MILHO: Relatórios do USDA devem ser destaque da semana que vem – SAFRAS

Porto Alegre, 24 de junho de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado brasileiro de milho perdeu sustentação no decorrer da semana em função de um período pautado pela queda dos preços da CBOT. A exceção foi a sessão de sexta-feira, em que foi evidenciada alguma recuperação

– Os preços nos portos acabaram recuando nesse ambiente, o que fez com que as indicações envolvendo a safrinha também cedessem

– O contraponto foi o processo de desvalorização do real que acabou contendo o movimento de queda

– Com uma safrinha de boa produtividade o mercado segue caminhando em direção à paridade de exportação

– Em um ano de estoques globais apertados a tendência é que o Brasil seja novamente bastante demandado.

– Na CBOT, a queda das cotações no transcorrer da semana foram causadas pela melhora climática no Meio-Oeste norte-americano

– As temperaturas permanecem acima do normal, no entanto a aumento do volume de chuvas

– Os relatórios semanais de situação das lavouras são indicadores importantes no curto prazo

– O relatório trimestral de junho será outro elemento importante a ser considerado.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago se recupera e fecha em forte alta com demanda nos EUA

    Porto Alegre, 24 de junho de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado por um movimento de recuperação, acompanhando a reação observada nas bolsas de valores da Europa e Estados Unidos, além dos ganhos do petróleo. Na semana, a posição julho acumulou queda de 4,37%.

    O mercado também avaliou o desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas de milho que, para a temporada comercial 2021/22, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 671.900 toneladas na semana encerrada em 16 de junho. Representa um forte avanço frente à semana anterior e sobre a média das últimas quatro semanas. O México liderou as compras, com 475.000 toneladas.

   Para a temporada 2022/23, foram mais 358.400 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 550 mil e 1,050 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,50 1/4 por bushel, ganho de 3,50 centavos de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 6,82 3/4 por bushel, alta de 16,00 centavos, ou 2,39% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preços fracos pressionados por baixas em Chicago

    Porto Alegre, 24 de junho de 2022 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços fracos nesta semana, de estáveis a mais baixos na maior parte das regiões. E o ritmo de negócios seguiu lento, com os compradores, especialmente, à espera da entrada da safrinha.

    o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado segue focado na paridade de exportação. Nesse contexto, a forte queda nas cotações dos grãos em Chicago ao longo da semana resultou em queda dos preços nos portos e enfraqueceu os preços da safrinha. O que limitou o impacto de Chicago foi a alta do dólar, que no comercial subiu 4% nos últimos sete dias, fechando nesta quinta-feira a R$ 5,23.

  “Enquanto isso, na ponta consumidora, a estratégia adotada pouco mudou, as compras são pontuais, até a entrada da safrinha no mercado, aí sim haverá espaço para compor os estoques de maneira mais consistente”, indicou.

    Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), o mercado foi pressionado na semana pela aversão ao risco com os temores em relação à economia dos Estados Unidos. Há grandes preocupações nos EUA quanto à inflação e recessão com as elevações em taxas de juros. A desaceleração da economia tende a reduzir o consumo de produtos agrícolas. A alta do dólar frente a outras moedas também tira competitividade dos produtos de exportação.

   Para completar, o clima favorável às lavouras nos Estados Unidos, com chuvas previstas em boa parte do cinturão produtor para os próximos dias pesou sobre as cotações, sobretudo nesta quinta-feira, 23. Nos últimos sete dias, os contratos para dezembro do milho na Bolsa de Chicago caíram 10,8%.

   Assim, voltando ao Brasil, no balanço dos últimos sete dias (entre 16 e 23 de junho, o milho em saca, baixa de 2,2%. Na região Mogiana paulista, o cereal na venda passou de R$ 90,00 a saca para R$ 88,00 a saca, queda de 2,2%.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço baixou de R$ 90,00 para R$ 89,00 a saca, desvalorização de 1,1%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação caiu de R$ 78,00 para R$ 75,00, perda de 3,8%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor subiu de R$ 94,00 a saca para R$ 95,00, alta de 1,1%.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação passou de R$ 82,00 para R$ 81,00 a saca, baixa de 1,2%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado se manteve em R$ 82,00.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Negócios são pontuais no Brasil com expectativa por safrinha- SAFRAS

    Porto Alegre, 17 de junho de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado brasileiro de milho apresenta dois perfis distintos de negociações neste momento. No disponível, a fluidez dos negócios é pequena, com grande expectativa para a entrada da safrinha no mercado

– Os consumidores mantém o padrão de realizar negociações pontuais aguardando a colheita, para enfim assumir posições mais contundentes

– Com o risco de prejuízos em função das geadas descartado o mercado tende a caminhar naturalmente para a paridade de exportação, algo compreensível em um ambiente pautado por uma safra cheia

– O Brasil será muito procurado pela demanda internacional, uma vez que os estoques globais estão apertados nesta temporada.

– No mercado internacional, permanece o foco no desenvolvimento das lavouras no Meio Oeste norte-americano, esse é o fator determinante a ser acompanhado no curto prazo

– As lavouras de milho atingem a etapa chave de desenvolvimento no mês de julho. O Weather Market nesta temporada será especialmente nervoso em função da necessidade de uma safra norte-americana cheia

– Dados corriqueiros como condição das lavouras e vendas líquidas semanais também são relevantes para a formação de tendência no curto prazo

– Por fim, a política monetária que vem sendo adotada pelo Fed nas últimas semanas será fator importante uma vez que tende a fortalecer a entrada de capitais no mercado norte-americano valorizando o dólar

– Nesse ambiente as commodities dos EUA acabam perdendo competitividade.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago fecha em baixa apesar de clima adverso nos Estados Unidos

   Porto Alegre, 17 de junho de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. O mercado reverteu os ganhos registrados mais cedo, pressionado pela forte queda do trigo e pela firmeza do dólar. As perdas foram limitadas pela previsão de tempo quente e seco em partes do cinturão produtor norte-americano, bem como pelos sinais de demanda aquecida para o cereal do país.

   Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 144.907 toneladas de milho para Costa Rica. O volume será entregue na temporada 2022/23.

   Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 105.664 toneladas de milho para destinos não revelados. O volume será entregue na temporada 2021/22.

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,84 1/2 por bushel, recuo de 3,75 centavos de dólar, ou 0,47%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,37 3/4 por bushel, baixa de 4,00 centavos, ou 0,53% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Mercado mantém lentidão, à espera da safrinha

Porto Alegre, 17 de junho de 2022 – O mercado brasileiro de milho teve uma semana de poucas mudanças nos preços. Ao longo dos dias, houve algumas variações nas cotações nos portos diante da volatilidade do dólar, conforme também as oscilações na Bolsa de Chicago, com oscilações nos prêmios. Ao produtor, poucas alterações foram vistas nos valores, com preços mantidos e na maior parte das regiões com ligeira alta no comparativo com a semana anterior.

    O ritmo dos negócios seguiu muito lento. A expectativa está voltada para a colheita da safrinha. Assim, os compradores protelam ao máximo as negociações dentro de suas possibilidades, aguardando que com a entrada da safrinha o volume alto de milho novo entrando no mercado possa trazer o cereal para patamares mais baixos de preços. O feriado desta quinta-feira reduziu ainda mais as negociações.

    No balanço dos últimos sete dias, o milho em Campinas/CIF na venda avançou de R$ 91,00 para R$ 92,00 a saca, alta de 1,1%. Na região Mogiana paulista, o cereal na venda passou de R$ 89,00 a saca para R$ 90,00 a saca, aumento de 1,1%.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 89,00 para R$ 90,00 a saca, valorização de 1,1%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação se manteve em R$ 78,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor subiu de R$ 93,00 a saca para R$ 94,00, alta de 1,1%.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação passou de R$ 81,00 para R$ 82,00 a saca, elevação de 1,2%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado subiu de R$ 80,00 para R$ 82,00, alta de 2,5%.

EXPORTAÇÕES

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 403,374 milhões em maio (22 dias úteis), com média diária de US$ 18,335 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,165 milhão de toneladas, com média de 52,995 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 346,00.

   Em relação a maio de 2021, houve alta de 9.260,6% no valor médio diário da exportação, avanço de 7.894,4% na quantidade média diária exportada e valorização de 17,1% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preços pouco alterados no Brasil com atenções para USDA

    Porto Alegre, 10 de junho de 2022 – O mercado brasileiro de milho teve uma semana de poucos negócios. Não houve grandes mudanças nas cotações. O mercado esteve em compasso de espera para o relatório de oferta e demanda de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado no começo da tarde desta sexta-feira, dia 10.

   O analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destacou o ritmo moroso na comercialização na semana. Ele indica que os consumidores têm atuado de maneira tímida no disponível, da mesma maneira que os produtores também reduziram a fixação aguardando o relatório de Oferta e Demanda desta sexta-feira.

   “Com uma safrinha transcorrendo em sua normalidade a tendência é que o mercado caminhe em direção à paridade de exportação”, diz. Os compradores naturalmente postergam suas negociações aguardando a entrada da safrinha, quando os preços tendem a ser pressionados com a melhora na oferta.

   No relatório do USDA, analistas consultados pelas agências internacionais apostam em uma produção de 14,442 bilhões de bushels de milho em 2022/23, ficando dos 14,460 bilhões de bushels indicados em maio e aquém da safra 2021/22, que está estimada em 15,115 bilhões de bushels.

    Os estoques finais de passagem da safra 2022/23 norte-americanos devem ser indicados em 1,337 bilhão de bushels, abaixo dos 1,360 bilhão de bushels indicados no mês passado. Para a safra 2021/22, os estoques finais de passagem devem ser reduzidos de 1,440 bilhão de bushels para 1,438 bilhão de bushels.

   Para a safra global 2022/23, os estoques finais de passagem devem ser indicados em 305 milhões de toneladas, aquém das 305,1 milhões de toneladas previstas em maio. A previsão é de que os estoques finais de passagem da safra mundial 2021/22 sejam apontados em 308,9 milhões de toneladas, abaixo das 309,4 milhões de toneladas indicadas no mês passado.

    A safra de milho do Brasil 2021/22 deverá ser indicada em 114,6 milhões de toneladas, aquém das 116 milhões de toneladas apontadas em maio. Já a safra da Argentina 2021/22 deve ser apontada em 52,2 milhões de toneladas abaixo das 53 milhões de toneladas previstas no mês passado.

    No balanço dos últimos sete dias, entre as quintas-feiras 02 e 09 de junho, o milho em Campinas/CIF na venda avançou de R$ 90,00 para R$ 91,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal na venda subiu de R$ 88,00 a saca para R$ 89,00 a saca.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço recuou de R$ 90,00 para R$ 89,00 a saca. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação baixou de R$ 80,00 para R$ 78,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor caiu de R$ 95,00 a saca para R$ 93,00.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação se manteve em R$ 81,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado seguiu em R$ 80,00.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: USDA eleva estimativa para safra mundial 2022/23

   Porto Alegre, 10 de junho de 2022 – O relatório de oferta e demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) para o mês de junho trouxe novos dados relativos à temporada 2022/23 de milho.

    A safra global 2022/23 foi projetada em 1.185,81 milhão de toneladas, ante 1.180,72 milhão em maio. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2022/23 em 310,45 milhões de toneladas, acima dos 305 milhões de toneladas previstos pelo mercado, e ante os 305,13 milhões indicados em maio.

   A safra dos Estados Unidos em 2022/23 foi indicada em 367,30 milhões de toneladas, sem alterações. A estimativa de safra brasileira é de 126 milhões de toneladas, inalterada. A produção da Argentina deve atingir 55 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra indicada em 25 milhões de toneladas, ante 19,5 milhões em maio. A África do Sul teve a safra prevista em 17,3 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 271 milhões de toneladas.

    Para a temporada 2021/22, os estoques finais da safra mundial foram indicados em 310,92 milhões de toneladas, acima das 309,39 milhões de toneladas previstas no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 308,9 milhões de toneladas. A safra global 2021/22 foi elevada de 1.215,62 milhão de toneladas para 1.216,07 milhão de toneladas.

   A safra dos Estados Unidos em 2021/22 foi mantida em 383,94 milhões de toneladas. A estimativa de safra brasileira segue prevista em 116 milhões de toneladas, enquanto o mercado estimava uma safra de 114,6 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 53 milhões de toneladas, sem mudanças frente ao volume indicado em abril. O mercado projetava uma safra na Argentina de 52,2 milhões de toneladas.

   A Ucrânia teve sua projeção de safra mantidas em 42,13 milhões de toneladas. As exportações do país foram mantidas em 23 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 16,3 milhões de toneladas. A China segue com sua estimativa de produção projetada em 272,55 milhões de toneladas.

     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago fecha em alta com retenção de oferta no Mar Negro

Porto Alegre, 10 de junho de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O mercado repercutiu o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Traders consultados por agências internacionais não consideraram o documento surpreendente. Na semana, a posição julho subiu 6,36%.

   Ainda que o USDA tenha indicado números acima da expectativa do mercado, a discrepância é baixa. Além disso, o indicativo de maiores estoques globais, que seria baixista, leva em conta a retenção do grão na Rússia e na Ucrânia, devido à guerra, o que indica aperto da oferta.

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,73 1/4 por bushel, ganho de 0,25 centavo de dólar, ou 0,03%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,32 3/4 por bushel, alta de 3,50 centavos, ou 0,47% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Após USDA, Mercado volta atenções a lavouras dos EUA – SAFRAS

    Porto Alegre, 10 de junho de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– No mercado internacional, o foco esteve sobre o relatório de Oferta e Demanda, que não trouxe grandes novidades se comparado ao relatório divulgado pelo USDA no mês de maio

– O número de estoque (1,4 bi de bushels safra 22/23) apresentou alta, entretanto o número de produção (14,460 bi de bushels safra 22/23) foi mantido

– No momento, o mercado passa a focar no desenvolvimento das lavouras norte-americanas

– Conforme já abordado anteriormente o cenário de estoques encurtados remete a uma grande necessidade de uma safra norte-americana de boa proporção

– Portanto, o clima entre os meses de junho e agosto será fundamental para a formação de tendência, basicamente situações atípicas serão precificadas com grande intensidade.

– No mercado interno, a safrinha brasileira será de boa proporção, o que tem feito com que o mercado caminhe em direção à paridade de exportação

– Ou seja, a movimentação da CBOT e as flutuações cambiais permanecem imprescindíveis para a formação dos preços domésticos

– Na semana, o mercado operou de maneira morosa em função das expectativas em torno do relatório de Oferta e Demanda, com produtores retraindo a fixação

– A previsão de geada para o final de semana não chega a ser uma grande preocupação, e não deve gerar grande impacto em regiões de produção relevante.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: USDA aponta plantio em 94% nos Estados Unidos

   Porto Alegre, 6 de junho de 2022 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de milho. Até 5 de junho, a área plantada estava estimada em 94%. O mercado esperava 93%. Em igual período do ano passado, o número era de 98%. Na semana passada, os trabalhos cobriam 86% da área. A média para os últimos cinco anos é de 92%.

MILHO: 73% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

   Porto Alegre, 6 de junho de 2021 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 5 de junho, 73% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 68% -, 23% em situação regular e 4% em condições entre ruins e muito ruins.

MILHO: Mercado observa exportações brasileiras e clima nos EUA – SAFRAS

Porto Alegre, 3 de junho de 2022 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado brasileiro de milho foi pautado por inexpressivo fluxo de negócios no decorrer da semana. Os consumidores sustentam a estratégia de atuar de maneira comedida no mercado, realizando compras pontuais

– A intenção é aguardar a entrada da safrinha no mercado para enfim se posicionar de maneira mais proativa na composição de seus estoques

– Passado o risco climático sobre a safrinha brasileira, o foco se direciona para as exportações. Com uma safrinha de boa proporção, o mercado vai trabalhar voltado à paridade de exportação

– A queda da CBOT no decorrer da semana pressionou os preços nos portos brasileiros, influenciando na formação dos preços regionais.

– No mercado internacional, a semana foi de pressão sobre o milho. A possível criação de um corredor sanitário que permitiria o escoamento de commodities ucranianas pelos portos do Sul acabou ampliando o movimento de queda

– O mercado passa a observar atentamente o relatório de Oferta e Demanda que será divulgado pelo USDA no próximo dia 10, que oferecerá uma diretriz importante sobre as projeções de área de milho e de soja nesta temporada

– O clima é outro elemento-chave que precisa ser considerado, avaliando a necessidade de uma safra norte-americana de boa proporção em um ano de estoques reduzidos

– Nesse ambiente qualquer elemento fora da curva do ponto de vista climático será precificado com grande intensidade.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago fecha em baixa predominante com fracas vendas dos EUA

   Porto Alegre, 3 de junho de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços predominantemente mais baixos. O mercado foi pressionado pelas fracas vendas semanais de milho dos Estados Unidos. A boa alta dos preços do petróleo mantiveram uma expectativa positiva em torno da demanda de milho voltado a produção de etanol, o que sustentou os contratos mais distantes. Os investidores também avaliam o anúncio de comercialização do cereal a destinos não revelados.

    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2021/22, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 185.800 toneladas na semana encerrada em 26 de maio. Representa um avanço de 23% frente à semana anterior e uma baixa de 52% sobre a média das últimas quatro semanas. A Arábia Saudita liderou as compras, com 74.800 toneladas.

    Para a temporada 2022/23, foram mais 48.700 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 225 mil e 700 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de USDA a venda de 101.600 toneladas de milho para destinos não revelados. O cereal será entregue na temporada 2021/22.

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,27 por bushel, recuo de 3,25 centavo de dólar, ou 0,44%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,01 1/4 por bushel, baixa de 3,50 centavo, ou 0,49% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preços caem em maio no Brasil, à espera da safrinha

   Porto Alegre, 03 de junho de 2022 – O mercado brasileiro de milho teve um mês de maio de cotações sob pressão, de declínios nos valores em praticamente todas as praças. Quedas na Bolsa de Chicago para o cereal e no dólar pressionaram o milho nos portos e também no físico ao produtor, em um mês de lentidão nos negócios.

    O dólar comercial em maio caiu 3,8%, sendo um componente importante de pressão sobre as cotações nos portos. E o milho na Bolsa de Chicago no contrato julho caiu 7,4% no período.

    O analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, destaca que a forte queda recente nos portos travou as negociações envolvendo a safrinha. “Por sua vez, no disponível os consumidores ainda buscam realizar compras pontuais, aguardando a entrada da safrinha para enfim alongar sua posição”, comenta.

   Os compradores naturalmente arrastam suas negociações à espera da safrinha, quando se espera que com o maior volume de oferta entrando no mercado as cotações possam cair mais. O fato de que a safrinha se livrou de maiores problemas com o frio ou geadas, devendo confirmar uma grande segunda safra, é aspecto de pressão. “Assim, o mercado caminha na paridade de exportação”, comenta.

    No mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF caiu na base de venda em maio de R$ 92,00 a saca para R$ 90,00, baixa de 2,2%. Na região Mogiana paulista, o cereal baixou no comparativo de R$ 91,00 para R$ 86,00 a saca, queda de 5,5%.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo mensal de maio, o preço recuou de R$ 92,00 para R$ 90,00 a saca, baixa de 2,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação baixou de R$ 85,00 para R$ 80,00 a saca, queda de 5,9%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o preço no balanço caiu de R$ 96,00 para R$ 95,00, recuo de 1%.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, o preço na venda em abril caiu de R$ 83,00 para R$ 81,00 a saca, queda de 2,4%. E em Rio Verde, Goiás, o preço na venda baixou de R$ 85,00 para R$ 82,00 a saca, baixa de 3,5%.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Mercado tende a buscar paridade de exportação – SAFRAS

    Porto Alegre, 27 de maio de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado brasileiro de milho encerra a semana apresentando inexpressivo fluxode negócios. O volume de oferta vai aumentando conforme se aproxima a entrada da safrinha no mercado

– Os consumidores mantém a estratégia de realizar compras pontuais e avançar sua posição de maneira mais consistente no mercado após a entrada da safrinha

– Com a safrinha se desenvolvendo de maneira adequada a tendência é bastante clara: o mercado deve buscar a paridade de exportação, em um ano de estoques enxutos ao redor do mundo

– Nesse ambiente câmbio e Bolsa de Chicago serão fatores preponderantes para a formação de preço local.

– No mercado internacional, o foco está direcionado ao avanço do trabalho de campo no Meio-Oeste norte-americano, que aparentemente flui de maneira satisfatória nos últimos dias

– O desenvolvimento das lavouras no Meio-Oeste norte-americano também será fundamental em um Weather Market extremamente nervoso dada a posição dos estoques globais de milho

– Dados corriqueiros como as exportações semanais também serão fator relevante para a formação de tendência

– A Rússia tenta barganhar a criação de um corredor para fluir as exportações de commodities ucranianas em troca da remoção das sanções econômicas que foram impostas pelo Ocidente.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago fecha em alta significativa com previsão de chuvas nos EUA

   Porto Alegre, 27 de maio de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O cereal acentuou os ganhos registrados mais cedo, em meio à previsão de chuvas e de excesso de umidade no cinturão produtor norte-americano nos próximos dias, o que pode atrasar as atividades de cultivo do cereal. Os investidores também buscam um posicionamento frente ao final de semana prolongado pelo feriado de Memorial Day nos Estados Unidos.

     Na semana, a posição julho caiu 0,19%.

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,77 1/4 por bushel, ganho de 12,25 centavos de dólar, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,44 3/4 por bushel, alta de 10,75 centavos, ou 1,46% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Colheita da safrinha inicia e preços perdem força no Brasil

Porto Alegre, 27 de maio de 2022 – O mercado brasileiro de milho vivenciou mais uma semana de movimentação travada nos negócios. O início da colheita da safrinha em Mato Grosso e o movimento de baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago fizeram com que os consumidores se mantivessem na defensiva, na expectativa para um declínio mais efetivo nas cotações.

   Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, em São Paulo até houve o ingresso de maiores ofertas por parte dos produtores ao longo da semana, mas no Paraná eles seguiram retraídos nas fixações de venda, o que limitou o movimento de queda nos preços.

    Outro fator que pesou na semana foi o movimento de baixa do dólar frente ao real, o que limitou maiores movimentações de negócios voltados à exportação de milho.

   No balanço dos últimos sete dias, entre as quintas-feiras 19 de maio e 26 de maio, o milho em Campinas/CIF na venda caiu de R$ 95,00 para R$ 88,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal na venda retrocedeu de R$ 92,00 a saca para R$ 88,00 a saca.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço de venda mudou de R$ 92,00 a saca para R$ 91,00 a saca. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação baixou de R$ 82,00 para R$ 80,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor permaneceu em R$ 96,00 a saca.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação baixou de R$ 82,00 para R$ 81,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado na venda passou de R$ 85,00 para R$ 83,00 a saca.

EXPORTAÇÕES

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 284,920 milhões em maio (15 dias úteis), com média diária de US$ 18,994 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 801,033 mil toneladas, com média de 53,402 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 355,70.

   Em relação a maio de 2021, houve alta de 9.597,3% no valor médio diário da exportação, avanço de 7.956,4% na quantidade média diária exportada e valorização de 20,4% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Agentes vão ao mercado de maneira comedida atentos a clima – SAFRAS

    Porto Alegre, 20 de maio de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– Tanto consumidores quanto produtores de milho estão atuando de maneira comedida, avaliando as informações de clima

– De acordo com os relatos de mercado, as geadas ocorridas na última madrugada no Oeste paranaense foram pontuais e sem grandes consequências para o milho

– As outras regiões do estado, onde ocorreram geadas um pouco mais fortes, contam com pouco milho neste momento, como Guarapuava

– Modelo do INPE ainda aponta para risco de geada nos estados do Sul e alguns pontos do MS e de SP na madrugada do dia 21

– O risco de geadas vai sendo superado. Com isso o mercado tende a se centrar nas questões envolvendo paridade de exportação, com o Brasil no radar do mercado global em um ano de estoques bastante ajustados.

– Na CBOT, o foco permanece no avanço do trabalho de campo e no Clima no Meio-Oeste norte-americano

– Basicamente, restam 10 dias para a conclusão do plantio do milho dentro da janela ideal

– Conforme mencionado anteriormente os estoques estão bastante ajustados neste momento, portanto há uma latente necessidade de uma safra norte-americana cheia

– Nesse ambiente é seguro afirmar que o Weather Market desta temporada será bastante agitado, precificando rapidamente qualquer situação climática fora do contexto

– Dados de exportação também serão fator relevante para a formação de tendência de curto prazo.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Chicago fecha em baixa pressionada por realização e plantio nos EUA

Porto Alegre, 20 de maio de 2022 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. O mercado foi pressionado por realizações de lucros e pela expectativa de um bom avanço do plantio de milho norte-americano ao longo da semana, apesar do registro de pontos de umidade em algumas regiões do cinturão produtor.

     Na semana, a posição julho caiu 0,32%.

   Segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) até 15 de maio, a área plantada estava estimada em 49%. O mercado esperava 49%. Em igual período do ano passado, o número era de 78%. Na semana passada, os trabalhos cobriam 22% da área. A média para os últimos cinco anos é de 67%.

    Na sessão, os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 7,78 3/4 por bushel, recuo de 4,50 centavos de dólar, ou 0,57%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2022 fechou a sessão a US$ 7,47 por bushel, baixa de 3,50 centavos, ou 0,46% em relação ao fechamento anterior.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preços avançam no Brasil, com temores sobre geadas

   Porto Alegre, 20 de maio de 2022 – Em uma semana marcada por preocupações em torno da ocorrência de geadas em áreas de safrinha, diante da passagem de uma massa de ar polar sobre o Centro-Sul do Brasil, os preços do milho se mostraram de estáveis a mais altos nas principais praças de comercialização do país, de acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado.

   Conforme o consultor da SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, o risco de geadas em áreas relevantes de produção vai diminuindo conforme a frente fria vai avançando pelo país. “Com um risco climático menor, os preços tendem a perder força novamente e o mercado deve focar na paridade de exportação”, afirma.

    Iglesias entende que o Brasil tende a assumir um papel relevante no fornecimento de milho ao mercado mundial a partir do segundo semestre, em meio às incertezas que pairam sobre a produção de importantes players, como Estados Unidos, em função do clima, e Ucrânia, por conta dos desdobramentos do conflito com a Rússia.

   No balanço dos últimos sete dias, entre as quintas-feiras 12 de maio e 19 de maio, o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 92,00 para R$ 95,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal na venda avançou de R$ 91,00 a saca para R$ 92,00 a saca.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço de venda mudou de R$ 90,00 a saca para R$ 92,00 a saca. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação baixou de R$ 82,00 para R$ 80,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor permaneceu em R$ 96,00 a saca.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação seguiu em R$ 82,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado na venda passou de R$ 83,00 para R$ 84,00 a saca.

EXPORTAÇÕES

    As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 217,349 milhões em maio (10 dias úteis), com média diária de US$ 21,735 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 550,266 mil toneladas, com média de 55,026 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 395,00.

   Em relação a maio de 2021, houve alta de 10.996,3% no valor médio diário da exportação, avanço de 8.201,5% na quantidade média diária exportada e valorização de 33,7% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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