Milho mantém cotações pouco alteradas no Brasil

Porto Alegre, 13 de novembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
manteve preços pouco alterados nesta terça-feira. Segundo o analista de SAFRAS
& Mercado, Paulo Molinari, o mercado ainda está digerindo as informações das
novas definições da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para
os fretes, tentando recalcular os preços CIF. A semana também é mais calma
por conta do feriado.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 36,00/36,50 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00 / 35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 37,50/38,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 – R$ 35,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 27,80/29,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 25,00/26,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi influenciado pela forte queda nos preços do
petróleo, o que contaminou os mercados de commodities em geral. Ainda que os
agentes estejam focados na colheita de milho norte-americano, as atenções
começam a se voltar ao clima para o desenvolvimento das lavouras na América
do Sul.

O bom desempenho das inspeções de exportação de milho contribuiu para
evitar perdas maiores nos preços do cereal. As inspeções de exportação
norte-americana de milho chegaram a 1.136.708 toneladas na semana encerrada
no dia 8 de novembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento
de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, haviam atingido
1.284.353 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi
de 406.632 toneladas.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,66 1/2,
recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 1,27%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,77 3/4 por bushel, baixa de 4,50
centavos de dólar, ou 1,17%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 1,99%, cotado a R$
3,8300 para a compra e a R$ 3,8320 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7550 e a máxima de R$ 3,8320.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho abre semana com lentidão avaliando definições da ANTT

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
um começo de semana de lentidão. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Paulo Molinari, com as novas definições da Agência Nacional de
Transportes Terrestres (ANTT) para os fretes, o mercado está recalculando
custos de transporte, o que contribuiu para a morosidade nas negociações neste
começo de semana.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00 / 35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 37,50/38,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 – R$ 35,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 27,80/29,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 25,00/26,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado voltou a registrar firmeza nos preços em meio ao
indicativo de um quadro de desenvolvimento pior para as lavouras
norte-americanas de milho, o que pode acarretar em perdas na produção e na
produtividade. O cereal também acompanhou a forte alta nos preços do vizinho
trigo.

No relatório de oferta e demanda de novembro, divulgado na semana passada,
o USDA previu que os Estados Unidos deverão colher 14,626 bilhões de bushels,
volume abaixo dos 14,778 bilhões de bushels indicados em outubro e aquém dos
14,711 bilhões de bushels esperados pelo mercado. Os estoques finais de
passagem foram estimados em 1,736 bilhão de bushels, ante os 1,781 bilhão de
bushels esperados pelo mercado e abaixo dos 1,813 bilhão de bushels indicados
no mês passado.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,71 1/4,
ganho de 1,50 centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2019 fechou a US$ 3,82 1/4 por bushel, alta de 1,00
centavos de dólar, ou 0,26%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,53%, cotado a R$
3,7550 para a compra e a R$ 3,7570 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7380 e a máxima de R$ 3,7630.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Comercialização da safrinha 2018 atinge 69,8% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – A comercialização da safrinha
2018 de milho no Brasil atinge 69,8% da produção prevista de 48,656 milhões
de toneladas, segundo levantamento de SAFRAS & Mercado. Em novembro do
ano passado ela estava mais lenta, atingindo 61%.

A comercialização de milho safrinha atinge 58% no Paraná, 77% em São
Paulo, 58% em Mato Grosso do Sul, 74% em Goiás/Distrito Federal, 56% em
Minas Gerais e 75% no Mato Grosso. Para maiores informações acompanhe a
tabela abaixo.

=====================================================================
MILHO - COMERCIALIZAÇÃO SAFRINHA 18 - BRASIL
- Em % -
---------------------------------------------------------------------
ESTADOS                Produção       % Comercializado ** - Novembro
                  2017        2018             2017        2018

Paraná          15.276       7.397               56          58
São Paulo        3.115       1.443               65          77
Mato G. do Sul  10.049       5.256               47          58
Goiás/DF        10.005       9.023               67          74
Minas Gerais     2.300       1.758               64          56
Mato Grosso     26.624      23.777               66          75

Centro-Sul      67.369      48.656               61,0        69,8

FONTE: Safras & Mercado
(*) mil tons
(**) volume efetivamente destinado a ponta final de consumo 
e/ou exportador
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MILHO: Plantio da safra verão 2018/19 atinge 78,2% no Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – O plantio de milho verão da safra
2018/19 no Brasil atingia 78,2% da área estimada de 4,107 milhões de hectares
até o dia 1 de novembro, segundo levantamento de SAFRAS & Mercado.

O plantio evolui bem no Rio Grande do Sul, atingindo 95% da área estimada
de 1,155 milhão de hectares. Em Santa Catarina, o plantio alcança 92% da área
prevista de 657 mil hectares. No Paraná o cultivo está completo em 98% da
área de 498 mil hectares. Em São Paulo o plantio chega a 86% da área prevista
de 379 mil hectares.

Em Mato Grosso do Sul, a semeadura alcança 84% da área estimada de 28 mil
hectares. Em Goiás/DF o plantio está concluído em 64% da área esperada de
278 mil hectares. Em Minas Gerais o cultivo foi finalizado em 45% da área de
1,035 milhão de hectares. Em Mato Grosso os produtores cultivaram 60% da área
prevista de 47 mil hectares.

No mesmo período do ano passado o plantio estava concluído em 65,6% da
área estimada de 4,176 milhões de hectares. Acompanhe maiores detalhes na
tabela, abaixo.

==========================================================
MILHO - SITUAÇÃO DO PLANTIO - SAFRA 18/19 - VERÃO - BRASIL
- Em % -
----------------------------------------------------------
ESTADOS             Área estimada     % Plantado - 09/Nov
                  2017/18   2018/19    2017/18     2018/19

R. G. do Sul        1.145     1.155         98         95
S. Catarina           641       657         96         92
Paraná                480       498         97         98
São Paulo             414       379         78         86
Mato G. do Sul         29        28         75         84
Goiás/DF              308       278         52         64
Minas Gerais        1.036     1.035         47         45
Mato Grosso            88        47         48         60

Centro-Sul          4.176     4.107       77,5       78,2

FONTE: Safras & Mercado
(*) mil hectares
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Paranaguá já supera exportação anual de soja, farelo e trigo

Porto Alegre, 12 de novembro de 2018 – Dois meses antes do fim do ano, o
Porto de Paranaguá já bateu o recorde histórico anual de exportação de
soja, farelo, trigo e óleo vegetal. Desde janeiro até outubro, o porto
exportou 19,2 milhões de toneladas destes produtos. A quantidade é 13% maior
que o alcançado em todo o ano passado, quando foram 17 milhões de toneladas.

O destaque foi a exportação de soja: 13.177.790 toneladas movimentadas em
apenas 10 meses. O número é 15% maior que o acumulado de 2017 (11.409.189
toneladas).

O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e
Antonina, Lourenço Fregonese, atribui os resultados ao aumento da capacidade
de escoamento pelo porto paranaense, aliado a produtividade do campo.

“Nos últimos anos investimos mais de R$ 940 milhões no repotenciamento
e na modernização da estrutura física do Porto de Paranaguá. As ações
incluíram a troca dos carregadores de navios por equipamentos maiores e com
maior capacidade de escoamento de grãos, a construção de novos portões de
acesso, instalação de novas balanças e correias transportadoras, além de
mudanças no cais, que foi remodelado e dragado”, conta.

Outra preocupação foi desafogar as estradas e vias de acesso ao porto,
acabando com as filas de caminhões e aumentando a segurança da comunidade.
“Além do sistema Carga Online, que organizou a descarga no Pátio de Triagem,
estamos investindo em obras importantes para os moradores, como a
Recuperação da avenida Bento Rocha e o novo viaduto na entrada da cidade”,
completa ele.

Farelo, trigo e óleos vegetais: A movimentação de farelo já é 7% maior
que o registrado no ano anterior. Foram 4,8 milhões de toneladas exportadas em
2018, contra 4,5 milhões em 2017. A exportação de trigo supera em 28% o
acumulado do ano passado, com 216.787 toneladas entre janeiro e outubro de 2018.
Na movimentação de óleos vegetais o aumento foi de 9%, passando de 935.611
toneladas para pouco mais de 1 milhão de toneladas.

Outros produtos

Considerando todos os produtos, o Porto de Paranaguá já alcançou 86% da
movimentação de 2017, que foi a maior da história do terminal paranaense. O
acumulado em 2018 soma 44,4 milhões de toneladas, enquanto o ano passado
registrou 51,5 milhões.

Para o diretor de operações da Appa, Luiz Teixeira, dois fatores devem
ter impacto nos números deste ano: a greve dos caminhoneiros, em maio, e o
grande volume de chuvas, principalmente em outubro.

“No período de greve deixaram de ser movimentadas 648 mil toneladas de
produtos, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros”,
revela.

Em outubro, 16 dias de chuva paralisaram principalmente o carregamento de
grãos e a descarga de fertilizantes. “O porto não carrega grãos e farelo
com chuvas e nem descarrega fertilizantes. Não podemos ter risco do grão ficar
úmido, pois fermenta e estraga. Acontece no mundo todo, é uma questão que
foge do nosso controle”, explica.

As informações são da APPA.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

MERCADO: Milho encerra semana com preços firmes no Brasil

Porto Alegre, 08 de novembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
fechou a semana com preços firmes. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias, as negociações ainda ocorrem de maneira
regionalizada em diversos estados. “O comportamento dos produtores mudou
sensivelmente nos últimos dias, reduzindo a intenção de venda. Os
consumidores passam a se deparar com uma posição de menor conforto em seus
estoques, aumentando a avidez de compra”, comenta, o que dá sustentação aos
preços.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,50 / 35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 37,00/38,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 33,50 – R$ 34,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 27,80/28,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 25,00/26,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado digeriu os números do relatório de oferta e demanda de
novembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, divulgados ontem.
Na semana, a posição dezembro fechou em baixa de 0,4%.

Na última sessão, os cortes na safra norte-americana sustentaram a
valorização. Hoje, os contratos foram pressionados pela forte elevação na
projeção para as reservas globais do grão, graças ao reajuste nos estoques
chineses.

A safra global 2018/19 foi estimada em 1.098,95 milhão de toneladas, acima
das 1.068,31 milhão de toneladas previstas em outubro. Os estoques finais da
safra mundial 2018/19 foram projetados em 307,51 milhões de toneladas, acima
das 159,35 milhões de toneladas apontadas no mês passado e à frente das 158,6
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A China teve produção estimada em 256 milhões de toneladas, bem acima
das 225 milhões de toneladas indicadas em outubro. Os estoques de passagem
chineses foram indicados em 207,49 milhões de toneladas, superando as 58,5
milhões de toneladas apontadas no mês passado.

Para a safra norte-americana o USDA promoveu cortes, em linha com a
expectativa do mercado. O USDA previu que os Estados Unidos deverão colher
14,626 bilhões de bushels, volume abaixo dos 14,778 bilhões de bushels
indicados em outubro e aquém dos 14,711 bilhões de bushels esperados pelo
mercado. Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,736 bilhão de
bushels, ante os 1,781 bilhão de bushels esperados pelo mercado e abaixo dos
1,813 bilhão de bushels indicados no mês passado.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,69 3/4,
recuo de 3,75 centavos de dólar, ou 1,00%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,81 1/4 por bushel, baixa de 4,00
centavos de dólar, ou 1,03%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 0,05%, cotado a R$
3,7350 para a compra e a R$ 3,7370 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7330 e a máxima de R$ 3,7770.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Mercado digere USDA, observa colheita/EUA e estoques/Brasil – SAFRAS

Porto Alegre, 9 de novembro de 2018 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do
analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado ainda absorve os dados do relatório de oferta e demanda divulgado
pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na última
quinta-feira

– A safra global 2018/19 foi estimada em 1.098,95 milhão de toneladas, acima
das 1.068,31 milhão de toneladas previstas em outubro. Os estoques finais da
safra mundial 2018/19 foram projetados em 307,51 milhões de toneladas, acima
das 159,35 milhões de toneladas apontadas no mês passado e à frente das 158,6
milhões de toneladas previstas pelo mercado

– Para a safra norte-americana, o USDA promoveu cortes em linha com a
expectativa do mercado. O USDA previu que os Estados Unidos deverão colher
14,626 bilhões de bushels, volume abaixo dos 14,778 bilhões de bushels
indicados em outubro e aquém dos 14,711 bilhões de bushels esperados pelo
mercado. Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,736 bilhão de
bushels, ante os 1,781 bilhão de bushels esperados pelo mercado e abaixo dos
1,813 bilhão de bushels indicados no mês passado

– O relatório semanal de evolução da colheita também é um norte importante
para o mercado. Com a expectativa de tempo bom para os próximos dias, a
tendência é de bom andamento do trabalho de campo.

– No mercado doméstico, o quadro apresentou algumas mudanças na primeira
quinzena de novembro. Os produtores reduziram a fixação de oferta país a
fora. Em contrapartida, alguns consumidores passam a se deparar com estoques
encurtados, resultando em preços mais altos em diversos estados

– No mercado paulista, esse movimento se torna ainda mais evidente, justificando
o comportamento da B3 nos últimos dias

– A trajetória cambial após as eleições foi muito diferente do previsto, com
a paridade oscilando entre R$ 3,65/US$ 1,00 e R$ 3,75/US$ 1,00. Não há muito
espaço para valorizações agressivas no curto prazo, avaliando o cenário
internacional de aversão ao risco, além da política do Fed em relação a
taxa básica de juros norte-americana

– Os preços nos portos encontraram algum espaço para reação nessas
condições. No disponível a indicação em Santos foi posicionada entre R$
36/36,50.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: USDA reduz safra de milho dos EUA 2018/19 para 14,626 bi de bu

Porto Alegre, 09 de novembro de 2018 – O relatório de novembro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na
quinta-feira, previu que os Estados Unidos deverão colher 14,626 bilhões de
bushels, volume abaixo dos 14,778 bilhões de bushels indicados em outubro e
aquém dos 14,711 bilhões de bushels esperados pelo mercado.

A produtividade média foi indicada 178,9 em bushels por acre, abaixo dos
180,7 bushels por acre indicados no mês passado, enquanto o mercado esperava
um rendimento médio de 180 bushels por acre. A área a ser plantada foi estimada
em 89,1 milhões de acres e a área a ser colhida em 81,8 milhões de acres, em
linha com o mercado e sem alterações ante o mês passado.

Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,736 bilhão de bushels,
ante os 1,781 bilhão de bushels esperados pelo mercado e abaixo dos 1,813
bilhão de bushels indicados no mês passado. As exportações foram indicadas
em 2,450 bilhões de bushels, ante os 2,475 bilhões previstos no mês passado.
O uso de milho para a produção de etanol foi mantido em 5,650 bilhões de
bushels.

Já o relatório de novembro de oferta e demanda mundial de milho do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostrou significativas
alterações no quadro de produção mundial e dos estoques de passagem, pois o
Departamento fez uma atualização dos dados divulgados pela China, a partir das
alterações nos números divulgados pelo Departamento Nacional de
Estatísticas daquele país desde a safra 2007/08.

A safra global 2018/19 foi estimada em 1.098,95 milhão de toneladas, acima
das 1.068,31 milhão de toneladas previstas em outubro. Os estoques finais da
safra mundial 2018/19 foram projetados em 307,51 milhões de toneladas, acima
das 159,35 milhões de toneladas apontadas no mês passado e à frente das 158,6
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra americana foi reduzida de 375,37 milhões de toneladas para 371,72
milhões de toneladas. A estimativa de safra brasileira foi mantida em 94,5
milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra elevada de 31
milhões de toneladas para 33,5 milhões de toneladas. A produção da Argentina
deve atingir 42,5 milhões de toneladas, ante as 41 milhões de toneladas
apontada em outubro. A África do Sul teve a safra indicada em 13 milhões de
toneladas, também sem alterações frente ao mês passado.

A China merece destaque, com uma produção estimada em 256 milhões de
toneladas, bem acima das 225 milhões de toneladas indicadas em outubro. Os
estoques de passagem chineses foram indicados em 207,49 milhões de
toneladas, superando as 58,5 milhões de toneladas apontadas no mês passado.

Os estoques finais da safra mundial 2017/18 foram projetados em 340,92
milhões de toneladas, acima das 198,21 milhões de toneladas indicadas no mês
passado e à frente das 198,3 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Relatório USDA Novembro 2018 (Milho)

CORN (milho) 2017/2018 - Milhões de Tons							
							
		  E.INICIAL   PRODUÇÃO 	 IMP. 	   CONS. DOM. 	 EXP. 	    E. FINAL 
OUTUBRO	  MUNDO    227,79     1.034,23 	 148,64    1.063,81 	 147,13      198,21 
NOVEMBRO	   350,27     1.076,23 	 149,25    1.085,58 	 146,80      340,92 
							
OUTUBRO	  EUA       58,25 	370,96 	 0,92 	    313,83 	 61,94 	      54,37 
NOVEMBRO            58,25 	370,96 	 0,92 	    313,83 	 61,94 	      54,37 
							
OUTUBRO	  BRASIL    14,02 	 82,00 	 1,00 	     64,50 	 22,00 	      10,52 
NOVEMBRO	    14,02 	 82,00 	 1,00 	     64,50 	 22,00 	      10,52 
							
OUTUBRO	  ARG 	    5,27 	 32,00 	 0,01 	     11,90 	 23,00 	       2,38 
NOVEMBRO	    5,27 	 32,00 	 0,01 	     11,90 	 23,00 	       2,38 
							
OUTUBRO	  CHINA     100,71 	215,89 	 4,00 	    241,00 	 0,05 	      79,55 
NOVEMBRO	    223,02 	259,07 	 3,47 	    263,00 	 0,02 	     222,54 


CORN (milho) 2018/2019  - Milhões de Tons							
							
		 E.INICIAL   PRODUÇÃO 	 IMP. 	  CONS. DOM. 	 EXP. 	   E. FINAL 
OUTUBRO	 MUNDO	  198,21     1.068,31 	 154,83    1.107,17 	 162,97    159,35 
NOVEMBRO	  340,92     1.098,95 	 157,16    1.132,36 	 165,64    307,51 
							
OUTUBRO	 EUA	  54,37       375,37 	 1,27 	    322,09 	 62,87 	   46,06 
NOVEMBRO	  54,37       371,52 	 1,27 	    320,82 	 62,23 	   44,10 
							
OUTUBRO	 BRASIL	  10,52       94,50 	 1,00 	    66,50 	 29,00 	   10,52 
NOVEMBRO	  10,52       94,50 	 1,00 	    66,50 	 29,00 	   10,52 
		 					
OUTUBRO	 ARG	  2,38 	      41,00 	 0,01 	    12,40 	 27,00 	   3,98 
NOVEMBRO	  2,38 	      42,50 	 0,01 	    12,40 	 28,00 	   4,48 
							
OUTUBRO	 CHINA   79,55 	     225,00 	 5,00 	   251,00 	 0,05 	   58,50 
NOVEMBRO        222,54 	     256,00 	 5,00 	   276,00 	 0,05 	  207,49 

MILHO: USDA prevê safra mundial 2018/19 de 1,098 bilhão de toneladas

Porto Alegre, 8 de novembro de 2018 – O relatório de novembro de oferta e
demanda mundial de milho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos,
divulgado hoje trouxe projeções para a safra mundial de milho em 2018/19.
Houve significativas alterações no quadro de produção mundial e dos estoques
de passagem, pois o Departamento fez uma atualização dos dados divulgados
pela China, a partir das alterações nos números divulgados pelo Departamento
Nacional de Estatísticas daquele país desde a safra 2007/08.

A safra global 2018/19 foi estimada em 1.098,95 milhão de toneladas, acima
das 1.068,31 milhão de toneladas previstas em outubro. Os estoques finais da
safra mundial 2018/19 foram projetados em 307,51 milhões de toneladas, acima
das 159,35 milhões de toneladas apontadas no mês passado e à frente das 158,6
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra americana foi reduzida de 375,37 milhões de toneladas para 371,72
milhões de toneladas. A estimativa de safra brasileira foi mantida em 94,5
milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra elevada de 31
milhões de toneladas para 33,5 milhões de toneladas. A produção da Argentina
deve atingir 42,5 milhões de toneladas, ante as 41 milhões de toneladas
apontada em outubro. A África do Sul teve a safra indicada em 13 milhões de
toneladas, também sem alterações frente ao mês passado.

A China merece destaque, com uma produção estimada em 256 milhões de
toneladas, bem acima das 225 milhões de toneladas indicadas em outubro. Os
estoques de passagem chineses foram indicados em 207,49 milhões de
toneladas, superando as 58,5 milhões de toneladas apontadas no mês passado.

Os estoques finais da safra mundial 2017/18 foram projetados em 340,92
milhões de toneladas, acima das 198,21 milhões de toneladas indicadas no mês
passado e à frente das 198,3 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: USDA reduz safra dos EUA 2018/19 para 14,626 bi de bu

Porto Alegre, 8 de novembro de 2018 – O relatório de novembro do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado hoje,
apresentou números relativos à safra do país em 2018/19.

O USDA previu que os Estados Unidos deverão colher 14,626 bilhões de
bushels, volume abaixo dos 14,778 bilhões de bushels indicados em outubro e
aquém dos 14,711 bilhões de bushels esperados pelo mercado. A produtividade
média foi indicada 178,9 em bushels por acre, abaixo dos 180,7 bushels por acre
indicados no mês passado, enquanto o mercado esperava um rendimento médio
de 180 bushels por acre. A área a ser plantada foi estimada em 89,1 milhões de
acres e a área a ser colhida em 81,8 milhões de acres, em linha com o mercado
e sem alterações ante o mês passado.

Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,736 bilhão de bushels,
ante os 1,781 bilhão de bushels esperados pelo mercado e abaixo dos 1,813
bilhão de bushels indicados no mês passado. As exportações foram indicadas
em 2,450 bilhões de bushels, ante os 2,475 bilhões previstos no mês passado.
O uso de milho para a produção de etanol foi mantido em 5,650 bilhões de
bushels.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Colheita nos Estados Unidos segundo USDA

MILHO: USDA aponta colheita em 76% nos Estados Unidos.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 4 de novembro, a área colhida estava em 76%. Em igual período do ano passado o número era de 68%. A média para os últimos cinco anos é de 77%. Na semana anterior, o percentual era de 63 pontos.

SOJA: USDA aponta colheita em 83% nos Estados Unidos, abaixo da média.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 4 de novembro, a área colhida estava apontada em 83%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 89%. A média é de 89%. Na semana passada, o percentual era de 72 pontos.

Milho encerra semana mais curta com poucas alterações

Porto Alegre, 01 de novembro de 2018 – O mercado brasileiro de milho seguiu
com preços pouco alterados nesta quinta-feira. Com o feriado desta sexta-feira
no Brasil, estendido pelo final de semanal, o dia foi de poucos agentes,
compradores e vendedores, transitando no mercado.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 34,50 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 30,50/32,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,00 / 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/39,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 33,00 – R$ 34,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 28,00/28,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 24,00/25,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado seguiu a vizinha soja e buscou suporte na expectativa de
um avanço nas negociações entre Estados Unidos e China visando o fim da
guerra comercial entre os dois países. O presidente norte-americano, Donald
Trump, disse hoje que teve uma boa conversa sobre comércio exterior com o
premiê chinês.

O bom desempenho das vendas líquidas norte-americanas de milho também
garantiu suporte. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, as
vendas líquidas semanais de milho para a temporada comercial 2018/19, que tem
início no dia 1o de setembro, ficaram em 394.400 toneladas na semana encerrada
em 25 de outubro. Representa uma alta de 13% frente a semana passada e 50%
inferior à média das últimas quatro semanas. O maior importador foi o
México, com 192.200 toneladas. Para a temporada 2019/20, foram mais 5 mil
toneladas. Analistas esperavam entre 350 mil a 900 mil de toneladas.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,66 3/4,
ganho de 3,50 centavos de dólar, ou 0,96%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,78 3/4 por bushel, alta de 3,00
centavos de dólar, ou 0,79%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a quinta-feira cotado a R$ 3,694, com
desvalorização de 0,45%. Na máxima do dia, a moeda atingiu R$ 3,714, enquanto
na mínima bateu na casa de R$ 3,680.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Mercado externo avalia colheita nos EUA e relações/China – SAFRAS

Porto Alegre, 1o de novembro de 2018 – Acompanhe abaixo os fatos que
deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas
são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Mercado externo em ritmo de colheita nos Estados Unidos com 63% da área

– Chuva, frio e neve vêm contendo o ritmo de colheita

– Relatório do USDA no próximo dia 08 poderá cortar um pouco o número de
produção, sem alterar profundamente dados de estoques

– Exportações dos EUA muito ruins, contudo, dificultam horizonte para preços
favoráveis

– Sinalização de nova etapa de negociações entre EUA e China animam a CBOT

– Reunião do G20, no final de novembro, pode trazer alguma surpresa

– Mercado brasileiro ainda com pressões regionais de venda

– Tradings com altas posições para venda no MT e MS sugerem manutenção do
interesse de venda ainda até o final do ano

– Fixações nas cooperativas e cerealistas diminuíram e é possível que os
preços paralisem o movimento de baixa porem ainda sem força para altas

– Exportações em 3 milhões de toneladas em outubro e fila de embarque de 3
milhões de toneladas para novembro, fluxo normal para o ano

– Entrada da safra de soja em janeiro, fretes e logística devem voltar a
paralisar o interesse de venda de milho, onde os preços podem voltar a subir;

– Safra de verão em bom andamento de plantio e clima muito favorável, apesar
da área discreta no milho.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho fecha semana com fraca movimentação no Brasil

Porto Alegre, 26 de outubro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
encerrou a semana com fraca movimentação e preços pouco alterados. De modo
geral, as cotações seguem sob pressão da melhora na oferta e posição
tranquila para os consumidores. As quedas do dólar pressionam as cotações nos
portos e no mercado doméstico.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 33,00/34,00 a
saca na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 31,00/32,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,00 / 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/39,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 33,00 – R$ 34,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 28,00/28,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 24,50/25,50 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais altos. O mercado se recuperou das fortes perdas de ontem,
quando atingiu uma mínima em duas semanas. A forte alta do trigo e
preocupações quanto ao aperto da oferta global contribuíram para a
valorização. Com os ganhos de hoje, os preços evitaram a segunda queda
semanal consecutiva. A posição dezembro fechou em alta de 0,2% na semana.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,67 3/4,
ganho de 6,75 centavos de dólar, ou 1,86%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,80 por bushel, alta de 6,50 centavos
de dólar, ou 1,74%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,32%, cotado a R$
3,6530 para a compra e a R$ 3,6550 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6450 e a máxima de R$ 3,7310.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem mais um dia de preços fracos no país

Porto Alegre, 25 de outubro de 2018 – A dinâmica de mercado para o milho
apresentou poucas alterações no decorrer desta semana e a quinta-feira foi
mais um dia de preços fracos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Fernando Henrique Iglesias, os consumidores em geral ainda se deparam com
uma posição confortável em seus estoques. Por outro lado, a redução sistemática
dos preços resultou em um menor interesse de venda por parte dos produtores,
diminuindo o fluxo de negociações em alguns estados.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 34,50 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 31,00/32,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,00 / 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 33,00 – R$ 34,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 28,50/29,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 23,00/24,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais baixos. O mercado foi pressionado pelo fraco desempenho
das vendas líquidas semanais de milho, que ficaram aquém do previsto, bem
como pelo bom andamento do colheita no cinturão produtor.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2018/19, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 349.500 toneladas na
semana encerrada em 18 de outubro. O maior importador foi o México, com
275.800 toneladas.

Para a temporada 2019/20, forma mais 28 mil toneladas. Analistas esperavam
entre 400 mil a 900 mil de toneladas. As informações são do Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,61, recuo de
7,25 centavos de dólar, ou 1,96%, em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2019 fechou a US$ 3,73 1/2 por bushel, baixa de 7,00
centavos de dólar, ou 1,83%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em baixa de 1,17%, cotado a R$
3,7020 para a compra e a R$ 3,7040 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6840 e a máxima de R$ 3,7340.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho mantém preços fracos, com consumidores “tranquilos”

Porto Alegre, 23 de outubro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
mantém preços fracos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando
Henrique Iglesias, o quadro no mercado doméstico ainda é de pressão de queda,
avaliando a atuação das tradings nos últimos dias. “Os principais
consumidores do país ainda sinalizam fôlego em seus estoques, atuando de
maneira bastante tímida na aquisição de milho. A distância entre intenção
de venda e de compra segue significativa, inibindo a realização de negócios
mais volumosos”, comenta.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 34,50 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 31,50/32,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,00 / 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 33,00 – R$ 34,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 28,50/29,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 23,00/24,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado esteve atento ao clima nos Estados Unidos. A colheita
avançou bem na última semana, o que pressionou os negócios mais cedo. O
indicativo de que chuvas possam atrapalhar o andamento da ceifa no cinturão
produtor na próxima semana, contudo, trouxe suporte aos preços.

Como fator limitante aos ganhos do cereal, está o forte declínio do
petróleo, superior a 4% na Bolsa de Nova York, com a perspectiva de que a
Arábia Saudita possa elevar os níveis de fornecimento.

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,70 1/4,
ganho de 0,75 centavo de dólar, ou 0,2%, em relação ao fechamento anterior. A
posição março de 2019 fechou a US$ 3,82 1/2 por bushel, alta de 0,75 centavo
de dólar, ou 0,19%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,24%, cotado a R$
3,6950 para a compra e a R$ 3,6970 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6880 e a máxima de R$ 3,7240.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: USDA aponta colheita em 53% nos Estados Unidos, abaixo da média.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 21 de outubro, a área colhida estava apontada em 53%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 67%. A média é de 69%. Na semana passada, o percentual era de 38 pontos.

MILHO: USDA aponta colheita em 49% nos Estados Unidos.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 21 de outubro, a área colhida estava em 49%. Em igual período do ano passado o número era de 37%. A média para os últimos cinco anos é de 47%. Na semana anterior, o percentual era de 39 pontos.

MERCADO: Milho fecha semana com viés de baixa para preços no Brasil

Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 – O mercado brasileiro de milho
encerrou a semana com calmaria e com cotações fracas. Segundo o analista de
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias,a tendência de curto prazo é
que os consumidores sigam pressionando o mercado. “A curva de preços para os
próximos 30 dias é de baixa. Os estoques ainda estão confortáveis e não
deve haver grandes mudanças nesse sentido”, apontou.

Nos portos de Paranaguá e Santos, a cotação ficou em R$ 35,00 a saca na
base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 33,50 / 34,50 a saca na Mogiana. Em Campinas
CIF, preço de R$ 34,50 – R$ 35,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,50/42,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 34,00 – R$ 35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 30,00/32,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou
entre R$ 22,00/24,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado fechou uma semana negativa, com o contrato dezembro
caindo 1,81% no período, influenciado pelo indicativo de um clima mais seco no
cinturão produtor norte-americano, favorecendo os trabalhos de colheita de
milho.
Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,70 3/4,
recuo de 3,50 centavos de dólar, ou 0,93%, em relação ao fechamento anterior.
A posição março de 2019 fechou a US$ 3,83 por bushel, baixa de 3,50 centavos
de dólar, ou 0,9%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a negociação em queda de 0,26%, cotado a R$
3,7130 para a compra e a R$ 3,7150 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,6890 e a máxima de R$ 3,7280.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho segue com preços fracos com melhora na oferta e queda do dólar

Porto Alegre, 19 de outubro de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma semana de ritmo calmo na comercialização, com preços mais baixos na
maior parte das regiões de comercialização. A oferta está melhor, com maior
disposição do produtor em vender, e os compradores estão com uma posição
mais tranquila, o que pressiona as cotações.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o
cenário pouco mudou no decorrer da semana. “Os principais consumidores de
milho do país ainda apontam para um posicionamento confortável em seus
estoques. Por sua vez, os produtores seguem mais propensos a negociar neste
momento”, indica. O dólar em baixa pressiona as cotações nos portos e
também acaba afetando o mercado doméstisto. “O movimento cambial é
determinante, com o real operando abaixo da linha dos R$ 3,70/US$ 1,00 durante
a semana”, observa, em meio ao cenário eleitoral rumo ao segundo turno das
eleições presidenciais.

No Porto de Santos, a saca de 60 quilos do milho caiu na semana de R$ 36,00
para R$ 35,00 na base de compra. Em Campinas/CIF, a cotação baixou de R$
37,50 para R$ 35,50 a saca na venda. Já na Mogiana paulista, o valor recuou de
R$ 35,00 para R$ 34,50 a saca na venda.

Em Rio Verde, Goiás, a saca do milho caiu de R$ 32,50 para R$ 32,00 na
base de venda. Em Uberlândia, Minas Gerais, o milho passou de R$ 36,00 para
R$ 35,00 a saca na semana. Já em Cascavel, no Paraná, a cotação caiu de R$
34,50 para R$ 33,00. Em Rondonópolis, Mato Grosso, preço baixando de
R$ 26,00 para R$ 24,00.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 285
milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 31,8 milhões. A
quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,646 milhão de
toneladas, com média de 182,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou
em US$ 173,70.

Na comparação com a média diária de setembro, houve uma elevação de
0,4% no valor médio exportado, uma alta de 1,5% na quantidade média diária e
queda de 1,1% no preço médio. Na comparação com outubro de 2017, houve
perda de 13,9% no valor médio diário exportado, retração de 23,6% na
quantidade média diária e valorização de 12,7% no preço médio. Os dados são
do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela
Secretaria de Comércio Exterior.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS