MILHO: JBS importa o grão pela primeira vez em 2019, diz fonte – Reuters

Porto Alegre, 18 de fevereiro de 2019 – A gigante de alimentos JBS fez
seu primeiro pedido de carregamento de milho importado neste ano, para ser
usado como ração em unidades de processamento de carne no sul de Santa Catarina,
disse nesta segunda-feira uma fonte com conhecimento direto da decisão.

A fonte, falando em condição de anonimato por conta de a informação
não ser pública, declarou que a empresa recorreu à importação de milho,
renovando uma prática que se tornou comum por vários meses a partir de março
passado.

A proximidade de Santa Catarina com Paraguai e Argentina dá aos
processadores locais de carne um incentivo para buscar milho de fora em vez de
comprar dos principais produtores brasileiros, especialmente devido aos valores
de frete definidos pelo governo, que muitos no mercado consideram exorbitantes.

A JBS está programada para importar, inicialmente, cerca de 30 mil
toneladas de milho da Argentina, disse a fonte, acrescentando que outros
carregamentos estão sendo considerados. No ano passado, a JBS importou o
equivalente a cinco embarcações da Argentina contendo carregamentos de 30 mil
a 35 mil toneladas de milho cada, informou a fonte.

O movimento sugere que estes processadores de carne, com capacidade para
alternar fornecedores, têm melhores chances de proteger as margens
operacionais, dada a pouca infraestrutura do Brasil e a insegurança legal
decorrente dos preços de frete estabelecidos pelo governo no ano passado, após
a greve dos caminhoneiros. “Outros players estão procurando por alternativas
no mercado”, disse a fonte. “Mas eles estão mais lentos para tomar
decisões.”

A JBS não comentou o assunto de imediato. A rival BRF, maior processadora
de frango do Brasil e maior exportadora mundial, também não comentou
imediatamente.

A fonte declarou que as empresas, em geral, estão relutantes em assumir
riscos quanto ao frete, devido ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não ter
julgado os processos que contestam a legalidade da decisão do governo quanto
ao tabelamento dos fretes.

Em 2018, os caminhoneiros em greve interromperam fornecimentos e
exportações em uma paralisação de 10 dias por conta do aumento dos preços
do diesel, levando o governo a introduzir os valores mínimos de frete. Cerca de
167 unidades de produção de carne interromperam operações e ao menos 70
milhões de frangos, de um total de 1 bilhão, foram abatidos durante a greve.

A fonte disse que o fato de os agricultores brasileiros estarem segurando
vendas à medida em que esperam por maiores preços do milho é outro fator que
leva a JBS a comprar da Argentina. “Isso, juntamente com fretes mais caros no
Brasil, faz da importação do milho atrativa”, declarou a fonte.

As informações são da Agência Reuters Brasil.

Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência
SAFRAS

Milho volta a apresentar preços firmes no Brasil

Porto Alegre, 18 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
abriu a semana da mesma forma que terminou a última. Ou seja, com preços
firmes. O mercado reflete a oferta limitada nas principais praças de
comercialização, em dia calmo sem a referência da Bolsa de Chicago, que não
operou devido ao feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos.

No porto de Santos, preço gira entre R$ 38,50 e R$ 40,00 a saca. Em
Paranágua, cotação de R$ 37,50 a R$ 39,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,00/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 40,00/41,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de
R$ 43,00/44,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/39,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,50/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 33,00/34,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
28,50/30,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho não operou devido ao
feriado nos EUA.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,75%, sendo
negociado a R$ 3,7320 para venda e a R$ 3,7300 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7120 e a máxima de R$
3,7430.

AGENDA

—–Terça-feira (19/02)

– A FGV divulga às 8h os dados da segunda prévia do Indice Geral de Preços –
Mercado (IGP-M) referentes a fevereiro.

– Dados de desenvolvimento das lavouras do Paraná – Deral, no início do dia.

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 13hs.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Brasil deve produzir 93,305 milhões de t em 2018/19 – SAFRAS

Porto Alegre, 15 de fevereiro de 2019 – A produção brasileira de milho
foi revista por SAFRAS & Mercado e deverá totalizar 93,305 milhões de
toneladas na temporada 2018/19, com elevação de 16,54% sobre a safra anterior,
de 80,065 milhões de toneladas. Na estimativa anterior, divulgada em janeiro,
a produção havia sido estimada em 93,366 milhões de toneladas. O analista de
SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, destaca que os números foram ajustados
para baixo devido aos problemas de estiagem verificados na safra de verão.

SAFRAS projeta uma elevação de 2,4% na área a ser plantada, que ocuparia
16,625 milhões de hectares. No ano anterior, a semeadura ocupou 16,236
milhões de hectares. O levantamento projeta rendimento médio de 5.512 quilos
por hectare, acima da temporada anterior, quando a produtividade ficou em 4.931
quilos por hectare.

A safra de verão da região Centro-Sul foi revisada e deverá ficar em
24,168 milhões de toneladas, volume 1,58% inferior frente às 24,557 milhões
de toneladas colhidas na temporada passada. Na estimativa anterior o volume
previsto era de 24,837 milhões de toneladas. “Houve problemas de estiagem
mais expressivos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, que
contribuíram para a revisão dos números de produção”, afirma Molinari. A
área deverá passar de 4,183 milhões para 4,011 milhões de hectares, recuando
4,1%. A produtividade média deve ficar 6.024 quilos por hectare, acima dos
5.870 quilos por hectare registrados na temporada passada.

Para a segunda safra, ou safrinha, o levantamento indica plantio de 11,176
milhões de hectares, contra 10,457 milhões do ano anterior, um aumento de
6,9%. Com rendimento de 5.619 quilos por hectare, à frente dos 4.653 quilos por
hectare obtidos na temporada passada, a produção da safrinha no Centro-Sul
está estimada em 62,8 milhões de toneladas, 29,07% acima do que a obtida em
2017/18, de 48,655 milhões de toneladas. No levantamento de janeiro a
produção prevista para a safrinha era de 62,009 milhões de toneladas de
milho. “A estimativa de colheita da safrinha deve compensar um pouco as perdas
que serão registradas na safra de verão”, aponta Molinari.

SAFRAS indica ainda produção de 6,336 milhões de toneladas para as
regiões Norte e Nordeste, 8,13% abaixo das 6,851 milhões produzidas no ano
anterior. No levantamento do mês passado a expectativa de colheita era estimada
em 6,519 milhões de toneladas. Molinari afirma que a área a ser cultivada
deve ficar em 1,436 milhão de hectares, 9,9% aquém dos 1,595 milhão de
hectares registrados na temporada anterior. A produtividade média é estimada
em 4.410 quilos por hectare, superando os 4.296 quilos por hectare da temporada
anterior. Veja o quadro completo abaixo:

========================================================================
MILHO - ESTIMATIVA SAFRA SAFRA 2018/19 - BRASIL
------------------------------------------------------------------------
Estados                       Área (ha)                    Variações - %
                  16/17 (1)      17/18 (2)     18/19 (3)     2/1     3/2
 
PR                   799.540       479.746       507.550   -40,0     5,8
RS                 1.330.050     1.144.550     1.102.808   -13,9    -3,6
SC                   705.845       640.979       639.116    -9,2    -0,3
SP                   527.502       414.352       362.232   -21,5   -12,6
MS                    81.977        29.209        31.802   -64,4     8,9
GO/DF                545.515       307.962       323.160   -43,5     4,9
MT                   189.040        88.264        88.299   -53,3     0,0
MG                 1.083.160     1.035.625       932.353    -4,4   -10,0
ES                    38.247        24.144        19.686   -36,9   -18,5
RJ                     5.404        18.681         4.859   245,7   -74,0
C-Sul - subtotal   5.306.280     4.183.512     4.011.865   -21,2    -4,1
SAFRINHA
PR 2a safra        2.517.420     1.911.810     2.387.200   -24,1    24,9
SP 2a safra          502.250       422.280       455.950   -15,9     8,0
MS 2a safra        1.680.400     1.676.590     1.722.400    -0,2     2,7
GO 2a safra        1.749.213     1.624.603     1.670.500    -7,1     2,8
MT 2a safra        4.497.230     4.278.760     4.413.200    -4,9     3,1
MG 2a safra          544.300       543.582       527.300    -0,1    -3,0
C-Sul - subtotal  11.490.813    10.457.625    11.176.550    -9,0     6,9
 
Centro-Sul        16.797.093    14.641.137    15.188.415   -12,8     3,7
N/Nordeste         1.661.342     1.594.943     1.436.780    -4,0    -9,9
BRASIL            18.458.435    16.236.080    16.625.195   -12,0     2,4
 
 
Estados                       Produção (tons)
                       16/17         17/18         18/19
 
PR                 5.792.667     3.406.197     3.502.098
RS                 8.046.803     6.123.343     6.506.567
SC                 4.552.700     3.813.825     3.962.518
SP                 3.534.263     2.610.418     2.263.949
MS                   491.862       169.412       181.271
GO/DF              3.333.097     1.860.090     1.906.644
MT                   850.680       361.882       362.026
MG                 6.444.802     6.006.625     5.361.030
ES                   192.000       115.891        98.430
RJ                    27.009        89.669        24.295
C-Sul - subtotal  33.265.883    24.557.352    24.168.828
SAFRINHA
PR 2a safra       15.276.043     7.397.928    14.046.210
SP 2a safra        3.114.622     1.443.095     2.755.515
MS 2a safra       10.048.792     5.256.110     9.989.920
GO 2a safra       10.005.498     9.023.045     9.521.850
MT 2a safra       26.623.602    23.777.069    24.272.600
MG 2a safra        2.300.212     1.758.488     2.214.660
C-Sul - subtotal  67.368.768    48.655.735    62.800.755
 
Centro-Sul       100.634.651    73.213.086    86.969.583
N/Nordeste         7.267.188     6.851.824     6.336.074
BRASIL           107.901.840    80.064.911    93.305.657
 
 
Estados                 Produtividade (kg/Ha)
                       16/17         17/18         18/19
 
PR                     7.245         7.100         6.900
RS                     6.050         5.350         5.900
SC                     6.450         5.950         6.200
SP                     6.700         6.300         6.250
MS                     6.000         5.800         5.700
GO/DF                  6.110         6.040         5.900
MT                     4.500         4.100         4.100
MG                     5.950         5.800         5.750
ES                     5.020         4.800         5.000
RJ                     4.998         4.800         5.000
C-Sul - subtotal       6.269         5.870         6.024
SAFRINHA
PR 2a safra            6.068         3.870         5.884
SP 2a safra            6.201         3.417         6.043
MS 2a safra            5.980         3.135         5.800
GO 2a safra            5.720         5.554         5.700
MT 2a safra            5.920         5.557         5.500
MG 2a safra            4.226         3.235         4.200
C-Sul - subtotal       5.863         4.653         5.619
 
Centro-Sul             5.991         5.001         5.726
N/Nordeste             4.374         4.296         4.410
BRASIL                 5.846         4.931         5.612
 
Fonte: Safras & Mercado, Cooperativas, Produtores e Indústrias
========================================================================
 
     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho tem mais um dia de firmeza nas cotações no Centro-Sul

Porto Alegre, 13 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
teve mais um dia de preços firmes nesta quarta-feira. Segundo o analista de
SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, os produtores não têm cedido facilmente nos
preços. “O abastecimento regional define uma condição de preços mais
firmes ou não, no momento”, afirma.

No porto de Santos, preço gira entre R$ 38,00 e R$ 39,00 a saca. Em
Paranágua, cotação de R$ 37,00 a R$ 39,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 39,00/40,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
42,50/43,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,50/38,50 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 31,50/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
27,00/28,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
predominantemente mais altos. O mercado foi sustentado no território positivo
pela expectativa de boa demanda pelo grão norte-americano, conforme a Agência
Reuters. O otimismo em relação ao acordo entre Estados Unidos e China também
colaborou positivamente. Por outro lado, os amplos estoques de milho nos EUA
pesaram negativamente, limitando a valorização e fazendo alguns contratos
caírem.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,78
3/4, ganho de 0,50 centavo de dólar, ou 0,13%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,86 3/4 por bushel, alta de
0,50 centavo de dólar, ou 0,12%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 1,05%, sendo
negociado a R$ 3,7530 para venda e a R$ 3,7510 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7150 e a máxima de R$
3,7620.

AGENDA

—–Quinta-feira (14/02)

– China: A balança comercial de janeiro será publicada durante a
madrugada pela alfândega.

– Alemanha: A leitura preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) de quarto
trimestre de 2018 será publicada às 5h pelo Destatis

– Eurozona: A leitura revisada do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto
trimestre de 2018 será publicada às 8h pela Eurostat

– EUA: O índice de preços ao produtor de janeiro será publicado às 11h30
pelo Departamento do Trabalho

– Japão: A leitura preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) de quarto
trimestre de 2018 será publicada às 21h50 pelo gabinete do governo

– China: O índice de preços ao consumidor de janeiro será publicado às
23h30 pelo departamento de estatísticas

– China: O índice de preços ao produtor de janeiro será publicado às
23h30 pelo departamento de estatísticas

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 11h30min.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de
Buenos Aires, 16hs.

– Dados das lavouras no Rio Grande do Sul – Emater, na parte da tarde.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Line-up prevê embarques de 1,314 milhão de t em fevereiro

Porto Alegre, 13 de fevereiro de 2019 – O line-up, a programação de
embarques nos portos brasileiros, indica um volume de 1,314 milhão toneladas de
milho para fevereiro, conforme levantamento realizado por SAFRAS & Mercado.
Desse total, 586,1 mil toneladas já foram embarcadas.

Milho inicia semana com cotações estáveis no país

Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
abriu a semana com preços estáveis e com poucas novidades. Os consumidores
se deparam com dificuldades na aquisição de lotes mais representativos
oriundos de outras regiões produtoras, quadro que deve se acentuar conforme
avança a colheita da soja.

No porto de Santos, preço gira entre R$ 38,50 e R$ 40,00 a saca. Em
Paranágua, cotação de R$ 37,50 a R$ 39,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 38,00/39,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
42,00/43,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 31,50/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
27,00/28,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi influenciado negativamente pelo fraco desempenho
das inspeções de exportação norte-americanas de milho, conforme relatório
divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A
queda do petróleo e a alta do dólar também pesaram negativamente.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 743.536
toneladas na semana encerrada no dia 7 de fevereiro, conforme relatório semanal
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 901.214 toneladas. Em igual período do
ano passado, o total inspecionado foi de 846.524 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 23.209.767
toneladas, contra 15.736.922 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,72
3/4, recuo de 1,50 centavo de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,80 3/4 por bushel, baixa de
1,50 centavo de dólar, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,80%, sendo
negociado a R$ 3,7630 para venda e a R$ 3,7610 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7290 e a máxima de R$
3,7760.

AGENDA

—–Terça-feira (12/02)

– O BC divulga às 8h a ata da reunião mais recente do Comitê de
Política Monetária (Copom)

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 9h os
dados sobre o Levantamento da Produção Agrícola referentes a janeiro

– Dados de desenvolvimento das lavouras do Paraná – Deral, no início do dia.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Mercado externo repercute USDA e EUA-China; interno é firme – SAFRAS

Porto Alegre, 11 de fevereiro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que
deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas
são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Mercado externo sem força para grandes volatilidades

– Relatorio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe
um corte importante na safra 2018, devido ao clima na colheita. Contudo, o corte
de demanda interna equilibrou o quadro e os estoques estão em 44 milhões de
toneladas. Não são altos para os EUA, mas podem sustentar os preços nos curto
prazo e motivar o produtor local a plantar mais milho em 2019

– Corte de 4% na área de inverno do trigo nos Estados Unidos pode ser mais um
indicador positivo para o milho

– Clima na América do Sul segue como fator de atenção até março quando se
define a safra argentina

– Reuniões bilaterais EUA e China ocorrerão nesta semana em mais uma etapa
de negociações envolvendo a guerra comercial

– Ainda sem sinalização para um grande acordo

– Mercado interno brasileiro bastante firme

– Exportações em fevereiro surpreendem, vão a 1,3 milhão de toneladas e vão
absorvendo volumes internos que poderiam exercer maior pressão sobre as
cotações

– Colheitas regionais vão ocorrendo e não têm sido suficientes para derrubar
preços

– Sudeste e Centro-Oeste com preços bastante firmes e tendendo a manter o
quadro até a colheita da safrinha em junho

– São Paulo devendo manter altas até junho já que a colheita vai ocorrendo e
não ter atendido toda a demanda local

– Safrinha tem chuvas melhoradas no Mato Grosso, em Goiás e Minas Gerais,
mas ainda depende de melhores ocorrências em SP, MS e PR

– Chuvas esperadas para o fechamento da semana no Paraná.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho encerra semana com lentidão no Brasil

Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
registrou lentidão nesta sexta-feira. A dificuldade em obter lotes expressivos
continua, como destaca o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias. O frete é novamente um problema, uma vez que a prioridade segue no
escoamento da soja. Além disso, há relatos de negócios para exportação
neste primeiro bimestre, absorvendo importante volume de milho em um momento
atípico, comenta.

No porto de Santos, preço gira entre R$ 38,50 e R$ 40,00 a saca. Em
Paranágua, cotação de R$ 37,50 a R$ 39,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 38,00/39,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
42,00/43,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,00/38,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 31,50/32,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
27,00/28,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi pressionado pelo indicativo de amplos estoques e
menor demanda interna nos Estados Unidos, conforme relatório do Departamento
de Agricultura do país, o USDA, divulgado nesta sexta-feira. O documento indicou,
ainda, uma ampla safra de milho na América do Sul. Na semana, a posição
março acumulou queda de1,06%.

O USDA previu que os estoques finais de passagem da safra 2018/19 dos
Estados Unidos ficarão em 1,735 bilhão de bushels, ante os 1,714 bilhão de
bushels esperados pelo mercado e abaixo dos 1,781 bilhão de bushels indicados
em dezembro de 2018.

Os Estados Unidos deverão colher 14,420 bilhões de bushels, abaixo dos
14,509 bilhões de bushels esperados pelo mercado e aquém dos 14,626 bilhões
de bushels estimados em dezembro de 2018. A produtividade média foi indicada
176,4 em bushels por acre, frente aos 178,9 bushels por acre indicados em
dezembro de 2018.

Os estoques finais da safra mundial 2018/19 foram projetados em 309,78
milhões de toneladas, acima das 307,5 milhões de toneladas previstas pelo
mercado e à frente das 308,80 apontadas no relatório de dezembro de 2018. A
safra global 2018/19 foi estimada em 1.099,61 milhão de toneladas, abaixo das
1.099,91 milhão de toneladas previstas em dezembro do ano passado.

A estimativa de safra brasileira segue em 94,5 milhões de toneladas. A
Ucrânia teve sua projeção de safra elevada de 35 milhões de toneladas para
35,5 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 46 milhões
de toneladas, frente às 42,5 milhões de toneladas indicadas em dezembro. A
China teve sua produção elevada de 256 milhões de toneladas para 257,33
milhões de toneladas.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,74
1/4, recuo de 2,25 centavos de dólar, ou 0,59%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,82 1/4 por bushel, baixa de
2,00 centavo de dólar, ou 0,52%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão de hoje com alta de 0,56%, sendo
negociado a R$ 3,7330 para venda e a R$ 3,7310 para compra. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7040 e a máxima de R$
3,7490. Na semana, o dólar registrou avanço de 1,91%.

AGENDA

—–Segunda-feira (11/02)

– Japão: O mercado de ações do país permanece fechado em razão de um
Feriado

– Reino Unido: A balança comercial de dezembro será publicada às 7h30
pelo departamento de estatísticas

– Reino Unido: A produção industrial de dezembro será publicada às
7h30 pelo departamento de estatísticas

– Boletim Focus, com projeções do mercado financeiro para a economia
brasileira – Banco Central (BC), a partir das 8hs.

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 14hs.

– O governo divulga às 15h os dados da balança comercial até a última
Semana

– O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) divulga, às 16hs, os
dados das exportações de café referentes ao mês de janeiro de 2019

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Mercado de milho apresenta alta nas cotações, com foco na soja

Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
apresentou preços firmes nesta semana, de estáveis a mais altos. Em grande
parte das regiões, a oferta é limitada, tendo em vista que o foco está na
colheita e comercialização da soja. Com o milho deixado em segundo plano, os
compradores têm mais dificuldades na obtenção da oferta.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os
consumidores seguem encontrando dificuldades na composição de seus estoques
em meio à logística cada vez mais complicada com o escoamento da soja. “Esse
quadro de dificuldade deve se acentuar conforme avança o trabalho de campo”,
avalia.

Em algumas regiões onde a colheita do milho evolui mais e há melhor
oferta o mercado tem maior equilíbrio e os preços se mantêm. No lado positivo
para a formação de preços, está a indicação de que exportações pela
região Sul tendem a garantir suporte às cotações.

No balanço da semana, o preço médio do milho avançou de R$ 35,60 para
R$ 36,27 a saca de 60 quilos, com aumento de 1,87%. Erechim, no Rio Grande
do Sul, foi uma exceção, onde a cotação recuou de R$ 38,50 para R$ 38,00 a
saca, baixa de 1,3%. Já em Uberlândia, Minas Gerais, preço passando de R$
36,50 para R$ 37,00 a saca, elevação de 1,37%.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 27,00 para R$ 28,00
a saca, avanço de 3,7%. Em Campinas (CIF-SP), a cotação avançou de R$ 42,00
para R$ 43,00 a saca, alta de 2,38%%.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Mercado de milho apresenta alta nas cotações, com foco na soja

Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
apresentou preços firmes nesta semana, de estáveis a mais altos. Em grande
parte das regiões, a oferta é limitada, tendo em vista que o foco está na
colheita e comercialização da soja. Com o milho deixado em segundo plano, os
compradores têm mais dificuldades na obtenção da oferta.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os
consumidores seguem encontrando dificuldades na composição de seus estoques
em meio à logística cada vez mais complicada com o escoamento da soja. “Esse
quadro de dificuldade deve se acentuar conforme avança o trabalho de campo”,
avalia.

Em algumas regiões onde a colheita do milho evolui mais e há melhor
oferta o mercado tem maior equilíbrio e os preços se mantêm. No lado positivo
para a formação de preços, está a indicação de que exportações pela
região Sul tendem a garantir suporte às cotações.

No balanço da semana, o preço médio do milho avançou de R$ 35,60 para
R$ 36,27 a saca de 60 quilos, com aumento de 1,87%. Erechim, no Rio Grande
do Sul, foi uma exceção, onde a cotação recuou de R$ 38,50 para R$ 38,00 a
saca, baixa de 1,3%. Já em Uberlândia, Minas Gerais, preço passando de R$
36,50 para R$ 37,00 a saca, elevação de 1,37%.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 27,00 para R$ 28,00
a saca, avanço de 3,7%. Em Campinas (CIF-SP), a cotação avançou de R$ 42,00
para R$ 43,00 a saca, alta de 2,38%%.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

CARNE DE FRANGO: Indústria pede plano de incentivo ao milho no RS

Porto Alegre, 1 de fevereiro de 2019 – Pedido feito por representantes das
indústrias de proteína animal ao governador Eduardo Leite será o ponto de
partida para que a Secretaria da Agricultura apresente nova proposta de fomento
à produção de milho no Rio Grande do Sul. Nos próximos dias, o titular da
pasta, Covatti Filho, promete apresentar levantamento em elaboração.

“O governador pediu que fossem feitos estudos. A ideia é desenvolver
política com foco na irrigação, abordando também a questão do
licenciamento. É um caminho na busca pela autossuficiência”, explica Covatti
Filho.

Ele ainda não detalhou quais ações diferentes das já existentes
poderão ser adotadas – desde 2013, por exemplo, existe o programa Mais Água,
Mais Renda. Talvez o principal argumento de convencimento de que o Estado
precisa encarar a produção de milho de outra maneira tenha vindo da palavra
competitividade. Ou melhor: da falta dela.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco
Turra esteve na reunião realizada no Palácio Piratini. Ele conta que foi
mencionado a Leite a perda de posições do Rio Grande do Sul no ranking
nacional em razão da produção do grão ser insuficiente para atender à
demanda.

Segundo o dirigente, catarinenses e gaúchos precisam adquirir cerca de 6
milhões de toneladas de milho de outros locais de produção – de dentro e de
fora do país. Para se ter uma ideia, o volume é maior do que o estimado para
toda a produção do Estado, de 5,63 milhões de toneladas, segundo a Conab.

A necessidade encarece os custos, diminui a margem e, consequentemente,
limita o retorno financeiro aos cofres públicos.

“Está ficando muito custoso trazer o milho do Centro-Oeste. Precisamos
ter uma briga permanente para fomentar o crescimento da produção de milho”,
confirma o ex-ministro da Agricultura.

Na sexta-feira, Leite pode conferir de perto um exemplo de que produzir
milho pode dar certo e gerar renda. Mas a realidade da AJ Moreno, onde ocorreu
a abertura oficial da colheita, está longe de ser a da maioria das propriedades.

O desafio será encontrar uma proposta capaz de garantir uniformidade à
produção, evitando que fique à mercê do vaivém das cotações no mercado.
Modelo comemorado

Na cerimônia simbólica que marca a abertura da colheita do milho no
Estado, os resultados da propriedade escolhida para receber a festa
impressionaram o governador Eduardo Leite. Ele constatou de perto o que a
tecnologia pode fazer pela cultura.

A diferença na AJ Moreno, em Santo Ângelo, nas Missões, já começa no
espaço destinado ao grão. Na maior parte do Estado, a soja tem preferência.
Lá, não. São 220 hectares de milho e 230 hectares de soja. Na área do milho,
190 hectares contam com irrigação.

A produtividade média soma 240 sacas por hectare. No sequeiro, são 200
sacas. Em ambos os casos, bem acima da média estadual – estimada em 124
sacas para a safra atual, segundo a Conab.

Vice-prefeito de Santo Ângelo e presidente da 19 Feira Internacional do
Milho (Fenamilho), Bruno Hesse reforçou que o uso de sistemas de irrigação em
pequenas propriedades ajudaria a reduzir o déficit da produção de milho. As
informações partem de Zero Hora e foram divulgados no boletim Avicultura RS
Notícias, da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav).

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: 2a safra em MS deve atingir 9 milhões de t em 2018/19 – Famasul

Porto Alegre, 1 de fevereiro de 2019 – Os desafios na safra 2018/19 de soja
e a expectativa para o plantio do milho 2a safra foram destaques do presidente
do Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Mauricio
Saito, nessa quinta-feira (31), durante o lançamento oficial da colheita de
soja e plantio de milho, safra 2018/2019, de Mato Grosso do Sul. O evento
organizado pela Aprosoja/MS – Associação dos Produtores de Soja de MS, com
apoio da Federação, aconteceu na Fazenda Luana, do agricultor, Bruno Maggioni,
localizada em Campo Grande.

Na cerimônia, Saito falou dos cenários extremos da temporada. “Em
relação à soja, podemos dizer que o clima foi fator relevante para o
desenvolvimento da cultura no estado, com relatos de produtividade inferior a 25
sacas por hectare”, afirmou Saito, destacando ainda: “A situação exige
que o agricultor aplique suas habilidades em planejamento para conduzir a
atividade mesmo diante dos possíveis impactos”, afirmou Saito.

Em relação à safra de milho, o presidente da Federação acrescentou:
“Para a 2 safra, se a condição climática for favorável, a perspectiva é
positiva com relação à demanda do mercado externo, que projeta uma melhor
precificação”, explica.

Saito reforçou também: “É o momento de fazer gestão para garantir
bons resultados na evolução do ciclo das duas culturas e também de
sensibilizar o Governo Federal sobre a importância para o setor da permanência
das linhas de créditos, garantia de recursos e manutenção dos juros para
financiamentos”.

O presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, apresentou os dados
referentes à colheita e plantio. “As regiões Sul e Centro enfrentaram, em
média, de 10 a 25 dias sem chuvas, mas há registros de propriedades sem
precipitações por 45 dias. Neste ciclo passamos a ter 5,18% a mais de área
para o cultivo de soja, expansão que aconteceu sobre áreas antes dedicadas à
pastagem e produção de cana”, ressalta.

O secretário da Semagro, Jaime Verruck, destacou a questão logística no
evento: “Nosso foco é melhorar a situação local e, para isso, temos
trabalhado intensivamente para colocar, em prática, projetos relacionados às
ferrovias, hidrovias e rodovias do Estado. Temos consciência da contribuição
do agronegócio para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e do País”,
conclui.

Projeção

Para o milho a projeção é de 1,9 milhão de hectares destinados ao
cultivo do cereal, sendo que deste total, 8,4% já se encontram semeados. A
temporada deve alcançar 9 milhões de toneladas, 14,85% a mais que no ciclo
anterior.

Participaram do evento o diretor-tesoureiro do Sistema Famasul, Marcelo
Bertoni; o diretor-secretário, Frederico Stella; a 2 secretária, Thais
Carbonaro Faleiros; o vice-presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi; o chefe
geral interino da Embrapa Gado de Corte, Roney Mamede; o chefe-geral da
Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus.

Além da diretora-técnica do Sistema Famasul, Mariana Urt, do
ex-presidente da Aprosoja/MS, Almir Dalpasquale e do Superintendente da
Semagro, Rogério Beretta. As informações partem da assessoria de imprensa do
Sistema Famasul.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho tem poucos negócios e preços estáveis no Brasil

Porto Alegre, 29 de janeiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
apresentou melhor movimentação nesta terça. A intensificação da colheita da
soja mantém o perfil das negociações de milho no mercado doméstico, o foco
permanece no trabalho de campo e no escoamento da soja, com a
comercialização do milho relegada ao segundo plano. O frete já apresenta
elevação, sem perspectiva de melhora nesse sentido no curto prazo.

No porto de Santos, a cotação recuou de R$ 38,00 para R$ 37,00 a saca na
base de compra. Em Paranaguá, R$ 36,00 a saca na base de compra, contra R$
36,50 de ontem.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço
de R$ 40,50/42,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 29,50/31,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
26,00/27,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi pressionado pelo ceticismo quanto a um avanço nas
negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Nem mesmo os sinais de
melhor demanda para o cereal foram capazes de trazer suporte.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 138.000 toneladas de milho
de origem opcional à Coreia do Sul, para entrega na temporada 2018/19. Um
contrato de origem opcional indica que o fornecedor pode ser os Estados Unidos
ou um ou mais países exportadores.

Uma delegação chinesa liderada pelo vice-primeiro-ministro Liu He chegou
a Washington para uma nova rodada de negociações comerciais, marcando o
início de um trabalho duro para chegar a um acordo antes de um prazo de
primeiro de março, enquanto os primeiros indícios sugerem que os dois lados
continuam divididos.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,77
1/4, recuo de 2,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,86 por bushel, baixa de 2,25
centavos de dólar, ou 0,57%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,16%, negociado a R$
3,7220 para venda e a R$ 3,7200 para compra. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7200 e a máxima de R$ 3,7660.

Agenda de quarta

– Indice de Preços ao Produtor de dezembro – IBGE, 9hs.

– EUA: a posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada
será publicada às 13h30hs pelo Departamento de Energia (DoE).

-EUA: A decisão de política monetária de janeiro será publicada às 17h pelo
Federal Reserve.

Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Ceticismo por acordo entre EUA e China pressiona cotações em Chicago

Porto Alegre, 29 de janeiro de 2019 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado foi pressionado
pelo ceticismo quanto a um avanço nas negociações comerciais entre Estados
Unidos e China. Nem mesmo os sinais de melhor demanda para o cereal foram
capazes de trazer suporte.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 138.000 toneladas de milho
de origem opcional à Coreia do Sul, para entrega na temporada 2018/19. Um
contratode origem opcional indica que o fornecedor pode ser os Estados Unidos
ou um ou mais países exportadores.

Uma delegação chinesa liderada pelo vice-primeiro-ministro Liu He chegou
a Washington para uma nova rodada de negociações comerciais, marcando o
início de um trabalho duro para chegar a um acordo antes de um prazo de
primeiro de março, enquanto os primeiros indícios sugerem que os dois lados
continuam divididos. As informações são da Agência CMA com a agência de
notícias “Dow Jones”.

A delegação chinesa planeja oferecer um grande aumento nas compras de
produtos agrícolas e de energia dos Estados Unidos, juntamente com reformas
modestas nas políticas industriais, disseram pessoas na China que estão
acompanhando as conversas de perto.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,77
1/4, recuo de 2,50 centavos de dólar, ou 0,65%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,86 por bushel, baixa de 2,25
centavos de dólar, ou 0,57%, em relação ao fechamento anterior.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho fecha semana com fraca movimentação no Brasil

Porto Alegre, 25 de janeiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
encerrou a semana com preços pouco alterados e fraca movimentação. Segundo
o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o perfil de
negociações segue inalterado no disponível. As negociações são pontuais,
oferecendo dificuldade ao consumidor em alongar sua posição. Para a safrinha o
fluxo de negócios também esteve restrito no decorrer da sexta-feira.

No porto de Santos, a cotação ficou em R$ 37,50 a saca na base de compra.
Em Paranaguá, R$ 36,50 a saca na base de compra

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço
de R$ 39,50/40,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 29,50/31,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
26,00/27,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. Em sessão volátil, após operar em queda mais cedo, o mercado
reverteu, buscando suporte no otimismo quanto ao final da paralisação do
governo norte-americano, que já dura mais de um mês. A alta do petróleo e dos
mercados acionários em geral também atuou como fator de suporte. Na semana,
a posição março acumulou queda de 0,39%

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,80
1/4, ganho de 3,25 centavos de dólar, ou 0,86%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,88 3/4 por bushel, alta de
3,25 centavos de dólar, ou 0,84%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,27%.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Mercado espera por dados de exportação dos Estados Unidos – SAFRAS

Porto Alegre, 25 de janeiro de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do
analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– A expectativa do encontro entre Estados Unidos e China segue palpável,
avaliando que ainda restam muitas aparas para a concretização de um acordo
que agrade ambas as partes

– O secretário do comércio norte-americano anunciou recentemente que o acordo
está distante, o principal ponto de divergência segue na questão da
propriedade intelectual

– A próxima semana será decisiva para a evolução das tratativas. Em caso de
fracasso das negociações nova rodada de taxações deve ser anunciada ao final
da trégua de 90 dias anunciada no último mês de dezembro

– Dados corriqueiros como exportação semanal seguem relevantes para nortear o
mercado. Ainda não há confirmação do relatório de Oferta e Demanda em
fevereiro

– No mercado interno, o perfil de negociações segue inalterado no disponível.
Com fluxo pontual, oferecendo dificuldade ao consumidor em alongar sua
posição. Para a safrinha, o fluxo de negócios também esteve restrito no
decorrer da sexta-feira

– Já é perceptível o aumento do custo de frete em meio à colheita da soja.
Quadro que deve se acentuar conforme avança o trabalho de campo

– Os consumidores em determinadas regiões do país encontram dificuldade na
composição de seus estoques, remetendo à possível alta dos preços no curto
prazo

– No Rio Grande do Sul, o trabalho de campo ainda flui de maneira irregular
devido à incidência de chuvas que prejudicaram a evolução da colheita. No
estado, a colheita alcançou 18% da área plantada.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Mercado de milho registra preços firmes e lentidão no Brasil

Porto Alegre, 25 de janeiro de 2019 – O mercado brasileiro de milho
apresentou um ritmo lento na comercialização na semana. E os preços ficaram
firmes na maior parte das regiões, de estáveis a moderadamente mais altos, com
exceções.

A prioridade no momento está na colheita e escoamento da safra de soja, o
que limita a oferta do milho, garantindo sustentação nas cotações. A
exceção ficou com o estado de São Paulo, onde o ingresso de maiores volumes
contribuiu para uma queda nas cotações.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o
quadro para o mercado de milho no disponível ainda é caracterizado por
negociações pontuais, para preencher uma ou outra necessidade mais urgente. E
a tendência para o curto prazo é de o ritmo de negócios no milho permaneça
calmo, apenas para atender as necessidades mais urgentes de demanda.

O preço médio do milho no Brasil subiu de R$ 34,87 para R$ 35,34 a saca
de 60 quilos na semana, com aumento de 1,35%. Em Erechim, no Rio Grande do
Sul, a cotação avançou de R$ 36,00 para R$ 38,00 a saca, avanço de 5,6%. Já
em Uberlândia, Minas Gerais, preço passando de R$ 35,50 para R$ 36,50 a saca,
elevação de 2,8%.

Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação subiu de R$ 26,50 para R$ 27,00
a saca, avanço de 1,9%. Já em Cascavel, no Paraná, preço avançando de R$
36,00 para R$ 36,50 a saca (+1,4%). Em Campinas (CIF-SP), a cotação caiu de
R$ 41,00 para R$ 40,00 a saca, baixa de 2,4%.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho apresenta pouca movimentação no Brasil

Porto Alegre, 23 de janeiro de 2019 – O quadro para o mercado de milho no
disponível ainda é caracterizado por negociações pontuais, para preencher
uma ou outra necessidade mais urgente. O trabalho de campo se intensifica em
algumas regiões do país e a prioridade é claramente a colheita e o escoamento
da soja, como tradicionalmente acontece no primeiro quadrimestre, comenta o
analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

No porto de Santos, a cotação ficou em R$ 37,00 a saca na base de compra.
Em Paranaguá, R$ 36,00 a saca na base de compra

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,50/36,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço
de R$ 39,50/40,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 29,50/31,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
26,00/27,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
predominantemente mais altos, próximos da estabilidade. O mercado perdeu força
frente aos ganhos observados mais cedo, seguindo o comportamento do petróleo,
que inverteu de posicionamento e opera em queda.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,78
3/4, recuo de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,87 1/4 por bushel, estável em
relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,07%, negociado a R$
3,7630 para venda e a R$ 3,7610 para compra. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7610 e a máxima de R$ 3,8120.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

AGRONEGÓCIO: Entidades são contrárias à taxação do setor – Aprosoja Brasil

Porto Alegre, 23 de janeiro de 2019 – As entidades do agronegócio
signatárias do presente documento vêm a público manifestar preocupação com
a sobretaxação do setor produtivo, a exemplo da proposta do governo do Estado
de Mato Grosso.

A sobretaxação do agronegócio afeta todas as cadeias, ou seja,
produtores rurais, as empresas compradoras, as agroindústrias e os exportadores
e trará um resultado negativo a todo o país.

Como já ocorreu em alguns Estados, medidas como esta são danosas ao
setor, tendo em vista a situação atual de endividamento dos produtores causada
por problemas com a comercialização e também com a redução da produção
devido ao clima e a situações adversas.

O cenário para o empreendedor rural se agrava devido à variação
cambial, que elevou os custos de produção, tirando a rentabilidade do
produtor. O tabelamento do frete, instituído pelo governo federal no ano
passado, atrasou a comercialização de grãos e impediu produtores e
exportadores de aproveitarem melhor momento para venda de seus produtos no
mercado internacional.

Algumas cadeias como a da soja veem com apreensão a indefinição em torno
da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que pode reduzir os valores
dos prêmios pagos nos portos aos exportadores.

A taxação será danosa também para o etanol feito à base de milho, que
recentemente recebeu investimentos privados para construção de usinas para o
aproveitamento do excedente de grãos gerando combustível mais limpo para toda
a sociedade.

Não é punindo a produção que serão resolvidos os problemas financeiros
dos entes federados. Infelizmente os estados fizeram dívidas, incharam a
máquina pública, não investiram em ganhos de gestão e eficiência e agora
estão com dificuldades financeiras.

Elevar a carga tributária sobre a produção de bens primários solaparia
o setor mais importante da economia brasileira, o agronegócio, que além de
garantir, com folga, a segurança alimentar do país, exporta para importantes
mercados consumidores asiáticos e europeus. O campo gera dos empregos
formais e do PIB brasileiro, ou seja, produz riqueza e bem-estar social.

O momento é de reconhecimento ao setor mais importante para a economia do
país e não de aumentar a carga tributária, que provocará encarecimento dos
produtos agropecuários e elevação da inflação e do custo da cesta básica
à população. São contrárias a taxação e assinam a nota as seguintes
entidades do agronegócio:

ABAG – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO
ABBA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA BATATA
ABCS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE SUINOS
ABCZ – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE ZEBU
ABIEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNE
ABIFUMO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO FUMO
ABIOVE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS
ABIPESCA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE PESCADOS
ABPA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEINA ANIMAL
ABRAFRIGO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRIGORIFICOS
ABRAMILHO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE MILHO
ABRAPA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO
ABRASS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE SOJA
ACRIMAT – ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE MATO GROSSO
AGROBIO – ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE BIOTECNOLOGIA NA AGRICULTURA E
AGROINDÚSTRIA
ALCOPAR – ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE BIOENERGIA DO ESTADO DO PARANÁ
AMPA – ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS PRODUTORES DE ALGODÃO
ANDEF – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA VEGETAL
APROSMAT – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE MT
APROSOJA MS – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA DE MATO GROSSO DO SUL – MS
APROSOJA BRASIL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SOJA
APROSOJA MT – ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO
GROSSO
CECAFÉ – CONSELHO DOS EXPORTADORES DE CAFÉ DO BRASIL
CITRUS BR – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS EXPORTADORES DE SUCOS CITRICOS
CNC – CONSELHO NACIONAL DO CAFÉ
FAEP – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DO PARANÁ
FAESP – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
FAMATO – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO MATO GROSSO
FENSEG – FEDERAÇÃO NACIONAL DE SEGUROS GERAIS
FNBF – FÓRUM NACIONAL DAS ATIVIDADES DE BASE FLORESTAL
FNS – FÓRUM NACIONAL SUCROENERGÉTICO
IBÁ – INDÚSTRIA BRASILEIRA DE ÁRVORES
OCB – ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS
ORPLANA – ORGANIZAÇÃO DE PLANTADORES DE CANA DA REGIÃO CENTRO SUL DO BRASIL
SINDAN – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA SAÚDE ANIMAL
SINDICERV – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DA CERVEJA
SINDIVEG – SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA DEFESA VEGETAL
SRB – SOCIEDADE RURAL BRASILEIRA
UNICA – UNIÃO DA INDUSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR
UNIPASTO – ASSOCIAÇÃO PARA O FOMENTO À PESQUISA DE MELHORAMENTO DE
FORRAGEIRAS
VIVA LÁCTEOS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LATICINIOS

As informações partem da assessoria de comunicação da Aprosoja Brasil.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho encerra semana com ritmo calmo na comercialização

Porto Alegre, 18 de janeiro de 2019 – O quadro do mercado brasileiro de
milho apresentou poucas mudanças no decorrer da última semana. Basicamente,
os negócios no disponível acontecem de maneira pontual, sem relatos de volumes
expressivos negociados. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando
Henrique Iglesias, para a safrinha houve registro de boa fluidez em Goiás e no
Mato Grosso na última semana. A intensificação da colheita da soja deve
provocar o encarecimento do frete. Além disso, a comercialização de milho
deve ser relegada ao segundo plano, como tradicionalmente acontece nessa
época do ano.

No porto de Santos, a cotação ficou em R$ 36,50 a saca na base de compra.
Em Paranaguá, R$ 36,00 a saca na base de compra

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,00/36,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 37,00/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço
de R$ 41,00/41,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 35,00/36,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,00/35,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 28,50/30,50 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a R$
26,00/27,00 a saca em Rondonópolis, na base do vendedor.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado buscou suporte na notícia de que a China está retomando
as compras de milho da Ucrânia, o que gerou um otimismo quanto a uma
possibilidade de retomada também das compras do cereal norte-americano. Na
semana, posição março subiu 0,93%.

Chineses e norte-americanos seguem em tratativas para pôr fim a uma
disputa comercial, que se arrasta há meses. Além disso, as menores
produtividades na América do Sul, devido ao clima adverso, também garantiram
suporte.

Os contratos de milho com entrega em março de 2019 fecharam a US$ 3,81
3/4, ganho de 1,75 centavo de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento
anterior. A posição maio de 2019 fechou a US$ 3,90 por bushel, alta de 2,00
centavos de dólar, ou 0,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,26%, negociado a R$
3,7580 para venda e a R$ 3,7560 para compra. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7300 e a máxima de R$ 3,7720.
Na semana, a moeda fechou em elevação de 1,18%.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS