MERCADO MILHO: Cotações mantêm firmeza no Brasil nesta quinta-feira

Porto Alegre, 24 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços de estáveis a mais altos nesta quinta-feira. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, apesar da queda do dólar, as cotações seguiram sustentadas nos portos e com o milho também com bom suporte no interior.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 64,00/65,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 63,50/65,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 57,00/59,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 62,00/63,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 63,50/65,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 65,00/67,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 57,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 54,00 – R$ 55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 54,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais baixos. O cereal foi pressionado pela firmeza do dólar e por temores de uma nova onda de coronavírus na Europa.

    As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2020/21, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 2.139.000 toneladas na semana encerrada em 17 de setembro. A China liderou as compras, com 566.400 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1,050 milhão e 1,8 milhão de toneladas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,63 1/2, com alta de 5,00 centavos, ou 1,35%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,72 1/4 por bushel, recuo de 5,25 centavos de dólar, ou 1,39%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,41%, sendo negociado a R$ 5,5120 para venda e a R$ 5,5100 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4930 e a máxima de R$ 5,6240.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Cotações voltam a firmar com oferta restrita

Porto Alegre, 22 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes mais uma vez nesta terça-feira. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, os exportadores ainda estão agressivos no mercado e as ofertas começam a diminuir novamente de forma regional, dando sustentação às cotações.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 62,50/64,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 62,00/65,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/57,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 61,00/63,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 63,00/65,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 57,00/59,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 54,00 – R$ 55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/54,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. Em sessão marcada por grande volatilidade, o mercado foi pressionado pela melhora inesperada das lavouras de milho dos Estados Unidos. Sinais de demanda pelo grão norte-americano limitaram a queda.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 20 de setembro, 61% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 59% -, 25% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 59%, 25% e 15%, respectivamente.

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 140.000 toneladas de milho para a China. A entrega está programada para a temporada 2020/21. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 320.000 toneladas de milho para destinos não revelados. A entrega está programada para a temporada 2020/21.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,69 1/4, com baixa de 0,50 centavo, ou 0,13%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,78 3/4 por bushel, recuo de 0,50 centavo de dólar, ou 0,13%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,29%, sendo negociado a R$ 5,4690 para venda e a R$ 5,4670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3840 e a máxima de R$ 5,4970.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: USDA aponta colheita em 8% nos Estados Unidos

  Porto Alegre, 21 de setembro de 2020 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de milho. Até 20 de setembro, a área colhida estava em 8%. O mercado esperava 11%. Em igual período do ano passado o número era de 6%. A média para os últimos cinco anos é de 10%. Na semana anterior, o percentual era de 5 pontos.

MILHO: 61% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 21 de setembro de 2020 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 20 de setembro, 61% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 59% -, 25% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 59%, 25% e 15%, respectivamente.

MERCADO MILHO: Preços firmes com dólar em alta e menor oferta

Porto Alegre, 18 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta sexta-feira. A alta do dólar elevou as cotações do milho nos portos, e alguns negócios foram realizados, segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari. Isso deu sustentação às cotações no mercado interno, que apresentou menor oferta. Porém, não houve altas generalizadas nas cotações, com avanços pontuais.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 61,00/62,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 61,00/62,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 58,00/59,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 59,00/61,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 63,00/65,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 55,00/57,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 52,00 – R$ 55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. O mercado buscou suporte na vizinha soja, repercutindo também novas compras por parte da China. Na semana, a posição dezembro subiu 2,71%.

    Exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao Departamento de Agricultura norte-americano uma operação envolvendo 210.000 toneladas de milho recebidas no período coberto pelo relatório para entrega à China. A entrega está prevista para 2020/21.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,78 1/2, com alta de 3,25 centavos, ou 0,86%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,87 1/2 por bushel, ganho de 3,50 centavos de dólar, ou 0,91%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,73%, sendo negociado a R$ 5,3750 para venda e a R$ 5,3730 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2460 e a máxima de R$ 5,3770. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,73% ante o real.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Mercado tem cotações pouco alteradas no Brasil

Porto Alegre, 18 de setembro de 2020 – Após períodos de altas e depois períodos em que o mercado recuou, esta última semana foi de poucas alterações no mercado brasileiro de milho. Em uma ou outra praça houve uma mudança mais significativa, mas em linhas gerais ocorreu acomodação nas cotações.

     Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve um pouco confuso na semana, com preços variando muito em cada negócio realizado e com dispersão entre compradores e vendedores. Assim, o comportamento foi heterogêneo, variando de região para região, mas sem grandes oscilações.

    No balanço da semana, o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 58,50 para R$ 60,00 a saca.

    Já no mercado disponível, o preço do milho em Campinas/CIF caiu na base de venda na semana de R$ 61,00 para R$ 60,00 a saca de 60 quilos. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 60,00 para R$ 59,00 a saca no comparativo.

    Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço se manteve em  R$ 56,00 a saca na base de venda. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação se manteve em R$ 52,00 a saca.  Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve avanço de R$ 62,00 para R$ 64,00.

   Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho recuaram na semana de R$ 57,00 para R$ 56,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado ficou estável em R$ 54,00 a saca.

EXPORTAÇÕES

    As exportações de milho não moído, exceto milho doce, do Brasil apresentaram receita de US$ 511,110 milhões em setembro (8 dias úteis), com média diária de US$ 63,888 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 3,074 milhão de toneladas, com média de 384,260 mil toneladas. O preço médio por tonelada ficou em US$ 166,30.

  Na comparação com a média diária de setembro de 2019, houve alta de 25,98% no valor médio diário exportado, avanço de 25,26% na quantidade média diária de volume e ganho de 0,58% no preço médio Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Colheita é iniciada nos EUA, com sinais de demanda firme – SAFRAS

Porto Alegre, 18 de setembro de 2020 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Colheita da safra norte-americana tem início

– Clima do final de agosto e setembro, mais seco em Iowa e Illinois não tem influencia sobre as lavouras de milho já em fase final de maturação

– Serão 378 milhões de que chegam ao mercado local nos próximos 45 dias

– Algum efeito para os preços pode ser esperado na medida em que a colheita avance

– Contudo, há fatores externos como as altas na Ucrânia, Brasil e Argentina, o que pode carregar a demanda global para o milho norte-americano, ajudando a CBOT

– Há uma forte discussão sobre o fluxo de compras da China atual e futuro. Quadros de oferta e demanda dispersos, inconsistentes e sem trazer um horizonte concreto

– O que há de fato, é que os preços na China continuam subindo mesmo em um período de colheita e isto é relevante

– No Brasil, a safrinha finalizou a sua colheita, praticamente

– As pressões que tinham que ocorrer com o final da colheita e vendas mais fortes de balcão já ocorreram. É possível ainda que tenhamos algum surto vendedor até janeiro pelo fato do produtor somente ter milho nos armazéns

– Desta forma, o mercado interno poderá viver de pequenas ondas calibradas pela decisão de venda pelo produtor em determinados momentos nos próximos 4 meses o foco agora é o plantio. As chuvas foram boas no RS na semana. Mas praticamente não existiram nas demais regiões do país. Há alguma previsão para o final do mês.

– Porém, o La Niña começa a confirmar a sua presença com possível atraso de chuvas e consequentemente do plantio do verão

– E este perfil traz uma sequência de acontecimentos para o milho, desde o atraso da safra de verão como de um potencial atraso da safrinha 21

– As exportações seguem sustentadas em 6,3 milhões de toneladas em embarques em setembro e já dispõe de 1,5 milhão de toneladas para outubro

– As folgas de oferta no mercado interno vão sendo viabilizadas apenas nos momentos de pressão de venda pelo produtor e de forma pontual

– Há um longo caminho de abastecimento para o milho até julho de 2021.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Calmaria e preços pouco alterados nesta quarta no Brasil

Porto Alegre, 16 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços pouco alterados nesta quarta-feira. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado seguiu relativamente calmo, com alguma queda nas cotações em São Paulo. “A oferta existe e os preços estão estáveis na maior parte das praças”, comenta.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 58,00/60,50 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 58,00/61,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 57,00/59,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 59,00/60,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 62,00/64,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 54,00/56,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00 – R$ 54,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O cereal buscou suporte no sentimento de boa demanda para o cereal norte-americano, especialmente por parte da China. Os sólidos ganhos do petróleo, superiores a 4,8% em Nova York, também contribuíram positivamente.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,71 3/4, com alta de 5,75 centavos, ou 1,57%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,81 por bushel, ganho de 5,25 centavos de dólar, ou 1,39%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,92%, sendo negociado a R$ 5,2400 para venda e a R$ 5,2380 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2130 e a máxima de R$ 5,2750.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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Milho tem sexta-feira de cotações estáveis e lentidão

Porto Alegre, 11 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços estáveis nesta sexta-feira. O dia foi calmo na comercialização, com lentidão na maioria das praças.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 59,50/61,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 57,50/60,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 59,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 60,00/61,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 54,00/57,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00 – R$ 54,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O mercado repercutiu os dados do relatório de oferta e demanda de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Na semana, a posição dezembro subiu 2,93%.

   Os Estados Unidos deverão colher 14,9 bilhões de bushels na temporada 2020/21, abaixo dos 15,278 bilhões de bushels previstos no mês passado e acima do volume previsto pelo mercado, de 14,833 bilhões de bushels. Os estoques finais da safra 2020/21 foram previstos em 2,503 bilhões de bushels, abaixo dos 2,756 bilhões previstos em agosto, enquanto o mercado esperava um número de 2,439 bilhões de bushels. Para a temporada 2019/20, os estoques finais da safra 2019/20 foram indicados em 2,253 bilhões de bushels, acima dos 2,228 bilhões de bushels estimados em agosto, enquanto o mercado esperava um número de 2,271 bilhões de bushels.

  A safra global 2020/21 foi prevista em 1.162,38 milhão de toneladas, abaixo das 1.171,03 milhão de toneladas indicadas em agosto. Os estoques finais da safra mundial 2020/21 foram projetados em 306,79 milhões de toneladas, abaixo das 317,46 milhões de toneladas indicados no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 310,4 milhões de toneladas. Os estoques finais da safra mundial 2019/20 foram projetados em 309,15 milhões de toneladas, contra as 311,30 milhões de toneladas apontadas no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 311,7 milhões de toneladas.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,68 1/2, com alta de 3,50 centavos, ou 0,95%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,78 1/4 por bushel, ganho de 3,25 centavos de dólar, ou 0,86%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,30%, sendo negociado a R$ 5,3360 para venda e a R$ 5,3340 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2610 e a máxima de R$ 5,3500. Na semana, o dólar registrou alta de 0,53%.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Mercado interno tem estabilidade e externo digere USDA – SAFRAS

Porto Alegre, 11 de setembro de 2020 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Nesta semana de relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o mercado se concentrou nos novos números para a produção norte-americana

– O USDA confirmou a pontual quebra resultante da tempestade ocorrida em Iowa em agosto

– Para o milho o corte de produção foi reduzida de 388 para 378,5 milhões de toneladas, basicamente o esperado pelo mercado

– Os estoques projetados para 20/21 cederam de 70 para 63,6 milhões de toneladas, ainda um grande estoque

– Desta forma, os preços na Bolsa de Chicago seguiram alinhados a US$ 3.60/bushel e sem novo viés de alta

– Isto em função de que a colheita destas 378 milhões de toneladas está apenas começando e trará o seu sazonal efeito de pressão sobre os preços

– A informação nova é de que uma sequência de tufões atingiram o Nordeste da China, principal região produtora de milho e deverá trazer perdas de 7 a 10 milhões de toneladas na safra do país. Nada que deva modificar o ambiente global de preços

– O mercado interno brasileiro encontra-se em um momento de certa estabilização

– Com as vendas dos produtores no início do mês, muitos consumidores conseguiram se abastecer para o curto prazo

– Desta forma, a semana acabou sendo lenta nos negócios

– Ao mesmo tempo, as pressões de venda desapareceram no mercado interno evitando a continuidade de um processo de baixa de preços

– Os embarques programados na exportação superam 6 milhões de toneladas em setembro e mantém o enxugamento das ofertas no país

– O mercado interno agora dependerá destas decisões de venda pelos produtores

– Um dos fatores poderá ser o clima. Se as condições de plantio forem boas em outubro, os produtores podem decidir vender mais milho. Caso contrário, a retenção prosseguirá

– Com o La Niãa avançando para a sua confirmação nas próximas semanas, o clima na safra de verão poderá ser uma variável importante para preços.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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Milho registra preços firmes nesta quinta-feira no Brasil

 Porto Alegre, 10 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes, de estáveis a mais altos nesta quinta-feira. A oferta limitada voltou a dar sustentação às cotações, com avanços em algumas regiões em que houve maior aperto na disponibilidade do milho.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 58,50/61,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 57,50/60,00 a saca.

    No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Cascavel. Em SãoPaulo, preço de R$ 58,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 60,00/61,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 54,00/57,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00 – R$ 54,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O mercado atingiu os maiores níveis desde março, atento a notícias de uma nova doença suína na Alemanha, principal produtor da União Europeia, que deve aumentar a demanda pelo produto norte-americano.

   Os agentes também se posicionaram diante do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã. A expectativa é de uma redução na projeção para a safra de milho dos EUA em 2020/21.

   Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,65, com alta de 4,75 centavos, ou 1,31%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,75 por bushel, ganho de 4,25 centavos de dólar, ou 1,14%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,33%, sendo negociado a R$ 5,3200 para venda e a R$ 5,3180 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2710 e a máxima de R$ 5,3260.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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Milho registra preços firmes na volta do feriado, com lentidão

  Porto Alegre, 8 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho voltou do final de semana estendido pelo feriado com preços firmes. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado retornou com lentidão e parecendo não aceitar novas baixas. “O ritmo de fixações pelo produtor diminuiu novamente. Mas, por outro lado, os consumidores também não apresentaram muita força nas aquisições no dia”, comentou.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 58,50/61,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 57,00/60,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,00/56,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 53,00/55,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 57,50/60,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 53,00/57,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,00 – R$ 54,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais altos. Após volatilidade, o mercado acabou sustentado pelos sinais de melhora na demanda. As inspeções de exportação norte-americanas de milho, que chegaram a 781.838 toneladas na semana encerrada no dia 3 de setembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam o número em 650 mil toneladas.

   Na semana anterior, haviam atingido 423.765 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 612.065 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 10 de setembro, as inspeções somam 234.122 toneladas, contra 472.010 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

   Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 101.600 toneladas de milho para destinos não revelados. A entrega está programada para a temporada 2020/21.

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,61 3/4, com alta de 3,75 centavos, ou 1,04%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,72 por bushel, ganho de 3,50 centavos de dólar, ou 0,94%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,18%, sendo negociado a R$ 5,3710 para venda e a R$ 5,3690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3170 e a máxima de R$ 5,4100.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: 61% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 8 de setembro de 2020 – O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 6 de setembro, 61% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 61% -, 25% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 62%, 24% e 14%, respectivamente

MILHO: Mercado volta atenções ao relatório mensal do USDA – SAFRAS

Porto Alegre, 4 de setembro de 2020 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Semana terá o relatório do USDA e os ajustes de produção esperados após a tempestade registrada em Iowa

– O impacto inicialmente esperado é um corte de produção de milho de 15,3 bilhões de bushels para 14,9 bilhões, ou seja, 400 milhões de bushels, ou,  em torno de 10 milhões de toneladas

– Para os estoques finais, um corte de 2,76 bilhões de bushels para 2,46 bilhões, proporcional à produção, mas sugerindo que o USDA reduzirá consumo também

– Basicamente, a quebra de Iowa está precificada na CBOT. Uma surpresa nos dados do USDA em relação ao que o mercado espera é a variável volátil para a semana

– Colheita norte-americana se iniciando, com 10 milhões de toneladas a mais ou a menos não trará alta de preços para a CBOT. Portanto, a pressão de colheita virá à CBOT com possível pressões nas cotações entre US$ 0.10/0.20

– Altas de preços no Brasil, Ucrânia e Argentina, ainda não ajudaram no movimento de recuperação das exportações norte-americanas de milho. Este é um dos fatores preponderantes para CBOT

– No mercado interno, a alta forte dos preços do milho foi gerada por uma forte retenção por parte do produtor. Portanto, retenção exagerada é um sinal de pressão de venda futura

– Como temos avaliado, não há problemas para o abastecimento interno de milho até janeiro. A demanda interna é firme e as exportações estão dentro da projeção de 34/35 mt no ano

– O grande problema de abastecimento interno está no primeiro semestre de 2021

– Portanto, as dívidas de safra e compra de insumos de setembro acaba tendo uma certa pressão de venda nas cooperativas, cerealistas e tradings e pressiona o mercado

– Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo tiveram esta pressão de venda de forma mais clara. Já no Mato Grosso e em Goiás, estados que estão bem vendidos, a pressão foi menor

– Contudo, boa parte do mercado consumidor se abasteceu e no curto prazo ainda podemos ver novas baixas.

– Colheitas de safrinha finalizando, mas pressão de venda pelo produtor contém continuidade das altas do milho.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRASCopyright 2020 – Grupo CMA

MILHO: Área de verão 2020/21 no Centro-Sul deve cair 5% – SAFRAS

Porto Alegre, 4 de setembro de 2020 – A área plantada com milho na safra de verão 2020/21 deverá recuar 5,0%, ocupando 3,854 milhões de hectares no Centro-Sul do Brasil. Na safra 2019/20, o plantio totalizou 4,056 milhões de hectares, conforme a nova estimativa divulgada hoje por SAFRAS & Mercado.  

   De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a queda na área cultivada de milho verão leva em conta o maior interesse do produtor no cultivo da soja. Mesmo assim, é esperado um crescimento na produtividade média da safra de verão 2020/21 frente ao registrado na temporada 2019/20, que passaria 5.709 quilos por hectare para 6.225 quilos por hectare. “A produção da primeira safra 2020/21 do Centro-Sul deverá atingir 23,995 milhões de toneladas, à frente das 23,161 milhões de toneladas colhidas na safra de verão 2019/20”, afirma.

   SAFRAS indica uma elevação de 3,3% na área a ser plantada com a safrinha 2020/21, ocupando 13,712 milhões de hectares, ante os 13,270 milhões de hectares da segunda safra 2019/20. Com a produtividade média passando de 5.537 quilos por hectare para 5.986 quilos por hectare, Molinari salienta que a produção da segunda safra 2020/21 poderá chegar a 82,078 milhões de toneladas, contra as 73,479 milhões de toneladas da safrinha 2019/20. “Houve um ajuste nos números de produção da segunda safra deste ano, em razão dos efeitos causados pela estiagem nas regiões produtoras”, explica.

   As regiões Norte e Nordeste deverão cultivar uma área de 2,008 milhões de hectares na safra 2020/21, com um declínio de 6,5% frente aos 2,148 milhões de hectares plantados na temporada 2019/20. A produtividade média deverá cair de 4.745 quilos por hectare para 4.704 quilos por hectare. Com isso, a produção nas regiões Norte/Nordeste deverá atingir 9,451 milhões de toneladas. Na temporada 2019/20 o volume produzido ficou em 10,193 milhões de toneladas.

   Conforme Molinari, a área total de milho deverá ocupar 19,576 milhões de hectares em 2020/21, com avanço de 0,5% frente aos 19,475 milhões de hectares cultivados em 2019/20. “A produção tende a ser recorde, atingindo 115,523 milhões de toneladas na safra 2020/21, frente às 106,833 milhões de toneladas da safra 2019/20”, destaca. O rendimento médio das lavouras para a temporada 2020/21 deverá ficar em 5.901 quilos por hectare, superando os 5.486 quilos esperados para a safra 2019/20.

     Veja o quadro completo abaixo:

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MILHO – ESTIMATIVA SAFRA 2020/21 – BRASIL –

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Estados                          Área (ha)               Variações – %

                    18/19 (1)    19/20 (2)   20/21 (3)      2/1    3/2

PR                   507.550      555.326      533.606      9,4   -3,9

RS                 1.117.846    1.215.617    1.174.560      8,7   -3,4

SC                   668.996      708.796      700.094      5,9   -1,2

SP                   362.232      335.262      312.660     -7,4   -6,7

MS                    31.802       19.550       17.020    -38,5  -12,9

GO/DF                323.160      294.415      252.450     -8,9  -14,3

MT                    88.299       44.002       32.510    -50,2  -26,1

MG                   932.353      917.190      802.350     -1,6  -12,5

ES                    19.686       23.421       24.400     19,0    4,2

RJ                     4.859        5.084        5.100      4,6    0,3

C-Sul – subtotal   4.183.512    4.056.783    3.854.750     -3,0   -5,0

SAFRINHA

PR 2a safra        2.209.125    2.164.090    2.224.010     -2,0    2,8

SP 2a safra          478.142      475.356      488.900     -0,6    2,8

MS 2a safra        1.912.118    1.895.250    1.955.100     -0,9    3,2

GO 2a safra        2.036.601    2.194.035    2.210.900      7,7    0,8

MT 2a safra        5.015.049    5.759.169    6.005.600     14,8    4,3

MG 2a safra          606.812      782.531      828.230     29,0    5,8

C-Sul – subtotal  12.257.847   13.270.431   13.712.740      8,3    3,3

Centro-Sul        16.441.359   17.327.214   17.567.490      5,4    1,4

N/Nordeste         1.699.001    2.148.301    2.008.900     26,4   -6,5

BRASIL            18.140.360   19.475.515   19.576.390      7,4    0,5

Estados                    Produção (tons)

                       18/19        19/20        20/21

PR                 3.518.847    3.920.602    3.767.258

RS                 6.684.719    4.935.405    7.047.360

SC                 4.248.123    4.378.233    4.410.592

SP                 2.318.283    2.152.382    2.007.277

MS                   179.204      117.691      102.460

GO/DF              1.910.522    1.800.642    1.539.945

MT                   362.202      190.089      139.793

MG                 5.500.883    5.521.484    4.830.147

ES                    99.414      119.447      124.440

RJ                    24.392       25.674       25.755

C-Sul – subtotal  24.846.591   23.161.648   23.995.028

SAFRINHA

PR 2a safra       13.519.145    9.975.526   13.171.370

SP 2a safra        2.980.243    2.341.477    2.961.360

MS 2a safra       11.698.338    8.928.523   11.828.355

GO 2a safra       12.567.865   13.366.061   13.486.490

MT 2a safra       30.205.640   34.739.307   36.033.600

MG 2a safra        3.463.076    4.127.851    4.596.677

C-Sul – subtotal  74.434.307   73.478.745   82.077.852

Centro-Sul        99.280.898   96.640.393  106.072.880

N/Nordeste         8.105.440   10.192.917    9.450.788

BRASIL           107.386.338  106.833.310  115.523.668

Estados              Produtividade (kg/Ha)

                       18/19        19/20        20/21

PR                     6.933        7.060        7.060

RS                     5.980        4.060        6.000

SC                     6.350        6.177        6.300

SP                     6.400        6.420        6.420

MS                     5.635        6.020        6.020

GO/DF                  5.912        6.116        6.100

MT                     4.102        4.320        4.300

MG                     5.900        6.020        6.020

ES                     5.050        5.100        5.100

RJ                     5.020        5.050        5.050

C-Sul – subtotal       5.939        5.709        6.225

SAFRINHA

PR 2a safra            6.120        4.610        5.922

SP 2a safra            6.233        4.926        6.057

MS 2a safra            6.118        4.711        6.050

GO 2a safra            6.171        6.092        6.100

MT 2a safra            6.023        6.032        6.000

MG 2a safra            5.707        5.275        5.550

C-Sul – subtotal       6.072        5.537        5.986

Centro-Sul             6.038        5.577        6.038

N/Nordeste             4.771        4.745        4.704

BRASIL                 5.920        5.486        5.901

Fonte: Safras & Mercado, Cooperativas, Produtores e Indústrias==============================================================

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Preço do milho cai mais uma vez nesta 5ªfeira com compradores afastados do balcão

A quinta-feira (03) chega ao fim com os preços do milho caindo no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações nas praças de Campo Novo do Parecis/MT (1,06% e preço de R$ 47,50), Não-Me-Toque/RS (1,96% e preço de R$ 52,00), Panambi/RS (2% e preço de R$ 52,02) e Tangará da Serra/MS (2,08% e preço de R$ 49,00).

Já as desvalorizações apareceram em Cafelândia/PR (1,01% e preço de R$ 49,00), Brasília/DF (1,03% e preço de R$ 48,00), Campinas/SP (1,64% e preço de R$ 60,00), Itapetininga/SP (1,72% e preço de R$ 57,00), Castro/PR e Ponta Grossa/PR (1,85% e preço de R$ 53,00), Cascavel/PR e Cândido Mota/SP (2,88% e preço de R$ 50,50) e São Gabriel do Oeste/MS e Amambaí/MS (4% e preço de R$ 48,00).

Confira como ficaram todas as cotações nesta quinta-feira

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, o mercado físico milho mostrou fraqueza nos últimos dias com o recuo das exportações e os compradores mais afastados do balcão. “Com isto, parte dos vendedores tenta negociar com preços abaixo dos vistos nas semanas anteriores”.

A Agrifatto Consultoria relata também que “a pressão baixista seguiu no mercado de milho brasileiro, com os vendedores mais dispostos a negociar preços, o recuo da cotação do cereal foi sentido em todo o país, com os preços em São Paulo rondando a casa dos R$ 60,50/sc”.

B3

Os preços futuros do milho operaram durante todo o dia em queda na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,96% e 3,05% por volta das 16h21 (horário de Brasília).

O vencimento setembro/20 era cotado à R$ 55,65 com desvalorização de 3,05%, o novembro/20 valia R$ 54,80 com queda de 2,91%, o janeiro/21 era negociado por R$ 55,25 com baixa de 2,99% e o março/21 tinha valor de R$ 54,90 com perda de 1,96%.

As flutuações cambiais pressionaram os contratos do cereal brasileiro durante esta quinta-feira. Por volta das 16h32 (horário de Brasília), o dólar caia 0,97% e era cotado à R$ 5,28.

O analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destaca que o milho chegou a trabalhar em patamares de R$ 62,00, mas agora se acomoda com a sinalização de que os negócios de exportação estão acontecendo em volumes menores do que as expectativas.

“Tem ficado muito milho no mercado interno e esse é o alerta para que ficou carregado de estoques. O mercado está bom, mas ninguém garante que ele vai se sustentar”, diz Brandalizze.

Em sua análise, as indústrias de ração vão trabalhar comprando volumes do cereal por mais 45 ou 60 dias e depois vão sair do mercado e voltar somente no ano que vem próximo ano. “É um período de atenção. O cavalo ainda está ai, o mercado está bom, mas ele pode ir embora e o produtor precisa começar a olhar para isso”, afirma Brandalizze.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também perdeu força nesta quinta-feira para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações negativas entre 4,25 e 5,25 pontos ao final do dia.

O vencimento setembro/20 foi cotado à US$ 3,44 com desvalorização de 5,25 pontos, o dezembro/20 valeu US$ 3,53 com perda de 5,00 pontos, o março/21 foi negociado por US$ 3,64 com queda de 4,45 pontos e o maio/21 teve valor de US$ 3,71 com baixa de 4,25 pontos.

Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última quarta-feira, de 1,43% para o setembro/20, de 1,40% para o dezembro/20, de 1,36% para o março/21 e de 1,07% para o maio/21.

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho despencaram com as perdas em ações e a força do dólar americano pressionando os mercados agrícolas, disseram traders.

A publicação destaca ainda que, o mercado está aguardando que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atualize suas previsões de colheita de milho nos Estados Unidos em um relatório mensal de oferta e demanda em 11 de setembro, depois que a seca atingiu as lavouras do meio-oeste e uma tempestade de vento destruiu campos em Iowa no mês passado.

Fonte: Notícias Agrícolas

Milho volta a apresentar cotações pressionadas com maior oferta

  Porto Alegre, 3 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho voltou a registrar preços mais baixos nesta quinta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado voltou a apresentar aumento das ofertas regionais, pressionando as cotações.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 58,00/59,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 56,50/59,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 52,00/55,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 54,00/56,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 57,00/58,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 58,00/60,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 52,00/55,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 50,00 – R$ 52,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 49,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais baixos. O mercado foi pressionado pelo desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas, que ficaram abaixo do esperado, bem como por um movimento de realização de lucros.

   As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2019/20, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 95.800 toneladas na semana encerrada em 27 de agosto. Representa um recuo de 65% frente à semana anterior e uma queda de 53% sobre à média das últimas quatro semanas. A China liderou as compras, com 72.100 toneladas.

    Para a temporada 2020/21, foram mais 2.389.100 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1,450 milhão a 2,7 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,53 3/4, com baixa de 5,00 centavos, ou 1,39%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,64 3/4 por bushel, recuo de 4,50 centavos de dólar, ou 1,21%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,25%, sendo negociado a R$ 5,2910 para venda e a R$ 5,2890 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2740 e a máxima de R$ 5,3760.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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Milho recua no Brasil com melhora na oferta

   Porto Alegre, 1 de setembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho enfim apresentou declínio nas cotações nesta terça-feira. Após um longo período de preços com avanços graduais, o mercado mostrou-se mais “frouxo” no dia,como descreveu o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari. O surgimento de mais ofertas quase que gerais nos estados e o dólar em baixa pressionando os valores nos portos deixou o mercado de modo geral mais acomodado e com baixas regionais, comentou Molinari.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 58,00/60,50 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 57,00/60,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 55,00/57,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 58,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 61,00/63,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 55,00/57,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preçoesteve em R$ 51,00 – R$ 53,50 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 49,00/52,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços levemente mais altos. O mercado reverteu para o território positivo, com o indicativo de piora nas condições das lavouras norte-americanas de milho e os sinais de boa demanda para o cereal do país. Um movimento de realização limitou os ganhos.

   O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 30 de agosto, 62% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 61% -, 24% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 64%, 24% e 12%, respectivamente.

   Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 596.000 toneladas de milho para a China. A entrega está programada para a temporada 2020/21.

   Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 3,58, com alta de 0,25 centavo, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior. A posição março de 2021 fechou a sessão a US$ 3,67 3/4 por bushel, ganho de 0,25 centavos de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,66%, sendo negociado a R$ 5,3870 para venda e a R$ 5,3850 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3370 e a máxima de R$ 5,4550.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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Semana passada, a China fez a maior compra de milho e soja

   São Paulo, 24 de agosto de 2020 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China realizou o maior pedido já feito de soja e milho para os produtores agrícolas norte-americanos na semana passada.

    Segundo ele, apesar de ver o acordo comercial com os chineses de “outra forma” após a pandemia, ele diz ter “certeza de que eles desejam continuar fazendo negócio conosco”.

   “Eu recebi informações de que a China fez a maior compra de milho e soja na história com nossos produtores”, afirmou Trump durante seu discurso de na Convenção Republicana, que está sendo realizada na Carolina do Norte.

    “Não vamos nos esquecer de que a tinta ainda estava fresca quando os chineses permitiram que o vírus tomasse conta. Eu vejo nosso acordo de forma muito diferente agora. Mas eles querem fazer negócio conosco”, afirmou ele.

    As relações entre China e Estados Unidos têm se tornado cada vez mais frágeis desde o início da pandemia de covid-19. Trump vem acusando repetidamente o governo chinês de não ter feito o suficiente para conter o novo coronavírus dentro de suas fronteiras. Por outro lado, os dois países haviam acordado um tratado comercial de primeira fase pouco antes, que obrigava a China a comprar grande parcela de itens agropecuários dos norte-americanos.

     As informações são da agência CMA.

Milho abre mais uma semana com firmeza nas cotações

  Porto Alegre, 24 de agosto de 2020 – O cenário não foi alterado no mercado brasileiro de milho neste começo de semana. As cotações seguem sustentadas pela oferta restrita. No dia, os preços ficaram de estáveis a mais altos no comparativo com a sexta-feira.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 60,00/62,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 58,00/61,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 54,50/55,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 62,00/63,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 58,50/60,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 56,00/58,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 51,50 – R$ 53,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 47,50/50,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços significativamente mais altos. O cereal buscou suporte nos números das inspeções de exportação norte-americanas de milho, mas especialmente no indicativo de rendimentos menores que o esperado para as lavouras de milho do país.

    As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 892.031 toneladas na semana encerrada no dia 20 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam o número em 915 mil toneladas.

    Na semana anterior, haviam atingido 1.075.251 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 646.439 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 41.266.727 toneladas, contra 46.814.947 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

   A safra norte-americana de milho deverá totalizar 14,82 bilhões de bushels em 2020, com produtividade média de 177,5 bushels por acre. A previsão foi divulgada pela Pro Farmer, após a realização de seu tradicional Crop Tour. O rendimento indicado ficou um pouco abaixo do estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 181,8 bushels por acre.

    Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,31 3/4, com alta de 4,75 centavos, ou 1,45%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 3,45 por bushel, ganho de 4,50 centavos de dólar, ou 1,32%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,5990 para venda e a R$ 5,5970 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5610 e a máxima de R$ 5,6120.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS