MILHO: Mercado brasileiro começa momento crítico de abastecimento – SAFRAS

    Porto Alegre, 5 de março de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Discussão sobre a retomada do surto de PSA no Sul da China e da Ásia impacta sobre os mercados na semana

– Números extraordinários e muito altos para situação de curto prazo afetam o perfil de expectativas para o mercado de carnes e também de grãos

– Clima na Argentina tenso com as chuvas apenas localizadas deste mês e pouca chuva no fechamento de fevereiro. Próxima semana ainda sem chuvas

– Relatório do USDA no próximo dia 10 tem expectativa de novos pequenos cortes de estoques na soja e no milho, o que pode acirrar a disputa por acres no plantio norte-americano

– Intenção de Plantio será divulgada no dia 31 de março. Há incertezas sobre as decisões dos produtores. Algum aumento de área para o milho e algum para a soja parece o consenso mais lógico no momento

– Clima no inverno nos EUA não tem interferência no plantio que começa apenas no final de abril

– Baixa de preços na China na semana serviu para acomodar as expectativas na CBOT

– Mercado brasileiro começa o seu momento crítico de abastecimento

– Logística difícil, colheita da soja se impondo, colheitas do milho dentro da normalidade e estoques no setor consumidor cedendo rapidamente

– Mesmo que tenhamos colheitas mais a frente, e vão ocorrer, os preços já estão mostrando que o quadro de abastecimento é muito ajustado

– A questão é que hoje custa acima de R$ 95 por saca uma importação de milho argentino e, apenas, para jun/jul. Portanto, no curto prazo a situação se torna difícil

– Safrinha com 70% da área sendo plantada em março alonga a entressafra brasileira

– Alguma colheita ocorrerá em junho, alguma em julho, mas o forte da safrinha surgirá em agosto/setembro

– Isto deixa a entressafra 2021 mais longa e com necessidade de abastecimento com milho de verão apenas e/ou importações

– Clima na safrinha na safra norte-americana será uma variável importante nas próximas semanas.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Preços seguem sustentados com dólar firme e foco na soja

   Porto Alegre, 05 de março de 2021 – O mercado brasileiro de milho teve uma semana de preços firmes mais uma vez. A volatilidade no dólar agitou o mercado, embora o ritmo de negócios tenha sido lento. A firmeza no dólar e o foco na colheita e comercialização da soja mantiveram as cotações sustentadas nas principais praças de comercialização.

   Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a logística segue voltada toda para a soja, com fretes subindo e dificuldades para o fluxo do milho. Assim, há suporte para as cotações do cereal. “Apenas no Rio Grande do Sul, onde a colheita é mais tardia, a situação ainda é mais cômoda”, comenta.  Com o milho deixado “de lado”, a oferta reduz e os preços se mantêm.

  No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (25 de fevereiro) e a quinta-feira (04 de março), o preço do milho em Campinas/CIF subiu na venda de R$ 90,00 para R$ 92,00 a saca, elevação de 2,2%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou na venda de R$ 87,00 para R$ 88,00 a saca, aumento de 1,1%.

    Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço seguiu estável em R$ 83,00 a saca. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 74,00 para R$ 75,00 a saca, elevação de 1,3% no balanço semanal. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotação se manteve estável em R$ 85,00 a saca.

    Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho subiram de R$ 76,00 para R$ 80,00 a saca, alta de 5,3%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado avançou no comparativo de R$ 77,00 para R$ 80,00 a saca, subindo 3,9%.

Exportações

   As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 178,586 milhões em fevereiro (18 dias úteis), com média diária de US$ 9,921 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 822,892 mil toneladas, com média de 45,716 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 217,00.

   Em relação a fevereiro de 2020, houve alta de 155,55% no valor médio diário da exportação, ganho de 141,85% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 5,66% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MERCADO MILHO: Sexta-feira tem preços firmes e praticamente nada de negócios

   Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho registrou preços de estáveis a mais altos nesta sexta-feira, mas praticamente sem negócios reportados nas principais praças de produção e comercialização. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a oferta no disponível é cada vez mais restrita.

   “As dificuldades de abastecimento serão crescentes até a entrada da oferta da safrinha”, assinalou Iglesias.

    O foco dos produtores segue na colheita da soja, que deve ganhar corpo ao longo de março, deixando a comercialização do milho em segundo plano, enquanto o atraso no plantio é outro fator que vai travando as negociações envolvendo o milho safrinha.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/90,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/88,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 80,00/83,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 86,00/87,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 88,00/90,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 84,00/85,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 75,00/76,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 76,00 – R$ 77,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73,00/74,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros, ainda avaliando o fraco desempenho das vendas líquidas semanais norte-americanas de milho. Ainda assim, a posição maio fechou perto da máxima do dia, que foi de US$ 5,49 por bushel.

  No mês de fevereiro, os contratos com entrega em maio fecharam estáveis. O fechamento de 29 de janeiro foi de US$ 5,47 1/2 por bushel. Já na semana, a posição acumulou alta de 1,06%. O fechamento de 19 de fevereiro foi de US$ 5,41 3/4 por bushel.

   Os contratos de milho com entrega em maio/21 fecharam a US$ 5,47 1/2, baixa de 2,25 centavos de dólar, ou 0,4%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2021 fechou a sessão a US$ 5,35 por bushel, recuo de 4,75 centavos de dólar, ou 0,88%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,65%, sendo negociado a R$ 5,6020 para venda e a R$ 5,6000 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4920 e a máxima de R$ 5,6090.

Na semana, o dólar subiu 4,05%, enquanto, no mês, avançou 2,30%.

     Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Clima na Argentina e abastecimento no Brasil centram atenções-SAFRAS

    Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Mercado agora se concentra no final do quadro climático na Argentina

– Atenção aos preços do milho na China, que voltaram do feriado nacional prolongado em baixa

– EUA têm preços lateralizados entre US$ 5.30/5.60/bushel aguardando novas compras por parte da China, que podem não ocorrer tão cedo

– USDA começa a pesquisa de Intenção de Plantio nos EUA para a safra 21

– Sensibilidade inicial é de algum aumento de área de milho e alguma elevação de área para a soja

– Há de 6 a 7 milhões de acres em discussão para derivar para as duas culturas neste ano

– Clima deste inverno norte-americano pode não interferir em nada no plantio da safra 2021. O que realmente será importante é o regime de chuvas da entrada da primavera

– O mercado interno tem situação mais tensa no abastecimento

– Nas regiões onde a colheita da soja é mais intensa e há safra de verão de milho, o quadro é caótico para a logística

– Consumidores tentam utilizar os estoques, mas perdem oportunidades surgidas em fevereiro

– O embarque de soja está muito atrasado e isto pode complicar a logística até junho pelo menos

– Safrinha terá 70% da área cultivada em março. Não reflete perdas graves de potencial, mas exige do clima no outono uma situação perfeita, com boas chuvas e sem geadas

– O atraso de plantio vai colocar a colheita mais concentrada após 20 de julho, alongando a entressafra neste primeiro semestre

– Exportadores indicando preços para agosto/setembro a R$ 74/75 no porto, nada além disso.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Atraso no plantio da safrinha alonga entressafra brasileira

   Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2021 – Os atrasos registrados no cultivo da segunda safra de milho deverão alongar a entressafra brasileira pelo menos até o final de julho, dificultando ainda mais o abastecimento interno do cereal. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, até o dia 19 de fevereiro pouco mais de 14,3% dos 14,125 milhões de hectares estimados para a safrinha haviam sido plantados, contra 47,1% no mesmo período do ano passado e os 52,2% de média para o período nos último cinco anos. “O fenômeno La Niña vem atrasando a colheita da soja e deverá retardar bem o término do cultivo da safrinha”, comenta.

    Molinari ressalta que os patamares de preços internacionais elevados inviabilizam possibilidades de importação de milho neste momento, trazendo um quadro de pressão adicional às cotações, uma vez que o indicativo é de uma demanda de milho doméstica bastante aquecida, visando atender o plantel de suínos instalado, a demanda para confinamento bovino e os alojamentos recordes na avicultura. “A expectativa é de que o consumo de milho no primeiro semestre varie entre 36 e 37 milhões de toneladas, com uma oferta próxima de 30 milhões de toneladas, caso a safra do Matopiba consiga ser colhida até julho”, alerta.

   Para o analista, com a discreta safra de verão e a demanda sem qualquer sinal de acomodação ainda, ajustes terão que ser realizados pelos consumidores de milho até a entrada da safrinha 21, a partir de agosto. “Com este cenário, os preços seguirão, inevitavelmente, em patamares firmes. Além disso, as preocupações com o clima para o desenvolvimento da safrinha, o andamento da safra norte-americana de milho e quadro chinês de demanda são fatores que seguirão pesarão na formação dos preços nos próximos meses”, sinaliza.

     Mercado

   O mercado brasileiro de milho teve preços firmes em fevereiro. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a oferta segue rareando em diversos estados, situação que tende a se agravar com o avanço da colheita da soja no Centro-Sul.

    “Os problemas de abastecimento tendem a se intensificar a partir de março. As complicações logísticas também precisam ser consideradas, pois o custo do frete é cada vez mais alto. O atraso do plantio é outro elemento que precisa ser citado, aumentando o risco climático para a safrinha”, assinalou Iglesias.

  No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/90,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/88,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 80,00/82,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 85,50/86,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 87,00/88,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 84,00/85,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 75,00/76,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 76,00 – R$ 77,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73,00/74,00 a saca em Rondonópolis.

     Arno Baasch (arno@safras.com.br)  / Agência SAFRAS

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MILHO: Abastecimento pode ser afetado por entrada da oferta da soja- SAFRAS

    Porto Alegre, 19 de fevereiro de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Mercado internacional segue com foco na retomada das atividades na China após o término do feriado no país

– Novas altas de preços na China podem direcionar o país para novas importações de origem EUA

– Exportações norte-americanas seguem em bom ritmo

– Argentina tem corte de chuvas nesta segunda quinzena de fevereiro e precisará de boas chuvas em março para confirmar a safra 2021

– Intenção de plantio nos EUA será divulgada apenas no dia 31 de março e pode revelar uma expansão forte na soja em detrimento do milho, devido ao quadro de estoques

– No mercado interno, os estoques em poder dos consumidores não são longos

– A demanda não oferece sinal de acomodação no mercado brasileiro

– Os setores consumidores tentam conter o movimento de alta de preços regionais

– Contudo, com a entrada da safra de soja, a explosão de fretes e dificuldades de logística, o milho terá dificuldades de fluxo de comercialização, que podem afetar o abastecimento regional

– A safrinha tem plantio demasiadamente atrasado e a colheita da maior parcela das lavouras somente ocorrerá a partir de 20 julho. Apesar de algumas colheitas surgirem em jun/jul

– Entressafra brasileira longa e com potenciais dificuldades de abastecimento até a entrada da safrinha 2021

– Tensão com clima na safrinha, safra dos EUA e fluxo chinês prevalecem das tensões do mercado até agosto.

– Importações pelo Brasil quase impossíveis neste momento.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 – Grupo CMA

MILHO: Brasil exporta 34,855 milhões de toneladas em 2020/21 – SAFRAS

   Porto Alegre, 19 de fevereiro de 2021 – Na temporada comercial 2020/21, que corresponde ao período de fevereiro/20 a janeiro/21, o Brasil exportou 34,855 milhões de toneladas de milho, de acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O volume ficou abaixo das 41,170 milhões de toneladas embarcadas na safra anterior (2019/20).

   Em janeiro/21, as exportações brasileiras de milho somaram 2,547 milhões de toneladas, volume acima das 2,291 milhões de toneladas embarcadas no primeiro mês de 2020.

MILHO: Irã lidera importações do Brasil na temporada 2020/21 – SAFRAS

Porto Alegre, 19 de fevereiro de 2021 – O Irã liderou as importações de milho do Brasil na safra comercial 2020/21, com 4,410 milhões de toneladas, de acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O volume correspondeu a 12,65% das 34,855 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil na temporada passada.

Logo atrás aparece o Vietnã, com importações de 3,845 milhões de toneladas de milho do Brasil, seguido pelo Japão, com 3,832 milhões de toneladas e o Egito, que adquiriu 3,532 milhões de toneladas do cereal.

MERCADO MILHO: Semana termina travada na comercialização

  Porto Alegre, 05 de fevereiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com preços pouco alterados e com a comercialização travada. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, alguns consumidores ainda sinalizam para uma posição de relativo conforto em seus estoques. “Importante destacar que em algumas regiões do país já é evidenciado um movimento mais discreto de fixação de oferta. O quadro de abastecimento no primeiro semestre seguirá muito difícil, principalmente quando ocorrer a intensificação da colheita da soja, resultando em encarecimento do custo de frete”, comenta.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/85,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/85,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 78,00/80,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 80,00/82,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 81,50/83,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 85,00/86,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 77,00/79,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 75,50 – R$ 76,50 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 70,00/73,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. A boa demanda para o cereal norte-americano e a expectativa de novas aquisições por parte da China atuaram como fatores de suporte aos preços.

    Sinais mistos para as safras na América do Sul favoreceram uma maior volatilidade ao longo do dia. O Brasil registra lenta colheita, mas tem projeção de ampla safra. Já na Argentina, a expectativa de produção foi cortada em um milhão de toneladas para 46 milhões, pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

     Na semana, a posição março acumulou alta de 0,27%.

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 101.600 toneladas de milho para destinos não revelados. O cereal será entregue na temporada 2020/21.

    Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 5,48 1/2, baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 5,47 1/2 por bushel, estável em  relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

   O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,19%, sendo negociado a R$ 5,3840 para venda e a R$ 5,3820 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3440 e a máxima de R$ 5,4570. Na semana, o dólar acumulou perda de 1,68% contra o real.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Demanda chinesa e clima na América do Sul centralizam atenções-SAFRAS

    Porto Alegre, 5 de fevereiro de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O mercado segue muito atento ao apetite de compras da China, em um momento de redução dos estoques de milho norte-americano.

– O clima na América do Sul é outro elemento importante para a formação de tendência de curto prazo, ainda com ênfase na situação da Argentina.

– O mercado também avalia o relatório de Oferta e Demanda que será divulgado pelo USDA na próxima terça-feira, dia 09. Para os estoques finais 20/21 dos EUA, a expectativa do mercado é de que o USDA indique 1,363 bilhão de bushels, ou seja, a expectativa é de um novo corte. Em janeiro, o USDA divulgou 1,552 bilhão de bushels.

– Mercado brasileiro de milho encerra a semana travado, alguns consumidores ainda sinalizam para uma posição de relativo conforto em seus estoques.

– Importante destacar que em algumas regiões do país já é evidenciado um movimento mais discreto de fixação de oferta.

– O quadro de abastecimento no primeiro semestre seguirá muito difícil, principalmente quando ocorrer a intensificação da colheita da soja, resultando em encarecimento do custo de frete.

– As negociações envolvendo a safrinha 2021 permanecem travadas em função da volatilidade da CBOT e do câmbio, somado às incertezas em torno do trabalho de campo.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: Brasil tem preços pouco alterados e

   Porto Alegre, 05 de fevereiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho apresentou preços pouco alterados na maior parte das regiões nestes últimos dias. E o ritmo de negócios foi lento. Os vendedores procuraram não ceder em relação às cotações, mas os compradores também mostram estar numa posição relativamente confortável em seus estoques no curto prazo.

   Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, para a safrinha, as negociações permanecem travadas em função da volatilidade cambial e da Bolsa de Chicago ao longo dessa semana. Além disso, há incertezas em relação ao plantio da safrinha.

    No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (28 de janeiro) e a quinta-feira (04), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos permaneceu estável em R$ 82,00 a saca.

    Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF seguiu estável na base de venda no comparativo semanal em R$ 80,00 a saca. Na região Mogiana paulista, o cereal permaneceu inalterado em R$ 82,00 a saca.

    Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço seguiu estável em R$ 80,00. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação recuou de R$ 75,00 para R$ 73,00 a saca no balanço semanal entre 28 de janeiro e 04 de fevereiro. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotação declinou de R$ 86,00 para R$ 85,50 a saca.

     Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho se mantiveram inalteradas na semana em R$ 80,00 a saca. Em Rio Verde, Goiás, o mercado ficou estável no balanço em R$ 76,50.

USDA

   O Brasil deverá produzir 105 milhões de toneladas de milho na safra 2020/21, segundo informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume deve superar as 102,5 milhões de toneladas da temporada 2019/20. A área a ser colhida deve ficar em 19,5 milhões de hectares de milho, acima dos 18,5 milhões de hectares da temporada (2019/20).

    O consumo previsto pelos adidos é estimado em 71 milhões de toneladas de milho. O volume fica acima das 69 milhões de toneladas projetadas para a safra 2019/20.

    As exportações de milho do Brasil foram previstas em 36 milhões de toneladas na temporada 2020/21, volume acima das 34,1876 milhões de toneladas previstas para a safra 2019/20.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Plantio atinge 99% da área no RS; colheita chega a 37% – Emater

    Porto Alegre, 4 de fevereiro de 2021 – O plantio da safra de verão do milho atinge 99% da área no Rio Grande do Sul. Os trabalhos avançaram 1 ponto percentual na semana e estão atrasados em relação aos 100% em igual período do ano passado. A média dos últimos anos é de 100%.

    A colheita já atinge 37% da área, com avanço semanal de 10 pontos percentuais. Em igual período da safra passada, os trabalhos atingiam 36%. A média dos últimos anos é de 29%.

   A chuva e a pouca radiação solar ocorridas durante a semana em quase todo o estado reduziram o ritmo de colheita, mas as áreas em desenvolvimento se beneficiaram com as chuvas.

Mercado (saca de 60 quilos)

    De acordo com o levantamento semanal realizado pela Emater/RS-Ascar no Estado, o preço médio do milho aumentou 2,05%, de R$ 77,53 para R$ 79,12. Na região de Ijuí, o produto é comercializado a valores entre R$ 78,00 e R$ 80,00/sc. O preço para produto disponível em Cruz Alta é de R$ 87,00. Na regional de Santa Rosa, R$ 77,50 e em Frederico Westphalen, média de R$ 78,50. Na de Pelotas, o preço de referência é de R$ 80,00; Erechim, R$ 79,00; na de Caxias do Sul, R$ 80,00; Soledade, R$ 78,00; na região de Santa Maria, o valor médio de comercialização é de R$ 76,00; e nas de Passo Fundo e Porto Alegre, R$ 77,00. Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a cotação vai de R$ 65,00 a R$ 79,00/sc.

     As informações são do boletim semanal da Emater/RS.

    Revisão: Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Mercado observa demanda chinesa e oferta no Brasil – SAFRAS

    Porto Alegre, 29 de janeiro de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Fernando Henrique Iglesias.

– O grande fator de alta no decorrer da semana na CBOT foi o bom volume de exportação de milho norte-americano com destino ao mercado chinês.

– Esse será um fator preponderante para a formação de tendência de curto prazo, avaliando o processo de recomposição do rebanho de suínos na China. Isso ocorrerá de maneira mais profissional.

– Um modelo de suinocultura que conta com uma maior integração ao longo da cadeia produtiva, semelhante ao modelo brasileiro. Esse tipo de atividade é mais exigente em relação à nutrição animal, ou seja, demanda mais milho e soja.

– Na última sexta-feira, foi relatado ao USDA a venda de 2,11 milhões de toneladas de milho com destino ao mercado chinês que devem ser entregues na temporada 2020/21.

– O clima na América do Sul também ocupa um papel relevante na formação de tendência de curto prazo, com projeção de chuvas moderadas na Argentina no decorrer da próxima semana.

– O mercado doméstico apresentou melhor oferta no decorrer da semana, com produtores aumentando a sua fixação em função da necessidade de liberar espaço nos armazéns

– Esse movimento aparenta ser pontual, avaliando as dificuldades de abastecimento que tendem a se acentuar conforme avança a colheita da safra de soja.

– A prioridade de escoamento no primeiro semestre é da soja, o que tradicionalmente remete ao encarecimento do custo de frete. Somado a isso os produtores também relegam a comercialização de milho ao segundo semestre.

– Outro aspecto relevante é o atraso do plantio da safrinha em meio ao bom volume de chuvas no decorrer da segunda quinzena de janeiro.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MERCADO MILHO: Preços fecham semana com estabilidade no país

   Porto Alegre, 29 de janeiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho manteve preços estáveis nesta sexta-feira. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado apresentou melhor oferta no decorrer desta semana. Os produtores aumentaram a sua fixação em função da necessidade de liberar espaço nos armazéns. “Esse movimento aparenta ser pontual, avaliando as dificuldades de abastecimento que tendem a se acentuar conforme avança a colheita da safra de soja. A prioridade de escoamento no primeiro semestre é da soja, o que tradicionalmente remete ao encarecimento do custo de frete”, comenta. Além disso, Iglesias indicam que os produtores também deixam a comercialização de milho em segundo plano, mais para o segundo semestre.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/87,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/87,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 78,00/80,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 80,00/82,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 82,00/84,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 85,00/86,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 79,00/80,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 75,50 – R$ 76,50 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73,00/75,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela forte demanda chinesa pelo produto dos Estados Unidos.

    Na semana, os ganhos foram de 9,29% na posição março. Em janeiro, a alta acumulada foi de 13,01%.

   A expectativa de uma possível paralisação dos caminhoneiros no Brasil na próxima semana, o que poderia atrasar os embarques de soja e milho do país, também soou positiva aos preços, pois pode favorecer uma busca adicional pelo produto norte-americano.

    Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 2,108 milhões de toneladas de milho para a China. A entrega está programada para a temporada 2020/21.

   Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 5,47, alta de 12,50 centavos de dólar, ou 2,33%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 5,47 1/2 por bushel, ganho de 11,25 centavos de dólar, ou 2,09%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,73%, sendo negociado a R$ 5,4760 para venda e a R$ 5,4740 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4240 e a máxima de R$ 5,5080. Na semana, o dólar teve ligeira queda de 0,02%, enquanto no mês, a divisa estrangeira avançou 5,53%.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MERCADO MILHO: Sem oferta, preços sobem em dia travado

    Porto Alegre, 15 de janeiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho encerrou a semana apresentando lentidão. O volume ofertado foi pouco significativo. O cenário geral pouco mudou. A expectativa para a próxima semana é de oferta ainda restrita.

   “As dificuldades de abastecimento são bastante significativas e devem se acentuar conforme avança a colheita de soja país a fora, que tradicionalmente resulta no encarecimento do frete. Ou seja, consumidores buscando milho de outras regiões produtoras vão se deparar com esse adicional de custo em suas operações”, informa o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/87,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/87,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 81,00/82,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 83,00/85,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 86,00/88,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 86,00/90,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 80,00/82,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 76,00 – R$ 77,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73,00/75,00 a saca em Rondonópolis.

      Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. O mercado operou durante toda a sessão entre os territórios positivo e negativo.

    Os contratos com entrega mais próxima foram pressionados por um movimento de realização de lucros, após terem atingido, nessa semana, os maiores níveis em seis anos e meio. A alta semanal para o contrato março/21 foi de 7,81%. Sinais de menor oferta e de boa demanda pelo grão norte-americano seguem atuando positivamente sobre os contratos com entrega mais distante.

   Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 5,31 1/3, baixa de 2,75 centavos de dólar, ou 0,51%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 5,34 3/4 por bushel, recuo de 3,00 centavos de dólar, ou 0,55%, em relação ao fechamento anterior.

     Câmbio

   O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,80%, sendo negociado a R$ 5,3010 para venda e a R$ 5,2990 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2250 e a máxima de R$ 5,3030. Na semana, o dólar acumulou baixa de 2,12%.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Preços em Chicago podem subir ainda mais – SAFRAS

    Porto Alegre, 15 de janeiro de 2021 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– USDA surpreende o mercado com corte de produção na safra 2020, para 360 milhões de toneladas

– Este corte trouxe os estoques para 39 milhões de toneladas contra 43 milhões no relatório de dezembro

– O estoque mais baixo gera um certo ambiente de tensão, mas a alta foi exagerada para o corte de estoque de apenas 4 milhões de toneladas

– O fato é que o motivo principal é a China. O USDA aumentou a projeção de importações para 17,5 milhões de toneladas neste ano comercial e coloca este estoque nos EUA sob dúvida se houver realmente este acréscimo de compras pela China

– Os preços na China têm hoje uma diferença de US$ 200 por tonelada em relação aos preços no Golfo do México. Este diferencial aponta que as empresas chinesas podem aumentar as compras de milho norte-americano a qualquer momento

– Se isto se confirmar nas próximas semanas, novas altas podem surgir na CBOT

– Por outro lado, deve-se entender que os preços são excepcionais para o produtor norte-americano de soja e milho, e aumento de área na safra 2021 já é um consenso

– Argentina e Brasil com chuvas em janeiro diminuem a pressão por perdas de produção

– Mercado brasileiro confirma as expectativas e inicia 2021 com altas generalizadas

– A alta na CBOT ajudou a motivar o movimento de alta interna, em particular para a safrinha

– No disponível, as ofertas são limitadas regionalmente e as que surgem tem tido preços mais altos a cada semana

– A preocupação agora é a entrada da safra de soja em fevereiro e março com concentração de toda a logística para esta cultura

– O quadro pode colocar mais preços para o milho devido à dificuldade de transporte interno e/ou alta dos custos dos fretes, o que eleva os preços CIF

– Colheitas regionais de milho não devem ser suficientes para atender toda a demanda interna até a entrada da safrinha 2021

– Não há sinal de retração de demanda interna para contrabalançar este quadro de preços altos e problemas de abastecimento de milho neste primeiro semestre

– Conab dispõe de 111 mil toneladas apenas em estoques do governo neste momento.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: USDA corta produção e estoques dos EUA para 2020/21

  Porto Alegre, 15 de janeiro de 2021 – O relatório de dezembro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na última terça-feira (12), sacudiu o mercado internacional de milho, elevando os preços na Bolsa de Chicago aos níveis mais altos em 80 meses, desde maio de 2014. O USDA cortou os números de produção e estoques norte-americanos na temporada 2020/21 e também reduziu os dados globais.

   Segundo o USDA, o país terá estoques finais na safra 2020/21 de 1,552 bilhão de bushels, contra 1,702 bilhão de bushels indicados em dezembro, enquanto o mercado esperava um número de 1,597 bilhão de bushels. Os Estados Unidos deverão colher 14,182 bilhões de bushels na temporada 2020/21, contra 14,507 bilhões de bushels indicados em dezembro, e os 14,434 bilhões de bushels esperados pelo mercado. A produtividade média em 2020/21 foi reduzida de 175,8 bushels por acre para 172 bushels. A estimativa da área a ser plantada caiu de 91 milhões de acres para 90,8 milhões de acres e a área a ser colhida segue projetada em 82,5 milhões de acres.

    As exportações em 2020/21 estão previstas em 2,550 bilhões de bushels, contra 2,650 bilhões em dezembro. O uso de milho para a produção de etanol foi reduzido de 5,050 bilhões de bushels para 4,950 bilhões de bushels

MUNDO

    O relatório estimou a safra global 2020/21 em 1.133,89 milhão de toneladas, abaixo das 1.143,56 milhão de toneladas indicadas em dezembro. Os estoques finais da safra mundial 2020/21 foram projetados em 283,83 milhões de toneladas, abaixo das 288,96 milhões de toneladas indicados no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 284 milhões de toneladas.

   A estimativa de safra brasileira éde 109 milhões de toneladas, contra 110 milhões de toneladas no mês passado. A produção da Argentina deve atingir 47,5 milhões de toneladas, ante as 49 milhões de toneladas indicadas em dezembro. A Ucrânia teve sua projeção de safra mantida em 29,5 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 16 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 260,67 milhões de toneladas, contra 260 milhões em dezembro.

   Para a safra global 2019/20, os estoques finais foram projetados em 303,01 milhões de toneladas, contra as 303,42 milhões de toneladas apontadas no mês passado.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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SEMANA MILHO: 2021 inicia mantendo preços em elevação no Brasil

   Porto Alegre, 08 de janeiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho iniciou 2021 mantendo o cenário de firmeza nas cotações, com avanços nos valores do cereal em todas as regiões do país. A oferta ajustada à demanda, com aspectos externos e internos dando suporte, determinou novos aumentos nos preços.

    Os preços do milho subiram na semana na Bolsa de Chicago e o dólar também teve valorização, o que promoveu suporte a altas nas cotações nos portos. Isso também garantiu sustentação aos preços no interior, com o vendedor retraído em suas ofertas.

    Há uma grande preocupação agora com o início da alta de fretes com a chegada da safra de soja. Isso deve ser mais um elemento para possíveis valorizações do cereal.

    No balanço desta primeira semana de 2021 até esta quinta-feira (07), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 76,00 para R$ 83,00 a saca, alta de 9,2%.

    Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF subiu na base de venda no comparativo semanal de R$ 83,00 a saca para R$ 85,50, alta de 3,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou no comparativo de R$ 80,00 para R$ 83,00 a saca, elevação de 3,7%.

   Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço avançou de R$ 77,00 para R$ 81,00 a saca, incremento de 5,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação passou de R$ 67,00 para R$ 69,00 a saca no balanço semanal, elevação de 3%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve subida de R$ 84,00 para R$ 87,00, +3,6%.

     Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho subiram na semana de R$ 73,00 para R$ 80,00 a saca, aumento de 9,6%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado avançou de R$ 72,00 para R$ 75,00 a saca, elevação de 4,2%.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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MILHO: Preços seguem avançando no Brasil

  Porto Alegre, 05 de janeiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho voltou a apresentar preços mais altos nesta terça-feira. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, fatores externos e internos mantêm o mercado com preços mais altos nesta entrada de ano.

  No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 81,00/85,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 81,00/85,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 78,00/81,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 81,00/83,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 84,00/85,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 83,00/85,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 73,00/75,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 72,00 – R$ 74,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 64,00/67,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pela forte valorização dos preços dos vizinhos, soja e trigo. A interrupção nas exportações argentinas de milho até o final de fevereiro segue como fator de suporte.

   O clima adverso na América do Sul também atuou positivamente. A disparada do petróleo completou o quadro altista.

    Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 4,91 3/4, alta de 8,00 centavos de dólar, ou 1,65%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 4,92 1/2 por bushel, ganho de 8,25 centavos de dólar, ou 1,7%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

   O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,11%, sendo negociado a R$ 5,2640 para venda e a R$ 5,2620 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2530 e a máxima de R$ 5,3540.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Ano começa com altas nos preços no Brasil

   Porto Alegre, 04 de janeiro de 2021 – O mercado brasileiro de milho registrou preços mais altos no primeiro dia de comercialização de 2021. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado começou forte 2021, com pedidas bem acima por parte dos vendedores, seguindo um pouco o ambiente internacional e no final do dia o dólar em elevação.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 80,00/85,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 80,00/84,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 76,00/81,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 80,00/82,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 82,00/85,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 83,00/85,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 73,00/75,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 70,00 – R$ 73,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 64,00/67,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços mistos. Após 14 altas consecutivas, o mercado foi pressionado por um movimento de realização de lucros. A suspensão das exportações da Argentina atuou positivamente, enquanto a queda firme do petróleo e as inspeções de exportação dos Estados Unidos abaixo do esperado pesaram negativamente.

   As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 912.802 toneladas na semana encerrada no dia 31 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 1,025 milhão de toneladas.

    Na semana anterior, haviam atingido 1.255.341 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 550.930 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 14.908.437 toneladas, contra 8.603.108 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

    Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 4,83 3/4, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 4,84 1/4 por bushel, ganho de 1,00 centavos de dólar, ou 0,2%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,56%, sendo negociado a R$ 5,2700 para venda e a R$ 5,2680 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1200 e a máxima de R$ 5,2820.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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MILHO: Em dia moroso, preços seguiram firmes com escassa oferta

   Porto Alegre, 30 de dezembro de 2020 – O mercado brasileiro de milho registrou preços novamente de estáveis a mais altos nesta quarta-feira. Com morosidade diante do feriado do Ano Novo, com muitas empresas fechadas, o mercado teve como destaque a ausência de fixação pelos produtores e a elevação dos preços de balcão no Paraná e Mato Grosso do Sul, principalmente. A oferta seguiu restrita garantindo suporte, mesmo com muitos compradores também ausentes.

    No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 76,00/80,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 75,00/78,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 73,00/77,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 78,50/80,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 80,00/83,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 81,00/84,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 70,00/73,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 70,00 – R$ 72,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 64,00/67,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado já vinha subindo, buscando suporte em um movimento de compras por parte de fundos, em meio ao sentimento de uma demanda aquecida para o cereal  norte-americano. A disparada do trigo também atuava positivamente.

    No final da sessão, os ganhos foram acelerados após a notícia de que o governo da Argentina suspendeu as exportações de milho do país até o final da temporada. A medida visa assegurar o abastecimento interno no período.

    Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 4,74 1/2, alta de 8,50 centavos de dólar, ou 1,82%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 4,74 1/4 por bushel, ganho de 8,25 centavos de dólar, ou 1,77%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

    O dólar comercial encerrou asessão com alta de 0,15%, sendo negociado a R$ 5,1890 para venda e a R$ 5,1870 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1510 e a máxima de R$ 5,2350.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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