MILHO: Colheita atinge 78% no Rio Grande do Sul – Emater

   Porto Alegre, 18 de abril de 2019 – A colheita do milho avançou 3 pontos percentuais na última semana, atingindo 78% das áreas implantadas no Rio Grande do Sul; 14% delas estão maduras e 8% em enchimento de grãos. A semana foi de tempo seco na maior parte do Estado. No Planalto Médio, a colheita atingiu 90% da área (incremento de 10% na semana).

    Até agora, abril apresentou chuvas mais escassas no RS, fator que reflete negativamente nas lavouras que se encaminham para o final de ciclo. Na região Sul, onde a colheita chegou a 35% da área, não houve precipitações significativas, impactando negativamente na produtividade e produção da cultura.

    Nas regiões da Campanha e Fronteira Oeste, as lavouras mais tardias sentiram reflexos em função da limitação de umidade no solo, apresentando plantas com menor porte e espigas com menor tamanho, além do secamento antecipado das folhas baixeiras, que afeta o enchimento dos grãos e o rendimento potencial de silagem. Nas áreas com solos rasos ou pedregulho, o milho safrinha está com desenvolvimento lento, devido à pouca chuva dos últimos dias.

    Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, a colheita foi realizada em 82% das áreas. O clima no período foi bom, com temperaturas de 16 a 30C, favorecendo o bom potencial produtivo da cultura. Mesmo sem chuvas generalizadas, a umidade relativa do ar alta e a presença de orvalho mantêm o bom desenvolvimento do cereal.

   Nas regiões do Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a colheita do milho ainda não foi retomada, pois as unidades recebedoras ainda estão direcionadas para a cultura da soja. Algumas áreas previstas inicialmente para a confecção de silagem estão sendo direcionadas à colheita de grãos, devido ao bom rendimento da cultura nas duas épocas de cultivo e à elevação do preço do grão.

   Na Serra a colheita está em andamento. Já na região dos Campos de Cima da Serra, a do milho está em segundo plano, aguardando finalização da colheita da soja. Alguns pequenos produtores estão construindo silo secador para armazenar esta safra em andamento; outros já se antecipam e planejam construir silos para armazenamento da safra 2019/20. O silo secador com ar natural tem garantido o armazenamento seguro e mantendo a qualidade do milho nas propriedades.

    Na região do Alto Uruguai, ocorre venda direta a produtores que buscam o cereal para alimentação de suínos em terminação, porcas ou bovinos confinados, com preços que variam de R$ 38,00 a R$ 40,00/sc.

Mercado (saca de 60 quilos)

   O preço médio do milho no RS foi cotado a R$ 31,35/sc., conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar. Esse preço, comparado ao da semana anterior, teve uma queda de -0,92%. O preço do produto disponível em Cruz Alta de R$ 38,00/sc., com cotação estável.

     As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SEMANA: Milho mantém cenário de preços baixos no Brasil com boa oferta

   Porto Alegre, 18 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de milho teve um ritmo calmo na comercialização, nesta semana mais curta em função do feriado nesta sexta-feira. Afora o feriado, os consumidores vêm encontrando facilidades na aquisição de milho e trabalham sem problemas com seus estoques.

   Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a boa oferta de milho vai determinando a queda nas cotações nas principais praças de comercialização do Brasil. E o quadro é de boa disponibilidade física do produto e também de oferta tranquila para entrega futura na safrinha. Depois de temores quanto ao clima, o quadro climático normalizou e não há riscos nem maiores preocupações, o que contribuiu para a pressão sobre os preços do cereal.

   No balanço da semana, a cotação em Campínas/CIF recuou de R$ 39,50 para R$ 36,50 a saca de 60 quilos na base de venda. Já na mogiana paulista, o preço baixou de R$ 38,00 para R$ 34,50. Em Minas Gerais, em Uberlândia, o valor caiu no período de R$ 35,00 para R$ 33,50 a saca.

   Em Cascavel, no Paraná, o preço recuou no comparativo semanal de R$ 31,50 para R$ 31,00 a saca na venda. Já no Rio Grande do Sul, o preço baixou em Erechim de R$ 37,00 para R$ 36,00 a saca.

    Em Rio Verde, Goiás, a cotação na venda para o milho cedeu de R$ 32,50 para R$ 32,00 na semana. E em Rondonópolis, Mato Grosso, houve estabilidade na semana, com a saca em R$ 30,00 na venda.

USDA

    O Brasil deverá produzir 97,5 milhões de toneladas de milho na safra 2019/20, que inicia em março de 2020, segundo informações do boletim Gain Report, de adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume deve superar as 95 milhões de toneladas previstas para a temporada 2018/19.

    A área a ser colhida deve ficar em 18 milhões de hectares de milho, acimados 17,5 milhões de hectares esperados para a temporada (2018/19).

    O consumo previsto pelos adidos é estimado em 69,5 milhões de toneladas de milho. O volume fica acima das 67,5 milhões de toneladas projetadas para a safra 2018/19.

    As exportações de milho do Brasil foram previstas em 30 milhões de toneladas na temporada 2019/20, superando as 27 milhões de toneladas previstas para serem embarcadas na safra 2018/19.

     Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho segue com preços fracos diante de boa oferta

    Porto Alegre, 17 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de milho teve mais um dia de cotações fracas, de estáveis a mais baixas nesta quarta-feira.

Há muita oferta disponível e também boas ofertas para a safrinha, como destaca o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 35,50/36,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 35,00/36,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 30,00/31,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 33,50/34,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 35,50/36,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 34,50/36,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 32,50/33,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 31,00/32,00 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 29,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais baixos. O mercado foi pressionado por fatores técnicos, associados ao indicativo de uma ampla oferta global para o cereal.

   Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,58 1/4, baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,2%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,67 por bushel, recuo de 0,75 centavo de dólar, ou 0,2%.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,79%, negociado a R$ 3,9330 para a compra e a R$ 3,9350 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9480 e a mínima de R$ 3,8870.

      Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

SOJA: Preocupação com demanda chinesa se renova e Chicago cai forte

   Porto Alegre, 16 de abril de 2019 – Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O mercado mostra preocupação com a demanda pelo produto americano, principalmente por parte da China.

   As negociações entre China e Estados Unidos seguem no foco do mercado e a demora para chegar a um acordo preocupa. Além disso, o mercado teme pelo recuo na demanda chinesa por farelo de soja, devido à crise na suinocultura daquele país, em meio aos casos de febre suína africana.

    As chuvas no Meio Oeste dos Estados Unidos estão atrasando o plantio do milho, crescendo a possibilidade de transferência de área para a soja, que tema semeadura iniciada mais tarde. O plantio do cereal está em 3%, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), abaixo da média de 5% para o período.

    Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 10,75 centavos de dólar por libra-peso ou 1,19%, a US$ 8,88 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 9,01 3/4 por bushel, com baixa de 10,75 centavos de dólar por libra-peso ou 1,17%.

   Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 4,50 ou 1,44%, sendo negociada a US$ 306,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 28,72 centavos de dólar, com recuo de 0,09 centavo ou 0,31%.

     Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Exportação do MT deve atingir 18,35 milhões de t em 2018/19 – IMEA

   Porto Alegre, 16 de abril de 2019 – A primeira estimativa para o quadro de oferta e demanda do milho mato-grossense no ano de 2019, apresentou revisão para a demanda da safra 2017/18 e novas perspectivas tanto para a oferta, quanto para a demanda da safra 2018/19.

   No que tange a safra 2017/18, a demanda passa a ser estimada em 27,59 milhões de toneladas, o que reflete um incremento de 0,30% em relação a divulgação anterior. O reajuste se deu, principalmente, no aumento de 3,89% nas exportações em relação a estimativa anterior, dado a maior demanda no mercado externo, passando a ser prevista em 17,62 milhões de toneladas. O consumo mato-grossense, por sua vez, também apresentou avanço de 2,26% e passa a ser previsto em 5,58 milhões de toneladas, em reflexo do aumento no consumo de milho para a produção de etanol no Estado.

    Por outro lado, apesar da perspectiva inicial de aumento do consumo interestadual pelo milho mato-grossense, em vista da menor produção do cereal na safra 2017/18 em outros importantes estados produtores, este foi reduzido para 4,39 milhões de toneladas neste novo relatório, pautado por um cenário mais favorável no mercado externo. Dessa forma, com a manutenção da oferta e reajustes na demanda, os estoques finais passaram de 0,10 milhão de tonelada para 0,02 milhão de toneladas nessa nova estimativa.

   Em relação à safra 2018/19, a oferta foi incrementada em 6,42%, ficando prevista em 29,38 milhões de toneladas, em decorrência do crescimento da área cultivada e boas perspectivas para o desenvolvimento das lavouras, o que traz a previsão de uma produção mais ampla neste novo relatório. Para a demanda, a previsão é de que as exportações avancem 2,34% em relação a estimativa anterior, o que representa 18,35 milhões de toneladas enviados ao exterior. A perspectiva ainda se deve ao adiantamento nas vendas futuras, em períodos de melhores cotações na bolsa de Chicago e do dólar.

   O consumo mato-grossense do cereal também continua sendo um destaque neste novo relatório, visto que é esperado que passe de 6,49 milhões de toneladas para 7,36 milhões de toneladas nesta nova estimativa. Grande parte do incremento ainda se deve aos novos investimentos em usinas de etanol a base de milho no Estado. Já o consumo interestadual foi reduzido para 3,62 milhões de toneladas, devido ao maior consumo interno no Estado e da perspectiva de aumento da produção em todo o país. Com isso, é esperado que a demanda da safra 2018/19 seja de 29,33 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 6,29% frente a previsão da safra anterior.

    Assim, apesar do incremento da oferta neste novo ano-agrícola, as perspectivas de uma demanda mais aquecida tanto no mercado interno, quanto no externo, fizeram com que os estoques finais fossem reduzidos de 0,06 milhão de tonelada para 0,05 milhão de tonelada nessa nova previsão.

    As informações constam no Boletim de Oferta e Demando publicado pelo IMEA

     Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Conab marca novo leilão de venda para o dia 24

    Porto Alegre, 16 de abril de 2019 – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) agendou mais um leilão para a venda de 50 mil toneladas de milho dos estoques públicos. Qualquer interessado pode participar do leilão que está marcado para a quarta-feira (24), a partir de 9h, exceto aqueles que tenham como atividade principal a de comerciante.

   Neste ciclo de ofertas haverá um diferencial: o limite para a aquisição foi ampliado para mil toneladas por CPF ou CNPJ (o limite anterior era de 500 t). No entanto, o edital ressalta que todas as seções ou filiais de uma empresa dentro da mesma Unidade da Federação são consideradas no mesmo CNPJ, ainda que com sufixos diferentes.

   Para participar do leilão é obrigatório estar devidamente cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican) e também na Bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação, entre outras exigências que podem ser conferidas no edital publicado na página da Companhia.

   As operações foram autorizadas por meio da Resolução N 1, de 28 de março de 2019, publicada no Diário Oficial da União (DOU). No último leilão realizado na sexta-feira passada (12), foram negociadas cerca de 12,6 mil toneladas do cereal, que representou 25% do volume ofertado.

      As informações partem da assessoria de imprensa da Conab.

Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho seguiu com calmaria e poucas alterações nos preços no país

    Porto Alegre, 12 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de milho não alterou seu cenário nesta sexta-feira. O mercado manteve preços pouco alterados e ritmo lento na comercialização. Segue o quadro de oferta mais tranquila, com compradores numa situação mais confortável. Além disso, não há maiores preocupações agora com a safrinha, o que traz ainda maior “segurança” para os consumidores, pressionando as cotações.

   No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 34,50/37,00 a saca. Em Santos, o preço girou em torno de R$ 34,50/37,00 a saca

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 31,00/31,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,50/38,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,00/39,50 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 36,00/37,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 31,70/32,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 29,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais altos. O mercado recebeu suporte na sessão de hoje dos temores pelo atraso no plantio de milho no Meio-Oeste dos Estados Unidos devido ao clima frio desfavorável. Ainda assim, a variação foi limitada pelo indicativo de amplos estoques norte-americanos do grão.

    Na semana, a posição maio acumulou queda de 0,41%, pressionada pelo indicativo de maior oferta global, após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter elevado, na terça-feira, suas projeções para as reservas estadunidenses e mundiais de milho ao final de 2019/20. As incertezas quanto às negociações entre EUA e China também pesaram negativamente, uma vez que, até o momento, traders norte-americanos não acreditam que as estimativas para exportações possam ser alcançadas. As informações são da Agencia Reuters.

    Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,61, baixa de 1,00 centavo de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior.

A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,69 1/2 por bushel, ganho de 0,75 centavos de dólar, ou 0,2%.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,85%, negociado a R$ 3,8880 para a compra e a R$ 3,8900 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9080 e a mínima de R$ 3,8600.

      Na semana, o dólar acumulou alta de 0,43% contra o real.

      Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Abastecimento de compradores pressiona mercado brasileiro – SAFRAS

   Porto Alegre, 12 de abril de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da SAFRAS Consultoria, Allan Maia.

– Mercado brasileiro pressionado, pois os principais consumidores do país aindase deparam com uma posição confortável de seus estoques

– A fixação aumenta em diversas regiões do país justificando a maior pressão no decorrer da semana. Além disso, o risco climático para a safrinha é pouco representativo

– A indicação de oferta na região da Sorocabana cedeu para R$ 35. Enquanto, que o referencial Campinas em R$ 39 CIF

– Mercado externo pressionado pelo amplo estoque e fraca demanda para o milho norte-americano. As exportações semanais norte-americanas atingiram o volume de apenas 548 mil toneladas na última semana de acordo com os dados divulgados na última quinta-feira (12) pelo USDA.

– Um dos focos do mercado permanece no clima no Meio-Oeste norte-americano, com alguma preocupação em torno do volume pluviométrico que acaba atrapalhando o andamento do trabalho de campo

– As tratativas entre EUA e China são outro foco de atenção, as negociações evoluem de maneira satisfatória e restam poucos detalhes para que um acordo seja anunciado. O mercado aguarda ansiosamente para que isso aconteça

– Relatório de situação do plantio assume um papel determinante na formação de tendência de curto prazo.

     Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho mantém preços fracos no Brasil

   Porto Alegre, 03 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve poucos negócios nesta quarta-feira. As cotações seguiram de estáveis a mais baixas. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está muito acomodado. Com os preços mais baixos, os produtores se retraem na venda, enquanto as indústrias não acreditam em maiores riscos de quebra para o milho safrinha.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 36,00/38,00 a saca. Em Santos,o preço girou em torno de R$ 35,80/38,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 32,00/33,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,50/38,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,00/40,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 32,00/33,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 30,00/31,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

   A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços mais altos. O mercado buscou suporte nas preocupações com o clima adverso no cinturão produtor norte-americano, com chuvas previstas para o curto prazo, que podem prejudicar as atividades de cultivo do cereal.

    O otimismo quanto ao andamento das negociações comerciais entre China e Estados Unidos também contribuiu para os ganhos. Uma autoridade estadunidense disse que um acordo de comércio com a China está 90% pronto, ajudando a impulsionar os mercados nos Estados Unidos e no exterior, embora reconheça que os últimos 10% serão os mais difíceis de resolver.

    Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,62 3/4, alta de 1,25 centavo de dólar, ou 0,34%, em relação ao fechamento anterior. Aposição julho de 2019 fechou a US$ 3,72 por bushel, ganho de 1,25 centavo de dólar, ou 0,33%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

     Câmbio

    O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,54%, negociado a R$ 3,8770 para a compra e a R$ 3,8790 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8810 e a mínima de R$ 3,8340.

      Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Chicago tenta manter tom positivo, de olho em acordo EUA/China

   Porto Alegre, 3 de abril de 2019 – Os contratos do milho têm preços mais altos na sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado tenta manter o tom positivo do início da semana, diante do maior otimismo para um acordo entre os Estados Unidos e a China. As informações são da Agência Reuters. 

    A posição maio de 2019 tem preço de US$ 3,63 3/4 por bushel, elevação de 2,25 centavos de dólar por bushel ou 0,62%.

    Ontem, o milho fechou com preços predominantemente mais altos. o mercado tentou estender os ganhos da última sessão. Os preços foram limitados por fatores técnicos e um movimento de realização de lucros.

    Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,61 1/2, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior.

A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,70 3/4 por bushel, recuo de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

     Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho segue com cotações pressionadas no Brasil

   Porto Alegre, 02 de abril de 2019 – O mercado brasileiro de milho manteve ritmo lento nos negócios nesta terça-feira, com preços de estáveis a mais baixos. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado segue com fraca comercialização, com os compradores apenas aguardando as cotações caírem.

    No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 35,80/38,00 a saca. Em Santos,o preço girou em torno de R$ 35,80/38,00 a saca.

   No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 37,50/38,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 39,50/40,00 a saca.

    No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 32,00/33,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso, preço ficou a R$ 30,00/31,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

     Chicago

    A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços predominantemente mais altos. O mercado tentou estender os ganhos da última sessão. Os preços foram limitados por fatores técnicos e um movimento de realização de lucros.

    O cereal acompanhou também a queda do vizinho trigo, em meio ao cenário de boas condições de desenvolvimento para as lavouras norte-americanas do país.

    Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,61 1/2, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior.

A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,70 3/4 por bushel, recuo de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

     Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,46%, negociado a R$ 3,8560 para a compra e a R$ 3,8580 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8810 e a mínima de R$ 3,8500.

      Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Brasil deve produzir 99,561 mi de t em 2018/19 – SAFRAS

Ao contrário do divulgado anteriormente, a produção de milho verão da
região Centro-Sul deverá totalizar 24,566 milhões de toneladas. Segue
novamente a matéria, com a devida correção.

Porto Alegre, 29 de março de 2019 – A produção brasileira de milho foi
revisada por SAFRAS & Mercado e deverá totalizar 99,561 milhões de toneladas
na temporada 2018/19, com elevação de 24,35% sobre a safra anterior, de 80,065
milhões de toneladas. Na estimativa anterior, divulgada em fevereiro, a
produção havia sido estimada em 93,305 milhões de toneladas.

O analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, destaca que os números
foram ajustados devido às condições climáticas favoráveis ao
desenvolvimento da safrinha de milho, o que deve garantir bons números de
produção.

SAFRAS projeta uma elevação de 6,6% na área a ser plantada, que ocuparia
17,311 milhões de hectares. No ano anterior, a semeadura ocupou 16,236
milhões de hectares. O levantamento projeta rendimento médio de 5.751 quilos
por hectare, acima da temporada anterior, quando a produtividade ficou em 4.931
quilos por hectare.

A safra de verão da região Centro-Sul foi revisada também e deverá
ficar em 24,566 milhões de toneladas, volume levemente superior frente às
24,557 milhões de toneladas colhidas na temporada passada. Na estimativa
anterior o volume previsto era de 24,168 milhões de toneladas. A área deverá
passar de 4,183 milhões para 4,011 milhões de hectares, recuando 4,1%. A
produtividade média deve ficar 6.124 quilos por hectare, acima dos 5.870 quilos
por hectare registrados na temporada passada.

Para a segunda safra, ou safrinha, o levantamento indica plantio de 11,731
milhões de hectares, contra 10,457 milhões do ano anterior, um aumento de
12,2%. Com rendimento de 5.810 quilos por hectare, à frente dos 4.653 quilos
por hectare obtidos na temporada passada, a produção da safrinha no Centro-Sul
está estimada em 68,157 milhões de toneladas, 40,08% acima do que a obtida
em 2017/18, de 48,655 milhões de toneladas. No levantamento de fevereiro a
produção prevista para a safrinha era de 62,8 milhões de toneladas de milho.
“A estimativa de colheita da safrinha, em boas condições de desenvolvimento,
melhorou bastante e deve compensar as perdas ocorridas por estiagem na safra
de verão”, aponta Molinari.

SAFRAS indica ainda produção de 6,837 milhões de toneladas para as
regiões Norte e Nordeste, 0,2% abaixo das 6,851 milhões produzidas no ano
anterior. No levantamento do mês passado a expectativa de colheita era estimada
em 6,336 milhões de toneladas. Molinari afirma que a área a ser cultivada
deve ficar em 1,568 milhão de hectares, 1,6% aquém dos 1,595 milhão de
hectares registrados na temporada anterior. A produtividade média é estimada
em 4.359 quilos por hectare, superando os 4.296 quilos por hectare da temporada
anterior. Veja o quadro completo abaixo:

=====================================================================
MILHO - ESTIMATIVA PARA SAFRA 2018/19 - BRASIL
---------------------------------------------------------------------
Estados                   Área (ha)                     Variações - %
                   16/17 (1)    17/18 (2)    18/19 (3)    2/1     3/2
 
PR                   799.540      479.746      507.550  -40,0     5,8
RS                 1.330.050    1.144.550    1.102.808  -13,9    -3,6
SC                   705.845      640.979      639.116   -9,2    -0,3
SP                   527.502      414.352      362.232  -21,5   -12,6
MS                    81.977       29.209       31.802  -64,4     8,9
GO/DF                545.515      307.962      323.160  -43,5     4,9
MT                   189.040       88.264       88.299  -53,3     0,0
MG                 1.083.160    1.035.625      932.353   -4,4   -10,0
ES                    38.247       24.144       19.686  -36,9   -18,5
RJ                     5.404       18.681        4.859  245,7   -74,0
C-Sul - subtotal   5.306.280    4.183.512    4.011.865  -21,2    -4,1
SAFRINHA
PR 2a safra        2.517.420    1.911.810    2.235.560  -24,1    16,9
SP 2a safra          502.250      422.280      457.050  -15,9     8,2
MS 2a safra        1.680.400    1.676.590    1.813.910   -0,2     8,2
GO 2a safra        1.749.213    1.624.603    1.884.920   -7,1    16,0
MT 2a safra        4.497.230    4.278.760    4.807.830   -4,9    12,4
MG 2a safra          544.300      543.582      531.770   -0,1    -2,2
C-Sul - subtotal  11.490.813   10.457.625   11.731.040   -9,0    12,2
 
Centro-Sul        16.797.093   14.641.137   15.742.905  -12,8     7,5
N/Nordeste         1.661.342    1.594.943    1.568.659   -4,0    -1,6
BRASIL            18.458.435   16.236.080   17.311.564  -12,0     6,6
 
 
Estados                   Produção (tons)
                       16/17        17/18        18/19
 
PR                 5.792.667    3.406.197    3.518.847
RS                 8.046.803    6.123.343    6.594.792
SC                 4.552.700    3.813.825    4.058.385
SP                 3.534.263    2.610.418    2.318.283
MS                   491.862      169.412      179.204
GO/DF              3.333.097    1.860.090    1.910.522
MT                   850.680      361.882      362.202
MG                 6.444.802    6.006.625    5.500.883
ES                   192.000      115.891       99.414
RJ                    27.009       89.669       24.392
C-Sul - subtotal  33.265.883   24.557.352   24.566.926
SAFRINHA
PR 2a safra       15.276.043    7.397.928   13.482.305
SP 2a safra        3.114.622    1.443.095    2.803.853
MS 2a safra       10.048.792    5.256.110   10.792.765
GO 2a safra       10.005.498    9.023.045   11.121.028
MT 2a safra       26.623.602   23.777.069   27.404.631
MG 2a safra        2.300.212    1.758.488    2.552.496
C-Sul - subtotal  67.368.768   48.655.735   68.157.078
 
Centro-Sul       100.634.651   73.213.086   92.724.003
N/Nordeste         7.267.188    6.851.824    6.837.718
BRASIL           107.901.840   80.064.911   99.561.721
 
 
Estados                    Produtividade (kg/Ha)
                       16/17        17/18        18/19
 
PR                     7.245        7.100        6.933
RS                     6.050        5.350        5.980
SC                     6.450        5.950        6.350
SP                     6.700        6.300        6.400
MS                     6.000        5.800        5.635
GO/DF                  6.110        6.040        5.912
MT                     4.500        4.100        4.102
MG                     5.950        5.800        5.900
ES                     5.020        4.800        5.050
RJ                     4.998        4.800        5.020
C-Sul - subtotal       6.269        5.870        6.124
SAFRINHA
PR 2a safra            6.068        3.870        6.031
SP 2a safra            6.201        3.417        6.135
MS 2a safra            5.980        3.135        5.950
GO 2a safra            5.720        5.554        5.900
MT 2a safra            5.920        5.557        5.700
MG 2a safra            4.226        3.235        4.800
C-Sul - subtotal       5.863        4.653        5.810
 
Centro-Sul             5.991        5.001        5.890
N/Nordeste             4.374        4.296        4.359
BRASIL                 5.846        4.931        5.751
 
Fonte: Safras & Mercado, Cooperativas, Produtores e Indústrias
==============================================================
 
     Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho registra preços firmes no Brasil nesta quinta-feira

Porto Alegre, 28 de março de 2019 – O mercado brasileiro de milho
registrou preços firmes nesta quinta-feira, de estáveis a mais altos. A
movimentação cambial e a projeção de clima seco no Paraná nas próximas
duas semanas resultaram em uma mudança comportamental entre os produtores,
que optaram por retrair a intenção de venda no oeste do estado. Os
consumidores ainda apontam para um posicionamento confortável em seus
estoques, indica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A movimentação cambial segue como grande ponto de virada para o mercado
nesta semana. Com a paridade superando a linha dos R$ 3,90/US$ 1,00, os
preços nos portos se tornaram mais interessantes, alterando o comportamento
dos produtores, que optaram por reduzir a fixação em vários estados.

No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 37,00/39,50 a saca. Em Santos,
o preço girou em torno de R$ 38,00/40,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 38,00/39,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
40,00/41,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 33,50/34,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso,
preço ficou a R$ 30,00/31,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. Em sessão marcada por grande volatilidade, o mercado oscilou entre
os territórios positivo – sustentado por preocupações com alagamentos em
lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos, com chuvas que podem atrapalhar o
plantio do grão – e negativo – com sinais de melhora nas safras da América
do Sul.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2018/19, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 904,500 toneladas na
semana encerrada em 21 de março. Representa um avanço de 6% frente à
semana anterior e fica 5% acima da média das últimas quatro semanas. O maior
importador foi a China, com 300.000 toneladas.

Para a temporada 2019/20, foram mais 85.400 toneladas. Os analistas
esperavam exportações entre 600 mil a 1 milhão de toneladas. As informações
são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Outros fatores que afetaram a variação do dia foram o relatório de área
plantada nos Estados Unidos desta sexta-feira (29), que pode indicar um aumento
de área no país e a espera de definições do encontro entre Estados Unidos e
China limitam a valorização.

Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,74, alta
de 0,25 centavo de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento anterior. A
posição julho de 2019 fechou a US$ 3,83 3/4 por bushel, ganho de 0,25 centavo
de dólar, ou 0,06%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,98%, negociado a R$
3,9140 para a compra e a R$ 3,9160 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 4,0180 e a mínima de R$ 3,9050.

MILHO: Colheita atinge 65% no RS com clima favorável – Emater

Porto Alegre, 28 de março de 2019 – A colheita do milho no Rio Grande do
Sul atinge 65% da área. Nas demais, 21% maduro, 12% em enchimento de grãos
e 2% das lavouras estão em floração. A semana foi de clima favorável para
colheita.

Nas regiões da Fronteira Noroeste e das Missões, a maioria das lavouras
já foi colhida, com 79% da área total cultivada; 9% delas estão em
desenvolvimento vegetativo, fase correspondente ao segundo plantio. O clima
favorável resulta no bom aspecto das lavouras de safrinha.

Como consequência dos bons resultados obtidos no milho nesta safra,
produtores avaliam a possibilidade de aumentar a área na próxima, como forma
de diminuir a infestação de nematoides nas lavouras e de garantir maior
presença de palha no sistema plantio direto.

Na região da Produção, 70% da área está colhida, com produtividade
média de 8.500 kg/ha. Já no Norte do RS, 90% das áreas destinadas a grão
foram colhidas, com produtividade média de 147sc./ha; o município de Sertão
apresentou média de 180 sc./ha. O milho para silagem já foi totalmente colhido
na região, com produtividade média superior a 42 mil quilos por hectare.

Na Fronteira Oeste, a cultura apresenta ótimo desenvolvimento; muitas
lavouras estão sendo colhidas, com rendimento médio de 7,5 toneladas por
hectare. Na sequência, ocorre a implantação do segundo plantio nessas áreas.

No Sul do RS, está se intensificando o processo de colheita do milho,
tanto do grão como silagem. Estão colhidos 19% da área total. Nessa região,
a cultura está predominantemente na fase de granação e maturação.

Com o início da colheita da soja na região da Serra e dos Campos de Cima
da Serra, os agricultores priorizam a colheita da leguminosa em detrimento da
colheita do milho, reduzindo assim o ritmo. O rendimento está pouco acima da
expectativa inicial.

Mercado (saca de 60 quilos)

O preço para o cereal na semana ficou estável em relação ao produto
disponível (Cruz Alta – R$ 38,00/sc.). O preço médio da semana foi cotado a
R$ 31,93/sc., segundo levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, uma
queda de -0,99% em relação à semana anterior.

As informações são do boletim semanal divulgado pela Emater/RS.

Milho tem mais um dia de bom ritmo de negócios para safrinha

Porto Alegre, 27 de março de 2019 – O mercado brasileiro de milho ainda
se depara com boa fluidez de negócios ao longo da semana, principalmente para
a safrinha 2019. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique
Iglesias, a movimentação cambial fortaleceu os preços nos portos no decorrer
do dia, com avanço da intenção de compra. Em linhas gerais, a volatilidade
cambial deve se prolongar enquanto houver indefinições em torno da Reforma da
Previdência, projeto chave para o governo durante o ano.

No Porto de Paranaguá, o preço ficou em R$ 37,00/39,00 a saca. Em Santos,
o preço girou em torno de R$ 37,50/39,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 37,00/38,50 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$
38,50/39,50 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/40,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 35,50/36,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço
esteve em R$ 33,50/34,50 a saca em Rio Verde, no disponível. Em Mato Grosso,
preço ficou a R$ 30,00/31,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais baixos. O mercado foi pressionado por um movimento de vendas técnicas,
em meio à forte queda nos preços do petróleo. Os investidores também se
posicionam frente às negociações entre a China e os Estados Unidos, que
serão retomadas amanhã. A queda da soja contribuiu para a desvalorização.

Além disso, há a expectativa em relação ao relatório de intenção de
plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que sai na
sexta, dia 29. A aposta é de aumento no cultivo do milho.

Pesquisa realizada pela agência Bloomberg indica que o mercado está
apostando em número de 91,3 milhões de acres. No ano passado, os americanos
semearam 89,1 milhões de acres. A média das projeções oscila entre 90 e 92
milhões de acres.

Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,73 3/4,
baixa de 3,50 centavos de dólar, ou 0,92%, em relação ao fechamento anterior.
A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,83 1/2 por bushel, queda de 3,50
centavos de dólar, ou 0,9%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 2,27%, negociado a R$
3,9530 para a compra e a R$ 3,9550 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,9620 e a mínima de R$ 3,9060.

MILHO: Em compasso de espera, Chicago tem preços fracos

Porto Alegre, 26 de março de 2019 – Os contratos do milho têm preços
mais baixos na sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O
mercado opera em compasso de espera, buscando informações sobre a
negociação entre a China e os Estados Unidos, além da expectativa em relação
ao relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA), que sai na sexta, dia 29. A aposta é de aumento no cultivo do
milho.

A posição maio de 2019 tem preço de US$ 3,79 1/2 por bushel, retração
de 0,25 centavos de dólar por bushel ou 0,06%.

Ontem, o mercado ainda encontrou sustentação no retorno da demanda
chinesa pelo cereal americano. O excesso de chuvas no Meio Oeste americano e
um movimento de cobertura de posições vendidas frente ao relatório de intenção
de plantio nos Estados Unidos completaram o cenário positivo aos preços.

Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,79 3/4,
alta de 1,50 centavos de dólar, ou 0,39%, em relação ao fechamento anterior.
A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,89 1/4 por bushel, alta de 1,75
centavos de dólar, ou 0,45%, em relação ao fechamento da sessão anterior.

MILHO: Chicago sobe no meio-pregão por demanda da China e chuva nos EUA

Porto Alegre, 25 de março de 2019 – A Bolsa de Mercadorias de Chicago
(CBOT) para o milho opera com preços mais altos no meio-pregão de hoje. A boa
demanda por parte da China aparece como fator de suporte, assim como o tempo
úmido nos Estados Unidos, que atrasa o plantio, podendo acarretar em
transferência de área para a soja. As informações são da Agência Reuters.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 995.997
toneladas na semana encerrada no dia 21 de março, conforme relatório semanal
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na
semana anterior, haviam atingido 803.213 toneladas. Em igual período do ano
passado, o total inspecionado foi de 1.330.442 toneladas. No acumulado do
ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 28.400.933
toneladas, contra 23.123.763 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

A posição maio opera com alta de 1,75 centavo em relação ao fechamento
anterior, ou 0,46%, cotada a US$ 3,804 por bushel. A posição julho está
cotada a US$ 3,89 1/2 por bushel, avanço de 2,00 centavos em relação ao
fechamento anterior, ou 0,51%.

MILHO: Intenção de plantio e acordo EUA-China dominam atenções – SAFRAS

Porto Alegre, 15 de março de 2019 – Acompanhe abaixo os fatos que deverão
merecer a atenção do mercado de milho na próxima semana. As dicas são do
analista da SAFRAS Consultoria, Paulo Molinari.

– Sinalização de que a China estaria aceitando os protocolos de Direito
Autoral e TI impostos pelos EUA oferece um certo sinal positivo ao mercado.

– Contudo, possível acordo está protelado agora para abril. É possível que o
agendamento da reunião entre os dois presidentes decrete o acordo fechado de
forma antecipada para o mercado. Volatilidades ocorrerão em função disso.

– Fora isso, o foco é o relatório de Intenção de Plantio. O viés permanece
com área de milho igual ou maior e soja com corte maior. Empresas privadas
começam a lançar a suas estimativas para 91/92 milhões de acres para o milho
e 84/86 m acres para a soja.

– Volatilidade do dólar no mercado internacional e clima para a primavera
seguem como informações em paralelo.

– Mercado interno brasileiro registra um súbito revés na semana.

– PR e MS impuseram uma forte pressão de venda tentando desocupar os
armazéns com safra velha visando a entrada da safrinha 2019.

– A ótima condição de clima desta primeira quinzena de março sugere alta
produção.

– Com muita soja e trigo ainda nos armazéns, o mercado começou a descartar o
milho safra velha em estoque.

– A pressão derrubou os preços no PR e MS e promete limitar a sua
recuperação sem fatos novos.

– Com as baixas, os exportadores voltaram ao mercado, absorvendo agora lotes
para junho e julho, ou seja, oriundo das primeiras colheitas de safrinha.

– A questão agora é a formação dos preços a partir dos portos hoje em R$
36/37 para ago/set.

– MT também voltou a registrar negócios entre R$ 20/22 para jul/ago.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Preços do milho continuam caindo com maior oferta

Porto Alegre, 14 de março de 2019 – O cenário para o milho brasileiro
é de maior oferta em algumas regiões. Com isso, as indústrias encontram
espaço para pressionar o mercado, no que tange aos preços. O fluxo de
negócios para a exportação no mercado disponível ainda é surpreendente, com
compradores ainda ativos no porto de Imbituba a R$ 40 a saca, para entrega
entre os meses de março e abril.

Na região de Cascavel (PR), houve nova queda dos preços de balcão, com
relatos de oferta posicionada entre R$ 34/35 no mercado disponível. No porto de
Paranaguá (PR), a indicação de comprador para a safrinha posicionado a R$
36, entre os meses de agosto e setembro.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. Mesmo que as vendas semanais americanas tenham decepcionado,
rumores de que a China estaria comprando milho dos Estados Unidos garantiram
a elevação em Chicago.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2018/19, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 372.000 toneladas na
semana encerrada em 7 de março. O maior importador foi a Coreia do Sul, com
120.200 toneladas.

Para a temporada 2019/20, foram mais 474.600 toneladas. Os analistas
esperavam exportações entre 700 mil a 1,4 milhão de toneladas. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,70 1/4,
alta de 3,75 centavos de dólar, ou 1,02%, em relação ao fechamento anterior.
A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,79 1/2 por bushel, ganho de 3,25
centavos de dólar, ou 0,86%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,91%, negociado a R$
3,8470 para a compra e a R$ 3,8490 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8540 e a mínima de R$ 3,8180.

Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho continua com movimentação limitada

Porto Alegre, 12 de março de 2019 – O mercado brasileiro de milho
registrou poucos negócios nesta terça-feira, com a movimentação mais firme
no interior dos estados, onde a oferta a maior.

Nos portos de Paranaguá e Santos, o preço gira entre R$ 36,00 / R$ 37,00
para o milho safrinha, e a R$ 39,00 / 40,00 a saca para o disponível.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 35,00/37,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, preço de R$ 39,00 – R$ 40,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 43,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 37,00/38,00 a saca em Erechim. Em
Minas Gerais, preço em R$ 37,00 / R$ 38 a saca em Uberlândia. Em Goiás,
preço esteve em R$ 33,00 a saca em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou a
R$ 25,00/30,00 a saca em Rondonópolis, para o disponível.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. Acompanhando a soja e, principalmente, o trigo, o milho teve um dia
de recuperação técnica. Ontem, as cotações atingiram o menor nível desde
28 de dezembro.

A alta do milho está ligada à elevação de mais de 6% do trigo, também
em função de compras técnicas e com operadores se aproveitando para
barganhar.

Os contratos de milho com entrega em maio de 2019 fecharam a US$ 3,65 3/4,
alta de 3,75 centavos de dólar, ou 1,03%, em relação ao fechamento anterior.
A posição julho de 2019 fechou a US$ 3,75 1/2 por bushel, ganho de 4,00
centavos de dólar, ou 1,07%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,62%, negociado a R$
3,8160 para a compra e a R$ 3,8180 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 3,8450 e a mínima de R$ 3,8030.

Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS