MERCADO: Milho registra preços estáveis no Brasil nesta quarta-feira

Porto Alegre, 18 de julho de 2018 – O mercado doméstico de milho manteve
o tom nesta quarta-feira, com cotações estáveis. A colheita vem apresentando
boa fluidez em grande parte do Centro-Sul. Segundo o analista de SAFRAS &
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, em alguns estados a decisão de venda do
produtor e de cooperativas ainda influenciam no volume comercializado. Por sua
vez, as questões inerentes ao tabelamento do frete limitam as negociações
entre estados e prejudica a atuação das tradings.

Nos portos de Santos e Paranaguá, a cotação ficou entre R$ 38,00/40,00 a
saca de 60 quilos.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/33,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 36,00/37,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 39,00/39,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
27,00/28,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 25,00/26,00 a
saca em Rondonópolis.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado foi sustentado pela piora considerável das lavouras dos
Estados Unidos, embora o indicativo de chuvas favoráveis em áreas produtoras
do cereal no país tenha limitado a valorização.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou na
segunda-feira dados sobre as condições das lavouras americanas de milho.
Segundo o USDA, até 15 de julho, 72% estavam entre boas e excelentes
condições, 19% em situação regular e 9% em condições entre ruins e muito
ruins. Na semana anterior, os números eram de 75%, 18% e 7%, respectivamente.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,47 1/4,
ganho de 1,00 centavo de dólar, ou +0,28% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,61 por bushel, alta de 1,25 centavo
de dólar, ou +0,34%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,15%, cotado a R$
3,8380 para a compra e a R$ 3,8400 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8200 e a máxima de R$ 3,8650.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO:Milho mantém estabilidade, apesar do avanço da colheita da safrinha

Porto Alegre, 12 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma quinta-feira de preços estáveis. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado,
Paulo Molinari, o mercado manteve a estabilidade apesar do avanço da colheita
da safrinha. Destaca que os produtores do Paraná, Mato Grosso do Sul e São
Paulo vão avaliando as colheitas com produtividades baixas e a pressão de
venda não parece tão forte como se esperava, devido às quebras.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 38,50/39,00 a
saca de 60 quilos.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/35,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,00/35,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 38,50/39,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 39,00/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 33,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/25,00 a saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais altos. O mercado repercutiu o relatório de oferta e demanda
de julho divulgado hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Para a safra 2018/19, o USDA previu que os Estados Unidos deverão colher
14,230 bilhões de bushels, volume acima dos 14,040 bilhões de bushels
indicados em junho, mas abaixo dos 14,331 bilhões de bushels esperados pelo
mercado. A produtividade média foi indicada em 174 bushels por acre, mesmo
número indicado no mês passado, enquanto o mercado espera um rendimento
médio de 175,3 bushels por acre.

Os estoques finais de passagem foram estimados em 1,552 bilhão de bushels,
ante os 1,733 bilhão de bushels esperados pelo mercado e abaixo dos 1,577
bilhão de bushels indicados no mês passado. As exportações foram indicadas
em 2,225 bilhões de bushels, ante os 2,100 bilhões previstos no mês passado.
O uso de milho para a produção de etanol foi reduzido de 5,675 bilhões de
bushels para 5,625 bilhões de bushels.

Para a temporada 2017/18, os estoques finais de passagem foram estimados em
2,027 bilhões de bushels, aquém dos 2,102 bilhões de bushels indicados em
junho e abaixo também dos 2,106 bilhões de bushels previstos pelo mercado.

A safra global 2018/19 foi estimada em 1.054,30 milhão de toneladas, acima
das 1.052,42 milhão de toneladas previstas em junho. Os estoques finais da
safra mundial 2018/19 foram projetados em 151,96 milhões de toneladas, aquém
das 154,69 milhões de toneladas apontadas no mês passado e abaixo das 156
milhões de toneladas previstas pelo mercado.

A safra global 2017/18 foi reduzida de 1.034,77 milhão de toneladas para
1,033,74 milhão de toneladas. Os estoques finais da safra mundial 2017/18 foram
projetados em 191,73 milhões de toneladas, aquém das 192,69 milhões de
toneladas indicadas no mês passado e acima das 191,3 milhões de toneladas
previstas pelo mercado.

A estimativa de safra brasileira foi reduzida de 85 milhões de toneladas
para 83,5 milhões de toneladas, enquanto o mercado estimava um corte para 83,1
milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 33 milhões de
toneladas, sem alterações frente ao mês passado, mas acima das 32,7 milhões
de toneladas esperadas pelo mercado.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,45 3/4,
perda de 5,75 centavos de dólar, ou +1,69% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,59 1/4 por bushel, alta de 6,00
centavos de dólar, ou +1,69%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,07%, cotado a R$
3,8830 para a compra e a R$ 3,8850 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8380 e a máxima de R$ 3,9040.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Tensão entre EUA e China aumenta e Chicago cai forte

Porto Alegre, 11 de julho de 2018 – Os contratos do milho têm preços
significativamente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa
de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado é pressionado pelo
recrudescimento da disputa comercial entre Os Estados Unidos e China.
Washington anunciou nesta terça-feira que vai tarifar US$ 200 bilhões de bens
chineses em 10% – fato que deve ser retaliado por Beijing, afetando as
exportações da oleaginosa norte-americana. As informações são da Reuters.

A posição setembro de 2018 tem preço de US$ 3,43 1/2 por bushel, baixa
de 4,25 centavos de dólar por bushel ou 1,22%.

Ontem, o mercado buscou um posicionamento frente ao relatório de oferta e
demanda de milho de julho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos,
em meio a um possível aumento da produção e dos estoques norte-americanos
do cereal em 2018/19. Os dados serão atualizados na quinta-feira.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que a safra dos Estados Unidos em 2018/19 possa atingir 14,331 bilhões de
bushels, acima dos 14,040 bilhões de bushels indicados em junho. Na temporada
2017/18 a safra do país atingiu 14,604 bilhões de bushels.

Para a temporada 2018/19, a expectativa é de que os estoques finais
norte-americanos possam atingir 1,733 bilhão de bushels, superando os 1,577
bilhão de bushels indicados em junho.

Para a temporada 2018/19, analistas estimam que o USDA possa indicar
estoques finais globais de 156 milhões de toneladas, acima das 154,7 milhões
de toneladas apontados em junho.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,47 3/4,
perda de 6,25 centavos de dólar, ou -1,76% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,60 3/4 por bushel, baixa de 6,25
centavos de dólar, ou -1,7%, em relação ao fechamento anterior.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho recebe impacto no Brasil da desvalorização do dólar

Porto Alegre, 10 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma terça-feira de preços predominantemente mais baixos, pressionados.
Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, “o mercado teve
certo impacto negativo devido à valorização do real e queda na CBOT”. O
mercado está com dificuldades internamente, com exportadores ainda esbarrando
na questão dos fretes, destaca.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 37,50/38,50 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,00/35,00 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 34,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço
de R$ 38,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,00/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
27,00/28,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 20,00/25,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais baixos. O mercado buscou um posicionamento frente ao
relatório de oferta e demanda de milho de julho do Departamento de Agricultura
dos Estados Unidos, em meio a um possível aumento da produção e dos
estoques norte-americanos do cereal em 2018/19. Os dados serão atualizados na
quinta-feira.

O indicativo de melhora no clima ao desenvolvimento das lavouras no
cinturão produtor também contribuiu para a desvalorização dos preços.

A previsão de analistas e traders consultados por agências internacionais
é que a safra dos Estados Unidos em 2018/19 possa atingir 14,331 bilhões de
bushels, acima dos 14,040 bilhões de bushels indicados em junho. Na temporada
2017/18 a safra do país atingiu 14,604 bilhões de bushels.

A produtividade média da safra norte-americana em 2018/19 deve alcançar
175,3 bushels por acre, acima dos 174 bushels por acre indicados em junho. Na
safra 2017/18 a produtividade média ficou em 176,6 bushels por acre.

Para a temporada 2018/19, a expectativa é de que os estoques finais
norte-americanos possam atingir 1,733 bilhão de bushels, superando os 1,577
bilhão de bushels indicados em junho.

Para a temporada 2018/19, analistas estimam que o USDA possa indicar
estoques finais globais de 156 milhões de toneladas, acima das 154,7 milhões
de toneladas apontados em junho.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,47 3/4,
perda de 6,25 centavos de dólar, ou -1,76% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,60 3/4 por bushel, baixa de 6,25
centavos de dólar, ou -1,7%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 1,84%, cotado a R$
3,7960 para a compra e a R$ 3,7980 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7950 e a máxima de R$ 3,8880.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho abre semana com fraca movimentação com feriado em SP

Porto Alegre, 9 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho abriu a
semana com fraca movimentação diante do feriado em São Paulo. As cotações
seguiram estáveis e segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a
colheita vai avançando e os preços parecem ter atingindo o seu fundo para o
momento.

Molinari indica que a quebra da safrinha limita quedas nas cotações no
momento e a decisão de venda pelo produtor determinará o quadro nos próximos
dias, assim como a retomada dos negócios com as tradings. Os problemas com o
tabelamento dos fretes seguem trazendo dificuldade para o mercado.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 39,00/40,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00/36,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/38,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
bem mais baixos. O mercado embolsou parte dos lucros obtidos na sexta-feira,
diante da previsão de clima mais úmido e temperaturas amenas no cinturão
produtor dos Estados Unidos na próxima semana.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.446.926 toneladas na semana encerrada no dia 5 de julho, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Na semana anterior, haviam atingido 1.538.556 toneladas. Em igual período
do ano passado, o total inspecionado foi de 1.010.889 toneladas. No acumulado
do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 47.207.472
toneladas, contra 49.724.027 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,54, perda de
6,25 centavos de dólar, ou 1,73% em relação ao fechamento anterior. A
posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,67 por bushel, baixa de 6,00 centavos
de dólar, ou 1,6%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,02%, cotado a R$
3,8680 para a compra e a R$ 3,8692 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8647 e a máxima de R$ 3,9264.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

Milho: Em Chicago, mercado amplia desvalorizações ao longo desta 2ª feira com movimento de correção técnica

Ao longo do pregão desta segunda-feira (9), os futuros do milho ampliaram as perdas na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 12h25 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam perdas de mais de 6 pontos, uma desvalorização de mais de 1%. O vencimento julho/18 trabalhava a US$ 3,45 por bushel, enquanto o setembro/18 trabalhava a US$ 3,53 por bushel.

“Os mercados de grãos estão mais baixos nesta segunda-feira, com os investidores realizando lucros após a forte alta observada na última sexta-feira”, destacou a Allendale. Somente na sexta-feira, as cotações subiram mais de 2%, acompanhando a valorização da soja e em meio as preocupações com o clima no Meio-Oeste.

“As previsões climáticas sugerem que as temperaturas serão extremamente quentes nas próximas semanas no Meio-Oeste”, reforça a Allendale. E as lavouras de milho entram, no mês de julho, em uma das fases mais importantes da cultura, a polinização.

Ainda no final desta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de acompanhamento de safras e mostrará as condições das plantações de milho no país. Até a semana anterior, cerca de 76% das lavouras apresentavam boas ou excelentes condições.

Já os embarques de milho ficaram em 1.446,9 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 5 de julho. Na semana anterior, o número ficou em 1.538,5 milhão de toneladas. As informações foram reportadas pelo USDA.

No acumulado da temporada, os embarques do cereal somam 47.207,472 milhões de toneladas. O volume está abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior, de 49.724,027 milhões de toneladas.

“Os participantes do mercado também já estão se preparando para o novo boletim de oferta e demanda do USDA, que será divulgado na próxima quinta-feira. As notícias da guerra comercial entre EUA e China também serão um fator, já que a possibilidade de novas tarifas serem impostas permanece”, informou a Allendale.

BM&F Bovespa
Devido ao feriado do dia da Revolução Constitucionalista, comemorado nesta segunda-feira 9, em São Paulo, não há operações na BM&F Bovespa. As negociações serão retomadas nesta terça-feira (10).

MERCADO: Milho teve sexta-feira de poucas mudanças no Brasil

Porto Alegre, 6 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve mais
um dia de poucos negócios. As cotações seguiram pouco alteradas. O mercado
brasileiro apresentou inexpressiva fluidez dos negócios. O cenário geral pouco
mudou, com foco na colheita em grande parte do Centro-Sul, ressaltando a baixa
produtividade nas áreas afetadas pela estiagem no primeiro semestre.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 39,00/40,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
aulo, o preço esteve em R$ 35,00/36,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/38,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O mercado foi sustentado pela expectativa de um clima mais seco e
quente para o cinturão produtor norte-americano na próxima semana, o que pode
afetar o desenvolvimento das lavouras de milho do país. Na semana, a posição
setembro subiu 0,21%.

O mercado reagiu, também, às perdas frente à tensão comercial entre
Estados Unidos e a China. Os dois países adotaram tarifas de US$ 34 bilhões em
importações um do outro nesta sexta-feira, com Pequim acusando Washington de
desencadear “a maior guerra comercial” da história em uma forte
intensificação do conflito que já dura meses.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,60 1/4,
ganho de 8,00 centavos de dólar, ou +2,27% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,73 por bushel, alta de 8,50
centavos de dólar, ou +2,33%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 1,65%, cotado a R$
3,8680 para a compra e a R$ 3,8700 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8630 e a máxima de R$ 3,9540.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho teve quinta-feira de negociações pontuais no Brasil

Porto Alegre, 5 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho volta a
se deparar com volumes pontuais de negócios. Segundo o analista de SAFRAS &
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a dinâmica de mercado ainda remete ao
foco na colheita do milho safrinha. “Nas regiões afetadas pela estiagem a
produtividade média é baixa, seguindo a expectativa formada. A movimentação
cambial ainda motiva os preços nos portos, com avanços da atuação das
tradings no decorrer da semana, principalmente em Goiás”, comenta.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 39,00/40,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00/36,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/38,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. Em sessão marcada por volatilidade, ora operando no território
positivo, ora no negativo, o cereal manteve os ganhos registrados na abertura
dos negócios.

A previsão de um clima mais quente no cinturão produtor norte-americano
na próxima semana e o indicativo de uma melhora na demanda para o cereal
apareceram como fatores de suporte.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) disse que
exportadores privados venderam 137 mil toneladas de trigo para a Coréia do Sul,
para entrega no ano comercial 2018/19, que começa em 1o de setembro.

Por outro lado, as preocupações em torno da guerra comercial entre
Estados Unidos e China, que prometem adotar tarifas extras de importação a
partir de amanhã (6), limitaram a valorização.

A ambição chinesa de usar biocombustíveis em automóveis em escala
nacional até 2020 é motivo de dúvida, por preocupações de que a oferta de
matérias-primas, como milho, seja comprometida pela escalada das disputas
comerciais com os Estados Unidos.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,52 /14,
ganho de 0,25 centavo de dólar, ou +0,07% em relação ao fechamento anterior.
A posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,64 1/2 por bushel, alta de 0,25
centavos de dólar, ou +0,06%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,53%, cotado a R$
3,9330 para a compra e a R$ 3,9350 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8880 e a máxima de R$ 3,9430.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho abre semana com foco na colheita da safrinha

Porto Alegre, 2 de julho de 2018 – O mercado brasileiro de milho abriu a
semana com foco permanente na colheita da safrinha. Segundo o analista de
SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, essa situação remete à pressão
de baixa que deve ser vista no decorrer desta semana. As tradings apresentaram
um perfil tímido no decorrer do dia, avaliando a intensa volatilidade cambial, com
uma paridade que supera R$ 3,90/US$ 1,00. Além disso, a Bolsa de Chicago
apresentou intensa queda no decorrer da sessão, observa o analista.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 39,50/40,00 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00/35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/37,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de
realização de lucros frente aos ganhos da última sessão, avaliando também o
registro de chuvas no cinturão produtor favorecendo o desenvolvimento das
lavouras de milho estadunidenses. O fraco desempenho das inspeções de
exportação norte-americanas de milho também influenciou negativamente os
preços.

As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a
1.537.871 toneladas na semana encerrada no dia 28 de junho, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.580.434 toneladas.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 3,47, recuo de
12,50 centavos de dólar, ou -3,47% em relação ao fechamento anterior. A
posição dezembro de 2018 fechou a US$ 3,59 por bushel, baixa de 12,25
centavos de dólar, ou -3,29%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,59%, cotado a R$
3,9100 para a compra e a R$ 3,9120 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8830 e a máxima de R$ 3,9210.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: 76% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 2 de julho 2018 – O Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de
milho. Segundo o USDA, até 1 de julho, 76% estavam entre boas e excelentes
condições, 18% em situação regular e 6% em condições entre ruins e muito
ruins. Na semana anterior, os números eram de 77%, 18% e 5%, respectivamente.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: EUA cultiva 89,128 mi de acres na safra 2018/19 – USDA

Porto Alegre, 29 de junho de 2018 – Os Estados Unidos deverão cultivar
89,128 milhões de acres na safra 2018/19, com queda de 1% frente aos 90,167
milhões de acres cultivados na temporada 2017/18, segundo relatório de área
plantada divulgado há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).

O mercado trabalhava com uma expectativa de área de 88,372 milhões de
acres. A área ficou acima dos 88,026 milhões de acres divulgados no relatório
de intenção de plantio, divulgado no final de março.

Na comparação com o ano passado, a expectativa é de que área fique
inalterada ou mais baixa em 31 dos 48 estados consultados.

A área a ser colhida deverá ficar em 81,77 milhões de acres, 1% aquém
dos 82,703 milhões de acres colhidos na temporada 2017/18

MILHO: Estoque dos EUA em 1o de junho atinge 5,306 bi de bu – USDA

Porto Alegre, 29 de junho de 2018 – Os estoques trimestrais de milho dos
Estados Unidos, na posição 1o de junho de 2018, totalizaram 5,306 bilhões de
bushels, conforme relatório divulgado há pouco pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O volume estocado é 1% maior frente a
igual período de 2017, que indicava estoques de 5,229 bilhões de bushels. O
volume indicado pelo Departamento ficou acima do esperado pelo mercado, de
5,263 de bilhões de bushels.

Do total, 2,75 bilhões de bushels estão armazenados com os produtores,
com 3% abaixo frente aos 2,841 bilhões de bushels indicados em igual período
de 2017. Os estoques fora das fazendas somam 2,555 bilhões de bushels, com
alta de 7% frente aos 2,387 bilhões de bushels indicados em 1o de junho de 2017.

A diferença de estoques de entre março e maio de 2018 ficou em 3,59
bilhões de bushels, comparados aos 3,39 bilhões de bushels do mesmo período
do ano passado.

SEMANA: Preços do milho caíram em junho com começo da colheita da safrinha

Porto Alegre, 29 de junho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve um
mês de junho de queda nas cotações. A expectativa de melhora na oferta com o
início da colheita da safrinha já bastou para iniciar um processo de pressão
sobre os preços. E o efetivo início da colheita foi determinando o declínio
nos preços pouco a pouco.

A melhora na oferta pesou sobre o mercado e gradualmente as referências de
valor foram baixando em determinadas praças, de acordo com a evolução local
da colheita. O comprador se retraiu esperando pela queda nos preços e
mostrando um bom grau de abastecimento passado o aperto com a greve dos
caminhoneiros.

O que atrapalhou a dinâmica do mercado, um melhor ritmo de negócios, foi
ainda a indefinição em torno da nova tabela de fretes, que segue sendo
aguardada. Houve reunião nesta quinta-feira que terminou sem definições, mais
uma vez.

À medida que a colheita for evoluindo agora em julho, a tendência é de
novos ajustes para baixo nas cotações. A oferta vai crescer e naturalmente há
uma pressão sobre os preços do milho.

No balanço mensal, o preço do milho em Campinas/CIF caiu de R$ 46,00 para
R$ 37,50 a saca de 60 quilos na base de venda. Na região Mogiana paulista, as
cotações recuaram de R$ 43,00 para R$ 35,50.

Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 42,00 para R$ 34,50 no
balanço mensal na base de venda. Em Rondonópolis, Mato Grosso, cotação caiu
de R$ 30,00 para R$ 25,50 a saca em junho. Já em Erechim, Rio Grande do Sul,
o preço passou de R$ 43,00 para R$ 40,00.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MONITOR MILHO: Sem acordo sobre frete, mercado deve seguir lento no Brasil

Porto Alegre, 29 de junho de 2018 – O mercado brasileiro de milho deve
encerrar a semana com uma movimentação limitada nos negócios e com um
indicativo de pressão nas cotações, por conta do avanço da colheita da
safrinha. O esperado acordo em relação ao tabelamento dos fretes não ocorreu
após encontro realizado ontem, o que tende a seguir prejudicando o escoamento
do cereal. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em alta, se
recuperando estende as perdas da última sessão, em compasso para os
relatórios de área plantada e de estoques trimestrais na posição 1 de junho
que serão divulgados às 13h de hoje pelo Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em julho/18 opera a US$ 3,57 1/4 por bushel, alta de
3,00 centavos em relação ao fechamento anterior, ou +0,84%.

* O mercado opera em compasso de espera para os relatórios de área plantada e
de estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, às
13 horas de hoje.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá indicar uma
área plantada norte-americana com milho de 88,372 milhões de acres, com recuo
sobre o ano anterior, de 90,167 milhões de acres, segundo analistas e traders
consultados por agências internacionais. A área deverá superar os 88,026
milhões de acres previstos no relatório de intenção de plantio, divulgado no
final de março.

O mercado aponta estoques de 5,263 bilhões de bushels na posição 1 de
junho. Em 1o de março, o estoque ficou em 8,888 bilhões e em junho do ano
passado os produtores tinham 5,229 bilhões de bushels armazenados.

* Ontem (28), a posição setembro de 2018 fechou a US$ 3,54 1/4 por bushel,
baixa de 7,50 centavos de dólar, ou -2,07%, em relação ao fechamento
anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,33% a R$ 3,844.

INDICADORES FINANCEIROS

* As bolsas da Ásia fecharam em alta. Xangai, +2,21%. Tóquio, +0,15%.

* As bolsas na Europa operam em alta. Paris, +1,20%; Frankfurt, +1,18%; e
Londres, +0,76%.

* O petróleo opera em baixa. Agosto do WTI em NY: US$ 73,43 barril (-0,02%).

* O dólar opera misto. Euro,-0,73%; iene, +0,17%; libra-esterlina, -0,58%.

MERCADO

* O mercado brasileiro de milho teve uma quinta-feira de preços fracos. No
mercado disponível, o cenário ainda é de pressão de queda, aponta o analista
de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. “Os principais consumidores
do país não encontram grande dificuldade na aquisição de milho. O avanço da
colheita do milho safrinha nos próximos dias remete a um cenário de preços
ainda mais baixos. O impasse em torno do tabelamento do frete ainda limita a
atuação das tradings no mercado”, comenta.

* Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 38,00/39,50 a saca
de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

* No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00/35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/37,50.

* No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

AGENDA

– Relatório de área plantada e estoques trimestrais dos EUA para soja, milho,
trigo e algodão – USDA, 13hs.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Chicago sobe, mas queda mensal acumulada gira em torno de 10%

Porto Alegre, 29 de junho de 2018 – Os contratos do milho têm preços
mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). Apesar do avanço, a queda mensal acumulada gira em torno de
10%. Se confirmada, a retração semanal será a maior desde setembro de 2014
– em meio à expectativa de safras abundantes pelo mundo. As informações
são da Agência Reuters.

Às 13 horas, serão divulgados, pelo Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), os relatórios de área e de estoques trimestrais. A
expectativa é de um avanço na estimativa de área em relação a março.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá indicar uma
área plantada norte-americana com milho de 88,372 milhões de acres, com recuo
sobre o ano anterior, de 90,167 milhões de acres, segundo analistas e traders
consultados por agências internacionais.

A área deverá superar os 88,026 milhões de acres previstos no
relatório de intenção de plantio, divulgado no final de março.

O mercado aponta estoques de 5,263 bilhões de bushels na posição 1 de
junho. Em 1o de março, o estoque ficou em 8,888 bilhões e em junho do ano
passado os produtores tinham 5,229 bilhões de bushels armazenados.

A posição julho de 2018 tem preço de US$ 3,47 1/2 por bushel, alta de
2,50 centavos de dólar por bushel ou 0,72%.

Ontem, o cereal manteve o tom negativo, em compasso de espera para os
relatórios de área plantada e de estoques trimestrais na posição 1o de
junho. A tensão comercial entre China e Estados Unidos também influencia
negativamente os preços.

Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 3,45, recuo de
7,50 centavos de dólar, ou -2,12% em relação ao fechamento anterior. A
posição setembro de 2018 fechou a US$ 3,54 1/4 por bushel, baixa de 7,50
centavos de dólar, ou -2,07%, em relação ao fechamento anterior.

Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho tem mais um dia de preços fracos no Brasil

Porto Alegre, 28 de junho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma quinta-feira de preços fracos. No mercado disponível, o cenário ainda é
de pressão de queda, aponta o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando
Henrique Iglesias. “Os principais consumidores do país não encontram grande
dificuldade na aquisição de milho. O avanço da colheita do milho safrinha nos
próximos dias remete a um cenário de preços ainda mais baixos. O impasse em
torno do tabelamento do frete ainda limita a atuação das tradings no
mercado”, comenta.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 38,00/39,50 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 33,00/34,50 a saca em Cascavel. Em São
Paulo, o preço esteve em R$ 35,00/35,50 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF,
preço de R$ 37,00/37,50.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 38,50/40,00 em Erechim. Em Minas
Gerais, preço em R$ 34,00/35,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/24,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
acentuadamente mais baixos. O cereal manteve o tom negativo, em compasso de
espera para os relatórios de área plantada e de estoques trimestrais na
posição 1o de junho, que serão divulgados amanhã. A tensão comercial entre
China e Estados Unidos também influencia negativamente os preços.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá indicar uma
área plantada norte-americana com milho de 88,372 milhões de acres, com recuo
sobre o ano anterior, de 90,167 milhões de acres, segundo analistas e traders
consultados por agências internacionais. O relatório de área plantada será
divulgado nesta sexta-feira, 29, às 13hs.

A área deverá superar os 88,026 milhões de acres previstos no relatório
de intenção de plantio, divulgado no final de março.

Estoques

O Departamento vai divulgar na sexta também o relatório para os estoques
trimestrais americanos na posição 1o de junho. O mercado aponta estoques de
5,263 bilhões de bushels. Em 1o de março, o estoque ficou em 8,888 bilhões e
em junho do ano passado os produtores tinham 5,229 bilhões de bushels
armazenados.

Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 3,45, recuo de
7,50 centavos de dólar, ou -2,12% em relação ao fechamento anterior. A
posição setembro de 2018 fechou a US$ 3,54 1/4 por bushel, baixa de 7,50
centavos de dólar, ou -2,07%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com baixa de 0,49%, cotado a R$
3,8550 para a compra e a R$ 3,8570 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8360 e a máxima de R$ 3,8780.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MERCADO: Milho mantém cenário de pressão com colheita da safrinha

Porto Alegre, 26 de junho de 2018 – O mercado brasileiro de milho teve
uma terça-feira de preços pouco alterados. Entretanto, segue a pressão com a
entrada da safrinha, com o viés sendo de baixa. “O mercado segue com alguma
pressão onde as colheitas estão se iniciando”, aponta o analista de SAFRAS &
Mercado, Paulo Molinari.

Nos portos de Santos e Paranaguá, o preço ficou entre R$ 38,00/38,50 a
saca de 60 quilos para entrega na safrinha na base de compra.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 34,00/35,00 a saca. Em São Paulo, o
preço esteve em R$ 34,00/35,00 a saca na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de
R$ 37,00.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 40,00 em Erechim. Em Minas Gerais,
preço em R$ 33,00/34,00 em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$
26,00/27,00 em Rio Verde. Em Mato Grosso, preço ficou entre R$ 18,00/25,00 a
saca.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou com preços
mais altos. O cereal foi sustentado pelo quadro de desenvolvimento das lavouras
norte-americanas de milho, avaliando também os fortes ganhos nos preços do
petróleo.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem
dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA,
até 24 de junho, 77% estavam entre boas e excelentes condições, 18% em
situação regular e 5% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana
anterior, os números eram de 78%, 18% e 4%, respectivamente.

Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 3,52 1/2, baixa
de 2,00 centavos de dólar, ou +0,57%, em relação ao fechamento anterior. A
posição setembro de 2018 fechou a US$ 3,61 1/4 por bushel, ganho de 1,75
centavos de dólar, ou +0,48%, em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

O dólar comercial fechou a negociação com alta de 0,44%, cotado a R$
3,7960 para a compra e a R$ 3,7980 para a venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,7630 e a máxima de R$ 3,7810.

Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Umidade elevada impede avanço da colheita em Rio Verde (GO)

Porto Alegre, 26 de junho de 2018 – A umidade elevada do milho impediu o
avanço da colheita da safrinha em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, informou o
departamento técnico da Cooperativa Mista dos Produtores do Sudoeste Goiano
(Comigo).

Segundo fonte do departamento técnico, os produtores decidiram aguardar um
pouco mais para dar continuidade aos trabalhos de retirada do milho. “A
previsão é de que a colheita seja retomada em melhor ritmo somente após 10 de
julho”, destaca.

A fonte sinaliza que ainda não foi possível mensurar a área já colhida.
As primeiras lavouras tiveram um rendimento inicial de 7.800 quilos por
hectare, embora a expectativa de produtividade média final esteja em 6.000
quilos por hectare.

No que tange ao sorgo, as lavouras seguem na fase de maturação final,
embora a colheita ainda não tenha iniciado nos 30 mil hectares cultivados. A
expectativa da Comigo é de colher uma média de 4.800 quilos de sorgo por
hectare.

O mais recente levantamento de SAFRAS & Mercado estima uma área cultivada
para o estado de Goiás de 1,597 milhão de hectares de milho safrinha na
temporada 2018, queda de 8,7% ante os 1,749 milhão de hectares registrados na
safra anterior (2016/17). A produção de milho deverá atingir 8,468 milhões
de toneladas, aquém das 10,005 milhões de toneladas colhidas na safrinha 2017.

MILHO: 77% das lavouras entre boas e excelentes condições nos EUA

Porto Alegre, 25 de junho 2018 – O Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de
milho. Segundo o USDA, até 24 de junho, 77% estavam entre boas e excelentes
condições, 18% em situação regular e 5% em condições entre ruins e muito
ruins. Na semana anterior, os números eram de 78%, 18% e 4%, respectivamente.

Gabriel Nascimento (gabriel.antunes@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Ministério aponta safra Argentina de 42,4 mi de t em 2017/18

Porto Alegre, 22 de junho de 2018 – A área de milho da Argentina na
safra 2017/18 deve atingir 9,020 milhões de hectares, 6,4% acima dos 8,48
milhões de hectares cultivados na temporada anterior (2016/17). Os números
fazem parte da estimativa de junho do Ministério da Agroindústria da
Argentina. O Ministério elevou a área em 1,3% em relação à estimativa de
maio, de 8,9 milhões de hectares.

A estimativa de produção do Ministério indicou safra de 42,4 milhões de
toneladas de milho, alta de 1% frente às 42 milhões de toneladas previstas em
maio, mas 14,3% aquém das 49,5 milhões de toneladas colhidas no ano passado.

Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

MILHO: Preço reage em SC aos patamares mais elevados desde janeiro de 2017

Porto Alegre, 20 de junho de 2018 – Os preços da saca de milho seguem em
alta pelo quarto mês consecutivo em Santa Catarina. A cotação ficou na média
de R$ 35,58/saca pagos ao produtor em maio – um aumento de 4,84% sobre o
mês anterior e de 51,2% se comparado o mesmo período de 2017. Em relação
ao preço da soja, o milho ganha vantagem e se torna mais competitivo para os
produtores catarinenses.

Os preços do milho praticados em maio são os maiores desde janeiro de
2017 e o grão volta a ser atrativo para os agricultores. Em Santa Catarina, o
milho disputa a mesma área da safra de verão com a soja e o preço acaba
influenciando a escolha dos produtores. Existe uma relação entre preço de
milho e soja que auxilia na tomada de decisões: quando o preço da soja é 2,3
vezes maior do que preço do milho é mais rentável plantar soja, quando o
valor é menor, o milho é mais atrativo. Com a valorização do milho, o grão
toma força na comparação e se torna uma opção mais competitiva.

O secretário de Estado da Agricultura e a Pesca, Airton Spies, ressalta
que os produtores devem levar em conta ainda os custos de produção, a
produtividade e a resistência às mudanças climáticas. No caso do milho e da
soja, os custos para produzir um hectare de milho de alta tecnologia são
maiores do que para produzir um hectare de soja. E mesmo com um rendimento
maior, o milho é mais sensível às mudanças de clima, principalmente à
estiagem.

“Para os produtores que planejam plantar milho na safra 2018/19, as
perspectivas são boas. O grão está em alta pela demanda crescente e pelas
exportações de um terço da produção brasileira. Os produtores devem fazer
uma análise criteriosa de todos esses fatores e escolher a melhor opção para
usar sua área”, destaca Spies.

Rotação de Culturas

O analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola
(Epagri/Cepa), Haroldo Tavares Elias, inclui ainda outro fator que deve ser
considerado pelos produtores: a rotação de culturas. “Na última safra, nós
observamos uma grande presença de mofo branco em algumas áreas destinadas
ao cultivo de soja, o que diminuiu a produtividade. Para reduzir os riscos
de infestação, o produtor pode destinar de 10 a 20% dessa área ao cultivo
de milho. A rotação de culturas favorece também o sistema plantio direto e
a conservação do solo”, explica.

Safra em Santa Catarina

A colheita de milho está praticamente finalizada. E as expectativas são
de uma redução de 19,7% em relação à safra anterior, fechando em 2,5
milhões de toneladas. Uma colheita menor, mas com uma produtividade maior. O
rendimento deve chegar a oito toneladas/hectare. Santa Catarina é extremamente
dependente de milho para abastecer as cadeias produtivas de carnes e leite,
todos os anos o estado consome em média seis milhões de toneladas do grão –
mais do que o dobro do que produz.

“Santa Catarina continua com um déficit de 50% na produção de milho,
portanto não faltará mercado para quem produzir esse valioso cereal”, afirma
o secretário Spies.

Principal concorrente do milho, a área cultivada de soja é cada vez maior
em Santa Catarina. A produção nesta safra deve ser recorde e chegar a 2,44
milhões de toneladas. Com um aumento de 6,84% na área plantada – decorrente
da redução da área plantada com milho, pastagens, fruticultura, feijão e
outras culturas, ao longo dos anos.

Milho silagem

Ao contrário do milho grão, o cultivo de milho para produção de silagem
vem crescendo a um ritmo de 13,8% ao ano em Santa Catarina. Na safra
2017/18 a área total estimada para plantio de milho silagem foi de 228,3
mil hectares, concentrados principalmente na região Oeste.

As informações partem da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
de Santa Catarina.

Edição: Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS