985 milhões de toneladas, 39% abaixo das 4,926 milhões de
toneladas na safra anterior. A produtividade média foi estimada em 8.961 quilos
por hectare, 8% abaixo dos 9.591 quilos registrados na última safra.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA deve cortar previsão de estoques dos EUA em 2017/18

Porto Alegre, 6 de fevereiro de 2018 – O Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) divulga o relatório de oferta e demanda de fevereiro
nesta quinta-feira (8), a partir das 15h (horário de Brasília) e deverá
cortar a projeção de estoques finais de passagem da safra dos Estados Unidos
2017/18 frente aos números indicados no mês passado.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que os estoques de passagem da safra 2017/18 dos Estados Unidos sejam
apontados em 2,467 bilhões de bushels, abaixo dos 2,477 bilhões de bushels
estimados no relatório de janeiro. Na temporada anterior os estoques atingiram
2,293 bilhões de bushels.

Mundo

Para a temporada 2017/18 a expectativa é de que os estoques globais sejam
indicados em 204,3 milhões de toneladas, abaixo das 206,6 milhões de toneladas
indicadas em janeiro.

Analistas e traders estimam que a safra 2017/18 do Brasil seja apontada em
93,5 milhões de toneladas, aquém das 95 milhões de toneladas previstas em
janeiro. Na temporada anterior, a safra brasileira ficou em 98,5 milhões de
toneladas.

O USDA estima que a safra 2017/18 da Argentina possa alcançar 40,5
milhões de toneladas, abaixo das 42 milhões de toneladas apontadas no
relatório do mês passado. Na safra passada, a Argentina colheu 41 milhões de
toneladas.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Colheita de verão 2017/18 atinge 10,2% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2018 – A colheita da safra de verão
2016/17 no Brasil de milho atingia 10,2% da área estimada de 3,828 milhões de
hectares na sexta-feira (2), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

Os trabalhos atingem 28% da área no Rio Grande do Sul, 9% em Santa
Catarina e em São Paulo e 2% no Paraná.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 8,9% da área estimada
de 5,295 milhões de hectares. Veja mais detalhes na tabela em anexo, abaixo.

=============================================================
MILHO - SITUAÇÃO DA COLHEITA - SAFRA 17/18 - VERÃO - BRASIL
- Em % -
-------------------------------------------------------------
ESTADOS             Área estimada          % Colhida - 02/fev
                  2016/17     2017/18       2016/17   2017/18
R. G. do Sul        1.330       1.060          26        28
S. Catarina           706         608           8         9
Paraná                800         459           5         2
São Paulo             528         332           5         9
Mato G. do Sul         82          21           0         0
Goiás/DF              546         279           0,5       0
Minas Gerais        1.083         957           0,2       0
Mato Grosso           189          76           0         0
Centro-Sul          5.295       3.828           8,9      10,2
FONTE: Safras & Mercado
(*) mil hectares
=============================================================
 

MILHO: Plantio da safrinha 2018 atinge 9,9% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2018 – O plantio da segunda safra de milho
ou safrinha 2018 no Brasil atingia 9,9% da área estimada de 10,828 milhões de
hectares na sexta-feira (2), segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

Os trabalhos atingem 19% da área no Mato Grosso, estimada em 4,289
milhões de hectares, 6% em Mato Grosso do Sul, que deve cultivar 1,607 milhão
de hectares, 5% no Paraná, que deve plantar 2,376 milhões de hectares, 2% em
Goiás, que espera cultivar 1,619 milhão de hectares e 1% em São Paulo, que
tem área estimada de 511 mil hectares.

No mesmo período do ano passado, os trabalhos de plantio estavam mais
rápidos e haviam sido concluídos em 20,4% da área estimada de 11,491 milhões
de hectares. Veja mais detalhes abaixo.

=========================================================
MILHO - SITUAÇÃO DO PLANTIO - SAFRINHA 18 - BRASIL
 - Em % -
---------------------------------------------------------
ESTADOS           Área estimada       % Plantado - 02/fev
                 2017      2018           2017       2018
Paraná          2.517     2.376           14          5
São Paulo         502       511            2          1
Mato G. do Sul  1.680     1.607           11          6
Goiás           1.749     1.619            7          2
Mato Grosso     4.497     4.289           37         19
Minas Gerais      544       427            1          0
Centro-Sul     11.491    10.828           20,4        9,9
 
FONTE: Safras & Mercado
(*) mil hectares
=========================================================

MONITOR MILHO: Maior interesse comprador pode movimentar preços no Brasil

Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho pode
iniciar a semana com alguma movimentação nos preços, em meio ao maior
interesse dos consumidores, que tentam formar estoques se antevendo à
tradicional lentidão nos negócios durante o Carnaval. No cenário
internacional, a Bolsa de Chicago opera em queda, estendendo as perdas da
última sessão.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com baixa de 1,03% para o
contrato março/18, cotada a US$ 3,57 3/4 por bushel.

* O mercado é pressionado pela alta do dólar frente a outras moedas correntes,
bem como pela retração nos preços do petróleo.

* A previsão de clima mais ameno na Argentina também contribui negativamente.

* Na sexta-feira (2), os contratos de milho com entrega em março fecharam a
US$3,61 1/2, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou -0,06%, em relação ao
fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta de 0,49% neste momento, cotado a R$ 3,231.

* O dólar começou a semana ampliando a alta em relação ao real, com os
investidores ainda ecoando os números robustos sobre o mercado de trabalho nos
Estados Unidos, que elevaram os receios quanto ao processo de aumento dos
juros norte-americanos neste ano.

* Além disso, a volta aos trabalhos no Congresso, em meio às incertezas em
relação à votação da reforma da Previdência, também redobra a cautela.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam mistas. Xangai, +0,73%. Tóquio, -2,55%.

* As bolsas na Europa operam em baixa. Paris, -1,40%. Frankfurt, -0,99%.
Londres, -1,30%.

* O petróleo opera em baixa. Março do WTI em NY: US$ 64,76 barril (-1,05%).

* O dólar opera em misto. Euro, +0,14%, iene,-0,36%; libra-esterlina, +0,59%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho teve preços entre estáveis a mais altos nesta
sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias, a finalização da semana foi de extrema lentidão no mercado.

* “Os produtores e cooperativas ainda apostam na retenção como estratégia
recorrente. Enquanto isso, os consumidores buscam a melhor composição
possível de seus estoques antes do Carnaval, período que historicamente é
marcado por uma comercialização extremamente lenta”, disse Iglesias.

* No porto de Paranaguá, a cotação ficou em R$ 30,00/31,50 a saca de 60
quilos. No Porto de Santos, preço entre R$ 31,50 a R$ 32,50. No Paraná, a
cotação ficou em R$ 27,50/28,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço
esteve em R$ 31,00/33,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
34,50/35,50.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 30,00/31,50 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 30,00 – R$ 31,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve
em R$ 27,00 – R$ 27,50, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou em R$
21,50/22,00 a saca em Rondonópolis.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Avanço da colheita é lento no RS e atinge 22% – Emater

Porto Alegre, 1o de fevereiro de 2018 – O desenvolvimento das lavouras de
milho do Rio Grande do Sul se encontra distribuído da seguinte maneira: 10% em
desenvolvimento vegetativo, 10% em floração, 30% em enchimento de grãos, 28%
em maturação e 22% colhido. O avanço da colheita foi lento devido à alta
umidade, mas sem comprometer a retirada do produto das lavouras.

Devido às frequentes chuvas dos últimos dias, as lavouras estão
atrasando a maturação, o que pode dificultar a implantação de outra cultura
na sequência.As lavouras colhidas apresentaram produtividade dentro da
expectativa para a atual safra e boa qualidade do produto.

Em alguns momentos, as chuvas fortes vieram acompanhadas de ventos que
provocaram o acamamento de plantas nas áreas prontas para a
colheita. A quantidade de plantas danificadas, entretanto, é pequena não
comprometendo a produtividade; lavouras em maturação não apresentam danos.

Com a boa umidade acumulada no solo, principalmente em áreas mais ao
Norte, o milho semeado para silagem, na sequência do milho grão, apresenta
emergência rápida e com boa densidade de plantas. Preços sendo praticados
entre R$ 25,00 a R$ 33,00/sc. Preço médio da saca de 60 quilos: R$ 27,22.
As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

MONITOR MILHO: Com comercialização lenta, preços devem ter poucas mudanças

Porto Alegre, 31 de janeiro de 2018 – O mercado brasileiro de milho deve apresentar poucas mudanças nos preços nesta quarta-feira. Com o foco na soja, mais uma vez os produtores devem manter a comercialização do cereal em segundo plano. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago recua, embolsando lucros.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) opera com baixa de 0,47% para o contrato março/18, cotada a US$ 3,68 por bushel.

* O mercado é pressionado por um movimento de realização de lucros frente aos ganhos recentes, que foram determinados pela boa demanda para o cereal norte-americano e as preocupações com o clima seco na Argentina.

* A baixa nos preços do petróleo também contribui para a desvalorização.

* Ontem (30), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 3,58 3/4, alta de 2,25 centavos de dólar, ou +0,63%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 1,00% neste momento, cotado a R$ 3,148.

* O dólar comercial abriu em queda ante o real influenciado pelos dados sobre o desemprego no Brasil e pelo mercado externo, onde as moedas de países emergentes operam em alta.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam com perdas. Xangai, -0,19%. Tóquio, -0,83%.

* As bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,28%. Frankfurt, +0,17%. Londres, -0,07%.

* O petróleo opera em queda. Março do WTI em NY: US$ 64,10 barril (-0,62%).

* O dólar opera misto. Euro, -0,45%, iene, +0,07%; libra-esterlina, -0,18%.

MERCADO INTERNO

* O mercado brasileiro de milho teve preços pouco alterados nesta terça-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o dia foi mais uma vez lento em termos de negócios efetivamente realizados.

* “Na maioria das regiões produtoras de grãos do Brasil, o foco está na colheita e no escoamento da soja. Com isso, o custo do frete para o milho aumenta, enquanto algumas indústrias encontram dificuldades para formarem estoques”, disse Iglesias.

* No porto de Paranaguá, a cotação ficou em R$ 30,00/31,50 a saca de 60 quilos. No Porto de Santos, preço entre R$ 31,00 a R$ 32,00. No Paraná, a cotação ficou em R$ 27,50/28,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, o preço esteve em R$ 30,00/32,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 33,50/34,50.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 30,00/31,50 em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 30,00 – R$ 31,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 27,00 – R$ 27,50, em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou em R$
21,50/22,00 a saca em Rondonópolis.

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Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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